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A ajuda – parte 1

  • Publicado em: 26 de abril de 2018 11:17
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. Na verdade hoje são dois em um, mais curtos e com os mesmos personagens. Ou quase isso. O principal é o Fabio, um cara que eu conheci numa das festas na casa de amigos que já fui e que hoje, infelizmente não tenho ido mais.
Um dia, numa dessas festas o Fábio veio conversar comigo e disse que tinha algo que poderia render material para eu escrever, e me contou duas rápidas histórias que aconteceram com ele e que tem participação do Erick, aquele mesmo que já apareceu em vários contos por aqui. Segue o que ele me contou.

Amanda

Conheci a Amanda pois ela morava perto de mim. Sua família possuía um comércio e eu sempre aparecia por lá. No começo eu via apenas o pai e a mãe dela, atendendo, porém um dia o pai dela a chamou pois o movimento estava grande. Quando ela entrou, não teve como não notar. Morena, coxas e bumbum grandão, seios de pequenos para médios, mais pequenos que médios. Ela era daquelas gordinhas que não tem barriga, sabe. O rosto era lindo.
Conversamos um pouco, mas não passou disso. Porém, depois de ver ela umas 3 ou 4 vezes por lá, resolvi procurá-la em redes sociais e encontrei. Logo nosso papo melhorou e avançou muito. Um dia, num fim de semana, ela mandou uma mensagem a tarde perguntando o que eu faria a noite. Quando disse que nada, ela me convidou para ir na casa dela. Cheguei lá e ela estava sozinha. Me contou que os pais costumavam sair no sábado a noite e ela ficava sozinha. Confesso que eu tava empolgado.
Conversamos bastante, assistimos um filme e ficamos. O beijo dela era excelente e digo com a maior sinceridade possível que ela dominou a situação. Me agarrou de um jeito incrível. Como não sou um cara considerado “bonito” e não tenho papo para conquistar mulheres, aquilo que estava acontecendo era muito raro e eu estava super excitado. Porém, quando comecei a avançar mais, ela me cortou. Disse que queria ir devagar. Aceitei e ficamos apenas nos beijos.
Continuamos nos vendo durante a semana e, no fim de semana seguinte ela me pediu para ir lá novamente. No meio do filme começamos a nos agarrar, e, antes que eu me preparasse, ela colocou a mão dentro da minha calça, se abaixou e começou a chupar. Aquilo me levou para a lua. Ela sabia muito bem fazer aquilo.
Como ela era gordinha e eu magro, a posição que melhor funcionaria seria eu por cima, de lado ou ela de 4, e assim ela quis. Como estávamos no sofá, e ela queria transar ali, ela ficou de joelho no assento e apoiou os braços no encosto. Fui por trás, abaixei a calça e a calcinha dela e dei muitos beijos e lambidas naquele bumbum grande e bonito.
Quando fui me abaixar para pegar a camisinha, ela olhou para trás e disse: nem pense nisso, não quero nada que atrapalhe para eu te sentir. Isso me deixou mais doido ainda e fui com tudo. Logo que penetrei, o tesão explodiu em mim. Colocando e tirando bem devagar, sentia toda a vagina dela e nem acreditava que estava transando depois de alguns anos de seca. Sim, anos sem transar.
Estava ótimo, até que (e com razão), ela pediu para eu fazer mais forte e mais rápido. Respirei fundo e comecei a fazer com mais força e mais rápido, mas o que eu temia aconteceu. Depois de eu meter umas 5 ou 6 vezes forte e rápido, fazendo com que ela desse um leve gemido, senti o climax chegando muito rapidamente e gozei.
A frustração dela era evidente, mas para não me chatear, ela disse que não tinha problema, que foi bom. Tentei agradá-la de outra forma, mas ela não quis, pois gostava de gozar apenas com penetração, nada de masturbação e nem oral até o fim, só em preliminares.
Continuamos nos falando e ficando de vez em quando. Mas vi que ela diminuiu um pouco o papo comigo. Cerca de três semanas depois da primeira vez, novamente fui na casa dela e rolou os amassos. Para ver se algo mudava, dessa vez fomos para a cama dela e, no papai e mamãe tentei fazer melhor. Até durou um pouco a mais, mas gozei rápido demais e ela não. Mais uma vez ela foi compreensiva, mas passou um tempo quieta naquela noite.
Na semana seguinte, a mesma coisa, porém, com ela por cima o sexo chegou a durar alguns minutos a mais e ela deu algumas gemidas, porém, ao sentar com mais força e mais rapidez, explodi dentro dela, mesmo me segurando muito e pensando em outras coisas. Nessa terceira ela foi sincera comigo e disse assim: gosto muito de você, mas é complicado assim, eu preciso gozar também, sei que não é culpa tua.
Voltei para casa muito chateado e pensei seriamente em parar de ficar com ela, mas achei que seria uma canalhice da minha parte, pois pareceria que eu só tinha me aproveitado dela e agora estava descartando. Mas, as coisas iriam mudar rapidamente.
Na semana seguinte após a terceira transa frustrada, eis que estava em casa quando a Amanda puxa papo comigo pelo whatsapp. Perguntou para mim quem era o Erick, e eu disse que era um amigo. Ela então disse que tinha visto ele entre as pessoas que eu adicionei no facebook e perguntou se poderia adicionar ele.
Primeiro perguntei o motivo de ela querer isso, e ela então falou que não tinha nada de especial, apenas tinha gostado de algumas postagens dele. Falei que não teria problema, que ela poderia adicionar. Depois ela me disse que perguntou antes para que eu não ficasse bravo ou chateado com ela. No dia seguinte vi que ela tinha curtido várias fotos dele e aquilo me incomodou um pouco, de certa forma, mas eu me via em divida com ela, por isso decidi deixar quieto.
No dia seguinte, uma quarta-feira, fui na casa dela a tarde e ficamos conversando e trocando carinhos. Em certo momento contei à ela que tinha visto as suas curtidas nas fotos do Erick, ela então ficou constrangida e disse que não significava nada. E eu disse para ela não se preocupar, que eu não estava cobrando nada dela.
Ao questioná-la um pouco mais e afirmar que não tinha um ciúme excessivo e que gostava de sinceridade total, ela confessou que tinha curtido certas fotos pois tinha achado ele bonito. E quando questionei sobre as fotos sem camisa, ela disse, sem olhar nos meus olhos: ah, tem algumas que eu achei ele bem gostosinho.
Voltei para casa e, nesse mesmo dia conversei com o Erick, contei sobre a Amanda, tudo o que tinha rolado (inclusive minhas frustrações) e perguntei se ele poderia me ajudar. Então, depois de mandar umas fotos da Amanda, ele concordou. Ao descobrir que iria sábado novamente na casa dela a noite, passei o endereço ao Erick e pedi para ele chegar lá cerca de uma hora depois de mim.
Novamente as coisas se repetiam. Conversas, um filme e, na metade dele, os amassos e esfregações. Quando ataquei o pescoço dela, fazendo com que ela começasse a suspirar, ouço o barulho de porta de carro. Paro de beijar o pescoço dela e digo que já voltaria.
Ao entrar com o Erick na sala, ela me olhou um tanto assustada. Falei para ela: esse é o Erick. Ela então fica de pé, e meio que sem saber o que fazer, estica a mão para cumprimentá-lo. Ele então dá um abraço apertado e um beijo no rosto dela. Sentamos no sofá e continuamos conversando.
Comecei então a beijá-la e, quando voltei ao pescoço ela disse no meu ouvido: para, tem gente aqui esqueceu? E eu disse: eu sei disso. O Erick então levantou e foi no banheiro. Nisso eu falei para ela: quer transar com ele? Ela então me olha espantada e diz: como assim? Ta doido?
Eu então falo que poderia ser uma experiência legal, diferente. E digo: você não acha ele gostoso? Dizem que ele é bom de cama, por que você não tira a prova? E ela, ficando muito vermelha e sem olhar para mim pergunta: vai parar de ficar comigo? E eu digo que não.
Nisso o Erick volta do banheiro e eu e ela voltamos aos amassos. Fazendo ela ficar doida, digo para ela ficar de joelhos no assento e com os braços no encosto, quase de 4 como na primeira vez que transamos. Ela fica e eu vou por trás, meio de pé, meio com um joelho apoiado no assento.
Continuo então beijando a nuca e o pescoço dela, fazendo ela se arrepiar. Nisso, abaixo a calça e a calcinha dela. E, depois dos beijos e lambidas de sempre, penetro ela bem devagar. Ao entrar tudo começo a tirar e colocar. Porém devagar e fraco. Quando começo a aumentar a velocidade, sinto o tesão crescendo. Não demora muito para que eu sinta que vou gozar.
Olho para o lado e Erick está se masturbando devagar. O pau dele já está bem duro e vejo que já posso pedir ajuda. Dando umas 4 ou 5 bombadas fortes e sentindo que a ejaculação aconteceria a qualquer segundo, faço um sinal para o Erick e ele vem. Na última bombada minha, faço a Amanda dar um gemido e tiro o pau de dentro dela.
Antes que ela pudesse ter qualquer reação, o Erick vem por trás e penetra ela. Devido ao pau dele ser bem mais grosso que o meu, ela sente quando a cabeça e metade do “corpo” do pau dele entra nela. Sento no mesmo local onde o Erick estava anteriormente e vejo quando ele, segurando tb no encosto do sofá e com um movimento rápido e firme mete o resto do pau nela.
Empurrando fundo, quase sem tirar pra fora, Erick faz a Amanda dar uns gemidinhos baixos e, respirando fundo, ele começa a meter mais rápido e mais forte. Por causa do bumbum dela ser grande, os barulhos que faziam do corpo dele no dela eram mais altos.
Agarrando com as duas mãos no quadril dela, Erick começa a bombar forte e rápido, dando uns gemidos de vez em quando. Não demora para que, depois de uma série de bombadas fortes e rápidas, Amanda dê uma espécie de grito gemido e goze. Erick para apenas por alguns segundos, fazendo com que ela fique de bruço no assento do sofá.
Sem tirar o pau de dentro ele volta a meter rápido e forte. Nesse momento ela está com o rosto voltado para mim, o que faz eu perceber todas as expressões dela. Vejo um pouquinho do que parece ser dor, prazer, delírio e felicidade.Erick quase montado nela, continua bombando sem parar, alternando entre pancadas barulhentas e tirar e colocar o pau inteiro.
Ela geme deliciosamente, mas não o tempo todo e não é escandalosa, ou seja, só geme quando sente prazer de verdade. Depois de minutos e minutos de ação sem parar, vejo a expressão dela mudar para um sorrisinho e ela fala bem baixinho: nossa, nossa, nossa.
Deixando as costas retas, Erick aumenta ainda mais a velocidade e começa a gemer um pouco mais alto. Ela então, ao ouvir os gemidos dele, sente mais prazer (ela me contou isso depois) e mudando a expressão para uma certa “felicidade”, fala sussurrando, quase sem som: nossa, ah, que gostoso. nossa, vou gozar. E goza dando um gemido alto. Poucos segundos depois Erick geme alto e goza também.
Ele levanta, coloca a roupa e, dando um selinho nela, vai embora. Ela me agradece, pergunta se não fiquei chateado e damos alguns beijos. Porém, nunca mais ficamos, soube pelo Erick (e depois por ela mesma) que eles transaram mais 3 vezes depois disso e que, quando ela disse para ele que estava apaixonada, ele não quis mais.

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