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A ajuda – parte 2

  • Publicado em: 26 de abril de 2018 11:17
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora e essa é a parte 2.

Cerca de 3 meses depois do que rolou com a Amanda, eu estava olhando algumas fotos no instagram quando fui ver as fotos de uma menina que eu achava linda e que era um tanto famosinha. Após alguns minutos resolvi mandar uma mensagem privada para ela, mas desencanei por respostas.
Porém, dois dias depois recebi uma notificação de mensagem nova e vi que ela tinha me respondido. Nem acreditei. Na mensagem ela agradecia o elogio e perguntava se eu era da mesma cidade que ela. Eu disse que sim. E começamos a conversar diariamente.
Uma semana depois ela, sim ELA pediu o meu número e a nossa conversa começou a se tornar mais frequente. Quando percebi que ela estava correspondendo, resolvi convidá-la para sair, e de primeira ela aceitou. Eu estava morrendo de felicidade.
Eu não acreditava que ela estava topando sair comigo, sempre achei ela linda e era, digamos, um sonho distante. Por ela ter alguns milhares de seguidores e postar fotos de lingerie ou com roupas que destacam mais o corpo, imaginava que muitos homens davam em cima dela e que eu não teria chance.
Após a segunda vez que saímos, ficamos e começamos a namorar. Eu estava doido por ela e ela parecia gostar muito de mim também. Tanto é que as demonstrações em rede social começaram e eram mais frequentes partindo dela. O beijo dela era excelente e nós estávamos combinando bem. Até que, ela quis dar um passo a mais.
Como andar ao lado dela fez minha auto estima melhorar, acabei esquecendo de alguns problemas de um passado recente. Quando estávamos na casa dela, cerca de dois meses após o início do namoro, deitados na cama dando um amasso, Gabi veio por cima e me disse: amor, tá na hora da gente ir além dos beijos.
Antes de eu fazer qualquer coisa, ela enfiou a mão dentro da minha cueca e começou a me tocar. Abaixou a minha bermuda e, tirando o short e a calcinha veio por cima de mim. Como eu ainda não tinha visto ela sem roupa, fiquei muito, mas muito excitado. Tirando a blusa, vi aqueles seios lindos, que ficavam num meio termo entre pequeno e médio, mas empinados e com algumas pintinhas que contrastavam com a pele branca dela.
Amarrando os cabelos negros e lisos, Gabi, com todo o carinho pegou o meu pau e, posicionando na entrada da vagina, sentou calmamente. Quando a cabeça entrou por completo, Gabi falou num tom moderado, calmo mas com o rosto sério: amor, você precisa me fazer gozar. Fazer por fazer não dá. Se você sentir que não consegue, vai ter que pedir reforço.
Fiquei olhando para ela, que manteve a seriedade por alguns segundos, até que abrindo um sorrisinho falou: tô brincando amor, você é o meu amorzinho. Mas o problema já tinha sido instalado no meu cérebro. Eu tinha essa responsabilidade, contudo estava calmo, porém toda a história com a Amanda veio de uma vez só na minha mente.
Então, ela se abaixou e começou a me beijar. Empurrando o quadril um pouco para trás, fez com que ele entrasse nela em quase sua totalidade. Nesse momento eu estava nas nuvens. Não acreditava que tudo aquilo estava acontecendo comigo, que sempre fui azarado com meninas.
Porém ao forçar um pouco e fazer com que meu pau entrasse totalmente, meu tesão começou a crescer e eu comecei a ficar nervoso. Ela começou a se mexer para frente e para trás e a gemer baixinho. Alternando suspiros e gemidos, ela rebolava e fez com que eu pegasse nos seios dela com as duas mãos.
Meu tesão crescia de maneira rápida, mas eu estava fazendo de tudo para controlar, até que ela, apoiando as mãos no colchão, deixou as costas mais retas e começou a sentar com força e mais rápido. Nisso ela deu um gemido um pouco mais alto e eu, sem conseguir controlar gemi e gozei.
Ao sentir isso, ela diminuiu as sentadas e, abrindo os olhos se abaixou e me beijou. Antes que eu falasse algo ou pedisse desculpas ela falou: tudo bem amor, foi ótimo. E, dando um sorrisinho deitou do meu lado. Apesar de não demonstrar nada, eu percebia que ela tinha se frustrado e eu não sabia muito bem o que fazer.
Nas três meses seguintes nós transamos varias vezes e, independente da posição ou de qualquer outro esforço que eu fizesse (oral que ela não sentia quase nada), eu acabei finalizando rápido demais. Numa delas, quando a Gabi ficou de 4, eu durei pouquíssimos minutos, pois, assim como a Amanda, ela pedia que eu fosse mais forte e mais rápido.
Notei que, mesmo disfarçando, o jeito dela para o meu lado estava ficando diferente e eu não a culpava. Ela não teve um orgasmo desde o nosso começo de namoro e aquilo me chateava demais. Então, não sabendo o que fazer para melhorar aquilo, decidi tomar uma atitude.
Lembrei da nossa primeira vez quando ela falou de chamar um “reforço”, e fiz isso. Liguei para o Erick e contei o que estava acontecendo. Ele disse que tinha visto fotos nossa e tinha achado ela bonita também. Porém, por ser minha namorada ele se recusava a me ajudar, de alguma forma.
Insisti dizendo que eu não tinha muita escolha e que aquilo estava afetando o relacionamento em si. Também falei que confiava mais nele, por isso o chamava em momentos de socorro. Dizendo que iria pensar, ele desligou. Cerca de duas ou três horas depois ele mandou uma mensagem dizendo que topava.
No dia seguinte fui na casa da Gabriela e começamos a conversar, jantamos e, quase na metade de um filme que estávamos vendo, recebo uma mensagem no celular do Erick dizendo que estava no portão da casa da Gabi. Falei para ela que já voltava, saí da casa e voltei com o Erick.
Quando ele entrou na casa ela fechou a cara. Cumprimentou ele friamente apenas dando a mão e sentou novamente no sofá. Ele então começou a puxar papo para ver se ela mudava, mas nada acontecia. Olhando para mim ele fez um sinal para que eu falasse com ele.
Levantando e indo ao banheiro, ela me questionou o por que de ele estar lá. Falei que era um amigo e que seria legal se ela o conhecesse. Ela então só balançou a cabeça negativamente; Percebi que ela andava irritada ultimamente e eu sabia que a culpa,em partes, era minha.
Voltando do banheiro, o Erick sentou do lado dela e perguntou se estava tudo bem com ela. A Gabi disse que sim, mas mantinha o rosto sério. Eu então falei que iria no carro pegar algumas coisas que queria mostrar para eles. Claro que era apenas para deixar os dois sozinhos.
Dei a volta na casa e fiquei ouvindo próximo a janela. Erick então usou sua experiência para conversar com ela. Começou enchendo de elogios, falando do corpo dela, do sorriso, das fotos. Ela agradeceu e deu um sorrisinho. Então ele começou a perguntar do namoro e logo sobre o sexo. Nessa parte ela ficou em silêncio, apenas dizendo que estava tudo bem no namoro.
Erick então falou que a irritação dela parecia falta de orgasmo, ou pelo menos uma insatisfação. Ela apenas respondeu: sei lá. E ficou olhando para a TV. Ele então arriscou e, puxando o rosto dela começou a beijar. Gabi afastou o rosto e disse: ta louco é? Então Erick falou. Um minuto só, se você não curtir eu desisto. Mas decida já antes que o Fábio volte. Ela então dá um sorriso e fala: você é maluco.
O rapaz então ataca ela e esse beijo de um minuto virou três, e depois cinco minutos sem parar. Nesse momento eu já estava sentado no outro sofá e via a minha namorada quase engolindo o Erick. A mão direita dela na perna dele, cerca de meio palmo do pau dele.
Quando pararam de beijar, ela olhou para o lado e levou um susto de me ver ali. Para tranquilizá-la apenas dei um sorriso. Começando a se explicar, eu cheguei pertinho dela e falei: amor, eu te amo. Fica tranquila e aproveita, só quero o melhor para você. Ela então deu um sorrisinho um tanto constrangido e, rapidamente o Erick puxou ela para mais uns beijos. Alguns minutos depois, ele pergunta onde é o quarto dela e ela, ao invés de responder, olha para mim. Eu então falo: no corredor, é a primeira porta a direita. Erick então responde: valeu irmão. Pega a Gabi pela mão e puxa ela para o quarto.
Vou atrás e vejo ela deitava e o Erick por cima. Quando ele começa a beijar o pescoço e a apalpar os seios dela por cima da blusa, a Gabi pergunta baixinho: gosta de peito? E ele apenas responde: adoro. Ela então tira a blusa e o sutiã, olha para ele e diz: então, gostou? O rapaz responde chupando e lambendo os dois com muita vontade.
Voltando a beijar ela na boca, ele para depois de alguns segundos e pergunta: o que você está fazendo? E ela dando um sorrisinho: tentando abrir a sua calça.Ele então fica mais reto e ela consegue abrir o zíper e abaixar um pouco a calça. Ao saltar para fora, Gabi pega o pau de Erick e começa a masturbá-lo. Como ela não conseguia me ver naquele canto do quarto, ela se sentia mais livre para falar.
Ele então quase de joelhos pergunta o que ela achou e ela responde: do jeito que eu gosto. E perguntando qual o jeito que ela gosta, ela responde: é bem grosso. Rindo ele pergunta: será que vai caber certinho? E coloca a
mão na vagina dela. E ela responde: só tem um jeito de saber né?
Erick então arranca o short e a calcinha dela, posiciona o corpo e penetra. Ao colocar a cabeça ela dá um suspiro. Empurrando mais um pouco, fazendo com que metade entrasse ele vê que ela faz cara de quem está sentindo um pouco de dor. Perguntando se estava tudo bem, ela responde que sim, não estava mais acostumada com pau grosso.
Voltando aos beijos ele empurra o restante e começa a embalar. Ela então abraça ele com os braços e as pernas. Começa a dar alguns gemidos baixinhos quando ele mexe o quadril rapidamente. Erguendo o corpo, Erick começa a fazer mais forte e mais rápido. Gabi, com os olhos fechados geme baixinho.
Parecia que demoraria muito para algo acontecer, até que ele começa a bombar com força e ela exclama um gemido um pouco mais alto. O barulho do quadril dele no dela aumenta gradativamente, até que, depois de uns gemidinhos baixinhos a Gabi goza, dando um gemido/grito longo. Diminuindo as bombadas ela sorri para ele e diz: como você faz gostoso. Ele ri e disse que ela merecia muito mais.
Rapidamente, ele gira ela, para que fique por cima, e a Gabi começa a cavalgar devagar. Erick então começa a pedir para ela ir mais rápido e mais forte. Ela então começa a acelerar e pergunta: se quiser gozar, tudo bem. Erick ri, puxa ela para perto e, erguendo o quadril, dá aquela saraivada de bombadas debaixo para cima, como sempre faz.
Pegando ela de surpresa, Gabi geme várias vezes, pois, apesar de gemer bastante, Erick não parava de meter. Só parou quando ela deu uma gemida parecida com “uooomm uuuóóóóó” e caiu em cima dele ofegante. Erick também ofegava, mas ao respirar por poucos segundos levantou e colocou ela de 4.
Agarrando no cabelo, Erick bombou muito e gemeu várias vezes. Pensando que eu estava na sala, Gabi falava: isso, mete, mete mais forte e goza bem gostoso. Agarrando ela pelos ombros, ele começou a meter rápido e forte, e por tempo suficiente para que ela tivesse um terceiro orgasmo e ele, sem mais aguentar, gozasse também. Deitados lado a lado ele perguntou se ela estava sem gozar e ela disse que sim. Que me amava, mas que na cama eu não era muito bom.
Depois disso continuamos juntos por mais um mês e meio, até que ela terminou comigo dizendo que não estava mais dando certo. Que combinávamos apenas como amigos. Ela e o Erick ainda transaram mais umas 4 ou 5 vezes depois disso, porém, assim como rolou com a Amanda, a Gabi quis algo a mais com ele e o Erick descartou.

Oi galera, aqui é a Isadora. Confesso para vocês que foi complicado de escrever esse conto. Primeiro porque eu estou na seca hehe. Desde que eu transei com o Renan, no dia 22 de setembro de 2017, não rolou mais nada. Apenas uns beijos em festas, mas sexo mesmo, nada. E segundo porque eu conheço o Erick, então sei o que essas duas garotas sentiram, ele é mesmo incrível. Por alguns momentos tive que parar de escrever e levantar pra beber água, porque me deu calor haha.

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