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A carona

  • Publicado em: 28 de setembro de 2017 12:41
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. E a protagonista de hoje sou eu. Depois do que rolou com o Diego, que vocês podem ver no conto “O Tratamento – parte 1”, o que vou relatar abaixo foi o que aconteceu.
A história que eu vou contar aconteceu no dia 5 de agosto de 2016, pouco mais de 5 meses depois do que rolou com o Diego. Nesse meio de tempo não fiz nada, nem beijo na boca. Mas antes, vamos voltar para 2014, logo depois de eu ter terminado o meu namoro, que é quando a história realmente começa.
Estava eu na faculdade, quando, de um dia para outro surgiu um burburinho, uma fofoquinha de um garoto, do mesmo curso que eu, porém de um ano anterior, que estava ficando “famoso” por oferecer carona para as garotas e acabar seduzindo elas no carro. Ninguém confirmava, só “ouviam dizer”. Descobri que o garoto era um tal de Gabriel, quando o vi pessoalmente achei charmoso, moreno e com um corpo aparentemente legal. Tinha o sorriso de um cara safado, mas na maior parte do tempo ficava sério.
Um dia, saindo da faculdade, ele passou por mim, perguntou meu nome e me ofereceu carona, não aceitei, dizendo que iria com uma amiga, o que era verdade, mas também fiquei receosa, pois nem o conhecia direito. E o oferecimento da carona continuou, pelo menos uma vez por semana, sempre com recusa minha.
Eu via que ele saia, dia sim dia não com uma menina diferente, ela entrava no carro, e no outro dia a via na faculdade toda sorridente. Comecei minha pesquisa. Em 2015, investigando melhor, descobri que ele já tinha se envolvido com, pelo menos, 4 meninas da minha sala. Os pedidos dele duraram até quase o final de 2015 quando ele desistiu e quase nem me cumprimentava mais.
Sou uma menina tranquila, tive só um namorado que durou bastante tempo, fui traída e depois disso me envolvi com poucas pessoas. Sinto falta quando fico um tempo sem nada, mas não gosto de me envolver com desconhecidos, porisso fico longos períodos sozinha, sem ficar com alguém e sem sexo.
Porém, o tempo sem nada após o Diego começou a me afetar mais rápido que o normal, alguns problemas na família e onde eu estava trabalhando aceleraram o processo. Me sentia estressada e irritada, tinha que descarregar aquilo mas não queria alguém que enchesse o saco depois, não tenho a mínima vontade de namorar. Deve ser porque não conheci ainda alguém que valha a pena.
Nesse meio de tempo, entre o começo dos oferecimentos de carona dele em 2014, até a data que rolou algo, fiquei com o Erick em maio de 2015 (leia Edição de vídeo com aventuras), e com dois caras que eu fiquei, em setembro e novembro de 2015. Fora o Erick, que foi a melhor transa da minha vida, com os outros dois foi muito ruim, fraco e não cheguei nem perto de gozar. Depois disso rolou com o Diego em fevereiro de 2016, que foi muito bom também.
Então, de fevereiro de 2016 até o dia que rolou, pouco mais de 5 meses, foi tempo suficiente para a minha vontade voltar e fazer com que eu tomasse algumas atitudes que me acalmassem e matassem a minha vontade. Agora vamos voltar para pouco antes do ato em si.
Na sexta (22-07-2016) vi ele saindo sozinho, indo pro carro, poucas pessoas na facul, ninguém da minha sala ou da dele no estacionamento. Eu indo sozinha pegar ônibus pois minha amiga que sempre me dava carona não foi. Aliás ele pegou essa minha amiga num dia que ela foi sem carro, e ela nunca me contou o que rolou, e eu também nunca perguntei. Reunindo toda a coragem possível e olhando várias vezes para ver se tinha alguém vendo, chamei ele e pedi carona. Eu estava morrendo de medo de ser zuada por ele ou que ele contasse pros outros garotos e eu me ferrasse.
Ele levou um sustinho, me olhou espantado e disse: sério?. Aí eu falei que se ele não quisesse ou não pudesse, que não teria problema, iria de ônibus, só estava pedindo pq minha amiga não foi. Mas ele rapidamente disse: não não, nada a ver Isa, venha, eu te levo, já te convidei um monte de vezes, você que nunca quis.
Comentei dentro do carro sobre fama de ele pegar as meninas e ele disse: alguma que eu dei carona te contou isso? E eu disse que não, então ele falou: boato sempre existe, nada provado. E se rolasse mesmo é porque elas queriam também, nunca obrigaria nada.
Conversamos bastante indo para a minha casa, ao chegar lá continuamos conversando, ele era muito bom de papo. Antes de eu descer ele soltou o cinto de segurança e veio pra cima de mim, me deu um beijo bem no canto da boca, não nela exatamente. Levei um susto achando que iria me beijar. Disse boa noite e eu saí do carro. Ele então disse que quando quisesse carona era só falar.
Não sei se ele faz alguma mágica mas fiquei pensando nele, no sorriso, na voz grossa, mas com cara de menininho. O cheiro dele estava tão bom, uma mistura de sabonete com perfume caro, mas não muito forte. O carro estava perfumado também. Comecei a pensar que talvez ele não fosse tão metido assim. Na semana seguinte vi ele dar carona para pelo menos duas meninas de outras salas, me cumprimentava, mas só.
Confesso para você, leitor, que quando vi as meninas entrarem no carro, me deu uma certa inveja e uma raivinha delas e dele, pois eu queria estar ali, mesmo o meu orgulho falando mais alto e fazendo com que eu despistasse as outras vezes que ele me ofereceu carona.
Na segunda (01-08) acordei atacadíssima, tendo que ir direto para o banho frio antes de ir trabalhar, tive uns sonhos fortes, inclusive com o Erick e com o Diego, não eles exatamente mas uma mistura do que rolou. Na terça (02-08) novamente tive que ficar pensando em outras coisas pois me excitava com facilidade. Na quarta (3) e quinta (4) acordei mais tranquila. Porém, na sexta (05), acordei tão excitada quanto na segunda, inclusive, acordei pouco depois das 6 da manhã, fui pro banho e fiquei durante uns 5 minutos apalpando meus seios de olhos fechados, principalmente o direito, que é mais sensível, algo que nunca tinha feito por excitação.
Nesse mesmo dia minha amiga não foi e mais uma vez estava eu indo embora sozinha, até que ele passou por mim junto com uma menina, foram até o carro e, quando achei que ela entraria, ele a abraçou, deu um beijo no rosto e ela foi em direção a outro carro. Pensei em pedir carona, mas faltou coragem e desisti.
Continuei caminhando em direção ao portão de saída, até que ele passou por mim de carro, andou mais uns metros e parou. Quando eu estava passando pela porta do passageiro, ele abaixou o vidro (que é bem escuro, ou seja, de fora para dentro você não enxerga nada, nem no parabrisa), e disse: oi Isa, quer carona?
Pensei por alguns segundos e aceitei. Entrei no carro, ajeitei minha saia, que era uns dedos para cima do joelho, soltinha, e coloquei minha bolsa no colo. Começamos a conversar enquanto ele me levava para casa. Ao chegar na esquina da quadra em que fica a minha casa, que está localizada no meio do quarteirão, ele parou o carro, desligou o motor e veio pra cima.
Achando que ele somente iria se despedir como da vez passada, soltei meu cinto e me preparei para descer do carro, porém ele me deu um beijo na boca, firme, com a mão direita segurando no meu rosto. Aquilo me pegou de surpresa e fiquei paralisada. Lentamente ele foi afastando o rosto, olhando no fundo dos meus olhos.
Como eu não falei nada, ele veio de novo e embalamos um longo beijo de língua, muito gostoso, cheio de chupadinhas e mordidas nos lábios. Por algumas vezes ele chupou a minha língua, coisa que raramente acontece e que eu adoro. Enquanto me beijava, uma das mãos dele estava acariciando e dando leves apertões nas minhas coxas.
Parando de me beijar, ele subitamente sai do carro, dá a volta, abre a porta do passageiro, estende a mão para que eu saísse também, e me coloca no banco de trás do carro, entrando logo em seguida. Vale dizer que, durante todo esse tempo os vidros do carro estavam fechados, e como eu relatei anteriormente, não dá para ver nada de fora para dentro.
Enquanto nos beijávamos, ele começou a apalpar a minha coxa esquerda, por baixo da saia, indo cada vez mais perto da minha calcinha. Logo que ele começou a beijar o meu pescoço e viu que eu estava me entregando, começou a colocar a mão entre as minhas pernas. Instintivamente eu as abri, fazendo com que ele começasse a me tocar, colocando a mão dentro da minha calcinha.
Com o tesão cada vez maior, fui direto com a mão esquerda na calça dele, abrindo o zíper e fazendo com que um ótimo pênis moreno e grosso saltasse para fora da cueca. Olhando rapidamente enquanto ele beijava o meu pescoço e me tocava, admirei uma grande cabeça rosada e um pênis curvado um pouco para o lado esquerdo. Ficamos nos tocando alguns minutos, até que eu tirei a minha calcinha completamente e ele, me abraçando, fez com que eu montasse no colo dele, de frente.
Confesso que, ao posicionar o pênis dele na entrada da minha vagina, não achei que sofreria tanto, mas a cabeça demorou para passar, pois era um tanto grande. Porém, ao passar, fui sentindo o restante deslizando lentamente para dentro de mim. Dei uma leve forçada com o quadril para baixo, para que entrasse o restante.
Voltamos a nos beijar e eu comecei a embalar, para cima e para baixo, para frente e para trás. Sentia de segundos em segundos, espasmo de tesão percorrer o meu corpo. Ele, abraçado no meu corpo, ajudava os movimentos penetrando lentamente. Meu tesão estava gigante toda a semana, e naquele momento era o auge.
Pegando no meu quadril, ele começou a me ajudar a sentar mais rápido e mais forte, erguendo mais o corpo e sentando. Comecei a dar umas gemidinhas de olhos fechados, sentindo tudo de bom dentro de mim. Ele de vez em quando soltava uns gemidos e suspiros baixinhos que eram o suficiente para me deixar doida.
Parei de sentar, coloquei as mãos no encosto do banco de trás e comecei a mexer meu corpo para frente e para trás, de uma maneira mais rápida. Sentia o meu clitóris esfregando no corpo do Gabriel, e poucos minutos foram o suficiente para eu jogar a cabeça para trás e exclamar um “uuóóó” de alguns segundos, gozando muito gostoso. Mesmo me segurando, por estar na rua dentro de um carro, meu gemido foi um pouco alto. Quase no mesmo instante ele deu uma gemida um pouco alta e me puxando para me beijar disse no meu ouvido que eu era deliciosa.
Levantei rapidamente e fiquei de 4, mesmo num Honda Fit, que não é um carro grande, parecia confortável para nós dois. Ele veio por trás, me penetrou e, como não conseguia ficar com o corpo esticado, ficou um pouco montado em cima de mim. Nesse momento mostrou suas habilidade, pois conseguiu bombar assim mesmo. Não pegou leve em nenhum momento, logo que penetrou já começou a fazer forte, pois estava no embalo do tesão que sentia a poucos segundos atrás. Os vidros do carro embaçados me lembravam um pouco da cena do Titanic.
Segurando meu quadril com as duas mãos, ele tentou esticar o corpo o máximo que pode e descarregou as pancadas no meu bumbum, dando penetradas fortes e rápidas. Meus gemidos tornaram-se recorrentes e cada vez mais altos. Não demorou muito para que eu sentisse um tremorzinho nas coxas e na barriga e logo gozasse dando dois gemidos um pouco gritados, mais ou menos assim: “óóóó”, “óóóóóó”.
Ele sentindo e ouvindo que eu tinha gozado de novo começou a gemer intensamente disparando uma sequência de “ouunn” “ouunn” “ouunn”. E logo disse: vou gozar. E dando duas bombadas mais fortes, deu um gemido forte e gozou. Senti uma série de jatos quentes dentro de mim e suspirei aliviada por nunca ter parado de tomar anticoncepcional.
Ficamos mais uns minutos nos beijando e trocando carinho no carro. Fui embora e na segunda-feira fui para a faculdade feliz, igual as outras meninas que já tinham ficado com ele.

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Uma Comentário para “A carona”

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    Obrigada.
    Isadora.

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