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A COMISSÃO DA VERDADE

  • Publicado em: 27 de abril de 2017 08:57
  • Expira: Nunca!
A COMISSÃO DA VERDADE

Detalhes do Conto Erotico:

Desde de que foi instaurada e sancionada, essa comissão aborda e procura apurar e esclarecer fatos, além de punir possíveis ex-torturadores a serviço de orgãos repressores do estado na época da ‘revolução’, ou dos ‘anos de chumbo’ do famigerado e mais sombrio período de nossa história política, a ‘ditadura militar’. E lá, convocada para prestar mais depoimentos, estava Adélia. Hoje uma professora aposentada de 74 anos, mas que em 1972 fora detida por agentes da ‘polícia política’ da época, acusada de ter relações com as atividades ‘terroristas’ de seu marido, hoje desaparecido, Jarbas ou ‘Companheiro Miguel’, o seu codinome ou alcunha dentre os outros guerrilheiros do ‘Movimento Revolucionário’. Adélia está nervosa, trêmula e até pálida. Já que numa daquelas bancadas da comissão, dois de seus inquisidores ainda vivos estavam presentes e cinicamente a fitavam. E ao olhá-los, em sua cabeça tudo voltava e era até possível para a mesma sentir e ‘ouvir’ o barulho das fortes ‘entochadas’ que levava por trás naqueles porões sujos. Aquelas chupadas e baforadas em seu cangote, além de todo o terror que lhe faziam. Toda a solenidade então é feita, todos se acomodam em seus lugares e a hoje velha professora Adélia ou ‘tia Adélia’ como era chamada por seus aluninhos e sarcasticamente por seus torturadores, começa a falar. A sua fala sai com um pouco de dificuldade devido ao nervosismo, mas tudo é devidamente anotado, e quando a mesma o faz, na sua cabeça volta um ‘filme’ ou melhor, uma ‘pornochanchada’ que nem o mais pervertido dos diretores poderia imaginar. Em 1972, Adélia era uma professorinha de jardim de infância e que levava uma vida bem pacata. Morena clara de corpo esguio, cabelos longos encaracolados, no alto de seus 30 anos e moradora do subúrbio com o seu marido Jarbas que até então ela nem imaginava o que ele verdadeiramente fazia. Jarbas era muito ausente, fazia grandes e demoradas viagens. Ele se dizia funcionário de uma multi-nacional e com isso enganava a mulher e despistava a repressão para por em prática a sua militância. Adélia nada tinha a ver com esses assuntos. Ela seguia dando aula naquela escolinha bem próxima de sua casa, gostava de cantores como Paulo Sérgio, Antônio Marcos e de programas como o do Chacrinha. Uma cidadã acima de qualquer suspeita. Só umas poucas vezes há alguns anos atrás ela participou de algumas passeatas. Coisa que ela fez quase que carregada por algumas amigas e sem fazer a mínima ideia de que já estava sendo monitorada por agentes do governo. Até que num certo dia enquanto dava aulas na escolinha, a mesma se viu interrompida pela diretora que a pediu que ela a acompanhasse até a sua sala. lá chegando haviam dois homens se dizendo agentes do governo e que queriam que a mesma seguissem com eles. Adélia estranha, tenta argumentar, mas acaba se vendo forçada a seguir com aqueles homens sinistros trajando ternos e óculos escuros. Adélia segue sendo conduzida até a saída da escola onde uma ‘Veraneio’ preta aguardava o trio. Chegando lá, ao subir no veículo com os homens, a mesma ao invés de ir na ‘caçapa’ como comumente se faz com os detidos, ela se vê tendo que ir ‘sentada no colo’ de um daqueles homens(o que ia no banco do carona). Ela se indigna e reluta com o abuso, mas quando eles vêem que a exaltação da mulher já começava a chamar a atenção, um deles a pega pelo braço e em tom de ameaça a adverte: – É melhor, a professorinha ir ‘começar cooperando’, senão a gente levanta esse teu saião fedorento e te enraba aqui mesmo na frente dos teus aluninhos!(ele pega e solta rapidamente a barra da saia dela ameaçando levantá-la nesse instante). Adélia se vê intimidada e constrangida e abaixando a cabeça segue sentada no colo do ‘carona’ onde é vendada pelo mesmo seguindo assim viagem até o quartel onde seria interrogada. E lá após ter a venda retirada, Adélia é bruscamente jogada contra a cama de uma cela bem escura. Ela sem entender sua ‘prisão’ e bastante indignada protesta aos berros, mas é ignorada pelos dois agentes que trancam a cela e a deixam ali por horas. Neste tempo, Adélia fica reparando todo o ambiente, nada confortável ou higiênico. E dali ela também podia ouvir e se espantar com os gemidos de dor e a agonia de outros detidos que eram torturados numa sala não muito distante dali. Até que passado algum tempo, eis que surge um sentinela, um ‘soldadinho’ bem novo que a conduz com certa truculência para uma outra sala. Chegando lá, o quadro era ainda mais assustador. Era um verdadeiro ‘calabouço’ onde atrás de uma escrivaninha improvisada, um homem fardado que parecia um oficial, a aguardava com uma máquina de escrever. Adélia é bruscamente jogada contra a escrivaninha, e ao ver isso, aquele oficial loiro, bonito e simpático, rapidamente se levanta daquela mesa, vai ajudar a mulher, repreende o recrutinha e o manda sair dali. O mesmo o faz, e ainda a-amparando, aquele oficial que se mostra bastante simpático, se desculpa e começa a fazer-lhe elogios. Adélia trajava uma blusa de botões branca, uma saia longa rodada com estampas chevron e botas pretas. O simpático oficial elogia a vestimenta da mulher e faz alguns comentários sobre se ela dar aulas, faz compras ou vai a igreja com a mesma roupa; se é o marido da mesma que a veste, há quanto tempo ela dar aula e por aí vai! Adélia se recompõe e ainda estranhando aquilo tudo, ‘pergunta o que eles queriam com ela’. E já mudando um pouco o tom, o oficial fala sobre as investigações e as conclusões que o serviço de informação chegou a respeito de seu marido, que dentre outras coisas era suspeito de ser responsável por vários atentados e assaltos a banco que haviam ocorrido na cidade há alguns anos. Adélia estranha tudo isso e responde dizendo ‘que o seu marido era funcionário de uma multi-nacional e que há muito tempo que ele se encontrava ausente do país’. E não acreditando em nada disso, o oficial vai até a sua mala e pega uma foto que o serviço de inteligência tirou de Jarbas ou ‘Companheiro Miguel’ durante uma reunião do Movimento Revolucionário que o mesmo participava. Adélia soluça e fica pasmada com a revelação, pois, jamais imaginara que Jarbas teria algum envolvimento nisso. Nesse momento o ‘oficial galã’ já vai deixando a simpatia de lado e a segurando pelos braços num tom mais ríspido ele pergunta: – Então, qual é a localização desse terrorista e a corja dele, fala, puta?! Adélia amedrontada gagueja respondendo ‘que não sabe de nada, que ela é só uma professorinha e que isso tudo é novidade para ela’. É quando o oficial grita chamando o recruta que fazia sentinela do outro lado da porta:- Soldado! O tal ‘soldado’ rapidamente adentra a sala e o oficial completa: – Dá uns amassos na potranca aqui pra vê se isso refresca a memória dela! Nisso o ‘soldadinho’ rapidamente agarra Adélia e começa a beijá-la e sarrá-la freneticamente enquanto atrás da escrivaninha, cinicamente o oficial tenta escrever o que Adélia indignada e enojada se recusava a dizer enquanto é bulinada por aquele recruta. E quando o recruta se empolga e já ia debruçando a mulher em cima da escrivaninha, ele é parado pelo oficial que já acha que está bom, o manda sair dali e assim que o mesmo o faz, ele(o oficial) se aproxima do ouvido de constrangida Adélia que se mantém debruçada na mesa, se encosta encoxando a mesma e sussurra em seu ouvido que aquilo foi só o começo, passando a mão nas pernas dela sob a saia, dando-lhe uma cheirada no cangote e ao dar duas ‘socadinhas simuladas’ no traseiro da mulher, se retira dali em seguida. Nisso, Adélia se levanta e ao se recompor é surpreendida pela entrada de três agentes com mangas arregaçadas, camisetas mais despojadas e um deles até já sem camisa. Dois deles eram os seus ‘raptores’ e todos chegam fazendo a maior algazarra. Eles lhe passam a mão, lhe fazem gracejos, a ameaçam e ficam a empurrando de um para o outro como uma ‘peteca’. Quando um deles a segurando por trás e pela saia diz: -Vamo deixar ela um pouco mais à vontade! Nisso ele arranca-lhe violentamente aquele saião de lã como se fosse ‘de papel’, para desespero de Adélia. Sua lingerie comportada devido a época, era praticamente um ‘short’ de cor ‘rosa-bebê’ floral, mas nada disso inibia a sanha da tara daqueles torturadores que lhe proferiam os mais grosseiros gracejos, lhe enfiavam a mão, a lambiam e sem dó a beliscavam. Em seguida, ela acaba de ser despida por todos eles, que pegam cada peça, cheiram e as esfregam em seus membros rijos já de fora de suas calças. Eles mandam que ela escolha com qual deles ‘ir primeiro’, mas vendo a recusa da mesma, um deles tem a ideia de todos a foderem ao mesmo tempo. E nisso Adélia é atacada pelos três de uma vez. -Não quer dá os companheiros, então vai me dá essa xoxota, puta do mangue…uuugh! Diz um deles. E assim, em seguida naquele chão, um fode-lhe a buceta por baixo, outro o cuzinho por cima, o terceiro a bota pra tocar punheta outro pra mamar e tudo isso numa verdadeira ‘sodoma’ patrocinada pelo Estado.-Aaah…para, por favor…eu sou uma mulher de bem, casada…por que vocês estão fazendo isso…Umnnff…?! Ela implorava ao mesmo tempo em que era calada pela grossa ‘manjuba’ que era obrigada a ‘deglutir’. Seu cuzinho era esgarçado pela tora de um deles que era mulato e parecia o mais ‘avantajado’ de todos e por outro lado o seu bucetão peludo era literalmente esbeiçado pelo agente que se mantinha debaixo dela. Soc-soc-soc-soc…o som de atrito do bate coxas já ecoavam naquela sala escura e os apelos de Adélia pareciam aumentar a sanha de seus inquisidores, que a socavam, a chupavam e se deliciavam com a mesma, horas ‘afinco’. Em alguns momentos a ‘coisa’ se dava só com um daqueles indivíduos que revezavam tanto na vez de foder quanto no ‘buraco’ a ser fodido. O traseiro de Adélia não era grande, era um tanto reto, mas como todo traseiro, tinha o seu buraquinho e era bem gostosinho. Ela se esperneava e inutilmente com a boca cheia de sêmen gritava ‘por Jarbas’ enquanto aquelas toras roliças a esfolavam impiedosamente sob seus urros e gritos de dor, mas que num certo ponto já se pareciam com gemidos de um indesejável prazer. Adélia há um bom tempo não tinha relações devido às ausências de Jarbas ou ‘Companheiro Miguel’ e com isso era impossível ela não sentir mesmo que indesejados e rápidos, prazeres e até mesmo ameaças de orgasmo. Os pelos daquele bucetão roçando em todos aqueles pelos másculos e sedentos… Ela era obrigada a sentar, rebolar, tocar punheta, engolir sêmen, mijada, cuspe, a dizer ‘que estava gostando’ e até gritar o lema do exército. Soc-soc-soc-soc…! A tortura de Adélia não era conforme as torturas padrão, pois, Adélia era esposa daquele que era tido como o ‘segundo no comando’ do Movimento Revolucionário’, e isso dava um sabor especial a tudo aquilo. A repressão estava nada mais, nada menos do que ‘traçando’ a mulher de um de seus maiores inimigos. Adélia recebia beijos forçados, tinha os seus peitinhos ‘devorados’, era usada como ‘cobaia’ em aulas de tortura ministradas por agentes estrangeiros. Num certo momento ela foi mantida amarrada com um nó dado por agente do Cenimar que cooperava com aquele orgão enquanto alunos de um colégio militar, provavelmente filhos de oficiais, se masturbavam numa roda envolta de seu corpo nu e indefeso. Ela teve que ‘dar’ para outros presos políticos e também sofreu uma das que talvez seria a mais bizarra das torturas. Levada para o estábulo da cavalaria, completamente nua, Adélia teve que ‘ordenhar’ ou masturbar e mamar a imensa pica de um alazão reprodutor que lá se encontrava irrequieto e no cio.Tendo ou não tendo nada a ver com a situação política do país naquele momento, a certeza era uma só: ‘pelo menos naquele bucetão peludo se foi feita uma revolução!’.Ela chegou a saber que sua calcinha e sua saia ficavam estiradas na parede do gabinete do comandante daquela operação como uma espécie de ‘troféu’. Meses depois ela foi transferida para um presídio de onde após o sequestro do embaixador holandês, ela foi exilada, sofrendo mais abusos no interior do navio que a levava junto com outros presos. E com isso tudo, ela chega àquele país de destino, grávida. Hoje seu filho, um advogado de 38 anos mora no exterior com a família e nem fala com a mãe que por raiva e vergonha desse passado, escondeu por tanto tempo esse segredo. Jarbas ou Companheiro Miguel faz parte da extensa lista de desaparecidos políticos desse período. Adélia é aposentada e já há vários anos luta e corre atrás de justiça e de reparação por esse período tão sombrio de sua e nossa história. E de volta a comissão, a mesma termina o seu depoimento ainda abalada e trêmula, e volta ao seu lugar enquanto espera a sentença. É feita uma pausa onde todos os envolvidos ‘fazem figa’ para ver o que será decidido. E na hora que todos se põe de pé para ouvir a decisão, Adélia com ar de revolta fita os seus dois inquisidores do passado e nota que um deles a olha ainda com um certo desejo e discretamente esfrega o seu hoje velho pênis sob a calça.
 

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