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A Descoberta 12(a infidelidade Revelada)

  • Publicado em: 23 de março de 2015 16:08
  • Expira: Nunca!
A Descoberta 12(a infidelidade Revelada)
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Detalhes do Conto Erotico:

Na vida nos nós achamos perfeitos e que nossos segredos, nossos deslizes mais íntimos jamais seriam expostos,talvez por pensarmos ser mais espertos e que por isso estaríamos imunes a cometer erros infantis,mas aí somos postos a prova e vemos o quanto podemos ser passiveis de equívocos.

Tempos depois dos acontecimentos de “A Descoberta 11”, onde relatei minha relação com Ewerton, aconteceu o evento onde por desleixo saí do “armário” abruptamente na frente de várias testemunhas expondo meu outro lado, mas vamos ao que interessa esse conto não tem nada de erótico, está mais para um drama, pois foi apenas um incidente, um escândalo.

Em uma tarde de sábado, como fazíamos sempre, as 14hs fomos para a Via Costeira,a área hoteleira do estado,para nos divertir na praia,para isso entravamos na propriedade da universidade e adentrávamos na mata atlântica para chegar a praia,a caminhada era rápida:15 minutos de carreira dentro do morro e já estávamos lá nos divertindo,geralmente ficávamos até as 16-17 hs,mais de que isso era perigoso devido a escuridão da mata.

Depois de nos divertirmos fizemos o trajeto de volta, uma galera em peso, antes de nosso retorno, dois amigos nossos haviam ido embora cedo, eu não fui a única surpresa daquele dia…

Eu e Ewerton íamos caminhando enquanto os demais fechavam os caminhos com os galhos para nos atrasar, Ewerton começou a encher meu saco para comer meu rabo,já que todos estavam bem a frente.
-Pô, vai nego, deixa de frescura, libera o rabo para mim…
-Você comeu merda por acaso? Querer comer meu rabo aqui no meio da mata, nessa hora e com a galera junto?
-Homi,eles já devem estar lá na frente,ninguém vai ver…
Conversa vai, conversa vem, mas de tanto me aporrinhar o saco, eu cedi.

Ewerton começou a alisar minha bunda e então eu me ajoelhei aos seus pés começando uma chupeta em sua rola temperada de Sal.
-Isso nego… Chupa, chupa sua puta…mama seu macho…
Estava ficando gostoso até que ecoou uma gritaria:
Eeeeeeeeeita “fila” da puta!!! Uhuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!Que porra é isso?!

No momento só deu tempo de correr, Ewerton saiu a minha frente, corri para cacete e quanto entro em uma curva vejo os dois amigos que saíram antecipadamente da praia e em situação comprometedora, nem me importei e voei como uma bala descendo ao morro.
Mas como a merda estava feita, me sentei e pus a mão na testa, não tinha oque fazer, fazer oque?! Ir correndo sem para até em casa?
No caminho, Ewerton estava puto, ia conversando com as duas personalidades que havíamos flagrado já eu ia um pouco atrás, com um bando de galados tirando onda.
-Caralho boy! Que boquinha gostosa, dizia um… Que bicho safado, só na mamadeira, disse outro… O pior foi: – Tem vergonha não boy?

-Vai tomar no cú porra! Por acaso vocês tem alguma coisa haver com a vida do cara?! Como se todo mundo aqui fosse santinho… Disse um amigo em minha defesa.

Mas malhações a parte, aquilo não estava me incomodando, eu pensei que depois do ocorrido, eu seria discriminado, mas oque ocorreu entre os amigos foi algo como “Don’t Ask, Don’t Tell”,mas eu estava apreensivo por tentar saber quanto tempo àquela história iria demorar a chegar ao portão da casa de Caio para a merda estar feita.
Chegamos ao bairro, demos um tempo juntos, mas depois cada um pegou a direção para suas casas.

Tudo ficou tranqüilo, afinal, apesar do incidente, boa parte da galera fez silêncio sobre o ocorrido, afinal éramos amigos, alguns gaiatos tiravam onda com o ocorrido, alguns se mostraram meio homofóbicos, mas teve alguns que surpreendentemente em reservado, fizeram propostas indecentes.

Mas como tudo que é ruim pode ficar pior, minha paz demorou apenas 96 horas.
Estava eu caminhando e conversando com o meu amigo que flagrei no morro, gente fina, que também gostava da fruta e que chamarei de JC.
Conversávamos sobre o acontecido até que vindo em minha direção vinha Caio e dois amigos em comum.
Todos nos cumprimentamos eles perguntaram sobre o ocorrido e eu neguei, disse ser conversa para me denegrir, mas Caio foi direto, eu senti o ódio em seu olhar, ele foi firme:
– E aí boy, beleza? Tudo jóia?Me diga uma coisa,quando foi a última vez que você a praia?

Eu olhei e disse:
– Rapaz Caio, faz quase um mês…
-sério?! Um mês, jura?! Beleza, beleza, perfeito, então está bom…
Abruptamente Caio com ódio deu-as costas para todos e saiu chutando pedras e seguiu em direção a sua casa, deixando a todos espantados.

Um de nossos amigos que estava junto a ele disse:
– Alguém pode dizer que porra foi isso que aconteceu aqui?!
Por ser uma figura que prezava mais pelo culto ao corpo do que ao intelecto, ele não teve a capacidade de compreender oque havia acontecido ali, talvez se tivesse um pouco mais de Q.I e um pouco de sensibilidade, poderia ter captado a essência, oque estava oculto por detrás daquela cena, JC assimilou perfeitamente.

Quando os outros saíram ele disse:
-Ah boy escroto… Eu não acredito no que vi você e Caio tem um Caso? Caralho Boy Caio é um boy presença, charmoso pra cacete, corpo bonito, olhos verdes e lourinho, está podendo heim…

-Que isso JC, está ficando doido, um cara cheio de gata atrás dele vai querer comer cú de macho?
-Sem essa boy, está pensando que sou otário?! Me enganar para quê? Você e Ewerton sabem meu segredo, meu caso com o boy lá e ficaram calados, pode confiar em mim.

Eu abri o jogo e decidi contar a ele sobre minha relação, assim como ele o fez e me disse sua história,a partir desse dia tivemos muitas aventuras juntos e sempre bons amigos e acumulando casos.

Durante uma semana fiquei sem sair de casa, me sentindo mal por tudo que aconteceu, sobre a porra do incidente na volta da praia e a confrontação com Caio.
Então tomei coragem e no domingo fui a sua casa, pois sabia que iríamos estar sozinhos, enquanto seus pais foram à igreja como o habitual, chegando lá por coincidência eles estavam saindo naquele momento, tirando o carro da garagem.
Perguntei se Caio estava em casa, oque a mãe dele me confirmou,disse-me que estava no banho, como já tinha intimidade com a mãe dele, ela me convidou a sentar na área e esperá-lo, então se despediu de mim e gritou para ele:
-Tchau filho, já estamos indo, não demore muito, tem gente lhe esperando na área.

Passado alguns minutos ele apareceu me levantei da cadeira, quando viu que era eu sua expressão ficou dura e ele veio em minha direção e quando tentei ao menos argumentar ele desferiu um tapa em minha cara,segurou-me pelo pescoço e disse:
– Não acredito que você teve a coragem de vir aqui para falar comigo, você não tem vergonha na cara não?! Depois do que você me fez, depois do que me disseram você ainda vem querer se explicar?

Caralho, com o tapa meu sangue subiu eu olhei nos olhos dele, fechei o punho e quando pensei em dar-lhe um certeiro,eu arreguei,eu não tinha razão para aquilo,então eu disse:
-Huuum… Tudo bem, tudo bem,você tem toda razão,mereci esse tapa,mas antes quero que você me escute,depois disso,tudo bem,não irei lhe incomodar…

-Eu não tenho nada que falar com você, a saída você conhece… Não me faça ficar com mais raiva que já estou…
Insisti para ele me ouvir, então disse que me daria um minuto para me explicar.

Confirmei que havia ido à praia com a galera e o acontecido, mas ele irredutivelmente decidiu e disse-me que nosso relacionamento acabaria ali.

– Depois de tudo que aconteceu eu não tenho outra escolha, será melhor pôr-mos um fim nisso tudo, como confiar em você depois de uma ferrada como essa? Você me jurou fidelidade, mas é assim que você demonstra?
Meus olhos se encheram de lágrimas, eu assenti com a cabeça e disse:
-Me desculpe, nunca tive a intenção, eu lhe amei desde o primeiro dia que fomos apresentados, sei que fui fraco, mas espero que você me perdoe…
– Por enquanto isso é impossível, tenho que pensar, preciso de tempo, disse Caio.

Ele se dirigiu ao portão,abriu,olhou para os lados e me deu passagem, fechando o portão em seguida.
Meus olhos estavam lacrimejando, fui para casa, não queria que me vissem daquele jeito, entrei furtivamente e fui para o meu quarto, chorar como uma menina, veio a tristeza, e com ela a depressão
Durante três meses e meio nós ficamos separados, nós falávamos pouco, só o necessário, mas foi à abstinência sexual que ferrou tudo, tanto com ele quanto com Ewerton, para não lascar mais a situação.

Os primeiros 40 dias consegui tirar de letra, afinal nem só de sacanagem vive o homem, mas quando cravaram 2 meses de abstinência ,puta que o pariu,eu já estava doido,subindo pelas paredes,e quanto a sexo?
Só em sonho…
Alguns machões que nunca imaginei gostarem da fruta chegaram a fazer propostas, mas para infelicidade minha tive que descartar todos apesar da secura, o escândalo já estava feito em minha vida, não queria botar mais fermento.

Mas se minha vida sexual estava fria, apática e sem emoção, o mesmo não poderia falar de Ewerton e Caio, os dois estavam em combate direto, quase saindo na pancada.
Eu tinha muitos amigos, fazia parte de dois núcleos, onde eles eram de lados opostos, e o campo de batalha era justamente onde jogávamos futebol, e a pancada e o carrinho comia solto.
Caio não perdoava e fazia por pura raiva e ciúme, Ewerton não tinha nem noção pelo que era alvo das investidas, mas também não ficava quieto, só muito tempo depois ele veio, a saber, quando houve o flagrante da minha relação com o galego.
E eu assistia angustiado cada partida de futebol, cada pancada doía em mim e ele sabia pela minha expressão, e fazia de mal, enquanto JC ao meu lado se mijava de tanto rir e soltou:

-Caralho boy!! Caio vai matar o ruivo nego… Disse JC.
É isso oque dá mexer com a “mulher” dos outros…
Mas como minha vó dizia: “Não há mal que sempre dure, nem bem que se não acabe”.
Estava eu em casa, já era o 95° dia sem sexo, quando o telefone tocou, era umas 20 hrs, ao atender, reconheci a voz, era Caio,friamente ele disse que gostaria de falar comigo e me pediu que fosse a sua casa.
Ao chegar lá, o portão estava escorado, ao abrir o avistei sentado na área, ao seu lado duas malas médias, achei estranho, então ele me olhou e disse:
– Bem, já faz alguns meses que estamos separados e depois de muito tempo pensar eu tomei uma decisão que será melhor para nós, eu decidi que não quero mais nada com você, e não tem volta.

Meus olhos se encheram de lágrimas, eu pus minha mão no rosto, enxuguei a face e disse:
– Espero que ao menos possamos ser amigos ainda, indiferente da decisão.

-Não acredito nisso, eu estou indo embora de Natal, decidi passar um tempo em MG, meu irmão trabalha lá como engenheiro, eu e meus pais decidimos que seria bom também para minha educação, além de conhecer outros lugares.
Então essa será última vez que nos veremos já me despedi da galera, mas quis me despedir sozinho com você.

Eu fique chocado, parecia uma mangueira furada, escoando lágrimas, foi como um balde de água fria Caio veio em minha direção e me deu um abraço longo de despedida,eu continuei a chorar,agora em seu ombro,alisando seus cabelos e me desculpando por tudo que aconteceu de ruim entre nós…
Então ele começou a rir, rir incontrolavelmente e sentando no chão disse:
– Como eu queria que você visse agora sua cara boy… Nunca pensei que iria rir tanto na minha vida… Puta que o pariu…

Então Caio se levantou, me pegou pela cintura e disse:
Era enrolação minha puta! Só para te ver sofrer e dizer a você que eu lhe perdôo, mas não esqueci oque aconteceu…
-Jura?! Sério?! Obrigado por chegar a essa decisão… Você não tem idéia do que sofri durante todos esses dias, já estava subindo as paredes.
– É mesmo galadinho?! Estava na seca?! Eu não devia, mas você tem sorte,para falar a verdade, eu estou numa seca do cacete também…
Mas vamos deixar de conversa e vamos tirar o atraso, eu vou lhe dar uma surra de madeira.

– E você não tem idéia de como esperei isso…
Pegando-me como um saco de batatas no ombro, Caio me levou até seu quarto, que estava geladíssimo e me pôs na cama.
– Cacete! Que frio da porra Caio…
– Besteira! Daqui a pouco a temperatura vai é esquentar…
Caio então retirou sua camiseta e em seguida sua bermuda, deixando à mostra a cueca estufada pelo volume do seu cacete, que para mim era como a visão de um Oasis no deserto…
Não me contendo, puxei-o em minha direção e me ajoelhei, onde então comecei a chupá-lo com vontade, como uma grande mamadeira cheia de veias…
Huuuuum! Isso minha putinha… Chupa gostoso seu macho! Há muito estava sonhando com essa sua boquinha novamente na minha madeira…

Excitado Caio fodia minha boca como se fosse uma boceta, enfiando profundamente em minha goela, com isso meus olhos começaram a lacrimejar, caio então excitado avisou:
Se prepara minha puta! Está na hora de encher essa boquinha de leite quente…
Minha boca encheu de leite, parecia que ele tinha guardado tudo para aquela oportunidade, não queria engolir, mas o escroto forçou minha cabeça com uma mão enquanto tapava minha narina, não me dando alternativa e me fazendo beber.
– Filho da puta, disse eu…
– Isso é para você não precisar sair procurando leite em outras rolas fresco… Deixa de besteira e continue mamando, nós só estamos começando.

De tanto chupar, a madeira de caio já estava dando sinal de vida, então ele me levantou, me fazendo tirar minhas roupas para começar a me comer.
– Agora vamos preparar esse “forninho” para ele assar “lingüiça”…
-Ei, devagar com a brincadeira aí atrás, mais de três meses sem sacanagem, não se pode ir rápido, aí você me quebra pai…
Besteira, disse ele…
Deitei-me de bruços e abri as pernas enquanto Caio emborrachava seu cacete.
Caio posicionou a cabeça da sua rola na entrada do meu rabo, tentou a penetração, me proporcionando uma dor incômoda, me fazendo protestar:
-Caralho, porra!Manera aí… Quer me arregaçar diga! Você vai ao menos passar KY?!

Porra de KY!!! A camisinha tem lubrificante para quê?!
A dor estava grande, apesar de seu “perdão”, de nossa “reconciliação”, eu sabia que ele estava me proporcionando aquilo como forma de me punir pelo que aconteceu…
Ele então conseguiu penetrar a cabeça em meu rabo, foi como uma pontada, na hora senti até uma falta de ar, um ardor e uma enorme dor, conti o grito em seu colchão, lágrimas despontaram em meus olhos, insensível estava Caio,que ciente de minha angustia e incomodo,passou seus braços por baixo de minhas axilas,travando meu pescoço.

– Para Caio! Para! Por favor… Está muito forte… Está doendo Caralho!
Sem parar ele bombava, bombava sem se importar, então sem para as estocadas ele disse:
-Será que sua dor está sendo maior que a que você me fez sentir a três meses atrás?
Você não tem nem idéia do que senti quando Wagner e Peri me disseram oque ocorreu com você, eu me segurei para não chorar de raiva na frente deles…
– Você me chamou para me punir?

– Não, como eu disse, eu lhe perdoei, mas um pouquinho de sofrimento não faz mal a ninguém…
Apesar da ignorância aos poucos a dor foi diminuindo, virando algo suportável, e a agonia e desconforto foi se transformando em prazer, então mais relaxado, comecei a rebolar o quadril e disse:
– Me fode meu macho! Gostoso… Galego sem vergonha! Faça aquilo que só você sabe fazer bem… Me dê oque é meu por direito!
– Safadinho hein… Sabia que você iria acabar gostando do ritmo da trepada.
Caio saiu de cima de mim, finalmente me desmobilizando, ele então tirou o preservativo e pediu-me para chupar rápido (umas dez vezes…) e pôs uma nova camisinha.
Me levantou e em seguida deitou na cama,sobre uma toalha e disse:
– Vem cavalgar vadia! Monta no cacete do seu macho… “Mas” como você está sendo tão bonzinho, vá ali naquela gaveta e pegue o KY para você passar em mim…
Foi jogo rápido: Peguei, passei e agasalhei o nervo duro, me agarrando pela cintura ele me olhou nos olhos e me lascou um beijo, foi algo diferente, estranho, quente, me fazendo tremer e encher meus olhos de lágrimas.
Apesar do momento único, parei e salientei que o tempo não estava muito ao nosso favor e deveríamos nós apressar.
Sem demora comecei a cavalgar aquele cacete nervudo,me socando até o talo e me fazendo gemer de tesão,estava sendo uma das melhores trepadas da minha vida,só comparável a Christiano Gabirú.
– Fode filho da puta! Goza dentro da sua puta… Bota para fora tudo que está guardado nessas bolas… Arregaça esse rabo!
Caio aumentou os ritmos das bombadas, mostrando que já estava prestes a gozar, oque não tardou a acontecer, acompanhado pelos gemidos de seu orgasmo.
Aaaaaaaah! Caralho… Toma leite minha putinha! Há quanto tempo esperava isso…

Naquela noite, ainda aproveitamos um pouco mais, graças a uma esticada de seus pais, fizemos promessas, juras, mas recebi ultimato sobre qualquer futuro deslizes de minha parte, mas como o clima estava amigável, tomamos banho, nos vestimos e fomos bater um rango na praia.

P.S:
Peço desculpas pelo longevo texto,as vezes tentamos fazer até algo compacto mas no fim,sai tudo de uma vez,abraço a todos!

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Uma Comentário para “A Descoberta 12(a infidelidade Revelada)”

  1. Mauricio Manganetto em 26 de março de 2015 @ 12:24

    Gostei do seu conto, se existe amor, tem que perdoar e ser feliz.

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