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A Descoberta 15(Minha iniciação heterossexual)

  • Publicado em: 19 de maio de 2015 12:44
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

[Depois de duas noites maravilhosas de sexo na casa de Caio, onde além de transar, pude ter a experiência de dormir em sua casa como um casal, tive o desprazer de receber uma imposição por parte dele, onde eu deveria contrair uma relação heterossexual,chegando até a situação dele me dar um ultimato: Ou eu tentaria ou iria ter relações sexuais cortadas até eu me mostrar favorável].

Não seria algo fácil, eu sempre me relacionei com homens, nunca pensei na hipótese de transar com uma garota/mulher, não que eu não gostasse do sexo oposto, vendo filmes eu me excitava com ambos, seja em vídeo ou ao vivo, mas pesava sobre mim uma dúvida:
Será que depois de tanto tempo tendo prazer com garotos, eu iria conseguir fazer sexo com garotas? Será que eu iria conseguir comer uma vagina?
A possibilidade da brochada era meu medo, isso me preocupava.

“Nas festividades de junho não iria passar”, disse Caio.
Para ele falar era fácil, um bom carro na garagem, era um gato, tinha charme e uma carteira baluda.
Namoradas? Cansei de ser apresentado a elas, e o cargo era de grande rotatividade, para minha raiva.

Ainda me lembro quando ele veio a mim, meio sem graça e disse: ”Ei Boy,eu estou namorando,gostaria que você soubesse, tem algum problema?”
Aí eu disse sério: “problema? Problema nenhum porra! Por mim você pode passar ferro em tudo que é gata, não esperaria menos de você… Problema será se você arranjar outro viado, aí eu quebro ele e você na pancada, aí você vai me conhecer com raiva…

Mas voltando ao assunto, as festividades juninas estavam chegando, festividades essas que são feitas pela paróquia do bairro em apoio com moradores e comerciantes do bairro, festa boa, divertida e que dá muita gente mesmo, e eu ainda estava sem opções.

Eu ainda estava estudando em colégio estadual, foi lá que me surgiu a salvação…

Apesar da cisma fudida de Caio, eu estudava com Ewerton, que além de ser amigo e amante meu (ver contos 08/09 e 12…), era meu companheiro de Série.
Ele era amigo de duas garotas, que andavam sempre juntas, chamadas Luciene e Érika,que viviam a conversar conosco e outros amigos.

Luciene era uma garota bonita, uma beleza normal, branca cabelos negros olhos castanhos, com belas pernas e curvas, rosto simples e usava uns óculos, era aquilo que dava o charme, dá aquele ar intelectual.

Sua amiga também era muito bonita, tinha um rosto agradável, era gordinha, mas tinha belas pernas alem de ser divertida, animada e se dava muito bem comigo.
Em uma das nossas conversas, Ewerton mencionou a bendita festa, Luciene se animou e disse que iria, nisso eu pensei: “Que merda, essa já caiu na do ruivo”…

Érika não se animou muito, pois seria a noite e seu bairro era distante do nosso.
Depois de muito papo nós despedimos e fomos para casa, sem não antes fazer a Ewerton uma pergunta:
-Como é que Luciene virá à festa?
Respondendo-me ele disse:
– Como assim doido? Luciene mora no bairro, você não sabia?
Isso me fez ficar pessimista, pois prontamente achei que não teria chance contra Ewerton.

Ewerton se mostrara animado com a festa e a possibilidade de arrochar Luciene, já eu,havia abortado minhas pretensões quanto a uma possível ficada com ela.
O dia de São João, que é no dia 24 de junho, naquele ano (96) caiu em uma segunda-feira, mas foi comemorado no dia 23 pela paróquia por ser fora da semana.
Enfim chegou o esperado dia, já estava sem esperanças e por mim Caio poderia enfiar a rola dele no cú, não estava nem aí com a festa e o plano dele.

Lá estava eu em casa, deitado vendo TV, era quase 21horas, então a campainha toca, minha mãe se levantou e foi atender.
Demorou uns minutos e minha mãe me chama:
-Filho, visita para você!
Levantei-me e fui atender, qual não foi minha surpresa ao ver Luciene, maravilhosa em um vestido verde escuro, maquiada e produzida, dispensei minha mãe com um “obrigado mãe, pode nos deixar a sós”.

“Tudo bem Adriano? Vim lhe chamar para festa, pensei que você iria”, disse Luciene.
Então perguntei: “Como você sabia onde eu morava”?
-Fui à casa de Ewerton, ele me disse que iria tomar banho e iria demorar, mas disse que poderia ir com você, você vai?
-Bem, eu não estava pensando em ir, mas já que você veio aqui, eu vou com você, sem problemas… Espere só eu trocar de roupa.

Como já havia tomado banho, pus uma calça preta, uma camisa pólo e uma bota cano curto, além do bom desodorante e o perfume para fechar legal…
Despedi-me de minha mãe, não sem antes pedir uma “verba indenizatória”, apesar de que eu já tinha, mas dinheiro nunca é demais.
Ao chegar lá havia muita gente, o forró tocava forte, Casais de namorados, de pais, ficantes, crianças e adolescentes.

Estavam lá todos os meus amigos, cheguei segurando a mão de Luciene, como se fosse seu namorado,perguntei se ela gostaria de algo para beber,mas ela disse que ainda era cedo,então novamente inquiri: “Você quer dançar?”
Ela aceitou, então fomos para o meio da multidão e começamos a dançar.
Eu sinceramente nunca gostei de forró, apesar de que o forró de antigamente era muito melhor de que esse lixo fonográfico de hoje, eu nunca havia dançado com nenhuma garota, mas aprendi a dançar com aquela que posso dizer que é a melhor parceira: Minha mãe.
Deus abençoe ela e suas amigas, que sempre me enchiam o saco quando iam lá para casa fazer um “Happy hour” no fim de semana para se verem e tomar umas…
De relance vejo Ewerton conversando com um garoto de nossa turma, estavam olhando eu dançar com Luciene, atrás deles estavam Caio e Thiago (ver conto n°6…) observando o Ruivo.
Bem, até aí nada demais, presumi que era apenas uma coincidência, meus três amantes juntos, mas era uma festa, nada de anormal, Caio e Thiago se davam bem e apesar de Ewerton não fazer parte da nossa turma, jogavam bola juntos.

A festa para mim estava uma beleza, apesar de não gostar de festejos juninos e forró.
Olhei novamente para os três, algo estava acontecendo, Ewerton estava entre os dois, mas dava para ver que não era uma conversa amigável, pois o ruivo estava com cara de tenso e os dois estavam em postura intimidatória,
Cacete… Como fiquei louco para saber o teor daquela conversa, deveria ser algo sério,mas foi algo que pude saber somente depois.
Luciene e eu paramos de dançar, ela avistou Ewerton e foi falar com ele,falaram algo e ela voltou,dançamos mais e ficamos conversando, então perguntei:

-Ewerton não vem?
-Não, ele está esperando uma amiga, disse-me meio triste.
Bem, resumindo: A festa corria bem, forró comendo no centro, muitos comes e bebem, algumas briguinhas, algo que não falta, e então começou a quadrilha.
Foi então que Luciene me surpreendeu e disse:
– Adriano, eu quero ficar com você.
Eu fiquei nervoso, mas respondi: “Que bom, pois também quero muito”.

Ela então me pegou pela mão e mostrando iniciativa, me levou para longe da festa, em um canto longe do festejo, e aquela noite foi incrível, algo singular.

Continua…

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