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A DOCE CHANTAGEM

  • Publicado em: 15 de setembro de 2001 07:00
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

A DOCE CHANTAGEM

O meu nome é Roberto, tenho 38 anos, sou separado há 4 anos e moro sozinho numa bela casa, desde muito jovem descobri que sou voyeur e exibicionista ao extremo. Sem que ninguém me ensinasse nada, quando tinha 10 anos, não podia ver uma garota sozinha que logo dava um jeito de deixar o pau bem duro e mostrai-lo para ela, algumas se apavoravam e saiam correndo, outras, no entanto ficavam rindo e até gostavam, tive uma vida sexual muito ativa desde da mais tenra idade. Com o passar dos anos fui adquirindo mais experiências de modo que tive muitas aventuras gostosas com muitas garotas, não tenho nenhuma preferência por idade, cor, desde que seja mulher é o que basta.

Tenho um vizinho que se mudou há pouco tempo é um senhor já de certa idade, e com ele mora uma garota muito bonita e gostosa, é sua neta, seu nome Vanessa, como dos fundos da minha casa eu vejo a parte de trás de sua casa, vivo tentando ver algo da garota, mas até agora o que vi não me satisfaz.

Certo dia a vi sair do banheiro enrolada em uma toalha e quase fui à loucura, pena que foi um lance muito rápido, mas como bom voyeur, eu estou sempre à espreita.

Fiz amizade com o dono da casa, porem com a menina apenas nos cumprimentamos, pois a diferença de idade é bem grande, e ela sempre me pareceu uma dessas garotas bem comportadas, aliás, o velho sempre que se refere a ela, não mede elogios ao seu comportamento.

Olha meu amigo, nos dias de hoje criar filhos não é fácil, eu me sinto um privilegiado com esta minha neta, nunca tive motivo de tristeza com esta menina, é um verdadeiro anjo. E realmente pelo tempo que eu a conhecia a garota realmente tinha um procedimento correto, correto demais para o meu gosto.

Muito bem, Vanessa é do tipo da ninfeta que deixa qualquer homem louco, alta, seios pequenos e firmes, cintura fina e pernas maravilhosas, isto sem contar com um rosto angelical, é branquinha, mas, seu rosto está sempre corado, tem olhos verdes e uma boca muito sensual.

Mas vamos ao que realmente me levou a escrever esta história, estou há muito tempo na eterna vigilância, uso sempre uma pequena luneta, mas até agora só vi as coxas da garota, quando esta senta no quintal para estudar, e que coxas, de um ponto estratégico de onde não posso ser visto com minha luneta vejo até os pelinhos das suas lindas pernas, mas até agora tinha sido só o que conseguira.

Há poucos dias num papo entre amigos, eu ouvi falar de uma certa cachoeira que fica a uns dez minutos da cidade, no meio de um bosque, que muitos jovens vão ali tomar banho e que rola muita transa, fiquei muito curioso e no outro dia munido da minha luneta parti para lá, descobri o lugar, assim como um bom posto de observação, no primeiro dia não conseguir ver nada digno de nota, mas em outras excursões vi verdadeiros shows.

Um sábado, o dia estava muito bonito, e por volta das 10 horas eu me encaminhei ao local, com a intenção de sempre. Cheguei ao meu posto, após verificar que não tinha sido notado, apontei minha luneta para um grupo de jovens que conversavam baixinho e fiquei a espera, eram 3 casais, umas das garotas sentada de frente para o lugar onde eu me encontrava, usava uma saia branca e estava sentada de pernas bem abertas de modo que eu podia ver bem sua calcinanhas bem recheada por uma buceta bem grande.

Meu pau deu sinal de vida e eu já me preparava para me masturbar, como fazia sempre, mas com calma, pois podia rolar uma boa transa entre eles e não demorava muito.

Um dos rapazes preparava algo que me chamou a atenção, logo pude ver o que era, um baseado, riam muito e os outros pediam pressa na tarefa, duas das garotas que pareciam muito bonitas de corpo, estavam de costas para mim, de repente uma se levantou e se virou e ai eu pude ver o seu rosto.

Que surpresa, quase cai de costas, não podia ser, coloquei a luneta diretamente em seu rosto, não havia dúvida, era Vanessa minha vizinha, a santinha do vovô.

Nossa por esta realmente eu não esperava, muito nervoso continuei observando tudo, logo o cigarro ficou pronto, foi aceso e passava de boca em boca, pararam de falar e agora se ligavam só no cigarro.

Terminado a fumaceira, todos começaram a se agarrar, e eu deixei os outros casais de lado e me liguei só na Vanessa, um rapaz também muito bonito, parecendo mais velho que ela, deitou-a na grama e começou deitando em cima dela, não havia nenhuma resistência, ela levou a mão a sua coxa, foi subindo e logo desceu a mão em direção aos pés e vi que levava suas calcinhas, colocou a cabeça entre as pernas da garota que logo começou a se contorcer toda, ficaram assim algum tempo, depois o rapaz arriou a bermuda e colocou o pau na boca dela, esta chupou até que o rapaz gozou em sua boca, os outros faziam o mesmo, gozaram todos, foram até a beira do riacho, se lavaram e se prepararam para ir embora, fiquei um pouco frustrado, pois esperava assistir a uma boa foda. Ouvi o barulho dos carros se afastando, fiquei ali ainda um pouco, pensei em esperar outros casais, mas depois achei que já tinha o suficiente para comer aquela safadinha sonsa e fingida, que enganava não só seu avo, mas a todo mundo com seu jeitinho de garota bonita e santinha.

No outro dia como era domingo, e eu já conhecia alguns hábitos do seu Dirceu, pois este é o nome do avo da Vanessa, sabia que logo cedo ele sairia de casa indo jogar cartas com um grupo de amigos, voltando muito tarde, geralmente a garota ficava sozinha, ouvindo música ou navegando na internet, como também sou internauta e sei que ela entende bem mais do que eu de computadores, tive uma rápida idéia, não podia deixar esfriar os acontecimentos, nem protelar por muito tempo.

Eram 09:00hs peguei o telefone e disquei pra ela, como já vira o velho sair, assim que ela atendeu, me identifiquei e disse: Vanessa estou com um problema aqui no meu micro, você está conseguindo entrar na rede perguntei.

Oi espera um pouquinho que vou tentar e retorno a ligação pra você em seguida.

Não demorou o telefone tocou e ouvi sua voz macia dizendo, ta normal, quer que eu vá dar uma olhada? Claro respondi, preciso baixar uns arquivos e não estou conseguindo entrar.

Ta já estou indo. Em seguida ela chegou, como meu micro fica na sala, não houve nenhum constrangimento ela entrou e foi direto ao computador, estava de jeans e camiseta branca, sem sutiã, seus pequenos seios pareciam que queriam furar o fino tecido.

Não a deixei nem mexer no micro, fui logo dizendo, deixa o micro está bem, fiz com que viesse aqui porque preciso falar urgente contigo. Ela tomou um susto, como? Não entendi! O que você quer comigo que não podia falar por telefone?

Não Vanessa, vou direto ao assunto, pois não quero arrodeios, pois bem, ontem eu me encontrava por acaso lá na cachoeira e pude assistir a um belo espetáculo patrocinado por você e alguns amigos seus, e como sempre fui louco por você não quero perder esta oportunidade por nada desse mundo. Portanto eu também quero e você sabe o que, caso contrário contarei tudo ao seu avo.

A garota parecia não escutar uma palavra do que eu dissera, com os olhos arregalados me olhava como se visse um fantasma. Logo mordendo o lábio inferior e muito pálida, perguntou: O que você deseja de mim para não contar nada, posso te dar dinheiro, quer? Ora garota dinheiro eu tenho, não quero fude-la, falei dando bastante ênfase a palavra, é isto que eu quero.

Parecendo mais calma agora, ela me encarou e disse cinicamente: sou de menor, você pode se encrencar sabia? Tenho apenas 15 anos, o que está fazendo é crime.

Sei muito bem disto, assim como sei que seu crime é muito maior, engana seu avo o tempo todo, quem sabe você quer pagar pra ver, se conto ou não conto pra ele. Não, não precisa, eu concordo com seus termos, como vai ser? Não posso ficar com você aqui trancada muito tempo, isto vai chamar a atenção dos visinhos, vamos lá pra fora onde podemos conversar a vontade e a vista de todos, desperta menos suspeitas.

Fomos para minha varanda e continuamos nossa conversa como se fosse um papo de amigos.Como eu posso entrar de carro em minha garagem sem que ninguém perceba quem está comigo no carro, acertamos que assim que ela pudesse me ligaria marcando um encontro. Porem eu exigi que ela fosse para sua casa, pegasse o telefone sem fio, e fosse para a parte dos fundos, ficasse numa posição que só eu pudesse vê-la e aguardasse minhas ordens.

Ela se foi e eu com o coração aos pulos, peguei minha luneta e procurei uma posição que não pudesse ser visto a não ser por ela e aguardei, logo a vi com o telefone na mão me fazendo sinal que estava pronta, liguei pra ela, ok amor, agora quero que faça um strip para mim, devagar, muito sensual entendeu?

Sim, respondeu secamente, por onde começo? Tire a camiseta, quero ver seus peitinhos lindos, ela levou as mão e começou a levantar a camisa pela cabeça.

Que seios, seus bicos cor de rosa apontavam para cima, com minha luneta eu a via como se estivesse ao meu lado, agora bem devagar vá baixando o jeans, fique só de calcinhas, ela assim fez, eu coloquei o pau para fora, e mesmo a distancia ela tomou um susto quando viu o tamanho e a grossura, nossa você é bem servido hem? Nunca vi nada assim, ouvi um sorrisinho maroto.

Será todo seu querida, espero que goste, agora muito devagar tire a calcinha, ela a tirou com muita graça, dirigi para o meio das suas lidas coxas minha luneta e pude admirar uma bucetinha inchada, rosada e de pelos ralos e clarinhos, tinha os lábios carnudos e era m bem fechadinhos, delirei, mandei que ela sentasse no chão com as pernas bem abertas e não demorei muito tive meu primeiro orgasmo vendo aquela beldade toda nua a minha disposição.

Porem senti que não era a mesma coisa, caso não fosse uma condição imposta. Teria que dar um jeito para comer logo aquela menina.

Uma semana depois também num sábado, para minha felicidade, ela me ligou dizendo que poderia ser aquela noite, pois ela arranjara com uma amiga uma festinha e que seu avo permitira que ela passasse a noite na casa da amiga.

Preparei tudo e como íamos nos encontrar a noite, procurei preencher o restante do dia da melhor maneira possível e este foi o dia mais longo da minha vida, mas por fim chegou o momento, e a apanhei no local combinado, ela estava linda, usava uma saia curta e uma blusa com um generoso decote.

Fomos direto a minha casa, entramos sem contratempo, lá dentro eu não quis saber de muita conversa, levei-a diretamente para o quarto, quando a joguei carinhosamente sobre a cama de casal ela disse: Olha eu topei vir com você e espero que seja legal comigo, pude notar que você é muito bem dotado, e espero que não queira fazer sexo anal comigo, não sei nem se vou te agüentar normalmente ta legal?

Você precisa entender que não está em condições de fazer nenhuma exigências querida, pretendo fazer tudo com você, mas não precisa ficar preocupada, não será a primeira ninfeta que eu como, e nunca matei nenhuma. Agora relaxe e fique bem boazinha, comecei a despir minha presa, cada peça era um banquete para os meus olhos ávidos de tesão, que pele tinha aquela garota, a cada toque da minha língua em seu corpo, sentia sua pele arrepiar-se toda.

Quando a deixei totalmente nua, ainda fiquei um pouco olhando sua buceta, parecia virgem de tão fechada, levantei-me e também me livrei da roupa, ela não desgrudava os olhos do meu pau, estava acostumada a transar com garotos, 14 15cm, o meu 21cm e muito grosso, coloquei-o em sua mão, ela o apertava suavemente, depois ela mesma o levou a boquinha engolindo a cabeça, começou a passar a língua num movimento muito gostoso, eu estava de pé ao seu lado, levei a mão a sua buceta e com o dedo forcei a entrada, fui enfiando o dedo, foi entrando e não encontrei nenhum obstáculo, ela não era virgem, tirei o pau da sua boquinha e fui para o meio das suas pernas, comecei a passar a língua em sua rachinha, ela começou a gemer baixinho, levei as mãos aos seus seios sentindo sua firmeza, comecei a acariciar os biquinhos levemente, sentia o perfume gostoso daquela jovem buceta, tentava enfiar o Maximo a língua, depois comecei a brincar com seu clitóris agora já se destacando entre os lábios da. buceta.

Resolvi penetrar a garota, ai ela teve a idéia de sentar sobre o meu pau, pois assim só deixaria entrar o que pudesse engolir, pois tinha certeza de não poder com ele todo, outra coisa eu não usava camisinha, e com ela não tomava pílulas eu não poderia gozar dentro dela, portanto ela que teria que se cuidar, eu avisaria o momento, ela sairia rapidamente e me faria gozar com a boca.

Deitei-me de costas na cama de frente para o grande espelho do guarda-roupas ela ficou em pé de costas para mim, pude admirar sua linda e empinada bundinha, ela foi abaixando o corpo, com a mão guiou meu pau para a entrada da sua bucetinha, quando sentiu que estava no lugar certo, fez uma pressão e a cabeça desapareceu, ela gemeu alto, ai é muito grosso, foi se ajeitando e arriando o corpinho e o pau foi entrando tão apertado que até doía, com uma mão sobre a cama, gemendo sempre ela foi se enterrando em meu pau, já entrara mais da metade, eu torcia para que ela o engolisse todo, mas não deu, de repente ela parou, respirou fundo e disse: ta só até ai, não agüento mais, agora vou mexer, fique quieto, deixe tudo comigo, levando ambas as mãos para trás, as colocou sobre o meu peito, jogou o tórax para trás e começou a se movimentar devagarzinho, tirando e colocando o pau na buceta, aos poucos seus movimentos aumentaram o ritmo, mas sem avançar muito, a sensação era a melhor do mundo, uma. buceta quente e apertada, ela gemia e eu sabia que não era de dor e sim de tesão, procurei uma posição e olhei o grande espelho, nossa que visão, sua pequena buceta deformada pelo meu pau que entrava e saia brilhando daquela gruta apertada, entrara quase tudo, faltavam apenas alguns centímetros. Ela continuava gemendo e cavalgando meu pau, tive que tirar os olhos daquela cena, pois corria o risco de gozar logo tamanha a erro o tesão que me causara.

Fechei os olhos e procurei pensar noutra coisa para poder aproveitar aquele delicioso momento, quando de repente ela gritou que estava gozando, abri os olhos, vi seu corpo todo arrepiado enquanto ela esquecendo totalmente sua preocupação com o tamanho do meu pau, se atirou com violência, eu senti sua bunda se chocar contra o meu corpo, a espada fora até o tronco, tive que me controlar muito para não gozar dentro daquela mulher enlouquecida de prazer, ela gritou, urrou e gemeu alto, com certeza nunca gozara daquela maneira, mais parecia estar possuída por milhares de demônios, depois caiu de costas sobre o meu corpo, eu sentia as paredes da sua vagina apertando meu pau em gostosas mordidas, a virei de lado e tirei o pau da sua buceta com medo de não agüentar e gozar dentro dela.

Aos poucos ela foi se recuperando, ainda com a respiração descompassada disse, nossa aquela visão no espelho me deixou louca, você viu que meti tudo enquanto gozava, deve ter me arrebentado toda, não pude mais controlar, agora está doendo, ai.

Deixei Vanessa descansar um pouco, meu pau parecia querer arrebentar de tão duro, eu usara um liquido que retarda o Maximo a ejaculação, dera resultado.Depois comecei a prepara-la para o melhor, pra mim é claro, iria comer seu rabinho.

Ela relutou o Maximo, mas não abri mão daquele regalo, passei um anestésico sempre com muito cuidado e carinho, passei bastante ki em todo o pau, pedi para que ela abrisse as nádegas a coloquei de quatro na beira da cama levei a cabeça até a entrada do cuzinho apertado e comecei a forçar, realmente parecia que não tinha como entrar era muito pequeno seu buraquinho, e ela por puro instinto o contraia mais ainda, com jeito fui forçando e numa pressão mais forte consegui colocar a cabeça, mas a dor apesar do anestésico foi tão forte que num movimento rápido ela deu um pulo, e novamente a cabeça saiu, ela se virou, pediu que eu a fodesse na buceta, que ela não agüentaria, mas eu não cedi, preparei-a novamente, e agora a segurando fortemente coloquei novamente a cabeça, e fui enfiando devagar, ela gritou, gemeu chorou, mas não adiantou, aos poucos o pau foi deslizando para dentro dela, só parei quando entrara mais da metade, dei um tempo para que ela relaxasse e continuei a forçar, seus. berros só aumentavam meu tesão e por fim consegui alojar todo pau em seu cu.

Comecei a me movimentar, com muita dificuldade, pois mesmo muito bem lubrificado, seu cu era muito apertado, ela continuava chorando baixinho e pedindo para que eu parasse, logo meus movimentos eram mais fortes, o pau agora já saia quase até a cabeça e depois eu o enterrava até o fim, seu cu muito apertado e quente, eu olhava, via meu pau ir entrando até desaparecer por completo naquele apertado cuzinho, em seguida seus lamentos foram diminuindo aos poucos e agora já parecia não sofrer tanto. Eu não queria gozar ainda, queria sim aproveitar bem aquele momento, aquele doce momento, como achei que ela fazia anal com seus amiguinhos, não senti pena dela, naquele momento eu só pensava no meu prazer, era egoísta sim, mas ela não estava ali por livre vontade, se estivesse talvez fosse mais carinhoso.Parei com os movimentos deixando o pau bem fundo em seu cu, sentia suaves apertos, como se as paredes mordessem meu pau, quando retornei os movimentos, ela apenas gemia baixinho e pedia para que eu gozasse rápido, pedi para que mexesse um pouco, ela tentou, mas não conseguiu, meu pau agora entrava e saia com uma certa facilidade, acelerei meus movimentos, ela mordia o travesseiro para não gritar, até que não agüentando mais, que começou a gritar fui eu, o primeiro jato de porra foi bem fundo, e foram muitos, inundei a garota, após o primeiro jato seu cu ficou mais accessível e agora até parecia uma buceta, eu a apertei tanto, tentando entrar cada vez mais, não tinha mais o que entrar eu senti até dor no púbis, tamanha era a violência dos meus golpes.

Quando acabei, seu corpo caiu sobre a cama e eu cai por cima dela, ainda permaneci dentro por algum tempo, depois quando resolvi sair, fiquei olhando meu pau ainda duro, demorou um tempão para sair todo.

Ela permaneceu na mesma posição e gemia de vez em quando.

Fui para o chuveiro, quando voltei a ajudei a levantar-se e levei-a ao banheiro, nesta noite não rolou mais nada, ela simplesmente não agüentava mais, ligou para sua amiga que veio busca-la, e eu dormi como um justo, satisfeito.

A surpresa mesmo foi uma semana depois quando o telefone tocou, quando atendi, era Vanessa querendo marcar uma nova seção, a safada gostara de tudo. Agora temos encontros regulares e me sinto muito feliz com minha linda ninfeta.

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