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A Investigação (II)

  • Publicado em: 6 de maio de 2014 11:31
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Minha tia pediu para eu não mexer muito no assunto, pois tinha medo que Teresa falasse demais e eu perguntei-lhe se já tinha ido na casa dela e se já tivesse ido o que lhe parecia acontecer por lá, ou se tinha consciência do que poderia acontecer a Daniela.
Ela respondeu que nunca tinha estado na casa de Teresa e eu contei o que tinha visto. O seu espanto foi grande e até desconfiou que eu tivesse exagerando. Perguntei-lhe também se tinha dado pela ausência do marido durante a noite, mas ela disse que não tinha dado por nada.
Deixei-a a pensar no sucedido e rumei à cozinha para continuar a conversa com Teresa.
Mal cheguei, ela de mau humor foi dizendo que não queria mais conversa, ao que eu lhe disse que ali ela era ainda uma serviçal e eu família dos patrões, não era pois importante o que ela queria mas o que eu pretendia. Corou muito e viu que tinha ido longe de mais, que eu não tinha medo e não era um babaca. Falei então que gostaria de ver a sua casa pois como andava a fotografar a quinta, tinha necessidade de documentar todo o sítio inclusivé alojamento de serviçais. Atrapalhou-se toda, disse que a casa era sua apenas, que seu defunto a tinha comprado a meu tio e que só lá entraria se ela quisesse. Exigi então que apresentasse o documento da compra e que iria imediatamente questionar o meu tio sobre o assunto. Que não, que não valia a pena, que era casa de pobre, etc. e tal.
Disse-lhe que parasse de mentir, e que me contasse ali e agora que actividades tinha lá em casa pois eu já saberia mais do que ela pensava, mais exigi que Daniela aparecesse à luz do dia e que viesse ajudar na casa, no preparo da mesma e também na cozinha.
Ficou siderada com tais exigências e tentou arranjar soluções alternativas mas eu disse que quantos menos segredos melhor e que já agora falasse da noite passada e onde teria andado meu tio, pois não havia vaca alguma doente e a sua chegada tarde tinha sido muito estranha.
A mulher, com tanta pressão em cima desabou. Choramingou e disse que a ideia de dar a Daniela a minha tia tinha sido de meu tio que tinha mudado de opção sexual. Que a sua casa servia para meu tio se divertir e que ele gostava de brincadeiras sado-masoquistas, que ela por vezes fazia de dominadora, mas que também não desdenhava apanhar. Que na noite passada meu tio passou lá umas horas e que ele também queria meter Daniela no circuito. Que mais homens da vila eram visita e até alguns de outros lugares. Gente importante quase todos. Que minha tia não sabia da maior parte das coisas nem mais ninguém, excepto seu Jaime que mais de uma vez tinha ido lá a casa com meu tio e que se entendia bem com ele. Que me contava aquilo tudo porque via que eu era amigo das meninas e da tia, e que poderia dar protecção a Daniela, tínhamos era de meter o meu tio na ordem e cuidar para que Amélia, minha prima mais nova, não desse com a língua nos dentes.
Ainda surpreso com a facilidade com que ela tinha confessado, quis saber se ela gostava mesmo de apanhar. Respondeu que se tivesse macho à altura tinha prazer, mas que meu tio e Jaime preferiam ser batidos e enrabados sendo desprezados por ela.
Disse-lhe para se aproximar, o que ela fez, mandei ela erguer a saia e baixar as calças, corou muito disse que não era aquele o lugar e eu disse imperioso ‘Já, minha vaca, ou levas um par de estalos quente ponho a cara num bolo’.
Remédio santo, curvou a cabeça e mostrou uma pachacha gorda e rapadinha, com uns grandes lábios pendurados; umas coxas brancas com algumas marcas de chibata, mandei virar de costas e dobrar-se, vi um cu já com sinais de uso, com cicatrizes antigas e outras mais recentes, tudo isto numa bunda gostosa e grande. Mandei ela subir as calças e abrir a blusa para ver as mamas e elas aí se apresentaram, com a gravidade própria da idade, mas em forma de taça alongada e de tamanho XL.
Claro que fiquei de bandeira ao alto, ela pediu para ver meu pau e eu mandei ela chupar nele. ‘Porra, isto é consolo quente’ disse ela e atirou-se a uma bela mamada, com mestria que logo, logo, me obrigou a encher-lhe a boca de porra que ela gulosa engoliu satisfeita.
De colhões aliviados mandei ela limpar a piroca e dei-lhe doas sonoras pancadas no traseiro arrancando-lhe um ‘obrigado patrão’ que me satisfez.
Mandei ela buscar Daniela e fui contar as novidades à tia e preparar o discurso para o panasca do meu tio.
Tinha terminado a investigação.

Segue-se a Confrontação

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  • Autor: satat
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