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A irmã postiça

  • Publicado em: 8 de maio de 2018 09:42
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto, e hoje quem vai contar é o Jorge. Conheci ele através de amigos em comum e ele resolveu me contar algumas histórias interessantes, e essa é uma delas.
Oi Isadora. Então, meu pai se separou da minha mãe quando eu tinha 13 anos e simplesmente sumiu. Passou cerca de 3 ou 4 anos e ela conheceu um cara. A princípio eu não gostei muito, mas como ele era gente boa com ela, acabei aceitando. Quando ele veio morar com a gente, ele avisou que tinha três filhos, dois mais velhos que eu e uma mais nova, a Kauana. Como ela morava com a mãe, eu tinha visto apenas algumas fotos dela. Porém, tudo mudou depois de um ano que eles estava com a gente.
Um dia minha mãe me chamou e disse que tinha acontecido alguns problemas entre a Kauana e a mãe e que o pai dela decidiu trazer ela para morar com a gente. Na época a Kauana tinha 10 anos. Quando ela chegou foi um tanto estranho porque eu sempre fui filho único e, como a casa só tinha dois quartos, a Kauana teve que dormir no mesmo quarto que eu. Reclamei mas não tive outra opção.
O mais incrível foi o quanto a Kauana se apegou em mim. Me tratava como um irmão mais velho e não demorou para que eu me apegasse a ela também. Nossa amizade ficou tão forte, que ela confiava apenas em mim para contar tudo que acontecia com ela, inclusive com os garotos, quando ela foi crescendo.
Fui o primeiro a saber que ela tinha beijado um garoto na boca, também fui eu o único que ela contou que estava ficando com um garoto também. Aliás, quando ela foi perder a virgindade, ela me avisou antes e pediu conselhos. Fui o mais verdadeiro possível e fiz de tudo para proteger ela. E detalhe: ela não tinha nenhuma vergonha de mim, inclusive de ficar sem roupa ou contar os mínimos detalhes de tudo.
Quer saber o mais bizarro? Eu vi ela perder a virgindade, porque foi na cama dela, no mesmo quarto que o meu. O garoto ficou constrangido, mas ela, nada. Então cada vez que iria rolar algo entre ela e um garoto ela me falava antes e eu meio que “preparava o terreno” para que não tivesse ninguém em casa e ela pudesse curtir.
Eu levava na boa isso, e até curtia, primeiro porque eu sempre gostei de putaria e segundo porque, como eu dificilmente pegava alguém, acabava me “satisfazendo”, vendo ela em ação. Digamos que eu me realizava nela. Ficava feliz por ela. E para ela era fácil, jovem, bonita, simpática demais, comunicativa, os garotos faziam uma pequena fila atrás dela. Mas por sorte ela não descambou para a bagunça.
A reviravolta aconteceu quando, cerca de 6 ou 7 anos depois de ela ter ido morar com a gente, próximo ao aniversário dela, a Kauane me pergunta o que eu vou dar de aniversário para ela. Eu dei risada e disse que não sabia. No dia seguinte ela veio para o meu lado, me chamando de “ginho”. Eu sabia que quando ela falava assim, era por causa de algum garoto que ela queria que eu ajudasse.
Ela me puxou para o quarto, pegou o notebook e falou: já sei o que eu quero de aniversário. Pensei que ela me mostraria roupa, cosméticos ou qualquer coisa assim, mas não, ela apontou na tela do notebook para um perfil numa rede social. E esse alguém, infelizmente, era o Erick. Quando eu vi a foto um filme passou na minha cabeça.
Eu e ele tivemos uns problemas bem sérios a alguns anos atrás, inclusive chegamos a brigar e eu levei a pior. Não só isso, ele ficou com duas meninas que eu era afim e “tirou” uma ex namorada minha. Pois eu e ela discutimos um dia e ela foi embora, nesse mesmo dia o Erick (que era amigo de um primo dela) foi na casa e transou com ela. No outro dia nós fizemos as pazes, mas ela acabou terminando comigo e depois ainda veio me falar, na maior cara de pau, que ele era melhor na cama.
Voltando para a história, falei para a Kauana esquecer, que ele não valia nada, contei sobre a minha ex namorada, mas ela apenas disse para eu parar de ser chato. Perguntei o porque ela insistia tanto, e ela disse que tinha achado ele bonitinho. Que ele tinha adicionado ela no facebook mas que ainda não tinham conversado. Alertei a Kauana mais algumas vezes, mas como não podia proibir ela de nada, apenas falei para ela tomar cuidado.
Um dia antes do aniversário dela, a menina veio me perguntar se eu iria dar algum presente para ela e eu disse que estava pensando. Ela então me disse: poxa, você sabe o que eu quero. Faz tempinho que nada acontece, seja o irmão legal que você sempre foi e me ajuda nessa. Me abraçou e saiu do quarto.
Então mandei uma mensagem para o Erick e ele, grosseiramente respondeu com uma pergunta: o que você quer? E eu, engolindo o meu orgulho por causa da Kauana disse que ela gostaria de ver ele pessoalmente. Ele então respondeu que ela poderia encontrar ele no shopping e eu então disse que ele deveria vir na minha casa.
No dia seguinte, aniversário da Kauana, eis que o Erick chega. Quando ela o vê, levanta e vai cumprimentá-lo. Esperto como sempre foi, abraça ela forte, dá um beijo no rosto e diz para mim: a tua irmã é mais linda pessoalmente. Ficando envergonhada, ela apenas agradeceu.
Passados alguns minutos de conversa, Kauana sentou do lado de Erick e disse: o teu sorriso é muito lindo sabia? Ele agradeceu e disse que o dela também era. Mal deu tempo de ele terminar o elogio e ela pergunta se ele tem namorada. Quando ele diz que não, rapidamente e pegando tanto eu quanto ele de surpresa, monta no colo do garoto.
Poucos segundos de uma encarada olho no olho foi suficiente para que ele puxasse o rosto dela para perto do dele e os dois dessem um amasso incrível. Enquanto rolava o beijo, ela ficava mexendo o quadril em cima dele, fazendo com que os dois ficassem excitados.
Quando ele atacou o pescoço, ela começou a dar uns gemidinhos e fazia com que o quadril mexesse com mais intensidade. Depois de uns minutos ela saiu do colo dele e rapidamente se abaixou e fez algo que ela gosta muito: sexo oral. Já tinha visto ela fazer isso antes, mas no Erick ela caprichou. As chupadas e lambidas que ela dava, tanto no pau quanto nas bolas fez o garoto gemer e permanecer boa parte do tempo de olhos fechados.
Aumentando a velocidade, Erick começou a gemer cada vez mais forte e eu pensei que ele acabaria gozando. Mas ele apenas fez com que ela parasse, ergueu a Kauana no colo e levou para o quarto. Deitou ela na cama, arrancou o short e a calcinha e começou a chupá-la. Por pelo menos três momentos, vi a minha irmã se contorcer na cama e esboçar um sorrisinho de satisfação.
O garoto então subiu, chupou os seios dela e penetrou. Atendendo aos pedidos dela para ir devagar e sentindo que a vagina dela era pequena, Erick foi penetrando por partes e calmamente. Quando todo ele entrou, foi tirando e colocando para que ela se acostumasse com a grossura.
Esse movimento calmo deve ter durado em torno de um minuto, pois logo ele começou a fazer mais rápido e mais forte. Nesse momento ela já tinha se entregado. Quando começou a bombar, o prazer dela aumentou demais, e logo ela colocou as duas mãos no bumbum dele, apertou e teve um orgasmo, gemendo alto.
Eles então se beijaram e ela pediu para ele deitar. Indo por cima, Kauana deu um show. Rebolava e sentava com força. Mesmo gemendo e fazendo algumas expressões de prazer e dor, ela não parava. Isso pegou tanto o Erick de surpresa, que ele começou a gemer e, depois de ela sentar com uma certa violência várias e várias vezes, fez o garoto gozar de olhos fechados.
Ela se abaixou e voltaram aos beijos. Quando pensei que tinha terminado, ele levanta, pega ela no colo e leva no banheiro. Fui atrás, porém ela entrou, ele parou na porta e falou: sai fora. Eu tentei argumentar, mas ele colocou a mão no meu rosto e deu uma leve empurrada. A Kauana, atrás dele disse: não faça isso.
O Erick então falou para mim: vou comer mais um pouco a sua irmã, não entre. E fechou a porta do banheiro. Escutei o barulho do chuveiro e barulhos de beijos. Para mim aquilo foi estranho, pois eu sempre estive junto da Kauana em todas as transas, e isso por um pedido DELA, ou seja, ela pedia sempre para eu ficar junto, mas naquele momento fui impedido disso.
Num rompante eu abri a porta e a Kauana estava de costas para o Erick, com as duas mãos na parede e ele estava prestes a penetrar nela novamente. Quando ele virou para o lado e me viu, ficou furioso, gritou assim: saia antes que eu te arrebente. Olhou para a Kauana e disse: fique assim gatinha, não se mexa.
Antes de eu me mexer ele veio para o meu lado, pelado e de pau duro me empurrou para fora, bateu a porta e trancou. Fui enxotado do meu próprio banheiro. Colando o ouvido na porta, ouvi a Kauana falando: “para que fazer isso? Ele é meu irmão. Você não pode fazer essas coi..nossa”Nesse momento a frase dela foi interrompida por um gemido, provavelmente no momento que o Erick penetrou.
O que eu ouvi a seguir foi uma série de barulhos parecidos com tapas fortes. Creio que seja do quadril dele batendo no quadril dela a cada bombada. O fato de eu não ver me deixou muito angustiado, mas não tinha nada que eu pudesse fazer. Somente ouvia os barulhos, ela gemendo cada vez mais alto (por duas vezes ouvi um som que eu sabia que vinha de um orgasmo dela, pois era um gemido diferente) e no final ouvi um gemido do Erick.
Depois de uns minutos de barulhos de beijos o chuveiro foi desligado, o Erick abriu a porta, beijou a Kauana, passou por mim sem nem olhar para a minha cara. A minha irmã então saiu do banheiro enrolada numa toalha e com outra toalha no cabelo, deu um sorriso para mim, me deu um beijo no rosto, deitou na cama dela e desmaiou.
Somente no outro dia ela veio conversar comigo, me agradecendo pelo “presente”, ou melhor, pelos “3 presentes” que ela teve, um na cama e dois no chuveiro.

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