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A Lingua, os Dedos e a Rola de um Amigo Especial

  • Publicado em: 28 de setembro de 2005 16:09
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Duas coisas na vida me fazem tirar os pés do chão e ser feliz de montão, minha profissão e sexo é claro…Risos…(Que bom que tenho a oportunidade de voltar a relatar meus prazeres a todos os amigos da net). Estive fora um tempo por compromissos profissionais, e semana passada estive novamente em São Paulo para fechar um contrato de trabalho, nesses dias me sinto em êxtase profundo porque sou apaixonada pelo meu trabalho e como no sexo, também sou exigente comigo mesma e gosto sempre de exceder expectativas e ir além do esperado, gosto de surpreender e ir fundo, experimentar tudo e de todos os jeitos possíveis e imaginados, a única diferença do trabalho para o sexo é que no trabalho não posso deixar meu lado animal se despojar como toma conta de mim na cama, na escada, no elevador, na praia, no motel e onde mais der na telha…Risos. Eram quase três da tarde, o compromisso foi num escritório luxuoso na avenida Paulista, não misturo em hipótese alguma profissional com sacanagem, mas como todos sabem mulher tem uma vantagem nessas horas, um belo par de pernas torneadas mostrados discretamente numa saia sem extravagância, um decote também comportado, apenas para despertar a imaginação, um sorriso simples e espontaneidade, o que não falta a esta carioquinha da gema, munida de todos esses apetrechos e do meu perfume suave, vi sobre a mesa meu projeto sendo aprovado com a assinatura de Sr. Edílson, diretor na Agência que presto meus serviços e do sr. Marco diretor comercial de uma grande empresa, quando me posicionei para assinar os papeis, não posso deixar de dizer que estava excitada, pois meu trabalho me realiza demais, e percebi os olhares dos machos à volta no vão do meu pequeno decote, em poucos instantes pude imaginar o que não se passava na mente deles, certamente deviam estar imaginando o que não poderiam fazer com belos seios, e porque não pensar o que se passava pela cabeça de baixo, certamente desejavam possuir-me ao extremo e comemorar o contrato numa sessão de sexo ardente e selvagem, mas apenas por instantes percebi que só pela minha cabeça poderia estar passando tantas bobagens e tratei de assinar logo o documento que me proporcionará uma excelente experiência profissional, ao som de um estouro de champagne como sempre Sr. Edílson trata essas ocasiões sorrimos e brindamos o momento, instantes depois já estava a caminho do hotel para enfim voar para o Rio de Janeiro onde iria comemorar com minha outra paixão o sucesso na profissão, claro com rola, muita rola, e junto com o maridão, participando e assistindo no melhor estilo que curtimos, mas ao avisar Léo que estaria naquela tarde no Rio, ele me surpreendeu dizendo que estaria em São Paulo à noite, para comemorarmos e emendarmos uns dias de férias fora de época para relaxar, adorei a idéia, apesar de estar mortinha de saudades do Rio, caraca nunca fiquei tanto tempo fora, mas procurei relaxar e descansar para a noite porque queria comemorar em grande estilo. Dez para as nove da noite estava no bar do hotel, já ansiosa pela chegada de Léo, um coquetel de frutas e uma cruzada de pernas para tirar a atenção dos transeuntes, adoro fazer isso, principalmente com homens acompanhados, não que seja uma desagregadora, mas me divirto com a situação, entre uma cruzada e uma olhares, vejo Léo subindo as escadas do hall do hotel e ao seu lado um amigo em comum, Eliomar, neste instante confesso que meu hímen se contorceu e minha buceta encharcou todinha, acabara de molhar a pequena tanguinha que havia colocado para esta ocasião, os bicos dos meus seios intumesceram na hora e apontaram para frente quase rasgando a blusinha de seda que estava usando, fiquei excitadíssima, pois Eliomar é um amigo social, não participa de nossas aventuras sexuais e nem imagina que elas possam acontecer, na verdade, há algum tempo eu e Léo estávamos planejando ousar uma aventura com alguém conhecido, só o fato do perigo de uma insinuação desta nos fascinava, mas ainda não tínhamos criado uma situação para que isto acontecesse e claro, neste instante percebi que a hora havia chegado, pois Eliomar não tem nada a fazer em São Paulo, ele tem serviço de sobra no Rio, é casado e tem dois filhos lindos, sua esposa é uma mulher maravilhosa de linda, uma morena de parar Copacabana e o Mundo inteiro, sem contar que Eliomar é um homem muito bonito, queimado de sol, forte e os braços é uma tentação, bom de segurar uma égua no cio como eu enquanto a rola entra até o talo, enquanto meus pensamentos voavam e meu lubrificante vaginal já preparava a minha vulva para momentos para lá de quentes eles chegaram. Léo com um sorriso maroto, confirmando todos os meus instintos e Eliomar simples e espontâneo como sempre, não deu nenhuma demonstração de nada, sentamos e conversamos de vários assuntos, inclusive de sexo, pois sempre falamos disso quando estamos os quatro juntos, já chegamos inclusive a falar sobre nossas intimidades, mas nada que saia do natural entre dois casais amigos, nunca deixamos transparecer nossa opção liberal e não sabíamos qual a opinião deles nesse sentido, já havia passado um bom tempo e entre uma cerveja e outra, Eliomar foi ao banheiro, quando Léo disse-me que ele não sabia de absolutamente nada, que estava ali a convite para uma exposição de arte, por qual é apaixonado e fora a situação que motivou a aceitação da vinda a Sampa, sorri e já imaginei a exposição que ele teria, antes que ele voltasse subi até à suíte e Léo aguardou Eliomar para que arrumassem uma suíte para ele. Já na suíte coloquei uma saia discreta, para não assustar nosso amigo, mas uma sainha gostosa, molinha e fácil para ser explorada uma ação mais ousada, pensei em não colocar nada por baixo, mas desisti porque não queria parecer vulgar, então coloquei uma calcinha bem cavada e de rendinha nas laterais transparentes para se for o caso provocar mais um pouquinho, em cima ousei e coloquei uma blusinha transparente mas com forro escondendo os seios, sem nada por baixo e também fácil de colocar a mão por baixo e experimentar meus seios, um perfume gostoso para deixar o clima agradável e aguardei os meninos chegarem. Léo entrou na suíte sem Eliomar, dizendo que o amigo estava na suíte ao lado e que devido ao adiantado da hora já havia se recolhido pois desejava aproveitar a estadia em São Paulo para ver outras coisas de seu interesse no dia seguinte, claro que Léo não interveio, sabia que eu iria fazê-lo, assim com uma garrafa de champagne na mão e três copos batemos à porta de Eliomar que já estava preparado para dormir, acreditem de pijama, um short largo (Que delicia) ia ficar de rola dura ao menor toque da minha pele e uma camiseta em V mostrando os pelos do peito, com o espírito alegre de sempre se mostrou surpreso com nossa iniciativa, mas eu só parei para oferecer o seu copo quando estava sentada na macia cama, onde fariamos muito sexo minutos depois, Léo então disse que estávamos ali para comemorar a aprovação do meu projeto, Eliomar já com os sentidos de macho, olhou-me dos pés à cabeça, parando sutilmente no vão das minhas coxas que estavam cruzadas é claro, sorriu e abraçou o copo de champagne, fechou a porta da suíte e estávamos então no cenário da orgia que se sucederia, agora era só envolvermos ele em nossas fantasias, falamos um pouco sobre o projeto e eu procurei fingir que já estava um pouco alterada pelas bebidas e sorrindo peguei Léo para dançar, mesmo sem musica, bailamos sorrindo pela suíte, Léo fazia questão de me rodar para que minha saia subisse discretamente mostrando um pouco mais de minhas coxas e talvez uma parte do meu bumbum, rimos todos e foi a vez de passar para Eliomar experimentar uma dança lúdica, sem musica para embalada de sensualidade, suas mãos não pouparam minha cintura, já quase na minha bunda, adorei a iniciativa, e ele não se mostrava tímido não, dançava bem e fazia questão de trançar as pernas comigo, como estava de shorts folgado sentia todo meu corpo e minha pele, uma das mãos tirou uma lasquinha discreta da minha bundinha e eu tive a certeza plena que ele me foderia sem maior cerimônia, voltei para os braços de Léo e nos beijamos ardentemente, Léo abraçou meu corpo de forma a subir minha saia um pouquinho para aumentar a sensualidade do momento e Eliomar aplaudiu a cena, dançamos mais um pouquinho e voltei aos braços de Eliomar com o desafio de uma valsa sem som, ele mais que depressa não desperdiçou a nova oportunidade de uma lasquinha, depois de algumas voltas, terminamos encostados na cômoda, onde dei o primeiro avanço de sinal, com as pernas entrelaçadas mexi meu corpo acariciando as coxas peludas de Eliomar com as minhas coxas macias, fiz questão de passar minha buceta em sua pele e assistir sua rola crescer em baixo do shorts, ele olhou o pinto subir junto comigo e sussurrou em meu ouvido que não era de ferro! Eu sorri, mas disse que parecia ferro sim! Ele me olhou com uma cara de safado como nunca fizera, nem mesmo nos assuntos mais picantes que já havíamos falado, para em seguida ficar sem graça ao se dar conta da presença de Léo, pronto a pica murchou na hora, mas voltei a raspar a buceta insinuando uma dança em seu colo e a pica obedeceu a situação, ele estava agora sem graça pois se eu saísse de seu colo ele estaria de barraca armada, Léo com desculpa de buscar mais champagne em nossa suíte saiu dali e então a realidade tomou conta de nós, Eliomar disse que estava deliciosa a brincadeira mas temia sairmos da linha, sorri e passei a mão em sua boca ainda em seu colo, disse que estávamos ali para uma brincadeira sadia entre amigos e que Léo não ia achar ruim, muito pelo contrario, Eliomar apesar de mostrar ser um homem quente, é muito equilibrado e mostrou-se receoso, fez menção de sairmos daquela posição para se recompor, quando instintivamente levei a mão em sua rola e acariciei por cima do shorts, o pau estava duraço feito pedra, ele fechou os olhos e suspirou já temendo pelo pior, então disse a ele que ele estava ali para uma exposição de arte, e ao mesmo tempo tirei minha blusa, quase esfregando meus seios em sua boca, ele não acreditou no que via e sorriu entendendo do que se tratava o convite do amigo, abraçou-me singelamente e disse que era impossível resistir a uma investida de uma mulher tão atraente e sensual, deixei meus lábios à sua disposição e nos beijamos ardentemente, ele acariciava minhas costas e eu esfregava meus seios e seu peito, tirei-lhe a camiseta e ele perguntou o que Léo iria achar daquilo, eu sorri e disse que tínhamos uma relação liberal, que Léo saiu para nos deixar a vontade mas que voltaria para participar e que durante à noite contaríamos nossas fantasias e adoraríamos que ele curtisse conosco, Eliomar levou a boca nos meus seios e disse que se considerava Amigo de Léo, mas com essa situação, sabia que agora era o Amigo dos Amigos de meu esposo, não resistindo chupou-me os seios de forma lânguida e safada, me levando ao delírio, com as mãos ávidas passou pela minha bunda, explorando cada pedacinho do meu corpo, puxei a saia um pouco para baixo e suas mãos ágeis fizeram ela cair aos meus pés, então num gesto rápido joguei-a longe e só de calcinha entrelacei meu corpo no dele para que ele pudesse mamar meus seios deliciosamente, sentia sua rola cada vez mais dura quando ouvimos a porta abrir-se, este momento foi marcado por um ar único, mesmo sabendo que tudo aquilo fora armado Eliomar fez uma cara de tentativa para explicar algo que não teria explicação a não ser um homem e uma mulher se deliciando nas preliminares de uma sessão de sexo, mas Léo como bom marido e amante dos prazeres da vida assim que nos viu atarracados, foi deixando o clima ameno dizendo que demoramos para entrar no clima, mas que a noite merecia ser relembrada para sempre, Eliomar suspirou de alivio por não ter de explicar e sim de aproveitar o momento, dizendo que eu era uma mulher linda e contagiante! Léo sorriu e disse: Quando você ouvir ela gozar vai se apaixonar de verdade, sorrimos e os olhos de Eliomar brilharam com a possibilidade de me ver gozar, sai de seu colo e conversamos mais tranqüilos, Léo explicou ao amigo do que se tratava aquilo tudo, porque a situação exigia aquilo, afinal não era um encontro como os outros, Eliomar é casado, amigo social de longa data e não tínhamos o direito de invadir e seduzi-lo daquela forma, qualquer homem se entrega se tiver uma mulher bonita se esfregando nele, mas ali era algo mais que isso, não tínhamos a intenção de gozar uma noite e perder o amigo que tanto prezávamos, Eliomar ficou sabendo de nossas fantasias, nossos gostos e da forma que esperávamos ele se comportou, mostrando-se surpreso mas também excitado com a situação, disse que jamais poderia imaginar algo nesse sentido, que já havia percebido a minha alta libido e tinha certeza de que eu era um furacão na cama, mas jamais pensou em faltar com o respeito, eu sorri e disse que então chegara o dia, de ele faltar com todo o respeito guardado, mas de forma consentida, se assim ele desejasse, ele se mostrando um pouco menos tímido, disse que se saísse daquela suíte sem nos agradar não seria o homem que sempre sustentou, Léo trouxe consigo um som portátil e colocou uma musica suave para criar um clima gostoso, Eliomar disse que gostaria de uma coisa gostosa e que Léo participasse ativamente, meu marido concordou e disse que seria dessa forma, mas que tinha um tesão enorme em poder se excitar assistindo um pouco de tudo, que ficássemos à vontade, Eliomar me abraçou e voltamos a nos beijar, Léo tirou o shorts ficando nu já mostrava habilidade na punheta, isto fez Eliomar enfiar a mão dentro da minha calcinha e acariciar minha bunda mostrando tudo a Léo, nos beijávamos ardentemente e ele explorava meu corpo com as mãos, me colocou deitada com as pernas para fora da cama, e retirou minha calcinha, ficando alguns segundos extasiado com minha buceta, Léo veio do outro lado e me beijou carinhosamente sem tirar os olhos da lingua de Eliomar que já explorava minha buceta, levantei as pernas para ficar exposta e deixar a visão de Léo melhor, porque sei o quanto ele se excita em me ver sendo possuída, eleiomar chupava minha buceta com fome, que delicia de lingua, ele lambia meu clitóris e sugava meus líquidos arrancando meus mais íntimos gemidos, enquanto meu marido me beijava já ardentemente, Léo num impulso, subiu em cima de mim, e colocou a rola na minha boca e passou a mexer, fodendo minha boquinha, Eliomar perdeu o juízo quando viu aquilo, sua lingua entrou fundo em minha buceta me deixando maluca de prazer! Toma rola meu amor, toma na boquinha. Minha puta gostosa! Léo começou suas frases de excitação, e metia em minha boca com a fúria de um touro, de minha gostosa, passou me chamar de vagabunda e meter a rola na minha garganta, Eliomar acariciava meu clitóris e já avançava com a lingua para meu cuzinho, é claro que ele queria ver o terreno, até onde podia avançar, de forma discreta tirei a rola do meu marido da boca, para poder gemer gostoso com a linguada que se aproximava do meu cu, queria deixar claro para Eliomar que tinha tesão no rabo e que ele poderia se divertir ali também, seria uma entrega total, ele ameaçou algumas vezes, até que criou coragem e tocou a lingua no meu anel, gemi gostoso e manhosa mostrando total prazer na bundinha, ele então se tornou intimo e lambeu meu cu de forma ansiosa, para deixar claro do meu tesão, levei minhas mãos até minha bunda e ajudei ele separar minhas nádegas para que pudesse lamber todo o meu cuzinho, aquilo fez esse homem virar uma fera, então ele sugou meu cuzinho lambendo de forma safada penetrando a lingua dentro do meu orifício anal, fiquei maluca e ele pode ter certeza de eu adoro tomar no cu, eu delirei de prazer e voltei a chupar e rola de Léo, logo meu marido saiu de cima de mim para curtir a visão de sua esposa sendo devorada pelo amigo, Eliomar disse que eu era muito gostosa e tinha um bundinha maravilhosa, Léo sem pestanejar disse que ia ficar maravilhado com o que eu sabia fazer com a bundinha, Eliomar me deu um tapa nas nádegas e disse que queria curtir um pouco antes de me possuir, então Léo disse que gostaria de curtir ele me chupando um pouco mais, me coloquei na cabeceira da cama e levantei uma das pernas, Eliomar separou minhas nádegas e voltou a chupar meu cu, ele passava a lingua e enfiava lá dentro, me arrancando gemidos bárbaros, Léo se acabava na punheta, o barulho de sua rola deslizando entre os dedos era descomunal, ele parava de vez em quando para não gozar, apesar de estar adorando tudo aquilo, queria experimentar a rola de Eliomar, então sai daquela posição e tirei o shorts dele, uma rola macia, grossa, do jeito que eu adoro e grande para meu prazer total, uma rola morena, bem morena mesmo, quase negra, isto me fascina demais, cabeça no estilo cogumelo, no colo do meu útero seria maravilhoso sentir aquela verga, cheia de veias pulsando e retinha, no meu cuzinho ia entrar todinha, Eliomar tem o saco grande e as bolas enormes, me ajoelhei em sua frente e segurei o caralho para cima, comecei pelas bolas, procurei chupar seus culhões de forma bem carinhosa porque tinha intenção de beber sua porra, quanto mais carinho no saco, mais leitinho ele me ofereceria, lambi até deixar ele mole, era fascinante ele olhando para Léo batendo punheta e se deliciando com minha lingua, então fui subindo pelo corpo do caralho e agora a ponta de minhas unhas acariciava suas bolas, lambi o corpo do cacete e cheguei na cabeça, claro passei a lingua em volta da glande olhando nos olhos de Eliomar que suspirava ofegante, se contorcia e sua face era a face do prazer, passei a lingua no canal da uretra e suguei seu liquido seminal, lambi com vontade, com a boquinha mole e molhadinha, sempre deixando claro meu tesão em mamar e sentir seu cheiro, seu gosto de macho, ele delirava de prazer e Léo tremia as pernas batendo punheta do nosso lado, aquilo deixava Eliomar ainda mais excitado e ele confessava que sempre fantasiava uma situação assim e que estava sendo ótimo acontecer com pessoas tão amigas, fiz uma seqüência de lambida na cabeça da rola com a metade do pau em minha boquinha e as unhas acariciando as bolas, Eliomar fez menção de tirar-me daquela posição mostrando vontade de me possuir, mas resisti e mostrei que queria chupar mais, ele então relaxou e me advertiu que gozaria caso não parássemos naquele instante, engoli sua pica com mais paixão, deixando transparecer que esta era minha intenção, Léo acariciava minha cabeça me fazendo carinho enquanto o pinto do amigo passeava em minha garganta, Eliomar não se controlando disse: Vem cá meu amor, se gosta assim então vem provar desse jeito, me colocou deitada sobre dois travesseiros e montou sobre meu corpo colocando o pinto na minha boca disse: toma querida, meu pau é todo seu! Eliomar passou a foder minha boca, Léo deitou ao meu lado ficando com a cabeça perto da minha, vendo de pertinho a vara do amigo entrar até as bolas na minha boca e eu maravilhada com aquilo, Eliomar estava altamente excitado e fodia com gosto, percebendo que ia gozar se levantou e pediu que terminasse o serviço, de pé ao lado da cama, segurou o pinto duro e brilhante, sentei-me na cama e Léo enlaçou-me com as pernas me abraçando e acariciando meus seios, beijando minha nuca disse: Mama meu amor e bebe todo o leitinho para o seu marido ver, bem gostoso, faz ele gozar gostoso na sua boquinha! Mexi nas bolas de Eliomar e abocanhei sua rola, chupei com sofreguidão e ele gemia alto, gemia demais, era muito gostoso ouvir seus gemidos de prazer, senti o pau crescer e inchar em minha boca, Eliomar jogou a cabeça para trás ao mesmo instante que o primeiro jato de porra explodiu no céu da minha boquinha, outro jato e mais outro e ele berrava feito um doido, tirou o pau da minha boca e se masturbando gozou no meu rosto, parecia que ia parar de gozar, eu estava maravilhada com aquilo, ele apertou a cabeça do pau fazendo uma generosa quantidade de porra sair da cabeça, escorreu pelo corpo do pinto e eu lambi de baixo para cima sorvendo todo o leite em minha boca já gozada, coloquei o pinto dele na boca e chupei para limpar tudo, ele me olhava apaixonado e mole de tesão, então esticou a mão em meu rosto e colheu o esperma que estava escorrendo e me dava de beber em seus dedos, Léo se levantou e me deu seu pau para chupar, com o mesmo carinho mamei meu marido, Eliomar para fechar essa primeira parte se enfiou no meio de minhas pernas para me fazer gozar com a lingua, e mostrou-se firme no seu intuito, sua lingua penetrava minha buceta no fundo, eu eu tremia de prazer, Léo não demorou e tirou a rola da minha boca, ele gosta de masturbar sobre minha lingua para ver o esperma todo concentrado e depois assistir eu engolir tudo, assim os jatos foram saindo calmamente mas em grande volume, o cheiro da porra me excita demais, enquanto ele enchia minha boca de porra, eu gozava na lingua de Eliomar, enlacei ele pela cabeça e ele enterrou a lingua no fundo da minha buceta, Léo espremeu a cabeça da rola, gritando de prazer fazendo os últimos pingos de semêm cair sobre minha lingua e então pude degustar o prazer de meu marido fazendo ele se contorcer de prazer ao ver eu engolindo seu esperma, foi uma delicia essa loucura inicial e Eliomar saiu satisfeito do meio das minhas pernas, também engolindo meus sucos, estatelamos na cama, cansados e exaustos da primeira rodada! Devido ter sido uma noite alucinante, onde fizemos um sexo sadio mas cumprindo cada detalhe para nosso prazer, vou terminar essa parte aqui para não ficar ainda maior o relato e continuar em um próximo, onde falarei como Eliomar experimentou minha buceta, numa atitude maluca, até irresponsável para amigos tão bacanas, ele gozou dentro de mim para capricho do Léo e claro, meu cuzinho foi surrado, da forma que eu gosto, e Eliomar jamais havia experimentado, foram duas noites naquela suíte, mas duas noites para entrar nas nossas vidas para sempre, muito gostoso quando feito com carinho e com um amigo tão especial! Um beijo carinhos a todos os internautas que durante todo esse tempo não deixaram de manifestar todo o carinho nos e-mails enviados, responderei a todos! Beijos!

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