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A LONGA JORNADA DE VINTE E OITO CENTÍMETROS

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 14:27
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

– Não pode ser tão grande…
– É o que dizem.
– Duvido, deve faltar sangue no cérebro do cara…
– Foi o que ouvi.
– Você viu?!? – perguntou Raliely surpresa.
– Não! Claro que não! Eu disse: eu ouvi – explicou Paula.
Chega a ser chato, pensou Paula, quando o assunto são meninos e principalmente, pintos, Raliely parecia entrar em transe.
– Então… – insistiu Raliely com a amiga.
– Me disseram que a Lisiane foi dar para ele e arregou.
– Sério?!? Justo ela que se acha a fodona? – Raliely sorriu, sarcástica – Fico pensando até onde é verdade aquela estória que ela passou um fim de semana na república dos meninos liberando geral.
– Pois é. Parece que só faltou chorar.
– E o cara?
– Ah, ela bateu uma punhetinha e ficou por isso mesmo.
– Credo, que sem graça.
– Você encarava?
– Claro.
– Será que aguenta?
– Eu disse que encarava, aguentar é outra coisa.
– Eu acho que não. Duvido – provocou Paula pelo uso da palavra mágica que instigava a amiga.
Quantas vezes ela disse coisas como: duvido que você faça strip completo em cima da mesa… duvido que você chupe o segurança para poder entrar de graça… duvido que você vá receber o entregador de pizza só de calcinha e camiseta. E sempre funcionava, claro.
– Aposta quanto?
– Nada! Eu sei que você é biscate mesmo.
– Falou a santa.
– Perto de você…
Seguiram pelo corredor apinhado de alunos e logo, começaram os inevitáveis esbarrões, esfregadas, encochadas e mãos bobas. Mas a vítima não foi nossa heroína e sim Paula.
– Vai passar a mão na bunda da sua mãe, filha da puta!
Embora assustada com o repentino assédio, estava muito longe de estar revoltada, afinal ela conhecia seu algoz.
– Até parece que você não gosta, Paula.
– Não na frente de todo mundo.
– Então, bora lá pra trás da biblioteca.
– Vai te catar, moleque.
Logo chegou outro cara, amigo do primeiro provavelmente. Levou a mão até a bundinha de Raliely e deu uma apertada, ela olhou para trás e sorriu sobre o ombro esquerdo. Com tal incentivo ele levou as mãos até a cintura dela e com um puxão encochou. Espiou pelo decote bem generoso e foi direto ao ponto:
– E você, princesa?
Raliely colocou a mão sobre seu pau e foi apalpando. Sem dúvidas o rapaz nunca imaginou ter uma trepada tão fácil. E não teve.
– Acho que não, querido. Eu penso grande – e deu uma apertada cruel em seus testículos.
O rapaz recuou rápido, escorou-se na parede e apertou os olhos o máximo que pode. Mas ainda assim uma lágrima escorreu do esquerdo. Sua ereção murchou e ele sussurrou algo que se perdeu no burburinho generalizado dos corredores escolares.
– Não sabe brincar não desce pro play – aconselhou Paula.
Atravessaram as altas portas, pararam um breve instante para Paula dar um beijo casto e comportadinho em seu namoradinho embora agora, encostada no muro deixou ele ficar a vontade com a sua bunda, bem a vontade diga-se de passagem, julgando pelo resgate que ela teve que fazer para tirar a calcinha do meio da bunda. Raliely ficou olhando, claro. Pode chamar de vela se quiser. As duas começaram a caminhada para casa.
– Da próxima vez faz igual.
– Eu não fico pegando no pinto dos outros.
– Verdade. Você é tão foda que vai sem as mãos. E não, não estou falando de andar de bicicleta.
– Ah, mas até parece…
– Bom, você não é a única que anda ouvindo coisas, querida. E minhas fontes são confiáveis.
Paula parecia perplexa, mas antes que perguntasse ‘quem’ sua própria memória denunciou a pessoa.
– Filho da puta! Ele falou que não ia contar pra ninguém!
– Mas você é mesmo uma menininha muito inocente, Paulinha. É claro que eles contam e pior, costumam aumentar.
Paula apertou os livros e cadernos contra o peito até se sentir protegida e confortável. Estava apreensiva de perguntar o que o infeliz havia contado. Raliely sem qualquer pudor como era seu costume, sentenciou sem misericórdia:
– Até lá – disse fazendo sinal de OK, mas com o dedo indicador todo dobrado.
– Ah, fala sério! – disse Paula revirando os olhos.
– Aaahhh, safada! – Raliely era perita em linguagem corporal das pessoas próximas.
– Para com isso! – as bochechas de Paula já estavam vermelhas – Ele aumentou.
– Com certeza. Agora deve estar assim – Raliely fez o gesto de OK novamente agora de modo tradicional, com as pontas do polegar e o indicador unidas caindo na gargalhada.
Raliely passou o braço sobre ombro de Paula, que agradeceu mentalmente, pois pelo menos assim sua amiga falaria mais baixo. Não adiantava ficar exasperada, para Raliely parecia absolutamente normal falar sobre sexo e suas mais diversas formas em voz alta no meio da rua.
– Tadinha. Doeu muito?
– É, hmmm, mais ou menos.
– Gostou né, safada!
– Não sei por quê pergunta. Até parece que nunca deu a bunda.
– Ah, mas é diferente.
– No cu dos outros é refresco, né? – replicou Paula se desvencilhando do abraço.
– Paulinha, meu amor. Olha só o tamanho da sua bunda – Raliely virou sua amiga pelos ombros deixando-a de costas para uma vitrine – Aposto que ele só conseguiu meter a metade e seu rabo amorteceu o resto. Sério, se eu tivesse a sua bunda acho só ia dar o cu!
– Raliely, tem dias que você é meio lésbica. Olha, se eu não soubesse do teu amor por pinto…
– Ajuda se eu disser que adoro essas palavras saindo dessa boquinha linda? – sussurrou Raliely.
– Não, não ajuda. Na verdade me dá medo!
Paula sabia que seu vocabulário não continha palavras como: filha da puta, porra, caralho, buceta, cu e afins antes de conhecer sua melhor amiga. Embora ficasse agradecida pelo fato, afinal dizer filha da puta em voz alta dá uma satisfação incrível e um alívio instantâneo.
– Eu trocaria o tradicional: casa, comida e roupa lavada pela sua bunda e sua boquinha suja sem pensar duas vezes.
– Sai de perto de mim, Raliely. Chega. Você está me assustando.
Mas foram mais duas quadras ouvindo esses papos. Depois da despedida quando Paula abriu o portão de casa ganhou um belo beliscão na bunda.

Raliely chegou em casa e foi direto para seu quarto. Depois que fechou a porta foi logo tirando a roupa. Descalçou seus tênis, o esquerdo ficou de ponta-cabeça. Largou os livros e cadernos no chão, tirou a calça e ajeitou a calcinha que desceu junto deixando seu reguinho de fora com uma atolada digna de nota mesmo para uma bundinha pequena como a sua.
Deitou na cama de camiseta, calcinha e meias. Rolou ficando de bruços com as coxas entreabertas. A mãozinha direita balançando fora da cama bateu na pilha de cadernos e livros. Lição de casa, tantos trabalhos e relatórios. Fazer o quê… nada. Hoje não! Era adepta da filosofia: não existem horas suficientes em um dia, mas existem dois dias antes da segunda-feira.
Não estava com cabeça para essas coisas, seu pensamento estava longe. Mais precisamente no início de sua conversa com Paula. Pegou uma régua que servia como marcador em um livro sem se preocupar em substituir com outra coisa. Fixou os olhos quase no final da régua. Começou a falar sozinha, baixinho, enquanto uma voz em sua cabeça respondia, uma mania que demonstrava quando ficava obcecada com algo:
– Vinte e oito centímetros, sei não. Depois do photoshop não boto fé em mais nada.
Mas a vozinha em sua cabeça lembrou:
… A Lisiane viu ao vivo …
– Pelo que entendi ela estava assustada. Ilusão de ótica.
… Será? …
– Lógico. Tava vendo coisas.
… Difícil seria não ver uma coisa deste tamanho …
Raliely riu, sim, seria difícil. Segurou a régua e calculou: uma, duas, três, quatro… quatro mãos e mais um pouquinho. Sentiu um friozinho na barriga. Tirou a camiseta e o sutiã, abraçou seu travesseiro e tirou um cochilo.

Acordou meio assustada no finalzinho da tarde. Girou as pernas e sentou na beira da cama. Bocejou esfregando os olhos. Levantou e espreguiçou-se ficando na pontinha dos pés, fez o resgate do fio dental que estava todo embolado no meio da bundinha. E, claro, ensopado. Se torcesse era capaz de pingar.
– Sonhando safadeza pra variar…
Tirou a calcinha e secou-se com lenços umedecidos de uma caixinha que sempre tinha ao alcance da mão para estas situações, bastante corriqueiras por sinal. Não achou nenhuma calcinha que a agradasse em sua gaveta.
– Vou sem mesmo.
Vestiu um short que iniciou sua vida como calça, agora cortado cobria a bunda e nada mais. Colocou um top vermelho evitando os sutiãs que tanto a incomodavam. Calçou os tênis sem meias mesmo, amarrou o cabelo e saiu para ir até a banca colocar crédito no celular.
Mal saiu pelo portão e já ouviu os primeiros gracejos, começando com seu vizinho sussurrando baixinho:
– Oh, mulher dos meus sonhos.
Raliely sorriu por cima do ombro sendo simpática, mas a vozinha disse para si mesma:
… Só nos seus sonhos mesmo …
Dobrando a esquina um motoqueiro sem capacete gritou:
– Gostosa!
O rapaz na garupa virou-se abruptamente fazendo a moto dar uma guinada perigosa e acrescentou, mas não para o estado do asfalto:
– Pedaço de mau caminho!
Seguindo em frente passou por três bares muito movimentados, não conseguiu entender nada naquela cacofonia caótica: música ruim tocando alto em equipamentos de qualidade duvidosa, bolas de bilhar ricocheteando, copos quebrando, bêbados batendo boca, etc. Mas se você seguisse os olhares perceberia que se concentravam em nossa protagonista, desfilando sem sutiã com os seios balançando e os mamilos durinhos.
Um operário saindo da obra com um cigarro e um sorriso lascivo nos lábios sentenciou:
– Oooh, delícia, tirava sua calcinha com os dentes.
… Tira nada, tem que ter calcinha …
Raliely sempre gostou de ouvir, desde os elogios mais inocentes até os mais obscenos. Sente-se uma princesa; não, uma rainha. Que nada, uma deusa mesmo. Modéstia é para os fracos.
Vendo ela rebolar com um shortinho bem atolado, sem calcinha, o rabo de cavalo balançando de um ombro ao outro sou obrigado a concordar com o pensamento dela.

Ao voltar foi direto tomar banho. Despiu-se lentamente na frente do espelho grande que havia no banheiro. Tirou os tênis e calçou os chinelos. Abaixou o short que ficava bem enterrado em seu bumbum que era no máximo médio, mas em compensação durinho e empinado. Tirou um fio de jeans grudado em sua virilha completamente lisinha, nem sequer aquela penugem loirinha.
Agora vamos apreciar seus atributos mais chamativos. Mas vamos devagar, pois Raliely gosta de um pouco de encenação para apimentar, principalmente sozinha gosta muito de criar climas e ficar brincando. Inclusive, chegou a enviar um vídeo seu para uma produtora pornográfica. Pesquisando um pouco descobriu tratar-se de dois charlatões e nunca respondeu os pedidos de contato. Quem sabe virar webcam girl fosse uma boa para ela.
Continuando seu showzinho virou de costas para o espelho e tirou o top devagar sentindo o tecido macio deslizar por sua pele que embora não fosse bronzeada tinha um tom natural de pêssego maduro, e bastante apetitoso. Quando a blusa saiu pela cabeça a presilha do cabelo veio junto e caiu nos azulejos quicando. Raliely agachou-se para recuperá-la e prendeu seu cabelo castanho claro, levemente ondulado que batia na metade das costas. Ela olhou sobre seu ombro, prendendo as madeixas bem alto pois hoje não iria lavar o cabelo. Com os braços suspensos e as costas nuas admirou-se, seu busto era bem grande se fosse levado em conta que ela tinha um metro e cinquenta e oito de altura. E mesmo de costas quando estava pelada podia-se ver este fato, pois as laterais dos seios apareciam criando um contraste com a cinturinha bem delineada. Levou suas mãos até eles segurando-os com carinho, virou-se de frente para o espelho massageando-os com movimentos circulares. Baixou seu rosto levando sua língua até o seio esquerdo contornando a aréola habilidosamente. Chupou o mamilo inteiro, depois engoliu ainda mais sugando com força, suspirou, beliscou os mamilos com força e deu uma chacoalhada nos peitos sem conseguir segurar um gemido alto.
Deus do céu, além do calor abafado de fim de tarde seu baixo ventre parecia estar ardendo em chamas que subiam até seu estômago.
Entrou no box e abriu o registro, deixando a temperatura entre morna e fria testando com o pesinho até ficar do seu agrado. Entrou aos poucos embaixo do chuveiro sentindo a água acariciar sua pele, principalmente seus ombros. Havia uma certa tensão neles. Andava nervosa ultimamente.
– Também, minha última foda foi dia dezoito! – falou baixinho num tom amuado – Que dia é hoje?
Ela não sabia e não fazia diferença, se não foi ontem nem um dia antes já era tempo demais.

Por volta das dez da noite Paula recebeu um sms de Raliely despertando-a de cima dos livros com o celular vibrando em cima da escrivaninha. Na verdade foi bom porque ela já estava ficando vesguinha de tanto ler e comparar notas. A mensagem apenas dizia: Logo chego =*
Paula começou a teclar para responder quando bateram em sua porta.
– Sim?
– Sou eu – respondeu Raliely testando o trinco – Tá trancada!
Paula suspirou largando o telefone.
– Chegou logo mesmo, hein?
– Vim rapidinho. Apure, Paulinha!
Paula levantou-se da cadeira e foi até a porta amarrando seu cabelo loiro prendendo bem acima da cabeça deixando o pescoço exposto. Abriu só um pouquinho para espiar e lá estava sua amiga parada no corredor com as mãos entre as pernas, pulando de um pé para o outro.
– Paulinha abre logo que eu tô quase me mijando!!!
Mal a porta foi aberta e Raliely passou rápido feito um raio, ergueu a tampa da privada com a mão direita enquanto baixava seu short com a esquerda. Sentou-se fazendo ‘plof’ e logo fazia ‘pchhsssss’.
– Quase que não dá tempo, sua malvada!
– Boa noite para você também – disse Paula trancando o quarto.
– Ah, que amor! Você percebeu que vim de pijama.
Raliely se enxugou, deu descarga e ficou na porta do banheiro com as mãozinhas para trás com uma expressão no rosto que dizia: não é bonito meu pijama?
– Pijama? Babydoll de oncinha, Raliely. Justo babydoll de oncinha?!?
– O quê que tem?
– Você mesma me disse que as meninas só usam estampa de oncinha, tigrinho, zebrinha e vaquinha porque dá um toque putinha no visual.
– Nossa, nem me liguei.
– Suponho que vai passar a noite aqui, né? – perguntou Paula olhando seus três travesseiros, ela usava todos e não emprestava.
– Você não vai me mandar embora usando babydoll de oncinha, vai?
– Ué? Você não veio assim?
– Juro que foi sem querer! E podia ser pior. Olha, tô até usando calcinha.
Raliely, sempre exagerada, abaixou o short até os joelhos e ergueu a blusa até acima do umbigo revelando um fio dental branco.
Paula curvou-se com as mãos nos joelhos, apertou os olhos.
– Hmmmmm. Sim, eu acho que vejo uma calcinha. Eu acho – e foi até sua estante.
– Ai, Paulinha, para de implicar comigo! Minha bunda é pequena, eu preciso compensar.
Paula estava vestindo uma blusa de moletom e um par de meias brancas; calcinha branca com estrelinhas azuis, bem comportadinha e confortável que só dava uma leve atoladinha pouco acima da junção das coxas com o bumbum mas marcava bem a fenda até o cofrinho; sem contar que ela ainda tinha aquelas lindas covinhas acima das nádegas. E ainda tinham os óculos. Um look tipo, nerd safadinha.
Raliely deu uma boa olhada quando Paula ficou na pontinha dos pés para alcançar a prateleira mais alta.
– Claro que, se eu tivesse a sua bunda, também usaria calcinhas mais fofas.
Paula virou a cabeça olhando para ela sobre os óculos. Colocou a ponta do indicador no aro e empurrou a armação deixando seus lindos olhos verdes centralizados atrás das lentes.
– Eu amo quando você faz isso – disse Raliely com as mãozinhas em concha entre os seios.
Paula ficou com as bochechas vermelhinhas, a direita com uma covinha quando ela pôs os lábios para dentro da boca. Paula voltou sua atenção para a estante. Talvez não fosse tarde demais.
– Que foi? – perguntou Raliely arqueando uma sobrancelha.
Droga, tarde demais.
– Nada – respondeu Paula em um tom evasivo.
– O que? Ah, fala Paulinha!
– Nada, Raliely. Nada.
– Fala. Juro que não conto pra ninguém.
– Só estava pensando no quanto você é articulada, mas deveria guardar esse tipo de comentário para os meninos.
– Ah, os meninos só querem saber de foder. E não muda de assunto. O que você está escondendo?
– Eeuuu? Eu, nada. Minha vida é um livro aberto.
– Ai, Paulinha. Desculpa, fofa – disse Raliely abraçando a amiga pelas costas na altura da cintura – Ficou magoada?
– Fiquei brava – Paula pegou um livro qualquer na estante.
– Brava é melhor que magoada – deu um beijo estalado na bochecha de Paula.
– Qual o problema, Raliely?
– Tô carente – respondeu nossa protagonista com o queixo no ombro da amiga.
Paula desvencilhou-se delicadamente do abraço, sentou na cama em cima de um travesseiro, outro apoiado na cabeceira, esticou as pernas com o terceiro sob os joelhos e cruzou os tornozelos. Raliely deitou atravessada na cama com a cabeça no colo dela, virou-se de bruços balançando os pesinhos olhando para a amiga com uma carinha de cachorro que caiu da mudança.
Paula suspirou, fechou o livro com um estalo e colocou-o no criado-mudo ao lado do abajur. Com uma mão afastou uma mecha do cabelo de Raliely para trás da orelha em um gesto quase maternal. Raliely sorriu, fechou os olhos e pensou: Paulinha é tão fofa!
– Não, Raliely. Você não está carente. Você está com coceira no rabo.
– Ai, Paula. Como é que justo uma pessoa tão fofa quanto você consegue cagar num momento best friends forever tão lindo…
Paula colocou o indicador nos lábios de sua amiga.
– Co-cei-ra-no-ra-bo – Paula disse devagar, como se estivesse explicando para uma criança teimosa – Uma coceirinha bem lá no fundo que você não consegue alcançar por mais que tente.
Raliely riu, escondendo o rosto com as mãos.
– Olha pra mim. Não é isso?
Raliely espiou entre os dedos, mordendo os lábios e balançou afirmativamente a cabeça.
– É uma coceirinha que nem você nem os outros conseguem coçar. Porque se fosse o caso não era na minha cama que você estaria, mocinha. A sua coceira é bem lá no fundo, quase no útero. E embora eu ache que isso pode ser até perigoso, fisicamente falando, você quer que cocem e maldita seja a hora que eu te contei. Eu já devia desconfiar.
– Por falar nisso. Como ficou sabendo?
– Esse cara serviu o exército com meu irmão e o Fillipe – explicou Paula, citando o nome do seu namorado. Aquele que a encochou no início da narrativa. Lembra?
– No quartel eles ficam um olhando pro pau do outro?
– E eu lá vou saber, Raliely?!? Bom, deve ser inevitável. Eu acho que olham – as duas riram – Mas então, antes deles incorporarem fazem inspeções médicas lá e tal. Ficam lá pelados para o doutor avaliar.
– Um perito em pinto? Como faz para entrar pro corpo de oficiais do exército?
– Você quer que eu conte ou não?
– Quero. Só fiquei curiosa.
Raliely ficou quietinha, pois sabia que quando Paula começa a repetir demais o ‘lá’ é porque está começando a perder a paciência.
– Certo – Paula pensou um pouco e retomou – Antes de entrarem e ficarem lá pelados, um dos superiores implicou com esse cara e como eles não sabem os nomes apelidou ele de Gestapo.
– Por que Gestapo?
– Porque esse menino é um baita de um loirão que chegou de sobretudo preto de couro, com um boné meio que cobrindo os olhos parecendo um quepe, com cara de mau fumando um cigarro.
– Uau, que sexy! Tá, parei, pode falar.
– Quando ficaram pelados lá esse cara, que implicou com ele disse: ah, vá bater em cavalo! É um termo de caserna que significa: cara, você é foda. E foi assim. Ah, depois que entraram os meninos mais novos foi criada uma piada interna, alguém falou: se vocês não se portarem como militares exemplares, o Gestapo vai dar um jeito em vocês. É um puta de um alemãozão malvado pra diabo que vai bater em vocês com um pau de vinte e oito e oito centímetros até ficarem de perna mole. Algum espertinho deu risada, chamaram o cara e ele abaixou as calças na frente deles. E funcionou, pois naquele ano os milicos ficaram bem comportadinhos. Lembra que nem rolou porrada no carnaval?
– Pior que é verdade.
– E olha que é quase um compromisso religioso para os milicos se arrebentarem com o pessoal da faculdade. A ameaça deu certo, mas…
– Masss…
– Mas você, mocinha… eu aposto que teria sido uma menina muito, muito, muito má.
Paula girou as pernas para fora da cama, pegou uma calça de moletom da cômoda e foi para o banheiro se vestir. Sabe deus por quê, fechou a porta. Saiu do quarto sem falar nada, deixando Raliely sozinha esparramada na cama.
Primeiro Paula foi até a cozinha, depois bateu na porta do quarto de seu irmão gêmeo, falou algo e ele resmungou, ela repetiu e ele saiu pelo corredor pisando duro. Raliely achou que ouviu ele dizer ‘credo’. Ele voltou para o quarto e Paula ralhou com ele, de novo. E desta vez Raliely escutou o menino dizer:
– Por que todo mundo briga comigo?!?
– Porque você é um pentelho, Pedro.
Paula voltou para o quarto, fechou e trancou a porta. Tirou uma tirinha de papel do cós da calça e entregou para Raliely. Estava escrito com caprichada caligrafia feminina: GESTAPO 95 16 46 89. Raliely olhou para Paula, olhou para o papel, olhou para Paula. Olhou para o papel, de novo, como se quisesse se certificar que era mesmo aquilo que estava escrito.
Era, sim.
– Paula, você não pediu o número dele pra seu irmão, né? – perguntou em um tom cauteloso.
– Claro que não, Raliely! Você inventa cada uma. Espera, não acredito?!? Você tá com vergonha?
– Mas como… – começou Raliely, Paula levantou a mão interrompendo.
– Eu sei que os caras lá desenvolvem uma amizade e normalmente continuam mantendo contato. Foi um palpite que acertei, o Pedro tem o número dele como você pode ver. Só faltava um motivo para eu ir olhar, por isso fui até a cozinha beber água…
Raliely apontou a garrafinha de água sobre a escrivaninha, ainda meio desconfiada. Paula explicou:
– Se eu fosse lá direto lembrar que a louça é dele essa semana sem ir lá olhar antes ele acharia estranho. Tomei água, aproveitei e rasguei uma tirinha de guardanapo já que esqueci de pegar aqui e ele perceberia se eu pegasse lá. Dei uma olhada no celular dele, achei o número e anotei – Paula deu de ombros – Simples.
– Simples coisa nenhuma, Paula. Você é uma diabinha! Eu que não quero te enfrentar no tribunal depois que você se formar.
– Só demorei porquê queria ter certeza de que não seria pega bisbilhotando.
Paula foi até a escrivaninha beber água. Estava com a boca seca por falar rápido demais, outro sinal que denunciava sua mudança de humor. Mais calma ela perguntou:
– Você ia mesmo ficar envergonhada se eu pedisse para ele?
– Claro que ia, Paula! – Raliely desceu da cama e sentou no carpete – Eu só não tenho vergonha quando sou eu quem começo ou quando estou preparada. E também ia ser foda pedir o número do amigo pauzudo dele. Tadinho do Pedro.
– O Pedro é um pentelho – disse Paula colocando um ponto final.
– E não muda o fato que eu não posso simplesmente ligar para ele e… – Raliely ergueu os olhos do papel e não gostou do que viu – Paula?

Paula estava parada, curvada com as mãos espalmadas sobre a escrivaninha olhando severamente. E mesmo de pijama parecia uma juíza, pronta para aplicar a pior pena possível. Sua sombra projetava-se sobre Raliely. Pronto, foi a gota d’água, perdeu a paciência.
– Por que não? – perguntou Paula friamente concedendo o direito de apelação.
Como ela é bem branquinha, a veia em sua têmpora ficou saliente, pulsava bombeando tanto ódio para sua cabeçinha que transbordava, deixando-a com sangue nos olhos. Fodeu, Paula ficou puta.
– Meu amor – Raliely começou carinhosa tentando soar razoável – Pensa comigo: menina descobre que menino tem o pau grande, descola o contato e vai dar pra ele. Bem Bukowski uma estória dessas.
Paula abriu e remexeu a gaveta de cima, pegou algo. Raliely pensou: mas que porra ela… Paula tinha alguma coisa longa e metálica em sua mão direita, algo que reluzia com um brilho bárbaro. Ela contornou a escrivaninha, mas antes que chegasse até seu alvo Raliely levantando ligeiro pulou para o outro lado da cama. Antes que Paula desse a volta na cama Raliely pulou para o outro lado de novo. Paula sorriu, fez de propósito só para tirar a chave da porta. Paula é esperta e não gosta de pontas soltas. Raliely olhou para o banheiro.
– Se me fizer correr atrás de você vai ser pior quando eu te pegar – disse Paula apontando, e graças a deus, era só uma régua.
– Paulinha, para. Você tá me assustando!
– Você tem medo, mas não tem vergonha. Deita, agora – disse apontando a cama com a régua.
Sem opção Raliely com cara de choro agarrou um travesseiro como escudo e foi ajoelhando na cama. Paula fez um gesto brusco e ela soltou o travesseiro que sua amiga logo puxou tirando do alcance dela. Raliely não arriscou pegar outro, calculou mentalmente o braço de Paula mais o comprimento da régua e não parecia seguro. Seria entregar a mão à palmatória, literalmente. Raliely deitou se esticando, tremendo.
– Deita direito! – disse Paula ajoelhando-se na cama – Abre as pernas, não banque a virgenzinha comigo.
Ela abriu um pouquinho as pernas, e fechou os olhos. Seja o que deus quiser. Ou o diabo! Porque Paula parecia possuída.
Sentiu Paula movendo-se na cama e arriscou abrir o olho esquerdo.
– Não é uma coisa, quase, deste tamanho que você quer? – perguntou Paula sacudindo a régua que fazia ‘fuip, fuip, fuip’ no ar – Não é? Agora você vai ver como é.
Paula segurou a régua entre os dentes e prendeu o cabelo que havia se soltado com tanta comoção. Ainda com a régua na boca, colocou suas mãos nos joelhos de Raliely e forçou fazendo-a abrir as pernas de verdade. Tirando suas pernas que estavam arreganhadas, Raliely estava toda encolhida, com as mãos em concha sobre a boca.
– Não se encolha! – disse Paula sacudindo a régua perigosamente perto do rosto da amiga – E pare de se piscar! Foi você quem pediu!
Segurando a régua como um falo falso ela disse:
– É aqui que você quer que ele enfie – bateu com a ponta da régua não acertando em cheio, mas também não errando de todo aquele ponto super sensível – E vai enfiando até, olha só, passa da porra do seu umbigo e vai até… até… até sair pela boca!
Paula riu sacudindo a cabeça pois era exagero e também fisicamente impossível. Mas o sorriso era um bom sinal, estava recuperando seu humor.
– Mas para você nunca é o suficiente – disse Paula montando sobre o estômago de Raliely, uma perna de cada lado do corpo dela. Conduziu sua régua/rola por baixo da blusa do baby doll.
… Uiii! Que coisa gelada! Me deus, não vai rir …
– Depois vai querer que ele esfregue o cacete no meio dessas tetas – pegou Raliely pelos punhos tirando suas mãos da boca e levando aos seios – Assim, bolinando seus peitos com o pau no meio e a cabeça entrando na sua boca! E você, sua putinha gulosa, vai querer chupar inteiro, até o talo, até as bolas! E como você não dá ponto sem nó, depois que estiver bem babado…
Paula saiu de cima de Raliely e fez ela rolar ficando de bruços e de repente, pegou-a pelo quadril e puxou para cima com força, igual um macho faria deixando-a de quatro!
– Para fechar com chave de ouro, vai ficar de quatro e pedir para meter no teu cu!
E embora tenha demorado, claro que, ‘pá!’ Paula deu uma reguada ardida na bunda de Raliely que deixou um gritinho de surpresa escapar antes de tapar a boca com as mãos, espantada.
Paula sentou-se com as costas na cabeceira da cama e esticou as pernas e Raliely a imitou, mas abraçando os joelhos em posição fetal.
– Perdão, pronto, passou – disse Paula tranquila.
– Paulinha do céu, pensei que era uma faca. Quase me mijei de medo!
– Ssshhh – Paula colocou o braço sobre os ombros de Raliely e puxou-a para perto, sussurrou em sua orelha – Já passou. Às vezes vocês me tiram do sério.
– Poxa, quando você perde a calma…
– Calma de cu é rola. E você não vai se acalmar até ter uma em especial, enfiada no seu.
Paula foi até a escrivaninha e sentou-se olhando para o teto, tamborilando os dedos. Raliely só saiu da cama quando ela guardou a régua, ficou fazendo beicinho esfregando o traseiro.
– Vem aqui. Deixa eu ver se machucou.
Raliely foi, ficou de costas e, só para variar, abaixou tudo até os joelhos. Uma listra vermelhinha cruzava suas nádegas.
– É, ficou marcada – disse Paula passando o polegar ao longo da lista – Quando casar sara – ergueu o short dela com calcinha e tudo até a altura das costelas com um puxão. Raliely gemeu em protesto, ou talvez outra coisa – Para de ser exagerada!
Segurando o short puxou-a para seu colo. Raliely abraçou-a agradecida com o conforto, carinho e compreensão. Apesar de tudo Paula é um amor.
– Agora cama, mocinha – disse Paula olhando o celular.
Apesar de estar um pouco cedo para Raliely, ela foi. Paula foi escovar os dentes e quando voltou sua amiga já estava deitada, parecia pensativa segurando a tirinha de papel amarrotada sobre os lábios.
– Devolve – pediu Paula estendendo a mão.
Raliely apertou o papel fechando o punho e tirando-o do alcance de Paula que apenas suspirou como quem ficou de babá cuidando de uma criança mal criada. Apagou a luz, deitou de bruços e acendeu o abajur. Raliely estava com o papel sobre os lábios de novo, Paula deu um tapinha na mão dela.
– Para de cheirar isso, menina!
– Só por quê você guardou lá? – perguntou virando de ladinho com o cotovelo apoiado no colchão.
– É.
– Falando nisso, agora que eu descobri porque você fechou a porta para vestir a calça. Você tirou a calcinha, não vejo a marca do elástico e deveria aparecer porque esse pijama está ficando pequeno para você. Sério que você dorme sem calcinha?
– Durmo – respondeu Paula dando de ombros – Mas não é por safadeza. É porque faz bem para a periquita dormir mais arejada. E por falar em dormir já passou da hora.
Paula deu um beijo na testa de Raliely entre as sobrancelhas.
– Vou pensar em um jeito de vocês se encontrarem.
Raliely abriu um sorriso enorme.
– Viu? Você só está com coceira no rabo – Paula pegou o travesseiro de Raliely, virou-se de costas para ela, abraçou este e tirou um dos dois sob sua cabeça colocando-o entre as coxas – Carente tô eu.
Paula apagou o abajur e antes de encostar a cabeça no travesseiro sentiu o braço de Raliely passando por baixo do seu pescoço, abraçando-a de conchinha bem apertado. Paula deu uma reboladinha se aconchegando e colocou os pesinhos ainda de meias entre os tornozelos de Raliely.
– Ai que gostoso! – exclamou Raliely.
– Uhum – concordou Paula toda dengosa.
– Foi assim que ele comeu teu cuzinho? – arriscou Raliely.
– Foi sim.
– Hmmmm! Parece muito bom.
– É sim. Qualquer dia você tenta.
– Sério que você me empresta o Fillipe?
Paula balbuciou algo e Raliely perguntou de novo. Paula repetiu e desta vez se entendeu menos ainda. Logo ela estava com a respiração ressonando, pegou fácil no sono. Raliely também não demorou muito.

Raliely foi lentamente despertando durante a madrugada com um pensamento permanente: meu braço tá me matando! Voltando do mundo dos sonhos notou que as coisas estavam estranhas: era uma cama de casal, estava abraçada com alguém e essa pessoa estava gemendo.
… Ah, meu deus!!! Aconteceu de novo!!! Não, espera …
Era ela quem estava abraçando a pessoa, ambas ainda estavam vestidas e esse cheirinho gostoso e familiar era… sim, cabelo da Paulinha.
… Ufa! …
Menos mal, mas em nada mudava o fato que estava com o braço dolorido, pra caralho. Foi puxando o braço devagar e Paula se encolheu, gemendo baixinho agarrada ao travesseiro.
– Ssshhh! Pesadelo Paulinha?
– Devagarinho…
– Tá tudo bem. Já passou, viu?
– Passou só a cabeça…
– Que?!? – perguntou Raliely francamente espantada – Que foi?
– Devagarinho! Devagar pode. Ai, no cuzinho dói! Hmmm…
… Pesadelo porra nenhuma! Essa safada tá sonhando sacanagem! …
Sim, sonhando sacanagem da grossa ainda por cima. Quem diria? Raliely reprimiu uma risada com a mão sobre a boca, mas não pode segurar a interjeição de surpresa quando Paulinha cravou os dentes no bíceps dela.
… Puta-que-pariu-ela-te-mordeu!!! …
Na verdade ainda estava mordendo.
– Aaaiii, Paulinha, Paulinha, Paulinha!!! – protestou Raliely.
– Eu te avisei pra ir devagar… – respondeu Paula com uma malícia divertida.
Falava muito calma, mas com os dentes ainda cerrados na carne da amiga. Como um bebê que morde o peito da mãe e depois ri com gosto como se estivesse desafiando: vai, me chama de filho da puta!!! Ha ha ha! Isso seria do caralho!
Raliely relaxou o abraço ao redor do pescoço de Paula que por sua vez relaxou a mandíbula. Esticando o braço Raliely acendeu o abajur, não sem antes derrubar o livro que havia sido deixado lá. Paula sempre teve o sono pesado e nem sequer apertou as pálpebras. Parecia concentrada em umedecer os lábios e se esfregar, rebolando libidinosamente contra o corpo de sua amiga que a segurou delicadamente pelo quadril. Erguendo a cabeça até ficar de bochecha colada com Paula ela examinou seu braço, havia marquinhas de dentes em formato oval. Como risquinhos vermelhos pré-operatórios de uma cirurgia a ser realizada. E se, talvez, ela tivesse mordido mais forte, acabassem sendo isso mesmo. Já era a segunda vez que Paula a machucava em uma só noite. Porra de melhor amiga é o caralho!
… Você bem que podia se vingar dessa viadinha, né …
Sim, podia mesmo. Raliely começou a tatear a cama procurando o celular, mas quando moveu seu braço que estava sob Paula, ela avisou ameaçadoramente:
– Devagar, Fillipe!!!
Raliely arregalou os olhos. Mas nem fodendo que queria ser mordida outra vez. Minuciosamente mergulhou seu nariz nas madeixas loiras de Paula, suspirou:
– Tão cheirosa.
Paula gemeu se derretendo.
… É uma pista. É assim que ela gosta …
Sim. Sussurrando em seu ouvido, Raliely conseguiu deixá-la bem relaxada enquanto procurava o telefone entre os cobertores e lençóis. Quando encontrou ligou a câmera e enquadrou as duas, segurando-se para não rir. Paula gemia e teve um arrepio, tremeu deliciosamente, suspirou satisfeita, mas continuou rebolando. Raliely disse em sua orelha:
– Tá gostoso, safada?
– Uhummm, é bom. Ai! Devagarinho, amor…
– Assim? Assim que você gosta, minha putinha?
Bem devagarinho Raliely começou a menear seu quadril.
– Uhum, assim que eu gooossstooo…
– Onde que eu tô metendo? Fala pra mim, sua safada.
– No meu cuzinho – sussurrou Paula meio desconfiada – Comendo meu cuzinho, comendo gostoso, devagaaar…
– Tô cuidando bem dessa bundinha linda? Tá doendo?
– Dói. Mas é gostoso, é bom no cuzinhooo…
– Falei que você ia gostar de tomar no cuzinho.
– É gostoso tomar no cuzinho, é muito gostoso…
Pronto, já estava bom. Mas quando Raliely se afastou um pouquinho Paula levou a mão na bunda dela puxando-a para bem perto.
– Não-não-não, não tira, não tira! Quero mais, quero mais no cuzinho, amor…
… Eita, porra! Ela curtiu mesmo, hein …
Com certeza curtiu. Sexo anal pode ser muito prazeroso quando você acerta o parceiro e Paula e Fillipe simplesmente nasceram um para o outro. Mas chega de abusar da coitada. Raliely deu um beijo na bochecha da amiga e uma piscadinha para a câmera. Salvou o vídeo e largou o telefone. Usando o braço direito para ludibriar Paula com carinhos conseguiu puxar o esquerdo debaixo dela antes que atrofiasse deixando-a parecida com um dinossauro. Voltou ao abraço bem apertado, Paula gemeu por mais alguns minutos antes de ficar quietinha.

O fim de semana seguinte seria um feriado prolongado e Paula conseguiu um encontro para os dois. Bom, não só para os dois como Raliely descobriu:
– Vai quem?!?
– O Fillipe e eu. O Pedro e a Lisiane. O Hugo e você.
– Por que tanta gente? E ela, vai por quê?
– Porquê ela está de esquema com o Pedro. Está com medo de competição?
– Não, medo não. Como você arranjou isso?
– O Fillipe está de castigo por espalhar informações sobre nossa vida sexual então, só faltou descobrir quando eles se encontrariam e pedir algo para ele. E, olha só que coincidência, chamei ele para tomar sorvete bem no dia da tal reunião.
– Tomar sorvete? – perguntou Raliely rindo.
– Qual o problema??? Eu gosto de sorvete.
– Sim, sim. Eu também gosto. Só que não me parece exatamente algo que poderia levar as pessoas a irem pra cama.
– Raliely, fui eu quem bolei o estratagema, sendo assim, nada mais normal do que tomar sorvete. Se eu chamasse vocês para beber chopp em metro em uma casa de swing soaria estranho.
– Sim seria, sim. Um dia você chega lá – disse Raliely descartando o assunto com um gesto como quem enxota uma mosca – Não estou criticando, fofa. Na verdade é perfeito, Paulinha. Se ele é da Gestapo, você é da CIA ou do FBI. Talvez KGB. Não, Interpol! Da porra do MI 6!!!
– Não puxe meu saco, Raliely.
– Sério, você tem pinta de espiã inglesa.
– Desde quando você estuda tanto em matéria de História?
– Ah, História é sexy! Tem tantas figuras fascinantes. Como… Calígula?
– Calígula era o maior filho da puta, isso sim. Mas até faz sentido. Calígula, Gestapo e afins. Você curte os malvados, não?
– Paulinha, eu curto muita coisa. Até sorvete.
– Eu sei o sorvete que você curte. Um ituzão, com duas bolas e babando cobertura de creme. Só falta a cereja no topo.
– Dependendo da cor da cabeça não vai faltar nem isso…

Na sexta à tarde Paula e Fillipe chegaram primeiro com Pedro a tiracolo. Lisiane chegou pouco depois e logo agarrou Pedro. Você não pode dar espaço para pentelhos e seus monólogos, sendo assim mais se agarraram do que tomaram sorvete.
Raliely não demorou, pelo menos não muito.
Atrapalhou-se na escolha das roupas, seus três primeiros looks simplesmente ficaram muito biscate. Talvez ótimos para a balada, mas não para tomar sorvete. Por fim contentou-se com uma calça jeans, sandálias de salto médio e uma bata; não como artifício para esconder a barriga mas para disfarçar a falta dela, falta que apenas ela sentia. Até que estaria bem comportadinha, não fossem seus seios compensando no decote despudorado. Foi sem sutiã, lógico.
Raliely cumprimentou todo mundo com um abraço e um beijinho na bochecha. Instintivamente prestou atenção no visual das meninas.
Paula como sempre, vestida sobriamente: calça, camiseta e tênis.
… Nunca vi! Filha da puta fica gostosa até num saco de batatas …
Lisiane estava com um vestido que só ficava um pouquinho justo por seu corpo ser voluptuoso, mas para os padrões de Raliely era longo: um palmo acima dos joelhos. E aquela vozinha na cabeça dela em alerta admitiu amargamente:
… Tudo no lugar, mas puta que pariu que pernas! Ei, vamos treinar vôlei …
O cabelo longo de Lisiane, muito bem cuidado em uma trança descia até a altura da cintura. A rasteirinha que completava o visual revelava pesinhos delicados, branquinhos e macios.
… Não, não, não e não!!! Desde quando atletas tem pés de princesa?!? …
Os pensamentos de protesto foram interrompidos pelo som de um carro verde-oliva terrivelmente barulhento, não por velhice e problemas, mas por potência. E quem desceu também transmitia tal tendência. Como mal havia visto sequer visto uma foto dele Raliely analisou atentamente:
Hugo tinha no mínimo um metro e noventa de altura e não era esquálido, longe disso; parecia forte e robusto, mas nada muito exagerado.
… Ótimo!!! Os bombados são outros pentelhos que só falam de academia …
Apesar de loiro estava bem bronzeado, com uma aparência saudável. Usava óculos escuros e tinha uma cicatriz no lado esquerdo do queixo. Não tinha cara de brutamontes nem tampouco era lindo de morrer. Era, no máximo e com muito boa vontade, bonitinho.
… Melhor ainda!!! Menino muito bem cuidado normalmente gosta da mesma fruta que nós …
Andava e movia-se de uma maneira lenta e calculada, porém decidida. Sem exageros, super-seguro consigo mesmo. Acrescente algo de selvagem e misterioso.
Ele se aproximava e quanto mais perto chegava mais chamava atenção aquela parte tão falada de sua anatomia. Raliely não tinha como saber se eram mesmo vinte e oito centímetros antes de ver em ação, mas pelo modo que balançava nas calças quase na metade da coxa direita parecia um prato bem apetitoso.
… Aposto que ele usa calças folgadas para dar esse efeito …
E funcionou cem por cento. Raliely já sentia seus mamilos rijos, a boca cheia d’água e, lá embaixo, entre as pernas também.
Hugo começou cumprimentando ela que conseguiu dar dois beijinhos e dizer um ‘oi’ meio acanhado.
… Afff!!! Oi e dois beijinhos?!? Não vá me foder com tudo!!! Não deste jeito …
Ele terminou os cumprimentos em Paula enquanto Raliely sentia-se uma completa babaca. Mas fazer o quê? Não podia pegar no pinto dele em praça pública. Ou podia? Sim, claro que poderia fazer isso, de novo. O problema é que não estavam sozinhos. Enquanto ela remoía suas dúvidas, perdida nos próprios pensamentos a sombra de Hugo caiu sobre ela que olhou para cima.
– Você ainda não ganhou sorvete – observou Hugo.
– Eu… é que eu acabei de chegar – ele ofereceu o braço, ela enganchou-se – Obrigada!
– Hugo Grafman – apresentou-se, e então acrescentou com certo pesar – Pena. E você se chama?
– Raliely.
– Muito bonito.
– Você acha? Pra mim parece nome de guerra de traveco.
– Eu gosto. Digo, do seu nome.
Adentraram a sorveteria e foram olhar os sabores. Uma funcionária veio da cozinha com cara de mau humor:
– Pois não – perguntou com aquele tom falso-frio-feliz das vendedoras, deu uma boa olhada em Hugo e sorriu solícita – O que deseja?
… O que deseja? No singular, piranha?!? Tá me vendo aqui não …
Não, não estava. Olhava para Hugo daquele jeito: cara, caralho, cara, caralho… caralho, CARALHO!!!
Raliely entrou na frente de Hugo e sua bundinha tocou a coxa dele que a abraçou passando o braço ao redor do pescoço dela.
… Ficou claro agora?!? Qué-tirá-o-zóio-do-meu-macho …
A garçonete na defensiva deu um sorrisinho cínico.
– Esse – apontou Raliely – Não, espera! – disse curvando-se sobre o balcão, ao mesmo tempo que movia-se olhando o cardápio sentia o volume esfregando na polpa de seu traseiro, habilidosamente fez ele deslizar para o meio da bunda e Hugo apertou de leve o ombro dela – Pode ser esse mesmo.
– E pra você? – perguntou para Hugo.
– Café.
– Eu sinto muito. Não temos de café…
Hugo apontou para a máquina de expresso.
– Oh, sim, desculpe. Já vou levar pra você.
– Nós esperamos – Raliely enfatizou o ‘nós’ sustentando o olhar da garçonete durante alguns segundos.
Ela inclinou a cabeça e ficou na pontinha dos pés para beijar Hugo. E virando-se aos poucos se esfregando para ficar de frente para ele. Pelos movimentos do queixo e das bochechas dela podia-se imaginar a intensidade do trabalho de sua língua. Ela afagou o rosto dele sentindo a barba por fazer roçando na palma da mão em uma cosquinha gostosa. Desceu acariciando o pescoço dele, o peito, a barriga, o…
Hugo segurou sua mão rindo, deu um selinho e sussurrou na orelha dela:
– Melhor parar por aqui ou vou acabar preso por assédio sexual.
– Gosto de viver perigosamente – ela murmurou maliciosamente.
– Vou me lembrar disso.
Raliely abraçou-o pela cintura repousando o rosto no peito e sentindo o membro dele contra o corpo dela. Mentalmente ela agradeceu o fato de que na horizontal todo mundo é da mesma altura.
Pegaram seus respectivos pedidos e saíram. Raliely deu uma piscadinha para Paula lambendo obscenamente seu sorvete enquanto passaram pela turma. Sim, pois ela conduziu Hugo puxando-o pelo braço para um ponto mais isolado da praça. Ao passar por Pedro e Lisiane os lábios dela expressavam um misto entre um sorriso de triunfo e um biquinho de desprezo, aproveitando a confiança irrevogavelmente restabelecida colocou a mão no bolso traseiro de Hugo que passou o braço pelos ombros dela. Raliely nunca esteve tão radiante.
– Você acha que eles… – começou Pedro.
– Oh, eles vão se dar muito bem. Não se preocupe – observou Paula – Não seja pentelho, Pedro! Você não tem mais o que fazer, não?

Raliely e Hugo sentaram-se em um dos bancos com um emaranhado de rabiscos: declarações de amor, ameaças de morte, insultos a ex-namoradas, gracejos e piadinhas, números de telefone, demonstrações de racismo e homofobia. Cenário ideal para um romance de literatura marginal.
– Você é sempre tão sério assim? Tão, misterioso?
– Não, não. Há quem diga, inclusive, que sou bastante cara de pau.
– Devem ser os óculos – observou Raliely lambendo seu sorvete.
Hugo riu e por pouco não tossiu, cuspindo seu café.
– Que foi?
– Nada não. Só uma coisa que me passou pela cabeça.
– Fala.
– Ahn… É que peitões são como o Sol, se olhar diretamente por muito tempo podem lhe causar problemas. Mas coloque óculos escuros e pode apreciar a vontade.
Raliely riu, não esperava uma dessas.
… Ah, tá! Como não, menina? Não é você quem tá com metade das tetas de fora?!? …
– Eu não vou te causar problemas, prometo.
– Já está causando…
Raliely espiou. Ela nunca necessitou de óculos escuros para apreciar o que queria. Ela não chamaria de ‘problema’ mas entendia o dilema de Hugo, para ajudá-lo sentou no seu colo e pôs o braço ao redor do pescoço dele, puxando-o mais pertinho. Ela sentiu o problema ficando maior.
– Você é muito gostoso.
– São seus seios.
– Não seriam os olhos?
– Não acho, não. São seus peitos.
Hugo usou o indicador para deslizar os óculos para baixo e depois deu uma puxadinha no decote de Raliely. Ela mordeu os lábios ao sentir a respiração dele em seu busto. Ele nem piscava. Só depois de um bom minuto é que ele a olhou nos olhos, sorrindo disse:
– Sim, são seus seios. Com certeza – ele afastou uma mecha de cabelo dela do rosto – Mas seus olhos são muito bonitos também.
Eles iniciaram outro beijo enquanto Hugo acariciava a barriguinha dela e sentia o peso dos peitos dela, ele suspirou:
– Oh, cara. Precisamos ir logo, delícia.
– Vamos sim. Assim que você se recompor.
O sorvete de Raliely começou a derreter e ela foi lambendo e chupando os dedos, limpando o creme que escorria enquanto ele olhava de boca aberta.
– Assim vai demorar demais ainda…
Ele a tirou do colo e Raliely viu o pau dele de relance com o canto dos olhos quando Hugo puxou para fora deixando contra a barriga. Ajeitou a camiseta escondendo o melhor que pode. Pelo tamanho do instrumento até que seu trabalho foi razoável.
Pronto, nossa protagonista agora sabia que os dois queriam a mesma coisa.
Sim, eu sei. Nada muito romântico. Mas… Bem-vindos, meninos e meninas, ao mundo real. Agora querem fazer o favor de parar de se preocuparem com amenidades e se divertirem, porra?!?
Voltaram dar tchau para a galera. Lisiane e Pedro aproveitaram uma carona até a casa dele.
Paula e Fillipe ficaram, apesar dos protestos do último. Quando os outros partiram disse, amuado:
– Poderíamos ter ido junto se fossemos apertados no carro.
– Eu não tenho a mínima intenção de voltar para casa e ouvir a sinfonia de amor do meu irmão.
Levantaram da mesa para dar uma volta e Fillipe notou que a garçonete estava de olho neles.
– Filhos da puta… não pagaram a conta!
– E tem mais, mocinho: você continua de castigo.
– Mas que mundo de merda…
– O mundo é o que fazemos dele, querido.
– Porra, Paula…

Partiram logo com Hugo dirigindo, é óbvio, e Raliely no assento do carona. Lisiane e Pedro foram no banco de trás e ela se enroscou nele assim que embarcaram, talvez para não dar chance para ele começar a falar. Pelos movimentos lentos dos queixos e os suspiros de Lisiane parece que além de falar demais Pedro também beijava muito bem. Ele pousou um tanto timidamente a mão no joelho dela que abriu bem as pernas colocando a coxa esquerda, e que coxa, sobre o colo dele. Ele seguiu alisando com a palma da cintura até o joelho dela e então subiu acariciando pela parte interna da coxa por baixo do vestido. Deu umas apalpadas com a mão em concha sobre a calcinha. Lisiane inclinou a cabeça para trás, Pedro passou para o pescoço dela beijando e chupando de leve com estalinhos molhados, uma mordidinha na orelha dela enquanto a mão repetia o processo na outra perna.
Raliely reparou que Lisiane esboçava um sorriso.
… Admita, vocês tem algo em comum: ela também sabe o que quer …
A batalha já estava ganha, todo mundo teria o que quisesse. Menos Fillipe. Tadinho!
Raliely ia apalpando a perna de Hugo e em cada sinal vermelho no meio de um beijo ardente deslizava a mão em outra coisa.
Quando chegaram na frente da casa de Pedro ele já estava tão empolgado que apesar de ser muito educado saiu sem dizer tchau. Lisiane, pelo contrário, enfiou-se pela janela do passageiro para despedir-se de Hugo e agradecer pela carona.
Pela cara de Pedro olhado-a por trás, de vestido e bem empinada teriam uma ótima tarde também.
… Sem dúvidas deve ter uma bela de uma bunda coroando aquelas pernas …
Lisiane também despediu-se de Raliely dando-lhe um beijo na bochecha. Na verdade quase no cantinho dos lábios e murmurou ‘boa sorte’ e soou muito sincera.
Mais alguns minutos e chegaram na casa de Hugo que a pegou pela mão conduzindo-a por um corredor. Uma mulher, provavelmente mãe dele julgando pela aparência, estava na janela da cozinha enxugando as mãos no avental e disse:
– Boa tarde.
Raliely respondeu e não ficou magoada com a expressão facial dela que dizia: oh, deus, outra!
Contornaram a casa e foram até um quarto separado nos fundos do terreno. Eles entraram e depois que Hugo trancou a porta com a chave Raliely deixou de ser conduzida para assumir o próprio papel, de protagonista que era seu por direito.

Agora, no controle da situação, Raliely parou de agir como uma adolescente que nunca havia visto uma pica na vida. Claro que ela estava com ele exatamente por isso, mas teriam a tarde toda. Sendo assim teria tempo para apreciá-lo por inteiro.
Raliely abraçou-o pelas costas colocando suas mãos por dentro da camiseta dele sentindo as linhas do abdômen. Não era nada exagerado, mas sem dúvidas ele estava em excelente forma física. Ela deu uma mordidinha nas costas dele e virou-o para ela, puxou a camiseta até o peito, ele levantou os braços e terminou de tirá-la sozinho. Raliely correu as palmas das mãos pelo peito dele.
… Oooh, meu deus! Nenhum pelinho sequer …
Ela pegou a mão dele e o conduziu até os pés da cama de casal que era a única mobília no quarto. Olhando nos olhos verdes dele desafivelou o cinto e soltou o botão das calças. Hugo sentou-se e Raliely livrou-se logo de seus tênis e meias. Homem pelado de meias é algo simplesmente brochante! Seguiu abaixando a calça e a cueca, tudo de uma vez só. Teve que puxar até a metade das coxas dele para poder livrar o pau que pulou no ar quase golpeando o queixo dela. Enorme era eufemismo.
… Ele ainda raspa tudinho …
Mas neste caso não era para dar a impressão de ser maior.
Raliely se livrou de suas calças sem tirar as sandálias e sem se atrapalhar, sinal que estava concentrada. As meninas podem transar de salto, dá uma pinta de atriz pornô. Ela usava uma calcinha fio dental preta que mal cobria, os lábios da vagina, com lacinhos nas virilhas e atrás um pequeno triângulo de metal onde as três tiras de tecido se uniam.
Ela ajoelhou-se sobre a cama com uma perna de cada lado do corpo do parceiro e caíram deitados em um beijo quente e molhado. Hugo espremia Raliely em um abraço bem apertado, sentindo os seios dela pressionados em seu peito. Abraçava-a tão forte e com tanto tesão que quase a deixava sem ar. E Raliely precisaria de fôlego para outras coisas.
Ela diminuiu o ritmo do beijo e lambeu a cicatriz que Hugo tinha no queixo, desceu chupando o pescoço e mais abaixo beijando o tórax, podia sentir o pau dele pulsando entre os corpos dos dois. Quando começou a beijar a barriga dele sentiu a glande molhadinha entrando na fenda dos seios. Por acidente, ou não, o pau acabou deslizando para dentro da bata dela.
… Paulinha deu uma ótima ideia, lembra?!? …
E como poderia esquecer? Raliely era perita em boquete e amava uma boa surra de pica na cara, mas espanhola era esporte especialmente reservado para os bem dotados.
Continuou descendo sua boca até o pau apontar fora do decote, a cabeça tocou o queixo dela. Raliely inclinou o pescoço com um biquinho nos lábios e quando a cabeça entrou ela sugou. A medida que ela deslizava para ficar de joelhos aos pés da cama entre as pernas dele ia engolindo a rola. Enquanto chupava a metade de cima bolinava as tetas na base do pau.
Quando abriu os olhos viu Hugo deitado apoiado nos cotovelos, ele tinha no rosto uma expressão boba que absolutamente não combinava com alguém daquele porte. Raliely ficou lambendo e beijando a cabeça.
– Que foi? – perguntou roçando os lábios na glande que brilhava reluzindo de saliva.
– Sempre quis fazer isso – respondeu Hugo mais bobo ainda.
Raliely fez uma cara de incrédula e ele não conseguiu reprimir uma gargalhada.
– Sério que nunca fez espanhola?!?
– Juro! – disse ele e seu olhar de admiração e ansiedade parecia genuíno.
Raliely umedeceu os lábios e disse desafiadoramente:
– Muito pau pra pouco peito…
Não era exatamente uma pergunta, sendo assim ele não respondeu.
Raliely tirou a bata e Hugo admirou seus seios, mesmo sem o apoio de roupa alguma continuavam no mesmo nível de antes. Ela pegou um peito em cada mão e começou, subindo e descendo aqueles deliciosos glóbulos de carne macia bem apertados um contra o outro com o pau dele no meio, a cabeça esfregando em suas bochechas e lábios.
Antes que ela esquecesse tateou o chão procurando sua calça, quando achou pegou o celular. Ignorou as mensagens e tirou algumas fotos com o pau entre as tetas e dentro da boca.
– Você é doida – disse Hugo sorrindo e balançando a cabeça.
– Você nem imagina…
Raliely suspirava quase dopada em êxtase e endorfina, fitando Hugo com os olhos semi-cerrados. Ele estava sério desta vez apertando os lençóis com força. Ela engatinhou para cima da cama, ajeitou os travesseiros contra a cabeceira deitando de costas levemente inclinada. Segurando os cabelos revelando o rosto e o pescoço ela convidou:
– Vem. Faz você.
Ele logo levantou-se, seu corpo possante fez Raliely suspirar pensando: meu deus! E se ele perder a cabeça? O que vai fazer comigo?!?
… Com certeza nada que você vá desaprovar …
Hugo montou sobre ela com uma perna de cada lado, a princípio meio desajeitado, mas o instinto natural fez com que ele ficasse do modo apropriado rapidinho. Mesmo suas mãos enormes não eram grandes o suficiente para englobar os seios inteiros. Ele apertava alternando entre o forte e o carinhoso, quando encontrou um meio termo agradável ele meteu o pau no meio e começou a foder aquelas tetas lindas.
Raliely sentia o pinto pulsando de tesão. Será que ele podia sentir o coração dela no mesmo estado?
Ela inclinou seu rosto, de boquinha aberta e com a língua de fora. Hugo empurrou toda a extenção do pênis percorrendo o peito dela até a cabeça encaixar na boca. Ele fodia mais rápido agora e a glande fazia seu vai-e-vem.
… Ou o velho ‘entra-e-sai-entra-e-sai’ como diria Alex …
Sim, sorriu Raliely.
Surpreendeu-se quando durante o ‘sai’ o primeiro jato acertou seu lábio superior e escorreu viscoso para dentro da boca, a segunda gozada entrou em cheio.
Hugo apertava as tetas com muita força e o excesso de gostosura vazava pelos vãos de seus dedos. Raliely suspeitou que haveria mais e ele não lhe decepcionou. Com um espasmo e um gemido ele ejaculou de novo. A terceira esporrada, apesar de ser a última, foi a mais generosa e encheu sua boca, quase transbordando.
Como uma boa putinha experiente Raliely sabia muito bem o que fazer.
Engoliu só um golinho ou não conseguiria executar um espetáculo especial. Olhando-o nos olhos, com as bochechas cheias e um sorrisinho safado ela começou:
Abriu sua boquinha devagar formando um ‘o’ obsceno que parecia uma pequena poça de porra, sua língua emergiu de dentro dela e passeou pelos lábios lambendo libidinosamente. Fechou a boca de novo, bebeu um golinho que desceu devagar pela garganta. Fechou os olhos, engoliu mais e suspirou sorrindo. Terminou sua dose e sugou suas bochechas pra dentro, sua língua passou entre os dentes e o lado interno da boca limpando os últimos resquícios. Abriu os olhos e um sorriso satisfeito com todos os dentes limpinhos, abriu a boca e pôs a língua para fora, depois mostrou embaixo. Sorriu. Tinha tomado tudinho.
– Isso foi divino – disse Hugo solenemente e acrescentou – Vou no banheiro e já volto.
– Vou junto – sugeriu Raliely levantando-se lépida e enganchando no braço dele.
Raliely não era nenhum pouco fã de escatologia, mas acompanhou-o até o banheiro e na frente do vaso pegou o pau dele e mirou. Hugo aliviou-se embora olhando para o lado, talvez envergonhado, mas riu quando ela chacoalhou o pinto já meia bomba. Com mais uma boa balançada endureceu de novo.
– Isso é ótimo – disse ela com os olhos inclinados para baixo.
… Ele goza rápido, mas logo se recupera …
Perfeito, porque um pau deste tamanho requer uma pequena pausa entre as trepadas.
– Não comece sem mim – pediu Raliely dando uma apertada na rola dele que retornou ao quarto.
Raliely sentou-se e esperou enquanto olhava em volta. Não havia box no chuveiro que estava com a instalação elétrica aparecendo apesar dos remendos com fita isolante. Provavelmente ele só usava o local quando queria privacidade. Ah, e havia um enorme espelho na parede oposta ao chuveiro.
Parecia um daqueles motélzinhos fuleiros que tantas vezes ela acordava com um cara do lado. Sabe deus como caralhos essas coisas aconteciam.
Ainda esperando sem sair nenhuma gotinha. Sinal que sua xoxota estava pronta para outras coisas. Ela deu descarga e voltou para seu macho.

Hugo estava esparramado na cama, de pau bem duro. Uma cobra que hipnotizava nossa heroína. Raliely ajoelhou-se ao lado do corpo dele e empunhou a vara pelo meio, subia e descia devagar com o punho bem apertado. Anotava mentalmente cada detalhe que pudesse captar:
A cabeça do tipo triangular e não rombuda, era como uma lança feita para ser enfiada em carne molhada. O corpo do pau tinha espessura normal na extremidade que Raliely segurava com a mão esquerda, mas encorpava da metade para trás, que ela agora apertava com a direita punhetando com as duas mãos. A base era tão grossa que a mãozinha dela não conseguia circundar por mais forte que apertasse. O saco não tinha nada de murcho, mas sim belas bolas que ela começou a acariciar com o dedo médio massageando o períneo.
Ela ficou de quatro e com cuidado ela abocanhou o testículo esquerdo, meneou a língua sentindo ele se mover dentro da boca para manter o esperma sempre na temperatura ideal. Repetiu o processo no direito antes de tentar, em vão, chupar o saco inteiro. Em compensação ficou brilhante, bem babado.
Ela soltou o pau e lambendo, subiu, seguindo as veias pulsantes até alcançar a glande. Ficou chupando a cabeça enquanto enrolava o cabelo e o afastava para o ombro, assim Hugo poderia ver melhor o desempenho dela.
Raliely engoliu metade numa boa, meia rola dele era um pau normal e isso ela podia bater no café da manhã sem problemas. Começou a subir e descer, ganhando confiança devorando cada vez mais e controlando a respiração para não tossir nem engasgar. Chegou a engolir uns bons vinte centímetros quando percebeu que não entrava mais. Ela que achava que as atrizes pornôs eram meio fracas de boquete hoje entendeu que nem sempre é tão fácil assim.
Hugo enquanto isso acariciava sua bundinha, ela agradeceu a deixa ficando por cima dele que colocou a ponta do polegar no metalzinho que ficava acima do reguinho e atolou tudo que pode, depois puxou a calcinha de lado. Apalpou e abriu a bunda dela.
– Adoro esses cuzinhos em forma de biquinho – comentou ele.
Raliely levou a mão até o outro lado de sua bunda e abriu bem, arreganhando as nádegas e piscando o botãozinho para ele. Hugo meteu o polegar na buceta e pincelou o cuzinho, então enfiou o indicador mexendo-o lá dentro para lubrificar e depois, devagar, o biquinho foi retraindo-se a medida que seu dedo longo entrava inteiro no rabo dela.
…. Hmmmmm! Tudo nele é tão GRANDE …
Com este incentivo Raliely desceu engolindo quase tudo, Hugo gemeu alto e sentindo os seios dela sobre seu estômago projetou o quadril empurrando o que faltava do pau na garganta de nossa heroína. Ela segurou alguns segundos saboreando a sensação de sucesso e subiu sugando. Usando toda força dos pulmões, sentindo a rola escorregar para fora da boca e apertando o cuzinho com toda pressão que conseguia contrair o esfíncter.
Enquanto tomava fôlego ele brincava com o dedo atolado no cu dela. Só quando ele tirou o indicador de lá é que Raliely ficou de cócoras, mas virando de frente para seu parceiro. Puxou a calcinha encostando na virilha, para poder olhar enquanto aquele puta pauzão penetrava.
Apontou a cabeça e preparou-se para ir soltando seu peso devagar quando o salto de sua sandália a traiu fazendo-a deslizar sentindo o pau e; diga-se de passagem, não inteiro, explorar suas entranhas. Raliely não gritou, apenas jogou a cabeça para trás levemente inclinada para a direita e suas mãos espalmadas no peito de Hugo. Um arrepio percorreu seu corpo, todos os músculos se enrijecendo. Faltou pouco para gozar.
Aquela vozinha safada sugeriu:
… Faltou um pouquinho da rola entrar também …
Deus, dói!
… Mas é gostoso pra caralho …
Sem dúvidas! Só que…
… Qual é? Vai, menina! Ninguém vive pra sempre …
Verdade. E que maneira melhor de expirar do que essa?
Ela desceu com esforço sentindo os lábios no máximo da elasticidade envolverem a base do pau e gozou gemendo alto, seu joelho esquerdo cedeu, o direito logo seguiu o mesmo destino. Suas mãos fecharam-se com força cravando suas unhas no peito dele. Raliely lambeu os lábios surpresa sentindo o sabor salgado, suada.
Raliely abraçou-o pelos ombros e Hugo aninhou-se em seu busto volumoso e confortável. Ela rebolou relaxando, quer dizer, o máximo que podia com aquele pauzão dolorosamente delicioso dentro dela. Raliely começou a flexionar o quadril devagar; para frente e para trás, para frente e para trás, explorando ao máximo o movimento da pélvis e apertando o cuzinho com toda força. Podia sentir o pinto dele dobrando-se.
Hugo gemia e uma vez mordeu o mamilo dela com força o suficiente para fazê-la dar um gritinho e fazer cafuné nos cabelos curtos dele. Era o máximo de clemência possível que ela se permitiria pedir. Respirava de modo entrecortado apesar da velocidade reduzida. Estava mais que disposta, mas estava difícil.
… Usa a tática do boquete …
Tática?!? Engolir todo esse pau foi pura sorte! E ainda tive um empurrãozinho dele.
… Nem! Algumas coisas ficam gravadas no subconsciente …
Eu acho que vai ter que desenhar.
… O pau dele tem uma curvatura, assim como sua garganta e também o canal da vagina …
Ohhh! Parece Paulinha falando!
… Não, Paulinha diria pênis. Mas enfim, quando ambos os arcos estão na mesma direção fica mais confortável …
Tipo?
… Vira esse rabo pra ele, vadia! Cavalga de costas, porra …
O único medo de Raliely era ao trocar de posição não conseguir mais colocar todo o pau pra dentro da buceta de novo. Lembrou-se que não era necessário tirar podia apenas girar o corpo. E foi tão surpreendente fácil que ela até se espantou.
Raliely girou as pernas devagar, por um momento a direita ficou sobre o estômago de Hugo e a esquerda repousando nas coxas dele, Talvez fosse só impressão, mas Raliely podia jurar que sentia o pau cravado torto lá dentro. Ele grunhiu com os dentes cerrados. Será que machucava ele? Ela terminou a meia volta e rebolou até deixar o pinto na direção certa.
Virada de costas realmente ficou muito mais prazeroso do que dolorido. Ainda doía, mas de uma maneira gostosa. Raliely recomeçou o movimento da cintura, para frente e para trás, mas desta vez mais rápido alternando com reboladas. Fazia um som alto de vácuo sempre que o pau avançava. Aquecendo enquanto sua ânsia por sexo sequestrava-a para seu submundo.
… Agora, vai! Bota pra foder, safada! …
Ela olhou sobre o ombro direito e passou os cabelos sobre o outro revelando suas costas. Hugo estava de olho nela com um sorriso suave. Raliely segurou os saltos das sandálias, um clichêzinho pornô que funciona que é uma beleza para deixar sua bundinha bem empinada. Agora, sim, ela cavalgava de verdade, ganhando velocidade aos poucos.
Apesar de soltar seu peso e saber que estava entrando tudo Raliely ainda não ouvia os estalos de sua bundinha chocando-se contra o corpo do seu comedor. A base do pau dele era deveras grossa para que seus trinta e nove quilos fossem suficientes para tal façanha sozinha.
Hora de apelar.
Começou a gemer de maneira escandalosa e Hugo segurou-a pela cintura com as duas mãos compelindo o corpo dela para baixo. Então os estalos começaram. Lentos, mas muito fortes.
Quase gozando de novo, mas ficando cansada Raliely alterou um pouquinho a posição inclinando suas costas para trás plantando as palmas das mãos nos lençóis, voltando a deixar os pés sobre o colchão e abrindo bem as pernas.
Agora, Hugo além de puxá-la pela cintura também bombeava seu quadril metendo da metade para trás em um ritmo rápido e a respiração dele estava ainda mais acelerada. Logo ele gozaria e Raliely não queria ficar para trás.
– Isso! Isso! Isso! – dizia ela acompanhando cada estocada – Mais forte, mais forte, mais forte! Mais forte, meu macho gostoso!!!
Raliely não conheceu até hoje e, na verdade, não esperava mais encontrar um homem que resista a ordens disfarçadas de desejos implorados em voz alta. Sempre se perguntava quem, afinal, era o submisso da relação. Hugo concedeu seu pedido desesperado por pica.
– Mais! Mais! Maaa… – Raliely não conseguiu completar, estava vindo.
Raliely respirou com tudo que pode. Não queria que o fluxo de oxigênio fosse reduzido pois ela sabe que isso dificulta o orgasmo. Isso mesmo meninas. Podem gemer, gozar e gritar a vontade, afinal sexo é uma celebração da vida e não algo para ser feito quietinho escondido no escuro.
Metendo mais rápido, socando mais forte e mais fundo.
Os seios dela, deliciosos e firmes, balançavam. Hugo subiu suas mãos da cintura dela e os agarrou com força. Os músculos da barriga de Raliely contraíram-se quando ela inspirou fundo com os dentes cerrados, suas mãos fecharam-se em punhos crispados arrancando o lençol já bagunçado das bordas do colchão. Ela jogou a cabeça para trás e gozou gritando guturalmente.
Hugo puxou com toda força o corpo dela contra o seu apesar do pau já estar bem enterrado. Ele gozou, ela sentiu o fluxo de esperma subindo pela base do pau e jorrando bem fundo dentro dela.
Raliely despencou de costas sobre o tórax dele e sorriu, riu,gargalhou satisfeita. Por enquanto. Ela sentia o sangue latejando nas têmporas de tanto tesão. Afastou os cabelos emplastrados de suor colados em sua testa.
Hugo soltou dos peitos dela segurando-a pela parte posterior das pernas, onde as coxas se encontram com a bunda e suspendeu o corpo de Raliely até seu pau escorregar para fora dela com um barulho de sucção úmida. Estava em repouso, mas ainda grande e todo reluzente. Um fio líquido ligava a glande até a buceta, como uma lembrança do laço que os ligou. A linha se rompeu, metade sobre a barriga dele e a outra pendendo de Raliely antes de pingar em três gotas.
Um clique. Hugo acendeu um cigarro desfrutando a dose de endorfina que percorria suas veias. Raliely deitou atravessada na cama. Cansada, com as pernas moles e até um pouco tonta, livrou-se da calcinha que estava toda ensopada. Sua buceta bem como o pinto dele também estavam brilhantes e ela logo começou a limpar, com a língua, os fluídos corporais combinados.
… Mas que gozada, meu deus! Menina, se esse puta pauzão grosso não tivesse enterrado lá no fundo você teria gozado na porra da parede …

Hugo terminou seu cigarro exalando a última tragada num silvo longo enquanto Raliely dava as últimas chupadas estaladas e lambidinhas limpando os resquícios da foda no pau dele.
– Você foi demais – disse ele.
Raliely olhou para ele sorrindo, deitou-se sobre o corpo dele aninhando a rola no meio das tetas. As mãos sobre a barriga dele e o queixo em cima delas. Dobrou os joelhos balançando os pesinhos.
– Fui, é?
– Foi sim. Demais. Mesmo.
– Fui? – insistiu Raliely num tom inquisidor.
– Juro que sim. Algo errado?
– Tirando que ‘fui’ está no verbo passado, não. Eu ainda não terminei com você.
– Você seria a primeira a encarar uma segunda.
– Esse papo está muito longe da minha filosofia. Eu sou mais, tipo: me faz gozar a terceira ganha meu cuzinho.
Raliely sentiu ele se arrepiar deliciosamente debaixo dela.
… Oh-meu-deus-você-não disse-isso …
Pode apostar nosso rabo que eu disse!
– Sério?!?
– Sério como um ataque cardíaco. E você ainda disse que gostou do meu buraquinho.
– São os meus favoritos.
– Os biquinhos?
– Uhum!
– Apertadinhos?
– Melhor ainda!
– Gulosos?
– Oh, meu, deus!!!
– Quer comer meu cuzinho?
– Quero! Agora?
– Não, você me deve uma gozada. Me fode gostoso de novo que eu dou pra você – disse Raliely saindo de cima dele.
Deitando-se de costas apoiada nos travesseiros ela abriu bem as pernas, mas não parecia suficiente. Sendo assim ela colocou os cotovelos atrás dos joelhos e novamente segurou seus saltos.
Ótimo! Ambos os buraquinhos lá embaixo bem expostos, mais arreganhada impossível! Vai entrar até o talo!
… E que campo de visão! Vai ser como assistir pornô em primeira pessoa …
Igualzinho! Até temos uma putinha gulosa e um pauzudo gostoso!
Hugo posicionou-se de joelhos segurando o pau e apontou, tirou a mão enquanto enfiava a metade. Começou a meter devagar, mas cada estocada entrava mais fundo. Raliely observava com vista privilegiada. Quase tudo e entrava numa boa, além disso, nenhuma dorzinha de nada agora.
– Mete mais – pediu ela.
Hugo obedeceu, aumentando a velocidade.
– Isso! Isso! Mais fundo, mete tudo! Atola esse pau gostoso na minha buceta gulosa! Mete tudo, mete forte, me fode toda! Me fode, meu macho!
Ele obedeceu, ofegante. Mas não muito forte ainda. Por quê???
Observando com atenção Raliely reparou que a base da pica ficava cheia de dobrinhas.
… Hmmm! Ainda tô apertadinha. Mas como pode? …
É que na maior parte da trepada anterior não entrou até o talo o tempo todo. Mas nessa vai!
– Força mais. Mete tudo. Vem com força, gostoso. Soca tudo na minha bucetinha. Soca!
Ele socou, ela deu um gritinho agudo. A primeira ainda entrou lenta, depois o instinto animal fez sua parte. Hugo investia furiosamente contra Raliely, o corpo dela deslocando-se a cada metida até encostar na cabeceira da cama que agora batia na parede com cada socada.
O suor dele pingava sobre Raliely que gemia em alto e bom som, seus seios balançando sem parar com a velocidade constante, as bolas batendo no cuzinho dela. Cuzinho que teria que ser preparado para essa pica enorme.
Quase gozando de novo. E ele provavelmente, também. Mas Raliely queria mais tempo de rola na buceta.
… Se ele gozar vai demorar pra levantar todo esse pinto de novo …
Que nada! É só falar em comer nosso cu que é instantâneo!
Verdade. Raliely decidiu dar um gostinho para ele. Trocar de posição para Hugo se acalmar um pouco.
Ou não.
Ela sabe que não vai se acalmar nada. Gosta de ficar de quatro e que metam forte, fechando com chave de ouro.
– Me come de quatro – disse ela segurando o rosto dele nas mãos.
Hugo saiu de cima dela que girou as pernas para a esquerda ficando de ladinho antes de num pulinho gracioso ficar gloriosamente de quatro. Para que a altura de ambos ficasse confortável ela ficou de pernas juntas, mas de bundinha bem empinada. Raliely não precisou abrir para que sua bucetinha exibida como sempre, aparecesse naquele ponto lindo entre suas pernas.
Ela olhou sobre o ombro direito, seu cabelo caindo em uma cascata castanha pelas costas. Com os lábios entreabertos e olhos convidativos ela chamou se macho:
– Vem cá. Vem me foder, vem.
Hugo segurou-a pela cintura enquanto enfiava o pau de novo. Um som deliciosamente úmido ouviu-se quando a base entrou.
– Iiiissssssooo!!! – sibilou Raliely.
Agora ele não media o quanto metia. Nada de ‘da metade para trás’ ou tampouco ‘fica a cabeça e soca o resto’. O que importa é que ele metia tudo a cada vez que penetrava, firme e forte.
Os peitos de Raliely balançavam a cada estocada e foi neste momento que ela entendeu a falta de um ritmo em particular: ele nem estava metendo tão forte assim, era ela quem se jogava no pau dele.
Nenhuma novidade nisso. Quando Raliely quer mais, ela consegue mais. E ela se jogou de bunda na vara até onde tinha estamina, logo estava exausta. Seus braços levemente dobrados doíam com a intensidade de tanta atividade. O ritmo foi diminuindo, mas não por muito tempo.
Hugo fez um som esquisito, algo entre um rosnado e um gemido. Raliely ficou surpresa quando ele agarrou-a pelos seios e voltou a meter com a mesma força, ou talvez até mesmo mais forte, do que quando ambos estavam empenhados. A respiração dele, quente e rápida, soprando na nuca dela não refrescava seu corpo suado.
Talvez Hugo estivesse com medo de machucá-la antes, mas agora estava fodendo com tudo, até o talo. Raliely mal podia respirar direito com ele apertando seu peito, mas conseguiu segurar um sopro de fôlego suficiente para provocá-lo dizendo com os lábios colados na orelha dele:
– Come, come, come! Come tua putinha peituda – ele apertou as tetas dela com tudo – Aaahhh! ISSO!!! Me come, me fode toda! FODE MINHA BUCETA, GOSTOSO…
E Hugo fodeu como se não houvesse amanhã. O corpo dela cedeu sob o peso do parceiro trepado nela, caíram deitados de bruços sem interromper a foda que continuava a mil.
Raliely revirou os olhos, estava tonta de tanto tesão. A terceira gozada veio como uma avalanche; ela só teve tempo de abrir as pernas o máximo possível, empinar bem a bundinha e flexionar os joelhos para assim poder receber toda a pica que ele ainda podia socar nela. Com o peso dele pressionado contra o corpo dela, Raliely não teve como gritar desta vez, apenas pode gemer e balbuciar enquanto estremecia debaixo do seu macho.
Foi como se o orgasmo explodisse em sua buceta e fosse enviado através da cada terminação nervosa até as mínimas ramificações. Hugo socou sem dó até gozar e continuou empurrando pau mais um tempo e a cada cinco ou seis metidas depois do orgasmo acrescentava uma gozadinha para a coleção de Raliely.
Hugo saiu de cima dela, ajoelhando-se entre as pernas de Raliely, enxugando o suor da testa.
– Acho que fiz por merecer – disse ele observando a poça úmida embaixo da parceira, bem entre as pernas.
Ele pôs as mãos na bunda dela e apertou com força, como um mendigo faminto segurando um sanduíche, abriu as nádegas vislumbrando seu prêmio.
Raliely ainda sentia algumas contrações lá embaixo. Sentia também o cuzinho apertando e relaxando, embora ela não estivesse piscando o botãozinho de maneira consciente.
… Ops! Acho que sou eu então …
Ora, ora, ora! Você ainda tá aqui?!?
… Não perderia essa rola no rabo por nada …
Pensei que estivesse cheia de nove horas. Até estranhei.
… Nem! Só tava fazendo cu doce …
– Deus, tô toda fodida!
– Não. Toda, não. Ainda não.

Raliely respirava lenta e profundamente, tão relaxada e tranquila que quase poderia tirar um cochilo. Quase. Talvez se não estivesse fazendo tanto calor. E ela também havia feito uma promessa. Só que precisava descansar uns minutinhos.
Sentiu Hugo arreganhando suas nádegas até o cuzinho se abrir, ele acertou uma cuspida certeira. Raliely gemeu e apertou o botãozinho que tragou a saliva. Ele cuspiu de novo, desta vez na fenda da bunda pouco abaixo do cofrinho. A saliva escorreu pelo caminho banhando o ânus. Ele começou a esfregar a ponta do indicador, sentindo o biquinho e suas ruguinhas. Deitou-se entre as pernas de Raliely aconchegando-se para poder observar bem de perto. O fascínio dele pela anatomia anal era simples: ele nunca tinha comido um cuzinho.
Bom, teve três tentativas nas quais ele não conseguiu nem meter a metade. Garotas chorando são bem broxantes e ele não conseguiria nem que quisesse. E, porra, como ele queria! Depois do que Raliely mostrou ser capaz ele acreditava que desta vez teria seu debut anal. Pelo menos esperava ansioso que sim.
Raliely também estava ansiosa. Não que dar a bunda fosse algo novo para ela, afinal seu cuzinho guloso já engoliu umas boas dezenas de picas. Mas nunca um cacete deste calibre. Na verdade ela mal acreditava que tinha entrado tudo até o talo, na buceta.
… Você não esqueceu esse pau lá na sua goela, esqueceu? …
Não! Realmete foi um feito e tanto. Pena que por poucos segundos.
Raliely estava melhorando, já conseguia se mexer um pouco. Tirou o travesseiro do rosto e colocou sob o estômago para ficar bem empinadinha.
Era estranho.
Ela sempre soube que seu traseiro não era nem de longe a parte mais chamativa do seu corpo, mas lá estava Hugo, numa espécie de adoração anal.
Por ser uma bundinha pequena era muito durinha. Hugo meio que massageava os músculos glúteos fazendo círculos com a mão espalmada enquanto o indicador da outra circulava o cuzinho dela. A ponta do indicador foi entrando e Raliely relaxou o esfíncter. Entrou todo, ele foi puxando e Raliely sentia cada falange saindo. Quando ele começou a puxou a pontinha ela piscou com força querendo manter lá dentro. O dedo continuou entrando e ela apertando.
Continuaram assim alguns minutos, então Hugo tirou o indicador e Raliely sentiu seu polegar penetrando, menor embora mais grosso. Eles repetiram o ritual por alguns momentos. Por último foi a vez do dedo do meio, mesmo processo e depois leves movimentos giratórios. Entrando tudo, alargando gostoso, numa boa, que nem manteiga.
… Por falar em manteiga, você sabe que vai precisar de algum lubrificante …
Raliely virou de ladinho e Hugo acompanhou os movimentos dela sentando-se na cama sem tirar o dedo de lá, ela foi ficando de barriga para cima e ele deu espaço e ajudou ela, mas continuou com o dedo médio atolado. Descalçando devagar suas sandálias Raliely riu. Ele estava com cara de bobo, de novo.
– Por que tá rindo?
– Acho gostoso rir com algo enfiado em mim. Quando a gente ri tem contrações.
– É, eu posso sentir.
– Ah, não. As contrações que está sentindo sou eu mesma.
– Treina muito?
– Não, não é todo mundo que me faz gozar três vezes. E sexo anal é bom de fazer quando se está muito excitada. E me fazendo gozar tanto, bem, alguém tão dedicado merece um prêmio.
… Não seja cínica, Raliely! O prêmio é seu, afinal você adora uma rooolaaa …
Hugo estava tentando enfiar o indicador e o dedo médio juntos.
… no raaabooo …
Ele conseguiu.
– Não foi o que eu perguntei – disse Hugo iniciando o vai-e-vem, agora duplo.
– Treino, sim. Tenho uns brinquedinhos. Nem sempre tenho um macho na minha cama. Aí, eu dou uma brincadinha.
Parecia uma reclamação, com o biquinho que ela faz quando quer algo desesperadoramente.
– É um consolo – sugeriu Hugo simulando um sorrisinho triste.
Raliely gargalhou com gosto.
– Exato. Ainda bem que eu treino ou não teria nenhuma chance – ela empunhou o pinto, meio mole meio duro – Sempre quis criar coragem e encarar um pau desse naipe no meu cuzinho.
… Plim! Pelo poder da palavra mágica, a vara ficou dura na hora …
Preparada ou não, lá vamos nós.

– Tudo bem se a gente fizer no chuveiro? Tô derretendo.
– Sem problema – respondeu Hugo.
Se dependesse dele faziam no chuveiro, na cama, no chão e até na porra do quintal. Um cuzinho não se perde por nada.
Raliely seguiu nua para o banheiro e ligou o registro da água deixando entre morna e fria. O jato refrescante foi revigorante. Só então ela reparou que havia um frasco de sabonete líquido na pia perto do copo com escova, pasta de dente e barbeador. Ela pegou e leu a fórmula. Perfeito, daria um ótimo lubrificante.
Arrepiou-se toda quando Hugo chegou devagar encochando-a. Ele abriu as pernas e deslizou o pau entre as coxas dela, o corpo do pau esfregando entre os grandes lábios, a cabeça e mais alguns centímetros despontando lá na frente. Hugo pegou o frasco da mãozinha dela e perguntou:
– Acha que vai servir?
– Tem que servir!
Ele girou deixando-a fora do chuveiro com as mãos espalmadas na parede de bundinha bem empinada. Hugo espalhou sabonete nas mãos e começou a ensaboá-la pelo pescoço, desceu pelos ombros e omoplatas.
… De repente, ele ficou mais carinhoso …
Continuou, descendo as mãos pelas costas dela, subiu, desceu de volta até a cintura antes de ajoelhar-se atrás dela. Raliely sentiu quando Hugo aplicou uma linha de sabonete na região da lombar, de lado a lado. Ele colocou o frasco no chão e foi ensaboando vigorosamente as nádegas com uma mão em cada fazendo movimentos circulares. Depois ele esfregou-a entre as pernas com a mão direita em concha aconchegando a xoxota.
Raliely afastou o corpo da parede ficando em um ângulo de noventa graus, abrindo bem as pernas. Após um bom tempo apalpando a buceta ele passou a ensaboar as coxas. Uma de cada vez usando as duas mãos, sobretudo dando atenção na parte interna das pernas, subindo e descendo, do quadril até o joelho de um lado e tocando a virilha do outro antes de voltar sua atenção para o rabo dela.
Primeiro Hugo aplicou sabonete na fenda da bunda, bem no cofrinho, acompanhando com os olhos enquanto o rastro verde descia preguiçosamente antes de contornar o biquinho. Sem problemas, pois Hugo usando o indicador ensaboou bem. Ele pegou o frasco de novo, mas não aplicou no corpo dela e nem em suas mãos. Ao invés disso ele introduziu o bico dosador no cuzinho dela e pressionou devagar. Raliely riu, espiou de cabeça para baixo entre as tetas.
– Gostoso? – perguntou Hugo.
– Uhum. Hmmmmm. Bem geladinho – respondeu ela ainda rindo.
Hugo bombeou mais sabonete lá dentro enquanto Raliely piscava o botãozinho, sugando tudo mais fundo. Ele meteu o indicador, depois o polegar e por último, dedo médio e indicador juntos. Sem dúvidas o cuzinho dela já estava bem lubrificado, relaxado e pronto para a ação. Raliely ficou ereta, agora era hora de preparar o pau.
– Minha vez – disse ela pegando o frasco da mão dele.
Aplicou o lubrificante improvisado desde a pontinha do pinto até a base numa linha longa. Vinte e oito centímetros. Ensaboou com as duas mãos punhetando de leve, sentindo a pica escorregar pelas palmas das mãos. Com a esquerda segurou o pau dele pela base apertando com toda força, usando a direita pingou algumas gotas na glande e esfregou-a contra a palma da mão. Um silvo escapou dos lábios de Hugo que depois riu concordando:
– Bem geladinho mesmo!
Ainda havia metade do frasco quando Raliely devolveu para Hugo que ficou olhando meio confuso antes de perceber que ela segurava um seio em cada mão com um sorriso safado. Ele entendeu entusiasmado. Espalhou uma quantidade grande em jatos generosos como ejaculações, enquanto Raliely meneava os peitos com habilidade fazendo bastante espuma. Ele ajudava, mas apertava forte e os peitos pulavam das suas mãos.
… Ficam escorregadios quando molhados …
Ajoelhou-se bem coladinha em Hugo que logo apontou o pinto entre suas tetas fazendo vai-e-vem lentamente. Já estava hipnotizada pelo ritmo cadenciado e lamentou não poder cair de boca naquela rola agora. Mas era tentador demais! Sendo assim Raliely ficou virando a cabeça para os lados reforçando para si mesma que NÃO podia chupar agora quando a pica brotava entre seus seios e esfregava em seu rosto e suas bochechas.
De olhos fechados também para não entrar espuma, gemendinho, mordendo os lábios… não dava para esperar mais.
Raliely ficou em pé voltando a apoiar as mãos na parede, ficou na pontinha dos pés de pernas fechadas e com a bundinha bem empinada e o cuzinho piscando. Hugo posicionou-se atrás dela com a mão esquerda em sua cintura e a direita segurando o pau. Raliely respirava de modo pesado, afastou uma mecha molhada para trás da orelha e foi então que ela viu o reflexo dos dois na parede oposta. Será que é verdade que as coisas parecem maiores no espelho?
Sentiu a glande deslizando e relaxou o cuzinho, mas Hugo ficou metendo só a cabeça. Só com muito custo ela se controlou e deixou que ele curtisse o momento. Ainda lembrava-se da cara de bobo dele quando mencionou sexo anal nos planos, era a mesma expressão de antes quando lhe sugeriu uma espanhola. Também sabia que a cabeça é a parte mais sensível do pênis, sendo assim deixou ele continuar.
– Tá gostando do meu cuzinho? – perguntou pousando a mão no lado esquerdo da bunda e abrindo para ele apreciar.
– É uma delícia – respondeu Hugo, enfiando a cabeça.
Raliely pegou a mão dele que segurava a pica e levou até seu peito, Hugo apertou com força. Ele metia mais rápido agora, mas ainda só a cabeça, que escapou deslizando rego acima. Praguejando baixinho ele recolocou. Sabendo que aconteceria de novo, Raliely forçou sua bunda contra o cacete, que entrou mais fundo. Gemeram juntos.
Segurando-a pelos peitos Hugo recomeçou a penetração, bem lenta. E a cada investida mais rola Raliely recebia no rabo e logo aquele barulhinho característico fez-se presente.
Hugo girou o corpo movendo Raliely junto de modo que ambos ficassem de frente para o espelho. Ela apoiou as mãos nos joelhos enquanto ele tirava as madeixas molhadas do rosto dela dizendo:
– Quero ver tua cara de safada.
Raliely obedeceu olhando nos olhos dele pelo reflexo, mordendo o lábio inferior com gosto quando ele voltou a penetrar. Depois de umas boas metidas ela estava arfando, Hugo baixou o olhar para a bunda dela e abriu bem usando as duas mãos. Ele empurrou o pau até o biquinho entrar.
– Oooohhh! – gemeu Raliely calculando mentalmente que já havia levado metade do pinto, agora a espessura aumentaria.
Olhando com bastante atenção Hugo apreciou a visão do biquinho do cu de Raliely recuando quando ele enfiava e florescendo quando ele tirava o pau e neste momento ela apertava o botãozinho com força, fornecendo aquele delicioso som de sucção.
– Mais fundo – implorou.
Hugo encarou-a pelo espelho e viu aquela expressão que ele tanto desejava. Os olhos de Raliely brilhavam e ela estava fazendo beiçinho, sempre faz quando quer algo.
– Mais fundo – repetiu ela – Mete mais fundo no meu rabo. Não estoca, só mete, fundo. Não tira, empurra tudo. Bem fundo na minha bunda.
Já havia entrado o suficiente para não escapar então Hugo segurou o quadril de Raliely com a mão direita e o ombro dela com a esquerda, puxando-a de encontro ao seu corpo. Reparou que a base do pau estava cheia de dobras, além das veias estarem mais salientes que nunca: as grossas esverdeadas e as ramificações menores em tons de roxo.
Tinha a impressão que não estava entrando nada, mas ela gemia gostoso de quando em quando. Logo, deveria estar funcionando. E a impaciência não era apenas dele, pois Raliely também queria mais, apesar de já ter uns bons vinte centímetros no cuzinho. Era o que ela achava. Bom, mais ou menos.
Quanto faltava?
Resolveu checar levando a mão para trás e agarrando o pinto com a mãozinha toda.
Mas será possível?!?
… Uhum! …
Jura? Mesmo?
… Sim, senhorita. Pelo que consegue segurar faltam uns oito centímetros. Mais vinte no seu cuzinho guloso. Sua conta bate. Até parece que tem uma régua no rabo …
– Chega? – perguntou Hugo.
Achou que ela levar a mão era mau sinal. Tipo: até aqui e chega.
– Não – Raliely disse, despreocupadamente demais, para os ouvidos dele.
– Tá doendo? – questionou. Putz! Falta tão pouco agora.
– Não, não…
… Mentirosa! …
– Dói, mas na verdade sempre dói um pouquinho. Sério! Dói, só que é muuuiiito gostoso. Quero tudo. Tudinho.
– Tá ficando difícil.
– Tá ficando grosso! Mas eu quero tudo – disse ela levando a mão na bunda dele e puxando-o para perto – Força que vai, gostoso!
E ela só teve tempo de expirar o ar antes da surpresa.
– Oh-meu-deus-do-céu! – gritou Raliely de modo agudo, quase estridente.
Sem se dar conta, como se ela houvesse saído do corpo por alguns milésimos de segundo, tinha se movido. Seu joelho esquerdo estava sobre o direito e o tornozelo esquerdo colado na panturrilha direita. De pernas cruzadas, se contorcendo toda, mas nunca com a intenção de impedir o avanço da penetração. Foi só o susto mesmo.
E Raliely ainda não sentia a virilha dele bem colada em sua bundinha gulosa.
– Gostosa – sibilou Hugo descendo sua mão do ombro para o seio dela e apalpando forte.
– Mete – insistiu Raliely – Mete tudo! Vem sem dó, gostoso!
Ele subiu a mão direita para o peito dela também e segurou-a firme pelas tetas. Raliely empinou a bundinha no máximo apoiando a mão direita no joelho e a esquerda fechada num punho ela levou até a boca mordendo de leve e fechando os olhos com força.
Hugo inspirou, segurou o ar. Flexionou o quadril forçando o pau. A base, quase tão grossa quanto o punho de Raliely foi entrando devagar.
– Hmmm!!! Hmm hmm hmm, ai! Aiaiai, meu cuzinho!!!
… Dóóóiii!!! …
… Delíííííciiiaaiaiai! Puta-que-pariu-que-gostoso! …
Ainda bem que seu parceiro estava segurando-a firme, pois os joelhos dela estavam fraquejando. Raliely arquejava, respirando com dificuldade por alguns instantes. Ela relaxou a mordida em seu punho e abriu os olhos, sua visão estava cheia de pontinhos brilhantes que dançavam deixando-a meio tonta.
… Meu deus! Tô até vendo estrelinhas, igual nos desenhos …
É porque você tá no céu, sua boba!
– Foi tudo? – perguntou Raliely com uma vozinha bem fina.
– Tudo, tudo.
– Só acredito vendo.
Viraram juntos ficando de ladinho para o espelho. Sim, estavam bem juntinhos agora. Raliely colocou o pesinho sobre o vaso torcendo seu corpo na diagonal para poder olhar direito. Sorriu satisfeita. Deus, como doeu, mas, porra, valeu a pena.
Revirando os olhos Raliely encarou Hugo.
Ele pensou: bom, é isso, foi tudo. Não que eu esteja reclamando, mas agora ela vai dizer ‘tira’.
Raliely, surpreendendo-o sussurrou:
– Soca.
Essa guria não existe! Quando Hugo recuou Raliely veio junto. Igualzinho uma cadelinha no cio, grudada com um cachorrão safado. Segurando-a pela cintura conseguiu se soltar.
– Ooohhh – gemeu ela derretendo-se e, suas pernas pareciam mesmo manteiga.
Hugo agarrou-a enlaçando seus braços na altura das costelas de Raliely e ela sentiu que ficou na pontinha dos pés. Só que, em seu estado atual, sabia bem que não conseguiria fazer isso. Logo estava só com os dedinhos no chão e tal feito era impossível. Não era bailarina, porra! Sem demora estava suspensa, nos braços e no pau dele.
É tão gostoso quanto voar com uma rola atolada no rabo!
… Certo, chega de hentai para essa menina …
Raliely viu pelo espelho sua buceta, agora com os lábios bem abertos e o grelinho inchado. E mais abaixo pode ver o que restava da rola. Nem precisava de memória fotográfica para registrar tal paisagem pornográfica. O que foi bom, pois com uma estocada selvagem Hugo meteu tudo deixando de fora apenas suas bolas balançando.
Ela não gritou, na real nem conseguiu respirar. Contorceu o corpo como uma cobra. Faltou pouco. Hugo esperou e então ergueu-a até libertar metade do pinto e soltou, sem socar, simplesmente deixou ela deslizar no pau. Ate o talo. Raliely respirava pela boca e ele sentia os peitões dela inflando. Lentamente, de modo luxuriante, sincronizaram seus movimentos. Ela inspirava o ar enquanto ele enfiava e expirava quando o pau saía. Só romperam essa semi-simbiose quando Raliely disse:
– Quero gozar pelo cu – falou como se estivesse entorpecida, mas com determinação.
Colocou seus pés atrás dos joelhos dele mantendo as pernas abertas e chupou com barulhos bem obscenos o indicador e o dedo médio. Atacou o clitóris numa siririca furiosa. Pegou o seio esquerdo e pôs na própria boca, chupando e lambendo o mamilo libidinosamente.
Hugo continuou trabalhando no cuzinho dela, devagar e forte, porque o anelzinho ainda oferecia resistência para engolir a base.
Ela estremeceu nos braços dele. Quase, quase! Raliely apertava o grelinho entre os dedos e sugou com força o mamilo que escapou de seus lábios com um estalo.
– Soca – ela pediu, ele obedeceu – Soca!
Ele espremia Raliely com força, sugerindo talvez que logo ejacularia então, seria bom que ela se apressasse.
– Soca. Soca. Soca, soca, soca, soca – ela inspirou – SOCA! METE! COME MEU CU, COME! FODE FORTE! COME, COME, COME MEU CUZINHO…
A voz dela foi se perdendo. Sem problemas, afinal Hugo estava enrabando do jeitinho que ela queria.
– Hmmmmm! Hmmm! Hmmm! Hmmm, ai!!! Hmmmmm, aiaiai, ai meu cuzinho!!!
A dor retornando avisou Raliely que deveria se esforçar para fazer o tesão falar mais alto. Falar mais alto. Falar mais alto:
– AI!!! AI, MEU CU! AI, MEU CU!!! AI, MEU CUUUUUU!!! – uivou Raliely.
Recolocou o próprio peito na boca mamando avidamente e a siririca voltou a toda velocidade. Ela segurou o ar em seus portentosos pulmões. Dobrou suas pernas fazendo seus pés que estavam atrás dos joelhos de Hugo subissem acariciando a parte posterior das coxas dele até os calcanhares dela tocarem as nádegas, parecendo impelir a penetração mais fundo. Não ia mais fundo. Então foi mais forte.
O corpo dela contorcendo-se era tão escorregadio que ficava difícil segurá-la. Subitamente Raliely esticou as pernas numa velocidade incrível, a mãozinha da siririca subiu por sua barriga e com o mamilo preso em uma mordidinha ela expeliu o ar em um último urro longo e gutural. Gozando, pelo cu, pendurada no pau dele.
Hugo socou até gozar e continuou até sentir que não conseguia mais enfiar. Só então pareceu conseguir pensar concretamente. Ela estava estremecendo ainda, de leve. Ele puxou-a para cima beijando o ombro de Raliely, seu pau finalmente saiu batendo em sua perna. Ela observava atentamente com expressão cansada o espelho. Com um sorriso enorme nos lábios ela contemplava o cuzinho pingando porra.

Apesar das pernas fortes e do vigor quase adolescente Hugo estava muito cansado. Recuou até a parede com Raliely ainda nos braços e deixou-se escorregar deixando ambos sob a água até esfriar a cabeça e o corpo. Demorou.
Recompostos eles se enxugaram e se vestiram. Trocaram telefones. Raliely não revelou que já tinha o dele. Não combinaram um próximo encontro, afinal ficou bem claro para ambos que aconteceria cedo ou tarde.
Quando saíram do quarto já estava escuro lá fora. Hugo levou-a para casa e Raliely entrou de fininho pela porta dos fundos que sempre ficava aberta, com as sandálias nas mãos. Fechou a porta do quarto esquecendo-se de trancá-la. Despiu-se e colocou sua camisola branca. Deitou de bruços com um pesinho pairando de cada lado da cama e pouco antes dela fechar os olhos ouviu a porta abrir. Paula disse, chocada:
– Meu deus, Raliely! Tua buceta tá virada do avesso!!!

***** Críticas? Sugestões? Insultos? Elogios? Correções? Seu feedback será sempre apreciado e assim que possível respondido. Desde já, agradeço. Lincolm Teufel. *****

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