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A MÃE DO GAROTO ERA DEMASIADO BOA II

  • Este conto está Suspenso
  • Publicado em: 5 de maio de 2016 10:05
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

A cilada que eu ajudei a armar à mãe do Joãozinho foi simples. Os chungas inventaram uma festa de carnaval na casa de um deles. Eu fiquei de convencer o Joãozinho a ir a essa festa e a levar a mãe dizendo-lhe que a festa era mesmo destinada a ser um convívio entre alunos e mães. Disse-lhe que a mãe deveria ir vestida cerimoniosamente, pois era isso o combinado. Era uma festa que tinha lugar à tarde, começando a seguir ao almoço e terminando antes do jantar. Eu fiz tudo o que me mandaram.
Dei o endereço ao Joãozinho e ele até me disse que conhecia a rua, o que facilitou as coisas. Nesse dia fui encarregue de filmar tudo (escondido, evidentemente). O meu companheiro de escola que tinha estado comigo à espreita no beco, ficou encarregue de distrair o Joãozinho na tal festa (que não era festa nenhuma, claro) separando o filho da mãe logo que estes chegassem ao local.
A casa do tal chunga onde tudo se iria passar (e passou), situava-se numa espécie de vila, entrava-se por um portãozinho e lá dentro havia várias casas. Era na terceira e última casa. Escondi-me de filmadora na mão e esperei. Quando vi chegar o Joãozinho com a mãe quase cai de costas. Ela estava vestida com vestido prata muito bonito, bem justo e curto, com um decote maravilhoso em “V”, calçava uma sandália de salto alto, branca, de tiras enroladas pela perna acima e pedras brilhantes, os cabelos, a maquiagem e as unhas, completavam um visual muito chique, mas também um bocadito ousado. A beldade passou pelo portãozinho e quando estava quase a chegar à última e terceira casa, surgiu um dos chungas de máscara de carnaval no rosto: Ah, é por aqui minha senhora, venha venha, dê-me a mãozinha, por aqui!. Ela não o reconheceu por causa da máscara.
Outro dos chungas barrou de imediato o Joãozinho, dizendo-lhe que os colegas e alunos era para ficarem para já no quintal a jogar à bola e coisa assim, e lá estava o tal companheiro (meu e do Joãozinho) com uma bola a dar toques e a chamá-lo para jogar.
A mãe do Joãozinho entrou na casa. Como combinado esperei uns cinco minutos e entrei também, trancando imediatamente a porta atrás de mim. Fui me instalar no quarto de casal, tal como me tinham dito. Passei pela cozinha e ouvi a conversa que os chungas estavam a ter com a mãe do Joãozinho. Diziam, A dona já sabe porque é que nós a chamamos aqui, né? Hã? . Estavam os três já muito juntos à senhora, quando descobriram os rostos tirando as máscaras. A boazona arregalou os olhos e teve então um enorme susto, reconhecendo os três sujeitos que a tinham incomodado tanto no beco. Vamos abrir estas duas garrafas de uisque e tu vais bebe-las com a gente.
Nunca vou fazer uma coisa dessas, não vou beber merda nenhuma, vou-me é já embora, chamem o meu filho, se faz favor!, disse a lindona.
Como se tivesse feito a pior das ofensas, um dos tipos pegou num facalhão pendurado na parede e falou baixinho ao ouvido da bonita mãe do Joãozinho. Eu não ouvi. Preferi retirar-me para o quarto onde deveria esperar para fazer as filmagens. Uns 15 minutos depois não me contive e fui novamente espreitar à cozinha a ver o que se estava a passar, e vi a beldade em pé, com o vestido já subido até ao umbigo e com uma tanguinha preta magnifica entrerrada no rabo. Um dos tipos forçava o gargalo da garrafa na boquinha da linda boazuda, e esta tentava em vão virar o rosto e fechar os lábios, mas era pior, pois o carrasco impelia mais o gargalo pela garganta abaixo da bela senhora. Depois todos a amparavam e desmanchavam-se em gargalhadas quando tiravam a garrafa daqueles lábios super sensuais. A beldade desatava a tossir sem parar com um pouco de bebida saindo entre os seus lábios.
Voltei para o quarto, não queria assistir àquilo. Mas estava com uma tesão louca só de imaginar o que aqueles malvados pretendiam fazer à linda senhora.
Passado algum tempo entraram no quarto trazendo-a praticamente em ombros, da bebedeira que lhe tinham pregado. Ela quase não dava um passo, arrastava os pés, colocaram-na em cima da cama, e deram-me ordens: tranca a porta aí!.
A mãe do Joãozinho estava praticamente desmaiada. Deitaram-na de bruços. Elevaram-lhe o quadril e colocaram-lhe uma almofada por baixo da cintura para lhe empinarem o rabo. Subiram-lhe o vestido justo até quase cá acima e um deles levantou-lhe a tanguinha com os dedos e afastou-lhe as nádegas. Será que costuma levar no cu? Perguntou um deles à plateia. Um dos chungoso passou a abrir o cu deslumbrante da senhora à procura do anelzinho, meteu os dedos mais para dentro e puxou as nádegas para os lados, mantendo-as esticadas e fazendo-me sinal par filmar, queria mostrar a porta do cuzinho à câmera e aos outros. Aproximei-me para filmar e ele arreganhou-lhe o anus mais ainda, ela piscou o olhinho do cu inconscientemente, e o tipo continuou com as mãos paradas a arreganhar-lhe as nádegas e eu filmei demoradamente o anel. Por um bocado permanecemos todos imóveis a observar o anel, era magnifico, examinámos todos de muito perto o buraquinho. Vou fazer uma coisa, filma bem puto, disse-me o que esticava as nádegas, abrindo ainda mais as nádegas com as duas mãos, pondo-se a lamber aquele cuzinho com a lingua. Instintivamente ela gemeu baixinho. O tipo passava a língua bem devagar arrastando-a em circunferência, depois fazia novamente a mesma coisa e parava para todos observarem o anus. Que gaja tão boa e eu filmar tudo. A beldade, embora adormecida acabou por contrair o cuzinho. Todos fizemos uma expressão de tesão, e o chunga que a lambia não se conteve atolando a cara pelo rabo adentro da mulher. Deve ter-lhe enfiado a lingua toda pelo cu acima, porque ela gemeu alto e gritou perdendo o controle. Só nessa altura é que a bela mãe do Joãozinho abriu desmesuradamente os olhos devido à introdução da língua. O taradão segurou-lhe com solidez os quadris e atolou-lhe ainda mais a língua. A beldade abriu os olhos em choque com o cenário em que, ao acordar, estava envolvida: os chungas estavam de volta dela, tinha uma língua espetada pelo cú acima e eu a filmá-la com o vestido quase pelas mamas. A mãe do Joãozinho é então surpreendida com um primeiro valente estalo na cara, e outro e outro, até eu fiquei surpreendido com tanta violência : vamos te deixar toda marcada filha da puta! Ela estava completamente desorientada com tanta violência e em pranto. Sabes o que te vai acontecer? Hã? És demasiado boa cabrona, e a gente vai ganhar dinheiro com este teu corpinho! vais apanhar mais, para amaciares!, e levou mais um estalo na cara que até ficou zonza.
Nesse momento um deles começou a gritar-lhe aos ouvidos:
– Sua puta burra, vamos chamar o teu filho para assistir à foda! é isso que tu queres? Hã?? é isso que tu queres??
– Ai não!!!! isso não!!!!
– Então o que é que queres? Caralho… o que é que tu queres?
– Ai meu Deus, qualquer coisa menos isso….
Abruptamente um deles aproximou-se de mim e disse-me para sair do quarto e esperar do lado de fora. Disse isso enquanto tirava um saquinho de pó branco de uma mochila, dizendo ISTO É PRODUTO DO BOM, COM ISTO A GAJA ENDOIDA MESMO..
Saí do quarto e não vi o que eles lhe fizeram, mas ouvi tudo:
– VAI TIAZONA CHEIRA PARA FICARES DOIDONA.
– ISSO NÃO! NUNCA … POR FAVOR…
Ouvi um forte estalo, que me pareceu ter sido na carinha laroca da senhora.
– SEUS FILHOS DA PUTA VOCÊS? SEUS MERDAS! SEUS MARICAS, SEUS PANELEIROS.
– VAIS CHEIRAR ATÉ NÃO AGUENTARES MAIS! SÓ PARO QUANDO CHEIRARES TUDO.
E ela: AAAAHHHH OOOHHHH… AAHHH ….
Soube depois (porque eles se gabaram), que lhe estavam a chupar fortemente os lábios da vagina enquanto outro lhe beliscava com muita força os mamilos.
– AI iiii! O O QUE É QUE ME ESTÃO A FAZER… NÃO CHEIRO COISA NENHUMA….
Nisto um dos bandidolas sai do quarto e vai à cozinha regressando com um pepino bem grosso e um chinelo na mão. Voltou a entrar no quarto e a fechar a porta.
Espreitei pela fechadura e vi o que estavam a fazer à linda senhora. Tinham-na posto de bruços na cama ao colo de um deles, de barriga para baixo, com a tanguinha enfiado no cu, e batiam-lhe com o chinelo nas nádegas, mas com tanta força que se ouvia de certeza no quintal onde estava o filho Joãozinho a brincar (ou a jogar á bola, não sei…). AIII PAREM DE ME BATER… AAIII VOU FICAR TODAA MARCADAAA… POR FAVOR NÃÃÃOO… O QUE É QUE QUEREM ????
VAMOS ENFIAR-TE O PEPEINO NO CU CABRONA. Deitaram-na de costas numa espécie de cómoda que por ali estava e levaram-lhe os pés com as sandálias chiquérrimas calçadas até aos peitos. Ficou numa posição totalmente exposta. QUE CUZINHO LINDO! É DUM GAJO SE PASSAR CARALHOOOO!!!! Encheu o pepino de lubrificante e começou a enfiar no cu. Ela tentou escapar e levou mais umas chineladas.
NAOOOOOO NAOOOO O QUE ESTAO FAZENDO??? NÃO!!!!! CHEGA!!!!! CHEGA!!!!!! SOCORRO!!!!!! SOCORRROOOO!!!!! SOCORROOO!!!!! ——— Deixei de espreitar com e medo e passei só a ouvir —– SUA PUTA!!!! A GENTE NÃO TERMINOU!!!!! ANDA CABRA ABRE A PERNA CARALHO!!!! ANDA!!!!!!!! Nisto chamaram-me: AJUDA CARALHO! E deram-lhe umas chapadas no rostinho lindíssimo, fui ajudar segurando-lhe as pernas completamente alucinados com a situação, o pepino era muito grosso mas já estava metade enfiado naquele estupendo cu. Nisto ela reconheceu-me e pediu-me ajuda —— FILHO!!!! AAAHHHHHH HMMMMMMMM SOCORRRRRRROOOO AHHHHHHHH HMMMMMM AAIIIIIIII AI AI AI AI AIFILHOOOOOOOOOOO HMMMMMMMMMM ALGUEM ME AJUDE….. ———-
Ao mesmo tempo a coca era-lhe enfiada pelas narinas e esfregada nos lábios, uma cena completamente louca. Percebeu-se que ela começou a ficar tonta ou diferente. Ficou quietinha a choramingar e ele a enfiar e a tirar e depois enfiando o pepino cada vez mais fundo.
Quando me mandaram prosseguir com as filmagens a mulher estava aparentemente tranquila e submissa. Nunca esperei assitir ao espetáculo que assiti. A bela mãe do Joãozinho estava de quatro com o pepino gigante enfiado no rabo e a ordem era: MIA CABRONA! MIA PUTA COMO UMA GATA! VAI… EM DIRECÇÃO À CAMERA CARALHO. Ela obedeceu, ficou tudo filmado, a beldade de gatas a rebolara aquele cuzão na minha direcção, VAI VAI COM O RABO EMPINADO, SENÃO LEVAS COM O CHINELO! REBOLA REBOLA!!! Era um movimento circular lindissimo o que ela fazia com o cu, eu tava-me passar também, lembrei-me do filho, do Joãozinho, e da vontade que sempre tive de lhe comer a mãe, podre de boa, e comecei a gritar também, ISSO SUA PUTA!! MEXE O CU! SENÃO CHAMO O JOÃOZINHO! VAI PUTAAAAA!. Um deles não gostou e disse-me, PRONTO PÁ ACABOU. Pegaram na beldade ao colo e jogaram-na para cima da cama. Um pegou no chinelo e aplicou-lhe uma sova nas nádegas que eu nunca vi, às tantas a boazona já rastejava no chão com o rabo completamente vermelho e a latejar e já nem dizia nada, só rosnava que nem uma fera. Um deles diz-lhe, AGORA VAIS TE EMBORA, MAS A SEMANA QUE VEM VAMOS TE CHAMAR PARA IRES A UM SÍTIO, E SE NÃO APARECERES, VAMOS TE ARREBENTAR DE PANCADA.
Ela respondeu que sim com a cabeça baixa.

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