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A mão mágica

  • Publicado em: 8 de setembro de 2017 09:53
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera. Aqui é a Isadora e esse é meu primeiro conto. Quero deixar claro para vocês que essa história aconteceu a vários anos atrás, então eu era completamente inexperiente, agora eu tenho 23 anos,(era virgem e nunca tinha sentido um orgasmo).

Tudo aconteceu no começo do meu primeiro e único namoro, que durou de 02/2009 a 07/2014. Faziam cerca de cinco meses que eu estava com o meu primeiro namorado e as únicas experiências que eu tinha até aquela época eram beijos na boca e as vezes o garoto colocava a mão no meu bumbum, fora isso, mais nada.

Desde que nós começamos a namorar, o C sempre me perguntou dos caras que eu já tinha ficado e eu não queria falar disso, mas de tanto ele insistir eu contei. Foram poucos e ele não ligou de saber, porém um deles incomodou o meu ex: o Marcos, ou como ele é conhecido, “Marquinhos” (chamarei de M). Incomodou por dois motivos. O primeiro é porque meu ex conhecia ele já a algum tempo, e o segundo é porque o M tem fama de pegador, e com razão, pois ele já tinha ficado com muitas mesmo sendo tão novo quanto eu. Meu ex ficou indignado de saber que eu já tinha ficado com o Marquinhos, mas eu disse para ele que eu era idiota e que fazia já algum tempo. Porém nunca falei para meu ex que eu tinha pedido para ficar com o garoto, única vez que tomei iniciativa.

Para vocês entenderem um pouco mais, ainda não tinha acontecido minha festa de debutante, o M tinha a mesma idade que eu, e meu ex era dois anos mais velho que nós. Aliás, o Marcos tem esse apelido por ser menor que a grande maioria das meninas (ele não é um anão, só era baixinho), e é pegador por ser muito bonitinho. Ele é um macho alfa em miniatura hehe.

Então, já estava namorando a mais de cinco meses, quando a minha melhor amiga, me convidou para ir na casa dela, pois os seus pais estavam viajando e ela queria reunir alguns amigos para assistir filme. A principio meu ex não queria ir pois ele não conhecia quase ninguém de lá, mas de tanto eu insistir ele foi.

Chegando lá, pouco após anoitecer, num mês de julho frio e com muito vento, tocamos a campainha e minha amiga atendeu. Ao entrar na sala, percebi que já tinham algumas pessoas lá, a maioria eram da minha sala no colégio, apenas um ou outro que eu nunca tinha visto. A sala estava arrumada da seguinte maneira: era dois sofás de três lugares cada, formando um L, na frente uma televisão de tela grande, e no chão, minha amiga colocou dois colchões de “meio casal”, com algumas almofadas e edredons, pois estava frio.

Quando nos arrumamos para ver o filme, os dois sofás estavam ocupados, com três pessoas em cada um, no chão, na frente do sofá de lado para a TV, estavam duas amigas nossa. No chão, em frente ao sofá de frente para a televisão, estavam eu, de um lado meu namorado e do meu lado esquerdo a minha amiga dona da casa. Logo que a minha amiga deu o play no filme (que era de um bruxinho famoso, com duas horas e meia de duração, lançado dois anos antes), toca a campainha, minha amiga vai atender e eis que entra o M na sala. Fazia quase um ano que eu não via ele, e quando ele entrou meu pensamento foi: nossa, ele está mais gatinho ainda. Na hora meu ex me olha com cara feia, então eu falo no ouvido dele: não sou a dona da casa, não posso fazer nada.

Então, ele entra na sala, cumprimenta todo mundo, olha para mim e senta do meu lado esquerdo, onde minha amiga estava sentada. Eu olho para ele e digo: sente no outro lado. Mas ele só sorri e nem se mexe. Minha amiga senta perto das nossas outras amigas e dá play no filme. Logo que o filme começou, puxei o edredom e cobri eu e meu namorado, encostei minha cabeça no ombro dele e enganchei meus dois braços no braço esquerdo dele, como que para que ele soubesse que eu era dele ali.

Passado meia hora de filme, tudo normal, até que a mão direita do M passa levemente na minha coxa esquerda. Levei um susto, mas, paralisada nem me mexi. Percebendo isso, ele continuou passando a palma da mão perto do meu joelho e subindo até metade da coxa. Quando ele parou a mão e deu uma apertadinha, fingi que estava me ajeitando no colchão e tirei a mão dele de cima. Mas não demorou nem trinta segundos e ele colocou de novo, já dando pequenas apertadinhas perto do meu quadril. Eu novamente fui com a minha mão esquerda e tirei a mão dele de mim.

Então ele parou e eu pensei que não tentaria mais. Engano meu; depois de um minuto ele rapidamente colocou a mão direita na parte interna da minha coxa esquerda e eu fiquei sem reação. Eu estava de legging (calça de ginástica), então tinha mais flexibilidade para me mexer e tentar me livrar dele, mas não estava conseguindo, ele era muito insistente e mais forte que eu. Além disso eu não queria fazer escândalo ali e estragar o filme de todo mundo.

Após alguns minutos com a mão na parte interna da minha coxa esquerda, o M se ajeita no colchão, dobra as duas pernas dele, fazendo com que o edredom formasse uma “cabaninha” e vai com a mão por dentro da minha blusa, na direção do meu umbigo. Por sorte a mão dele estava quente, hehe. Assustada, me mexo rápido e meu ex me olha,eu sorrio, deito no ombro dele de novo, engancho meus braços e finjo que não aconteceu nada.

Quando a mão do M começa a deslizar pra dentro da minha calça, eu, no impulso vou com a minha mão esquerda sobre a mão dele, para impedir, mas ele mais resistente que eu, continua e desce para dentro da calça e da minha calcinha. Como eu nunca tinha sido tocada “lá”, aliás nem eu mesma tinha tocado nela, meu coração disparou e fiquei com muito medo do que ele poderia fazer.

Com os quatro dedos para dentro da minha calça, M começou a mexer lentamente, fazendo os dedos subirem e descerem “nela”. Eu, com a minha mão sobre a mão dele, apenas seguia o movimento. Mesmo achando aquilo errado por vários motivos, a minha atração pelo M e o fato de meu namorado estar do meu lado, fez com que eu sentisse mais tesão, então não consegui simplesmente tirar a mão dele e reclamar.

Logo que o M começou a fazer movimentos circulares, meu ex fala baixinho para mim: porque não está mais me abraçando?. Nesse momento levei um susto, tirei minha mão de dentro da calça e abracei o braço do meu ex novamente. Na hora até pensei que meu movimento rápido fosse assustar o M e fazer ele tirar a mão de mim, mas ele nem se mexeu. Para que ninguém percebesse o que estava acontecendo debaixo do edredom, eu dobrei minha perna direita, fazendo com que a “cabaninha” do M aumentasse um pouco mais e deixasse espaço para que os movimentos não ficassem perceptíveis.

Aumentando a velocidade, comecei a sentir “ela” esquentar e, sem pensar duas vezes, M enfia um dedo dentro de mim, só a ponta, digamos que até o primeiro “ossinho” do dedo. O susto que eu levei foi grande, pois era virgem e nada tinha entrado lá ainda. Mas a sensação foi boa e ele mexia tão bem que só consegui relaxar e deixar ele mexer.

Enquanto o filme passava, alguns riam, outros comiam pipoca, e eu era masturbada debaixo do edredom, com a mão do M fazendo com que eu começasse a perder o foco. Nesse momento as letras da legenda começavam a embaralhar para mim e eu sentia minha respiração ficar um pouco mais pesada. Após vários minutos de agrados, M tira o dedo e começa a esfregar bem no clitóris, que naquela época eu juro que nem sabia o nome, só sei que a sensação era maravilhosa.

Comecei a sentir o tesão aumentar muito e meu corpo automaticamente fazia o movimento junto com ele, mas eu tomava cuidado para que meu namorado não percebesse algo, senão a confusão seria grande.

Após alguns minutos, quando a velocidade lá embaixo era grande, eu senti algo estranho na época: um formigamento no corpo, boca seca, respiração pesada, calor, coração acelerado, ou seja, eu estava prestes a ter meu primeiro orgasmo e não sabia.

Com medo de que percebessem algo, com a mão esquerda puxei a coberta na altura dos olhos, tapando minha boca e meu nariz, voltei a enganchar meu namorado e pensei: por favor Isadora, não faça barulho. Logo que eu cobri mais da metade do meu rosto, e a musica do filme diminuiu, ouvi um barulhinho vindo debaixo da coberta. Olhando rapidamente percebi que eu estava molhada, e o barulho era da mão dele dentro da minha calça.

Sentindo que algo incrível estava para acontecer, apenas fechei os olhos e esperei alguns segundos até chegar o clímax e eu explodir na mão dele. Na hora meu corpo deu um leve tremidinha, endureceu e, passando o gozo, relaxou. Acabei fazendo barulho na hora H, um simples “oooo”, duas vezes, quase como quando você chama alguém baixinho. Por sorte era uma parte onde a trilha sonora estava alta e creio que ninguém ouviu. Cerca de cinco segundo depois que eu gozei, meu namorado disse: amor, dormiu? Imagine o susto que eu levei na hora. Apenas abri os olhos, olhei para ele e balancei negativamente a cabeça.

Então o M tirou a mão de dentro da minha calça e passou dois dedos bem de leve na minha barriga e eu pude sentir como estavam úmidos. Me ajeitei mais perto do meu namorado e continuamos vendo o filme. Minha boca seca, meu coração disparado ainda, mas meu corpo estava relaxado e eu feliz com meu primeiro orgasmo.
Obs: Meu namorado, algumas vezes tinha tentado colocar a mão em mim, na frente, e eu nunca tinha deixado. Ele tinha ficado bravo mas eu disse que não estava preparada. Depois desse dia me senti mal pelo que tinha acontecido, e comecei a deixar meu namorado abusar um pouco mais. Mesmo sendo carinhoso, o toque do meu ex não chegava nem perto do M.

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4 Comentários para “A mão mágica”

  1. Olá Isadora , magnífico seu conto , não deixe de compartilhar conosco deus momentos molhados… se tiver interesse podemos trocar e-mails e experiências

  2. Meu, que contão da poha.. na moral
    Eu tenho a mesma idade que você! Tenho um conto que morro de vontade de contar, mas prefiro ficar de boa… Namoro e tal, mas sério.. Se tivesse como mandar privado, eu te mandaria, porque são histórias parecidas, mas eu sou o M na história haha
    Mas parabéns, foi o melhor que já li até hoje. ( não li muitos, mas foi o melhor de vdd ) rs

  3. Mandei uma mensagem ‍♂️

  4. Inédito. Ninguém nunca postou esse assunto, desse modo. Bem narrado, sem narcisismo, sem dizer que a autora é gostosa, mede tanto, o pau do cara tem tanto, etc. Parabéns. Só acho que acabou rápido demais, mas por outro lado, pode gerar uma continuação, pois a ambiguidade dos sentimentos dela, sem ser vulgar, se justifica, pela idade e pela situação. Se continuar, nesse nível, vai agradar muito.
    Procure por algum dos que postei. São nessa linha.
    Beijos
    Brunawriter@gmail.com

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