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A Minha História Com Minha Tia – Parte 04

  • Publicado em: 1 de julho de 2009 01:21
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

A Minha História Com Minha Tia  Parte 4

Depois da escaldante tarde de sexo, se assim se pode chamar uma vez que foi tudo em redor de umas duas a três horas, tudo o que passava na minha cabeça era o belo corpo de Glória, minha tia.

No dia seguinte, quando acordei, perguntei a mim mesmo se realmente tinha acontecido& Tudo em breves segundos antes de acordar realmente, pois parecia um sonho, mas era realidade. Não estava nada preocupado em saber como ia reagir em frente de Glória, ambos gostamos do que aconteceu, e desde o segundo em que me deitei na cama com ela, sabia que mais vezes como aquela iriam acontecer, era só uma questão de saber onde e quando&

Estávamos no calor Algarvio, do sul, as crianças brincam nas praias, o meu primo tenta comer a namorada o dia todo, havia mil e uma razões para eu me distrair. Mas eu só pensava na minha tia, no seu corpo, nas formas, no perfume, no odor da cona, dos gemidos e sussurros&

Eram 10:30 e eu como um dos mais pontuais naquela casa, saí cedo para a entrada, respirar o já bem conhecido aroma da costa, quando minha tia sai também. Vejo-a a vir a passo apressado, e mesmo com todas as gatas da praia por perto nos seus biquínis apertados, a minha tia conseguia ser a mulher mais bonita visão de todas. Fico á espera para recebe-la, mas percebo de imediato que não vem nas melhores disposições. Vem amuada e desiludida, estava à espera de um beijo de bom dia, mas lembrei-me que tinha de manter o meu lugar e não deveria abusar. Mas agora era outra coisa, ela estava magoada com algo. Glória vestia um top azul-escuro, onde deu-me um pressentimento que as mamas queriam saltar para fora, e por dentro um biquíni. Vi-a com um lenço pelas ancas que lhe dava até aos joelhos& Um pano azul onde a meio fugia para o branco, muito fino e sedoso, transparente também, que dava nó na sua anca direita. E sempre que ela dava um passo, era possível ver as suas belas pernas. No entanto não percebi o que ela trazia por dentro do lenço.

– Hoje vamos almoçar fora. Disse-me Glória.

– Estás bem? Pareces amuada& Perguntei-lhe. Glória fez um silêncio e abriu o lenço que trazia na cinta.

– O teu tio não me deixou trazer nenhum biquíni mais confortável, e dos que comprei este é o único que lhe parece bem. Disse Glória com um ar sarcástico.

Lembrei-me de imediato da colecção de roupa e biquínis que minha tia tinha comprado, e vi lá muitos fios dentais e tangas que lhe ficavam a matar, mas o que ela trazia na parte de baixo, era um biquíni enorme, tapava o rabo todo& Acredito que a certo ponto lhe fosse incomodativo, principalmente devido ao calor.

Não tive muito tempo para responder, os meus primos desceram de imediato e atrás o meu tio. Meus pais desceram segundos depois.

Estávamos prontos, partimos cada um em seu carro, e chegamos ao restaurante pelas 11:20. Foi um bom almoço, Glória não mostrou nenhuma reacção diferente, nem um olhar para mim. Por momentos pensei que ela estivesse assim tão mudada desde a última tarde& Saímos por volta das 14 horas. Decidiu-se dar um passeio pela pequena cidade onde nos encontrávamos, ficou combinado todos se encontrarem à beira dos carros. Eu nem saí do parque de estacionamento basicamente, não me apetecia caminhar, nem ali havia nada que me interessasse, alias, por aqueles lados apenas parecia existir artesanato.

Não contei o tempo, mas 10 minutos depois, Glória aparece perguntando pelo resto das pessoas.

– Não sei, não estavas com eles? Perguntei.

– Estava dizes bem, estava. Mas devemos de nos ter afastado& Então e tu?

– Não tem nada para ser visto nestas pequenas cidades& Respondi eu.

– Lá nisso tens razão. Respondeu Glória virando-se em redor para ver a vista.

– Nem um café aqui tem& Resmungou ela.

– Ainda há pouco sais-te de um restaurante e já queres ir para um café? Relaxa e aprecia o brisa& Vai ser um longo ano de trabalho, especialmente para ti& Disse-lhe.

– Tens razão, devia de aproveitar.

Aproximo-me dela, retiro os cabelos da face dela com gestos delicados, e dou-lhe um beijo. Senti os lábios frios da brisa marítima, mas doces e molhados&

– Olha se alguém vê& Diz Glória afastando a cara para o lado um pouco envergonhada.

Dou-lhe um apalpão no cu, e ela sorri, o que eu esperei para ver esse sorriso hoje. Disse-lhe também a rir-me. Ela mordeu o lábio inferior como se estivesse a pensar em aceitar um desafio. Nisto desata o lenço, e fica e biquíni, realmente as cuecas eram mesmo muito grandes, e fazia com que grande parte da sua beleza fugisse& Mas não me importou, sabia o que estava por dentro, e adorava. Por isso dou-lhe um beijo e meto-lhe a mão no cu e tenho uma grande surpresa& De facto as cuecas eram grandes, mas o tecido destas era super elástico. Puxei as cuecas um pouco para o lado, e elas esticaram sem qualquer problema, por isso aproveitei e meti a minha mão dentro. Percorri aquele cu desde os lados ao rego, desde o buraco do cu, até ao começar da cona. Glória estremecia sempre que eu passava o dedo no cuzinho. Dei-lhe uma sapatada e disse que ela tinha o melhor cu do mundo. Ela sorriu e deu-me um último beijo antes de dar uma olhadela à zona.

– E eles que não chegam&

– É verdade, confirmei eu encostando-me a ela por trás e beijando-a na nuca.

– Estás excitado? Perguntou Glória.

– Isso nem se pergunta miúda& Disse-lhe sussurrando ao ouvido.

Ela riu, disse que adorava a maneira como a tratava, como se ela tivesse a minha idade. Dou-lhe um aperto nas mamas com as duas mãos, desço o corpo dela até à cintura, e enfio a minha cara naquele cu e começo a beijar e a lamber, mesmo por cima das cuecas.

– Não as molhes, pediu Glória.

Eu afastei as cuecas para o lado deixando todo um lado nu, e também a cona dela. Comecei a lamber e a chupar aquele rego, desde o cu à cona, ela apoiou-se na traseira da carrinha, era alta e tornava difícil ver quem vinha pela frente, mas fácil de ver quem vinha da frente por trás. O local ideal.

– Não te deixou trazer fio dental, mas não ficas-te mal com estas& Disse-lhe.

– Eu nunca saio a perder Pedro, diz-me ela.

Já de pé, estava com um tesão enorme, e vê-la ali apoiada com parte do cu de fora, era irresistível. Glória torna a colocar o lenço à cintura e diz-me que é para não dar tanto nas vistas, coloca-o para cima, eu arrasto novamente as cuecas, abaixo os meus calções um pouco, tiro o meu pau para fora, e senti o frio gelado da brisa, mas rápido o alojei no meio das pernas de Glória, que foi facilitando a entrada na cona. Dentro dela estava húmido e quente, ela apoiava-se à carrinha, e eu rezava para que ninguém aparecesse.

Começo um vai-e-vem calmo, aumento aos poucos mas sempre calmo e intenso, lembro-me do que ela me tinha dito de querer amor e não foder. Mas Glória comportava-se como se quisesse mais rápido, por isso fui avançando, ela respirava mais fortemente e intensamente, até soltar uns pequenos gemidos. O meu corpo batia agora no cu da minha tia como as ondas nas rochas. Estava com as minhas mãos sobre as ancas dela, mas subi a direita por cima do top dela e aproximei-me das mamas, e com a esquerda para baixo em direcção da cona. Ela deu um grito e disse-me para tirar as mãos que estavam geladas. Por segundos fiquei assustado, pensei que alguém tivesse aparecido. Mas tirei as mãos, e fiquei-me pelos movimentos que faziam com que o meu pau entrasse e saísse daquela cona que já estava húmida, largando fluidos pelo meu pau abaixo.

– Está bom? Perguntei-lhe.

-Si, Sim, respondeu ela com a voz abafada.

Dou-lhe um beijo no pescoço e quando olho pelas traseiras da carrinha, pelos vidros, vejo o resto da malta a aproximar-se.

– Eles vêm aí, disse-lhe.

– Sai Pedro, disse minha tia aflita.

Mas eles ainda vinham um pouco longe, segurei minha tia e encostei-a contra a carrinha para não fugir. Eles deviam de estar a uns 150 metros mais ao menos. Não nos podiam ouvir, nem ver.

Continuei a meter em Glória, desta vez um pouco mais depressa, pois queria gozar e não podia desperdiçar toda aquela adrenalina e situação.

A minha tia tentava sair, mas estava rendida a ser fodida, por isso ficou mas estava inquieta. Continuei a dar e a sentir que ela vibrava sempre que penetrava. Estava quase a vir-me, aliás estava mesmo muito perto, agarrei-lhe nas ancas e vim-me dentro de Glória que tremia. Ejaculei tudo dentro dela, que davas pequenos pulos com o corpo sempre que saia um jacto.

Glória estava suada, despenteada, e os lábios tremiam&

Olhei pela janela, estavam a uns 5 metros, saí da beira dela, limpei o meu pau às cuecas dela. Minha tia, ajeitou-se rapidamente, desceu o lenço, e rápido avançou para o encontro deles que foi mesmo à rasquinha, mais uns segundos e estávamos tramados.

Limpei o suor da testa e fui ao encontro deles& Glória estava ainda embaraçada, as cuecas estavam totalmente molhadas, alem de limpar o meu pau às cuecas, vi-me dentro dela, por isso é bem provável que o meu esperma tenha escorrido para as cuecas também.

Cada um dirigiu-se para o seu carro, olhei para a minha tia que ainda se penteava e tentava ajeitar o lenço. Estava a ir embora para o carro dos meus pais quando ouvi o meu tio a dizer,

– Tens as cuecas molhadas?

– & Eu disse que estas cuecas me faziam calor, por isso que ia trazer as outras, se tu me tivesses deixado& Respondeu Glória, engolindo em seco.

Meu tio resmungou qualquer coisa, e entraram no carro. Tal como eles, vim embora.

No carro há vinda recebo uma mensagem da minha tia dizer És louco&. Eu respondi Por ti&. Recebo outra a dizer Foi por pouco, fedeste-me à força, e vieste-te dentro de mim, trataste-me como uma porca e nem sequer me vim& Estou a delirar. Eu respondi Logo à noite, na cama, vou-te dar os orgasmos que desejares. Pensei que ela se fosse ficar por aqui, mas mandou-me outra Não Pedro, quero fazer amor contigo, mas sossegada e sem pressão.. Respondi, Onde sugeres?. Ela respondeu Na varanda. Estás a brincar? perguntei-lhe. Não, é o único sítio sem ninguém. Respondeu-me Glória.

Talvez ela tivesse razão pensei& Á noite, toda a gente a dormir, e na varanda tem os lençóis que estão a tomar ar todas as noites. Alem disso as noites têm estado quentes.

Só de pensar já estava excitado&

Há muito mais para contar, mas só nos próximos capítulos. Em breve a parte 05.

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