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A Minha Professora Fátima – Parte 1 de 2

  • Publicado em: 17 de abril de 2017 08:02
  • Expira: Nunca!
A Minha Professora Fátima – Parte 1 de 2
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Detalhes do Conto Erotico:

(as três fotos apresentadas serão colocadas no contexto da história)

PARTE 1
Quando estava no secundário, tive oportunidade de escolher uma de várias actividades extra-curriculares. Como eu adorava escrever, inscrevi-me nas aulas de escrita criativa, uma vez por semana nas quintas-feiras depois das aulas regulares terminarem. E esta foi uma decisão que eu tomei sem pensar em nada mais do que a escrita em si. Não fazia ideia quem seria a professora destacada para essas aulas, apenas que gostava de poder desenvolver um pouco mais a habilidade de escrever.

Na primeira semana de aulas soube que a professora que estaria a dar aulas de escrita criativa era a professora da disciplina de Português, da minha turma. Fiquei um bocado desiludido porque não tinha gostado muito dela na apresentação e para piorar ela faltou à primeira aula de escrita criativa. Na semana seguinte voltou a faltar. Porém, foi na outra semana que apareceu uma nova professora que eu não conhecia. Seria provavelmente de outra turma. Chamava-se Fátima.

Confesso que a primeira impressão que tive dela não teve nada que ver com algo sexual. Ela devia ter 34 anos, usava óculos, cabelo negro liso e comprido. Tinha um rosto simpático e um sorriso querido, mas havia algo na sua aura que não transmitia propriamente uma mulher jovem. Parecia querer ser mais velha do que era. Trazia uma blusa com um casaco, notando-se um disfarçado volume na zona do peito e umas calças normais de pano, finalizando nuns sóbrios sapatos altos. Ela era uma mulher elegante mas nada nela emanava um inuendo de sensualidade. Mas o que inicialmente me cativou nela foi a sua forma atrapalhada de ser. Dava a sensação que estava um bocado no mundo da lua e que de repente desaparecia da aula. Era algo desastrada, mas não de um jeito irritante, porque o seu rosto era bonito e embora evocasse um semblante um bocado deprimido, o seu sorriso tornava-se imediatamente reconfortante. Mas sobretudo, a professora Fátima era uma sonhadora. Percebi depois das duas primeiras aulas que ela realmente tinha uma forma muito especial de falar sobre a escrita e de como escrevermos honestamente. E ela escutava-nos a todos com muita atenção, como se estivesse mesmo a ouvir-nos completamente.
Fiquei um pouco triste quando depois dos primeiros dois meses notei que o nosso grupo tinha ficado muito reduzido. Eramos inicialmente dezoito alunos e agora estávamos apenas sete. E embora eu notasse que ela parecia entristecida com essa facto, reparei também que ela começou a concentrar mais a atenção nos que tinham ficado. E, sem me querer armar em bom, percebi que ela gostava das coisas que eu escrevia. Não dava a entender isso de forma evidente, mas parecia notar algumas coisa no seu olhar e aprovação que ela me via com alguma curiosidade. Mas enfim, talvez fosse só impressão minha.

Vamos ao que interessa:
Até aqui eu nunca tinha pensado na professora Fátima em termos sexuais. Aliás, eu gostava das aulas de escrita criativa, mas não era algo que estivesse na minha cabeça muito tempo para lá das horas antes de ir e algumas horas depois de sair. Foi só quando um colega meu, o João, que não pertencia aquela aula, um dia me acompanhou porque não tinha nada para azer, que estupidamente percebi o quão cego eu estava.
Entrámos os dois e eu perguntei à professora se o meu amigo podia entrar, ao que ela concordou sem problemas. Começámos a escrever umas coisas depois da professora ter falado um pouco connosco. Eu estava completamente concentrado no meu texto quando o João me tocou no ombro levemente. Eu levantei os olhos para ele e ele estava a sorrir de forma insinuadora.
– O que foi? – perguntei.
Ele fez um movimento com a cabeça, subtilmente, para a frente. Eu olhei para a frente e não percebi o que ele estava a tentar mostrar-me. Perguntei-lhe o que ele queria e ele voltou a fazer o movimento, mas agora mais intensamente. A professora Fátima estava a escrever algo no quadro. Voltei-me novamente para o meu amigo, sem perceber o que ele queria. Ele pegou na caneta e escreveu no papel:
“O cú da professora”
Li aquilo e depois olhei para o João que fez uma cara de quem estava mesmo com vontade de querer “papar”. Olhei para a professora que estava de costas e reparei que ao contrário de outras vezes, desta vez ela trazia umas calças de ganga preta e realmente… realmente ela tinha um cuzinho muito bem formado. Mas logo depois pareceu fazer-me confusão, como se não estivesse certo e virei-me para o meu amigo, baixinho:
– Fodasse, és maluco? Ela é velha…
– É velha?… é mas é uma g’anda milf. Olha só pa’quele rabo…
Pedi-lhe que falasse mais baixo. A professora saiu do quadro e foi sentar-se. Voltei a pôr os olhos no meu texto, mas não voltei a conseguir concentrar-me. Assim que uma aluna chamou a professora e ela se levantou para ir ter com ela, os meus olhos concentraram-se nas suas pernas que hoje estavam mais definidas pelas jeans de ganga e então olhei para trás quando ela se inclinou, formando uma curva mesmo deliciosa na anca. Senti um calduço na cabeça. Voltei-me para o meu amigo. Ele estava a rir-se.
– Então, para quem não gosta…
– Deixa-te de merdas. Tenho de acabar isto.
Tentei voltar a escrever, mas francamente perdi completamente a noção das coisas. Era como se durante todo este tempo tivesse estado com a cabeça na lua.
A professora deixou cair uma caneta, desastrada como sempre era e baixou-se, desviando o cabelo para trás da orelha e notei a pressão no volume do peito. Ela era realmente… sensual. De uma forma subtil e escondida. Engoli em seco e desviei os olhos assim que ela olhou para mim.
– Está tudo bem aí? – perguntou-me ela.
– Sim, sim – respondi, cabisbaixo. O meu amigo riu-se para si mesmo.

Quando a aula acabou, já fora da escola a caminho de casa, o João puxou o assunto.
– Fodasse, meu, tenho de ir aquelas aulas. Não sabia que era ela que te dava essas aulas.
– Já a conhecias?
– Pá, ela é professora de português da turma da Joana. Já a vi passar algumas vezes.
– Pois, tou a ver que sim…
– Oh, tás a brincar? Não achas a mulher muita sexy?
– Sei lá… ela é um bocado estranha. Parece meio chanfrada.
– Fodasse, quero lá saber. Aquele rabinho, fotasse, deve ser mesmo bem definido. Punhas a gaja numa roupa menos formal e ias ver…
– Pois…

Quando estávamos em casa, o meu amigo foi pesquisar pela professora no Facebook e encontrámos a página dela. A fotografia de perfil era realmente bastante diferente. Não é que parecesse mais nova, mas tinha um ar mais jovem e alegre. Mostrava mesmo a sua beleza, dos seus olhos verdes escuros e do seu sorriso com lábios bem lineados. Não dava para aceder às outras fotos sem pedir amizade.
– Pede-lhe, és aluno dela.
– Oh, népia. Caga nisso.
– Vou meter para pedir.
– O pá, fodasse, para lá com isso.
– Já pus! Hahaha!
Eu levantei-me todo lixado e realmente ele tinha feito o pedido de amizade. Começámos os dois a lutar que nem uns doidos até nos cansarmos de não conseguirmos magoar um ao outro.
– Ganda palhaço, meu!
– Ainda te vai aceitar e vais bater umas gandas punhetas com as fotos dela. Pode ser que tenha fotos na praia ou assim. Vais ver se não têm um g’anda corpo.

No final do dia, depois do meu amigo ir embora, não tive qualquer resposta ao pedido de amizade.
Nessa noite, quando me ia deitar, recebi uma notificação no meu telemovel. Abri e fiquei nervoso quando reparei que era a aceitação do pedido de amizade da professora Fátima. Entrei na página dela e fui ver as fotos dela. Não havia muitas e eram sobretudo com amigos e familiares. Porém, dei com uma onde ela estava com algumas crianças num parque aquático, naquelas fotos de painel. Ela tinha um vestido de banho cinzento e o decote revelava parte dos seios, principalmente porque ela estava um pouco curvada com um dos braços no ombro de uma criança e a sua anca fazia uma pose absolutamente deliciosa revelando, apenas em parte, o angulo curvilíneo do seu rabo curvado. O seu cabelo estava molhado e tinha um ar absolutamente sensual. A fotografia não era por si provocadora, ela estava amigavelmente perto de crianças que deviam ser familiares, mas o seu corpo quando perdia aqueles trajes todos formais e a sua expressão passava daquela pose ás vezes um bocado deprimida e distante para o seu sorriso natural, ela tornava-se completamente outra, parecendo até mais jovem do que realmente era.
Foi quando dei por mim à cinco minutos a olhar para a foto e a minha mão a masturbar levemente o pénis. E aquilo começou a saber-me mesmo bem, pensando também nela nesse dia, com as jeans e aquele cuzinho e… fodasse, ela era mesmo um bombom de lícor disfarçada de sopa de espinafres.
(FOTO1)
Aumentei a foto só para focar na sua cara e nos seus seios que eram bem compostos e mais volumosos do que a sua roupa dava a parecer e foi quando percebi que estava mesmo a bater uma com a professora Fátima. Tirei o lençol de cima, quando estava já bem excitado e perto do climax e passei com o ecrã do telemóvel na cabecinha do meu caralho, pinçelando contra a cara e os seios da professora, pressionando mais e mais até não conseguir segurar e ter um orgasmo delicioso. Esporrei completamente o ecrã do telemóvel e quando olhei para a fotografia, a professora tinha esperma por toda a cara e por todo o decote. Revirei os olhos e adormeci.

PARTE 2

A minha consciencia sexual para com a professora Fátima ficou viva e bem viva a partir dessa momento. Ainda assim, a minha maior dificuldade era saber como lidar com ela assim que a visse, depois de ter feito o pedido de amizade. Durante toda a semana ela nunca escreveu nada para mim, nem eu para ela. Quando a Quinta-feira chegou e nos vimos eu tive uma sensação estranha, como se de alguma forma ela soubesse o que eu tinha feito com a foto dela. Mas nem ela falou sobre o pedido de amizade, nem eu. Foi uma aula normal.
Daí para a frente as aulas de escrita criativa passaram a ser as que eu mais aguardava. E passei também a ser só sorrisos e olhinhos para a professora. Nada de muito escandaloso, eu apenas queria mostrar-lhe que gostava dela… como professora, claro.
Comecei a achar uma piada fantástica aos seus episódios de distração e quando deixava cair coisas no chão ou batia de sem querer numa mesa ou parecia completamente apanhada desprevenida depois de uns momentos de silencio na sala. E era o seu sorriso que me apaixonava, como se aqueles lábios perfeitos pudessem de súbito limpar a aura algo entristecida que ela trazia consigo.
Em relação à fotografia do parque temático? Posso dizer-vos que o ecrã do meu telemóvel já tinha apanhado com mais jactos de esporra que a boca de uma actriz porno.

Mas o grande momento surgiu mais para meio do ano. O momento que mudou tudo para nós.
A professora Fátima falou ao grupo que iria haver uma competição para onde poderíamos escrever poesia e várias seriam selecionadas, sendo o prémio uma ida de um fim de semana ao Algarve onde haveria uma exposição com vários escritores internacionais. Ela faria questão de submeter os nossos textos para a prova.
Foi quando escrevi o meu. E á medida que ia escrevendo o poema, aos poucos comecei a perceber que era baseado completamente na professora Fátima. Desde a sua tristeza ao seu súbito sorriso luminoso, da sua pose que parecia cansada ao súbito vislumbre de jovialidade, do seu ar sonhador e distante.
Tive algum receio de enviar aquela poema, mas num impulso decidi fazê-lo.

Dois dias antes da aula seguinte de escrita criativa recebo uma mensagem no Facebook. Quando fico surpreso de ver que era da professora. A principio pensei que fosse apenas para informar que tinha enviado os textos. Mas aquilo que li tocou-me. Ela dizia que tinha absolutamente adorado o poema e que eu tinha feito realmente qualquer coisa de especial. Pediu-me que não contasse esse elogio aos colegas, para não ficarem com ciumes e disse que tinha a certeza que eu seria selecionado. E então eu decidi responder na hora, algo nervoso, dizendo apenas obrigado. E ela respondeu de volta. E quando dei conta estávamos à quase uma hora a trocar mensagens, não só sobre o poema mas sobre livros e afins.
Quando vi a professora na aula seguinte, ela sorriu subtilmente para mim quando me viu e eu sorri para ela. Pareceu ter acontecido uma estranha ligação sem palavras. Apenas de olhares subtis.
Tudo muito bonito e romântico mas depois da aula acabar e chegar a casa, já estava a esporrar o telemóvel todo outra vez. Eu queria mesmo comer aquela professora. Nos meus sonhos, claro…

Numa tarde, estava com alguns amigos na rua, quando recebi uma chamada da minha mãe.
– Vem já cá a casa.
– Então?
– Tens cá uma visita.
– Quem?
– A tua professora Fátima.
Eu ia caindo. Os meus amigos olharam-me e questionaram-me sobre o que tinha acontecido. Não lhes contei e despedi-me à pressa. Apanhei o autocarro e fui para casa. Durante todo o caminho não parei de pensar na professora lá em casa. E se ela fosse ao meu quarto? Porra… ainda ia ao meu computador e via a página dela aberta no Facebook. Eu batia sempre uma punheta de manhã com a cara de perfil dela.
Quando cheguei a casa, estava algo nervoso e agitado. Foi incrivelmente estranho quando entrei na sala e vi a minha professora ali sentada, de pernas cruzadas. Fiquei momentaneamente impressionado, pois ela parecia ter uma roupa mais justa ao corpo que habitualmente tinha.
(FOTO 2)
Ficou surpresa assim que me viu chegar, mas imediatamente esboçou um sorriso. Engoli em seco. Comecei a imaginar eu no quarto ao lado, apenas dividido por uma parede, a esgalhar uma a pensar nela.
Tinha de me deixar destes pensamentos. Fiz uma cara amigável e disse um “olá” á professora.
– Bom, já que aqui estás, agora posso dar a notícia em primeira mão a ti e a á tua mãe. Parabens, o teu poema foi selecionada como um dos vencedores!
– A sério?
– A sério. Eu tinha-te dito que era realmente especial.
– A tua professora falou-me que tens bastante potencial – disse a minha mãe.
Foi então que eu tive este impulso que não consigo explicar como tive coragem, mas cheguei á beira da professora e dei-lhe um abraço. E sem conseguir evitar, mas para todo o meu agrado, senti-lhe as mamas esponjosas a tocar no meu peito. Notei que a sua blusa era mais apertada do que habitualmente usava na escola e consegui mesmo sentir um volume delicioso a pressionar-me no peito. Ela tinha umas mamas bem grandes e redondinhas… meus deus! Ela abraçou-me também, surpreendida. Depois afastei-me e senti-me um bocado envergonhado. Depois ela tirou uma folha de uma pasta da mala e deu-ma, com todos os dados para o tal fim de semana no Algarve onde haveria a exposição. É claro que deixou cair metade dos papeis quando voltou àquele seu jeito completamente desvairado e desastrado. E quando apanhava as coisas do chão, as calças exibiam uma deliciosa curva das suas ancas e a pressão na camisa era visivel na zona do peito.
– Espero que te possas divertir e aprender imenso por lá – disse a minha professora, já a preparar-se para ir embora.
– E quando é essa exposição? – perguntou a minha mãe.
– Dia 12 do próximo mês. São dois bilhetes e o quarto do hotel têm duas camas. Se quiser ser a senhora a acompanhar, ou então o pai a ir, é convosco – explicou a professora.
– O pai não pode. Está fora. E dia 12… ó caramba… no fim de semana de dia 12… vai ser complicado… mas enfim, cá nos organizamos.
A minha professora assentiu positivamente e anunciou a sua despedida. Voltou a congratular-me e eu fiquei doido a olhar para o seu cuzinho que se movia cada vez mais belo aos meus olhos. E ficava parvo da minha vida como é que eu só tinha começado a ver isto desde que o meu amigo me alertou. Seja como for, desta vez as suas roupas também eram mais sensuais do que aquelas em que se escondia nas aulas. Mas ainda assim… que bombom.

Dias depois percebi que a minha mãe não ia poder ir comigo. Foi então que falou com uma tia minha, mas era também muito complicado. Depois falou com outra tia, uma que eu detestava e essa já podia ir. Eu fartei-me de dizer à minha mãe que não queria ir com ela e que seria horrível passar o fim de semana com ela e que me ia envorganhar e tudo o mais. A minha mãe queria mesmo tentar ajudar e compreendia-me, mas ninguém mais podia vir comigo. Foi então que tive uma ideia que já me vinha a assolar a algum tempo. Nunca levei essa ideia muito a sério, mas tendo em conta a forma como toda a coisa se estava a desenrolar…
– E se eu fosse com a professora Fátima? – perguntei, uma noite, à conversa com a minha mãe.
– Achas!? Já não chega aturar-vos durante a semana, ainda tinha de levar com mais alunos no fim de semana.
– Mas a sério, mãe. Se ela pudesse ir comigo, tu deixavas?
– Oh, não vejo porque não, parecia uma mulher simpática. Mas nem penses que lhe eu pedia uma coisa dessas, não não…
– Mas não precisas de pedir. Eu peço.
– Oh, filho. E o que é que ela vai pensar de nós…
– Mãe, ela não quer saber disso. Tenho a certeza que ela também gostaria de ir. Ela também adora escrever, não é?
– Pois… bom, se quiseres falar com ela, fala. Mas tenta perceber se ela vai mesmo de vontade…
– Ok, mãe.

Principiou a crescer dentro de mim uma enorme expectactiva. Meu deus, se ela aceitasse! Passar dois dias e uma noite num Hotel, no Algarve. Não podia acreditar. Ia ser fantástico. Só esperava que ela pudesse aceitar!
Comecei a preparar discursos e formas de abordar a professora e passei a noite inteira acordado, na véspera da aula seguinte com ela. Por muito que tentasse, parecia que seria bem mais dificil de pedir do que aquilo que aparentava. É que se lhe fosse pedir sem segundas intenções, talvez me sentisse mais à vontade. Mas eu ia pedir-lhe, com uma sacanice dentro da minha conversa.

Foi no final dessa mesma aula que me abeirei dela. Estava incrivelmente nervoso e quase à espera de ouvir um “não, não posso”.
– Professora, precisava de lhe dizer uma coisa…
– Sim, diz.
– Eu… ahm… a minha mãe não pode ir comigo à exposição. Já tentou falar com duas tias minhas e também vai ser complicado.
– Oh, a sério?
– Sim… e pensei… se calhar mais vale dar a oportunidade a outro aluno, não sei – disse eu, fazendo a cara de falsete mais teatral do mundo, mas com medo de vê-la dizer que sim.
– Oh, caramba…
A professora Fátima parecia mesmo comovida. Estava mesmo na expectativa do que aconteceria… ela poderia dizer que então era melhor avisar outro aluno. Meu deus, se ela disesse isso eu ia morrer!
– Olha…
– Sim, sim!
– Hãn?
– Desculpe. Diga, diga.
– É assim… se os teus pais não se importarem… eu posso ir contigo.
!!!!!!
– Não, professora. Não lhe posso dar esse trabalho.
– Não é trabalho nenhum. Vai ser divertido. Mas, são os teus pais que teem de decidir.
– A sério, professora?
– Sim, claro.
Sorri de dente a dente e estava em pulgas para dar a novidade à minha mãe. Tentei acalmar o ânimo para não parecer “demasiado feliz”.
– Fixe, a professora Fátima é a maior! – exclamei eu, preparando para sair da sala.
– Não te entusiasmes muito. A tua mãe provavelmente não vai deixar o filho ir com uma estranha.
– A professora não é estranha. Até já esteve lá em casa – disse eu, indo-me embora, absolutamente contente.

Nessa noite, quando me fui deitar, apercebi-me do que tinha realmente acabado de acontecer. Senti-me um heroi dentro de mim. Como se tivesse feito o teste mais complicado do mundo e tirasse nota positiva. Eu ia estar num hotel com a minha professora Fátima. Ia-mos dormir bem perto um do outro. Passar o dia juntos. Minha nossa… de repente eu estava mesmo a meter-me numa coisa destas! Eu estava tão excitado com a ideia que nessa noite não me masturbei com as fotos da professora. Nem na noite seguinte, nem em mais nenhuma até ao tal fim de semana. Porque… nos meus sonhos mais loucos, eu sentia que a ia ter para mim!

Ficou tudo combinado. Avisei a professora que a minha mãe tinha concordado. Soube que também falaram as duas ao telefone, uns poucos dias antes de irmos. A minha mãe contou-me que a professora tinha dito para eu não comentar com os meus colegas porque poderia ser mal interpretado irmos os dois sozinhos. A minha mãe entendeu a posição da professora e quanto a mim também não tinha problema nenhum. Só que acabei por me descaír com o meu amigo João.
– O quê!?? Não posso acreditar! Estás a gozar? – questionou ele, incrédulo. Ele nem queria acreditar no que eu lhe tinha dito. Pedi-lhe imenso para manter segredo. Foi quando ele me trouxe uma novidade bombástica.
– Compra-lhe um presente… um garrafa de whisky.
– Achas? Deixa-te de tretas.
– A sério! Eu já nem te ia contar, porque me tinha esquecido. Mas tive numa conversa em que um pessoal amigo meu teve essa professora noutra escola e que a apanharam num Sábado numa discoteca em Lisboa com uma grande bebedeira. E não foi só uma vez, mas várias. Foi à coisa de três ou quatro anos.
– O quê? A sério?
– Ya. Acho que foi depois de se divorciar ou algo assim. Um desses meus amigos contou-me que ela depois deixou de ir à escola nesse ano e foi uma cena assim buéda marada. Acho que a afastaram.
– Cá para mim isso é uma grande treta tua.
– Pá, só acreditas se quiseres. Só não te tinha contado, porque não falámos mais dela. Mas pá, experimenta. Pode ser que ela se solte… fodasse, tás a brincar? Vais tar com a prof, sozinhos num hotel? Isso parece tirado dum filme porno, meu! Só espero é que ainda não estejas com as tuas merdas que a gaja é velha e te armes todo em educadinho.
– Óh…
– Deixa-te de tretas. Aproveita meu. A gaja deve ser uma ressabiada. Deve ter sido deixada pelo marido e ficou toda deprimida e esqueceu-se do boazuda que ela é. São as melhores para se comer! Embebeda-a e tás no caminho!
– Fala o especialista.
– Pá, se tivesse no teu lugar, eu tentava. Pá, tenta encaminhar qualquer coisa. Nunca se sabe. Afinal de contas… se ela tiver fome de pau. Fodasse, grande ou pequeno, tu tens um para lhe dar, acho eu… ahahaha!
– Hahaha, cala-te.
Fiquei com aquela conversa e fui mesmo comprar a tal garrafa de whisky, mandei embrulhá-la e senti que não ia ter coragem de lha oferecer, mas depois logo se via.

Quando o dia chegou eu sentia-me a tremer por todo o lado. A professora chegou e subiu e cumprimentou a minha mãe, que fez questão de pagar-lhe o combustível. Depois deu-me um beijo no rosto, que me fez sentir um bocado envergonhado e ainda mais nervoso. Despedi-me da minha mãe e fui sorridente atrás da professora. Ela trazia novamente umas calças de ganga e uma blusa, mais apertadas e elegantes, o que era raro ela usar na salas de aula. Parecia satisfeita, mas ao mesmo tempo algo distante.

Achei que a viagem pudesse ser mais divertida, mas fomos durante largos períodos apenas a ouvir música. Falávamos regularmente, claro, mas apenas pequenas conversas espaçadas. Pareceu-me que ao longo da viagem ela estava algo em baixo. Foi quando por momentos, depois de algum silencio de conversas e apenas música na rádio, notei ela a mudar a estação da rádio e com os olhos lacrimosos. Eu fiquei sem saber o que dizer. Ela limpou as lágrimas e sorriu forçadamente.
– Desculpa, não gosto desta música…
Eu fiz que sim e fomos mais um bocado em silêncio até ela decidir meter conversa. Aos poucos começava a perceber que toda esta fantasia que eu tinha colocado na minha cabeça de poder ter algo com a professora era realmente isso, uma fantasia. Ela parecia distante demais, em certos momentos, como se não tivesse realmente qualquer interesse em mim para lá do necessário. Noutras alturas, parecia tornar-se incrivelmente simpática, quase que a pedir desculpa pelas suas ausencias temporais. Era quase uma espécie de esquizofrenia.
Quando chegámos ao hotel, já eram sete da tarde e o sol já se tinha posto. No ultimo troço da viagem a nossa conversa fluiu mais naturalmente e falámos bastante de livros e de escritores que nos inspiravam. Ganhámos uma momentanea quimica que me encorajou a sentir-me mais à vontade com ela, agora que eramos só os dois.
Ao estacionar-mos no parque do hotel, ela precisou de tirar uns documentos do guarda-luvas e isso gerou um momento um bocado estranho entre nós. Ela inclinou-se subitamente, quase que ignorando que eu estava ali e o seu corpo, principalmente o cabelo, deslizou sobre o meu peito. E enquanto ela abria o porta luvas e eu via a sua cabeça ali a centimetros do meu caralho, tive uma vontade enorme de pressionar-lhe a cabeça para baixo. Ela começou a balbuciar alguma coisa, em como não encontrava o que procurava e no momento em que eu me quis inclinar para a tentar ajudar ela levantou a cabeça e bateu no meu queixo. Eu soltei um gemido de dor e ela ficou absolutamente num pânico, como se tivesse sido algo gravíssimo. Achei piada á sua forma de lidar com aquilo. Ficou alarmada e levou ambas aos mãos ao meu rosto, inspecionando o meu queixo. Depois de se ter certificado que eu estava bem, olhou para mim e houve um estranho silencio. Ela continuava com as mãos na minha face.
– Desculpa – disse ela, finalmente – Estou a ser uma péssima companhia.
– Não, não…
– É que… (de súbito ela tirou as mãos do meu rosto, como que se apercebendo que o estava a fazer, depois levou-as ao cabelo para o ajeitar) … tive uma semana complicada.
– Claro, eu percebo.
Ela respirou fundo e depois disse que ia ficar mais bem disposta. Eu fiquei agradado e sorri para ela. Saímos do carro em direcção á recepção e depois de darmos entrada um rapaz levou-nos ao nosso quarto. Ele ficou um bocado naquela de qual era a nossa relação. Embora a professora Fátima fosse muito mais velha do que eu, não parecia ter idade para ser minha mãe, mas de alguma forma também não parecia ser uma irmã, tendo em conta a larga diferença de idade. Ele deve ter pensado que era uma tia. Seja como for, não o esclarecemos nessa matéria, obviamente. Ele mostrou um dos quartos e depois o outro. Despediu-se e ficamos sozinhos.
Instalámo-nos em cada quarto, respectivamente. Eu retirei do saco o embrulho do whisky para lhe oferecer mais tarde. Sentia-me um bocado nervoso de o fazer.
Ela apareceu á porta do meu quarto.
– Então, vamos jantar? Já tens fome?
– Sim, pode ser.

Descemos para jantar. Era o restaurante do hotel e havia apenas dois casais lá. Era uma altura baixa do ano para turistas e então estava um ambiente confortável e sossegado, com música ambiente. A professora parecia mais bem disposta. Antes da empregada chegar, eu enchi-me de coragem e sugeri à professora que escolhesse um vinho para ela. Que era fim-de-semana e podia estar à vontade comigo. Senti-me estranhamente ridiculo por ter dito aquilo, principalemnte pela forma como ela sorriu sem entender muito bem de onde vinha aquela minha conversa. Mas ela disse que preferia água. Eu não insisti e senti-me super envergonhado, prometendo a mim mesmo não dizer nada mais que tivesse segundas intenções. Realmente era fácil fantasiar no meu quarto sobre tudo o que poderia acontecer entre nós, mas agora na realidade a coisa era outra completamente diferente.
Comemos e bebemos e por momentos esqueci-me das minhas perversões e fantasias sexuais e senti-me mesmo bem de estar ali com a professora Fátima. Por momentos parecia que nos conheciamos desde sempre. E conseguia então perceber que no seu rosto havia um traço de jovialidade que podia ser reconhecido se olhássemos bem. Era principalmente quando sorria, que de repente parecia transformar-se numa miudinha. Ainda que os seus olhos estivessem sempre tristes.
Quando regressámos ao hotel, depois de termos feito uma caminhada pelas cercanias e comido um gelado, fui ao meu quarto e depois de estar largos minutos a olhar para o embrulho do presente, num dilema entre não me armar em parvo ou de permanecer um maricas-não-arrisca, respirei fundo e decidi encher-me com a última coragem que havia em mim e pegar no presente e levar-lho. Ela ficou surpreendida quando viu o embrulho e disse que não era necessário. Ela abriu-o e eu fiquei com o meu coração a bater loucamente. Nervos e ansiedade percorreram-me o corpo, sentido que era a coisa mais estúpida de se oferecer a uma professora. Ela fez uma cara de estranha surpresa quando viu a garrafa.
– Foi ideia da minha mãe – disse eu, meio sem jeito.
Ela sorriu forçadamente e parecia por momentos ter o olhar hipnotizado no líquido da garrafa. Depois levantou os olhos e olhou para mim.
– És um querido. Não era necessário. Mas obrigado… é dos bons este.
Eu fiz que sim, sem saber bem como reagir. Então olhámo-nos por alguns momentos em silêncio algo incómodo, até que ela falou:
– Bom, amanhã vai ser um dia longo. Se calhar é melhor irmos deitar-nos, não achas?
– Ok.
– Até amanha.
– …até amanha, professora.
Estava a pedir a todos os santos que ela me dissesse se eu queria tomar um copo com ela, ou talvez fazermos alguma coisa ali no quarto dela, ou até mesmo na sala, mas caramba quem é que eu estava a tentar enganar? Isso nunca iria acontecer.

Assim que fechei a porta do quarto percebi que a fantasia terminava ali, onde começava a dura realidade de ter de ir bater uma punheta para a minha cama como um verdadeiro fracassado.
Vesti o pijama e abri a minha cama. Fiquei um bocado deitado apenas a olhar para o teto e a imaginar como seria a professora Fátima do outro lado da parede a dormir. Usaria pijama daqueles todos cheios de botões ou dormia com camisa de noite? Estaria naquele momento a espalhar algum creme nas pernas ou nas mamas? Estaria a passar levemente o dedo pelas suas virilhas? Tudo isso me deixava louco, de saber que ela estava mesmo ali ao lado e não saber o que estava a acontecer. Mas não demorou muito.
De súbito ouvi o barulho de copos a tilintar. Os copos do mini-bar? O barulho cessou, como se alguém tivesse parado de se mover. Fiquei á escuta até que ouvi movimento e alguém se sentava na cama. Um pouco depois ouvi um som de um liquido a ser derramado para um copo. Nesse instante percebi que ela poderia estar a servir-se do meu whisky. Caramba. Será que ela ia ficar…
A minha cabeça começou a encher-se num tubilhão de ideias, pois eu sabia que ela não estava já a dormir, mas estaria provavelmente a ver televisão e a beber. Talvez se eu tivesse uma boa desculpa para ir bater lá à porta.
De novo voltei a ouvir liquido a ser despejado num copo. Porra, ela estava mesmo a apanhar uma bebedeira antes de dormir. Tinha de aproveitar agora!
Saí do quarto e dirige-me até à porta do quarto dela e depois de alguns segundos bati três vezes. Silêncio. Nervosismo.
– Sim?
– Desculpe professora, não sei se já estava a dormir…
– Não, não estava. O que foi?
– … hãn… a televisão do seu quarto está a funcionar?
– Sim, acho que sim.
– É que a do meu não está e… precisava apenas de ver uma informação rápida no teletexto . Acha que posso dar uma vista de olhos só 2 minutos, por favor?
– Está bem…
Um sorriso esboçou no meu rosto.
– Espera só um pouco, para vestir alguma coisa por cima do pijama…
Glup… fodasse. Não acredito. Ouvi movimentos bruscos lá dentro. Senti o barulho de copos. Talvez a escondê-los. Depois mais algum movimento.
– Ok, podes entrar…
Respirei fundo e abri a porta. Assim que olhei para o interior os meus colhões incharam de uma maneira que eu achei que ia rebentar por todos os lados.
(FOTO 3)
– Ei – vociferou a professora Fátima – Podes experimentar…
– Hãn…? Expe… o quê?
– A televisão. Acho que está a funcionar.
– Ok…
Os meus olhos tentaram a todo o custo não olhar para a professora, mas fui apanhado de tal forma de surpresa que eu nem podia acreditar ou mover-me de forma natural. Nada na minha vida se podia ter preparado para encontrar a professora com aquelas pernas à mostra, no que parecia ser um vestido de noite vermelho bem curtinho e um pequeno casaco de veludo preto que só lhe tapava até às ancas. Senti-me a escaldar e por momentos achei que nãos seria capaz sequer de acender a televisão. Esquecei-me de tudo e senti sons a zumbir na minha cabeça.

CONTINUA… (já disponível)

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