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A ninfo e o engraxate

  • Publicado em: 13 de maio de 2017 08:12
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá. Somos o casal de “namorados” Rosane e Gelson. Este episódio vou contar eu, Rosane.

Tenho 23 anos, formada em educação física, 1,70m, loira, cabelos longos frizados (me dão um trabalho!), sou forte mas não cheinha. Tenho peitos do tamanho ideal (rsrsrs) e bunda bem torneada. Acho que deixo a homarada de pau duro rapidinho! Gelson é um cara gato. Foi meu professor de português no cursinho há alguns anos. Tem quase 40, 1,85, forte mas não bombado, cabelo comprido levemente grisalho (às vezes usa rabo de cavalo) e também chama atenção da mulherada. É razoavelmente bem dotado. O membro dele mede uns 10 cm mole e 17 duro com uma bitola de 13cm. Como podem ver, eu costumo conferir as medidas dos meus parceiros! Namoramos há pouco mais de 2 anos, mas não moramos juntos. Não tivemos nada enquanto ele me dava aula, ainda que eu tenha tentado muito! Temos uma vida sexual intensa, mas nosso namoro é aberto. Eu acho que posso ser classificada como ninfomaníaca. Não que eu não me satisfaça, mas minha libido é exagerada e preciso ter pelo menos dois orgasmos por dia senão fico irritada, ansiosa e com coração acelerado. De tempos em tempos vou criando fantasias que não consigo reprimir. Há pouco tempo eu e Gelson iniciamos no swing. Ele curte me ver sendo comida por outro(s), se forem claramente mais viris que ele. Eu no momento tenho uma atração irresistível por garotos mais novos que eu e, claro, só por aqueles bem dotados. Costumo andar sem calcinha e sem sutiã, para provocar os meninos e conferir seus dotes.

Este episódio aconteceu há quase um ano. Era sábado de manhã e fomos eu e Gelson passear por uma das mais belas praças centrais da nossa cidade, recém renovada, perto de onde eu moro. Eu vestí minha sainha curta e blusa decotada, livre por baixo. O Gelson que sempre anda muito bem vestido costuma engraxar seus sapatos no aeroporto quando viaja. Caminhando pela praça vimos um engraxate daqueles que carrega sua própria caixa. Sugerí ao Gelson que engraxasse seu sapato. Ele logo viu por que! O garoto me interessou. Era mulato, baixinho e magrinho, novinho mas com ginga de homem. Sentamos os dois lado a lado num banco da praça, meio ocultado pela vegetação, e o engraxate se colocou na frente do Gelson que pegou um jornal para me deixar mais a vontade para provocar o garoto. Assim que ele começou o serviço, eu abri gentilmente minhas pernas e ele viu minha bucetinha depilada. Fez uma cara de espanto, chegou a parar de esfregar a escova no sapato, me olhou rapidamente, eu olhava para longe, e ele não conseguiu desgrudar o mlho de mim. Vestia um short amarelo, folgado e curto. Imediatamente comecei a perceber algo se mexendo dentro do short. Parecia uma cobra tentando sair da toca. O pau do menino crescia rapidamente e em menos de um minuto já dava para ver a ponta aparecendo para fora junto à coxa direita. A cabeça ficava semi recolhida dentro do prepúcio, mas o furo era visível. Ele me olhou de novo e eu aí respondi com um sorriso safado. Abri mais as pernas e levei os dedos à xana, abrindo os lábios e mostrando que estava toda meolhada. Ele ficou então atiçado. Começou a balançar as coxas enquanto engraxava. O pau palpitava para cima e para baixo entre a coxa e o short. Era bem grande para a idade do garoto, eu acho que no mínimo do tamanho do do Gelson, ainda que mais fino. Derepente a cabeça do pau, roxa e lustrosa, espocou para fora como rolha de champanhe e deu pra ver uma gota de pré-porra se formar na ponta do cano. Em seguida escorreu um longo filete daquele gel transparente que ficou pendurado entre o chão e a cabeça do pau dele. Eu não resisti, deixei cair minha caixa de óculos e ao me abaixar passei o dedo sobre a glande espalhando o gel, recolhi aquela seiva e lambi. O garoto quase enlouqueceu. Chegou a deixar cair o pano. A estas alturas o serviço estava levando o dobro do tempo normal. Gelson que acompanhava tudo por de trás do jornal sorria sem dizer nada. Logo em seguida o garoto gozou. Não eram jatos de porra como eu prefiro, mas saía agora um creme branco continuamente, que formava uma pequena poça no chão. Aí o Gelson se manifestou, primeiro fingindo ficar bravo disse: pô garoto, tô te pagando para bater punheta olhando pra minha mulher?? Antes do garoto responder ele acrescentou: tem nada não, fica sossegado, tô acostumado. Pela tremenda esporrada aí no chão acho que gostou do que viu, não? Nisso eu escrevi e passei um bilhete ao garoto com o endereço do kitchenette que temos ali por perto só para sacanagens, e disse a ele que se quisesse fazer o serviço completo que aparecesse lá às 5 da tarde. Se quisesse poderia levar um amigo, desde que tivesse um pau maior do que o dele. O garoto disse que seu nome era Ernani e que com certeza iria lá, mas que não daria tempo de trocar de roupa, perguntou se não tinha problema. Claro que não, eu disse. Até prefiro rever essa bermuda engomada de porra! Mas disse também: não vai tocar punheta daqui até lá pois quero ver muito leite saindo de novo desta pica. Ele pegou o dinheiro do serviço, se levantou acomodando o pau, agora já mole, e foi embora.

às quatro e meia voltamos para casa e de lá para o kitchenette, esperar pelo Ernani e quem sabe mais alguém. O Gelson iria sair, ficaria observando a chegada do(s) garoto(s) de longe na rua e subiria uns 10 minutos depois para dar tempo de eles já estarem no clima. Lá pelas 5:15 ouço passos e vozes na escada que levam ao ap, que fica no terceiro andar (não tem elevador) e logo batem na porta. Abri vestindo um babydoll transparente, lógico que sem nada por baixo. Ernani trouxe mais um, dizendo ser um primo, o Kleyton (acho que com K e Y mesmo! rsrsrs). O Kleyton era mais alto, também mulato, mais magro e estava com ar de desconfiado. Parecia muito bom para ser verdade. Ofereci refri e chocolate, que eles aceitaram, e sentei no sofá e botei os dois de pé, lado a lado na minha frente,baixando as bermudas dos dois, dizendo “vamos logo ao que interessa pois esta festa vai ter muitas rodadas”. O Ernani tinha pentelhos ralos. Não perguntei idades para não correr riscos. Havia uma grande chance de pelo menos o Ernani ser de menor.Peguei a fita métrica e medi os paus ainda moles. Ernani 6cm, Kleyton 10cm. O último tinha um formato curioso: como também não era circuncisado, e a cabeça era muito maior que o corpo da pica, parecia uma berinjela! Comecei a chupar os dois quando o Gelson entrou. O Maior, Kleyton levou um susto. O Gelson logo tranquilizou e o próprio Ernani se virou pro primo e disse, “tá na boa, ele tá no trampo, tá ligado?” Gelson entrou, pegou uma cerveja e puxou uma cadeira perto de nós. Enquanto eu chupava o Kleyton, o pau do Ernani que era pequeno e enrugado quando mole, crescia muito rápido, até que, como antes, espocou a cabeça para fora e seguiu se armando para cima até quase tocar o umbigo. O Gelson falou, puxa que diferença hein? Ficou maior que o meu! Medi, tinha agora 19cm com bitola de 13cm, a mesma do Gelson, um pau lindo, lisinho e com uma cabeçona que parecia uma nectarina. Kleyton, que agora estava duro como um poste, media 18cm (menor que o do Ernani quando duro) mas a bitola era descomunal, 15cm e meio! A cabeça era muito maior que o corpo, e como não era circuncisado, E as bolas eram gigantescas, do tamanho de limão galego, penduradas bem visíveis, uma mais alta que a outra. Como de hábito, para garantir, o Gelson vestiu ele mesmo as camisinhas nos garotos. No fundo ele gosta de tocar e sentir a dureza dos paus dos outros! Ernani se aligeirou, tomou a iniciativa subiu no sofá e me puxou. Ergueu meus tornozelos e enfiou com tanta voracidade que tive que acalmá-lo pois tocava no fundo da minha vagina , pressionando o colo do útero, o que era desconfortável se feito sem jeito. Passou a bombar com pegada mas mais de leve. O Kleyton, ajoelhado do outro lado, batia com pau na minha cara e era chupado com prazer. Nisso o Gelson tirou o pau pra fora e aproximou-se para ser também chupado. Com os dois paus ladao a lado dava para comparar e ver que o pau do Gelson, que não era nada fino, sumia perto do tronco do Kleyton. Eu gozei a primeira vez, me contorcendo com aquele pau adolescente dentro de mim. Logo em seguida o Ernani passou a acelerar e eu dizia goza, goza meu machinho! Senti as contrações do pau dele dentro de mim, mas logo me dei conta que algo estava errado: ele puxou o pau pra fora e a camisinha estava arrebentada. A porra escorria de dentro da minha buceta. Gelson se assustou. Eu não me preocupei muito pois faltava poucos dias para eu menstruar e ele não parecia ter doenças. Ernani se desculpava e nós dizíamos que não era culpa dele e tudo bem. Nisso o Kleyton estava meio esquecido. Chamei ele e disse, agora é contigo, mas enfia com calma pois desta grossura eu não estou acostumada. Ele riu, me virou de quatro e foi botando aquela tora, centímetro por centímetro, expulsando a porra do Ernani da minha vagina, que corria pelas minhas pernas até o sofá (que claro, tiha uma capa facilmente lavável!). Ele era bem mais experiente que o outro, como eu, gostava de variar posições. Me botou galopando de frente, de costas, aí ficou de pé comigo no colo, espetada na pica dele. Aí gozei muito de novo, um orgasmo de quase um minuto. Neste momento, olhei pro lado e vi o Ernani já de pau em riste de novo, isso que não tinham se passado dez minutos desde que ele tinha gozado. Chamei os três e coordenei a próxima fase. Fiz o Kleyton, que seguia comigo no colo, se sentar no sofá, escorregar para frente para empinar minha bunda. Mandei o Ernani se encapar de novo, apanhar o KY alí na mesinha, lambuzar meu cu e enfiar por trás. Agora era DP. Começou a pressionar a cabeça no anel, que logo passou. Dali pra frente não parava mais de entrar, até que senti parar no meu sigmóide, aquele segundo ânus que marca a entrada do colon. Botei a mão e senti qua ainda tinha um pouco de pau sobrando. Puxei a bunda dele de encontro a mim e aí senti a cabeça avançar no sigmõide. Gozei demais. Poucas vezes tinha sentindo isso. O Gelson estava de pé atrás do sofá para eu chupá-lo e gozou junto. Ele goza em jatos e os dois primeiros voaram por cima das minhas costas e atingiram o peito e a barriga do Ernani, que não gostou! E assim foi, durante uns dez minutos eu tive três pauzões me servindo. Ernani gozou primeiro, desta vez a camisinha resistiu. Quando tirou ela do pau, pedi para ver, tinha gozado uma quantidade enorme, a camisinha estava cheia uns três centímetros acima do bico. Botei na boca e engoli tudo. O menino ficou estarrecido, mas adorou. Enquanto isso, o Kelyton seguia me bombando. O cara era uma máquina. Eu gozei pela quarta ou quinta vez sobre ele, até que fiquei exausta. Pèdi que tirasse que eu o chuparia até gozar. Ele Puxou aquele tronco para fora, tirou a camisinha e eu, com muita dificuldade para botar aquela cabeça, quase do tamanho de uma bola de tênis, passei a chupá-lo. Senti o pré-gozo sobre minha língua, tirei da boca e fiquei esperando. Foi uma loucura: o rapaz parecia mijar porra! O Gelson contou 12 jatos, no meu cabelo, olho, boca, nariz, peitos, chegando a melar até a mesinha que estava a 1 m do sofá! Ele disse que costumava ficar uma semana sem bater punheta para impressionar as gatinhas que comia, pois tinha muito mais esperma que a média. Disse que conseguia encher dois copinhos de shot. Eu disse então que dali a pouco íamos comprovar ou não! Desmontado o circo, fomos encomendar pizza, mas ainda todos pelados e melados pela sala. Gelson ofereceu cerveja aos meninos, que aceitaram. Em 45 min chegou a tele entrega. Só de sacanagem, eu abri a porta com todos nós pelados. O entregador, que aliás era um gato, ficou estarrecido, eu perguntei se ele não queria se juntar, ele disse que adoraria mas tinha que voltar pra pizzaria, mas se fôssemos ficar ali até depois das 10 ele voltaria. Eu disse que tentasse. Comemos e começamos nos preparar para mais uma rodada. Desta vez o Gelson disse que ia me comer. O Ernani muito safado perguntou, mas vai dizer que o tio também não curte fazer um boquete?? O Gelson ficou meio sem jeito e disse que talvez. Assim, tratei de endurecer todos de novo, sentei no colo do Gelson de costas para ele, enquanto chupava o Kleyton e o Gelson passou a lamber o pau do Ernani. Troca vai, troca vem, eu gozei mais uma (a sexta) vez, e o Gelson também, dentro da minha buceta. Ele sempre pode me comer sem camisinha! Aí veio minha grande supresa, quando vi o Ernani posicionar o Gelson para fazerem sexo anal, o Gelson como passivo. Isso era novidade para mim. Não sabia que o Gelson era bi. Ernani teve muita dificuldade para enfiar, usou quase todo o tubo de KY, mas conseguiu. Ficou um tempão comendo o cu do Gelson, que claramente estava pouco à vontade. Depois descobri que tinha sido a primeira vez dele mesmo e que não tinha gostado muito. Assim que o Kleyton terminou de me comer de novo, demos a suruba toda por encerrada. Eram 9 da noite, fomos um a um para o chuveiro, pedi que me ajudassem a limpar toda porra espalhada na casa, além da louça. Nos despedimos dos garotos, mas não os convidamos a voltar. Eu gosto de fazer tudo que tenho que fazer com meus parceiros de uma vez, e depois ir para próxima. Mas se voltarem, serão benvindos. Surpresa, surpresa, às 10 e meia volta o entregador de pizza! Essa é outra história…

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