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A Noite das Iniciadas

  • Publicado em: 19 de maio de 2014 11:01
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Fiquei a olhar para o objecto que era nem mais nem menos do que o ‘plug’ anal que estivera no cu da Daniela!
Como nos havíamos esquecido? Teresa salvou a situação dizendo que aquilo era um pé de uma taça plástica que se partira e pegando nele atirou-o para uma gaveta. Ufa! Que barraca!
Amélia perguntou onde é que eu dormia e eu disse naturalmente: ‘mas onde haveria eu de dormir senão no nosso quarto? Tem medo que a cama não chegue?’
Aquela cama tinha sido mandada fazer especialmente por meu trisavõ, que na época foi pai de trigémeos e todos dormiam na cama com o casal e ainda mais dois irmãos de tenra idade, ou seja dois adultos e cinco crianças, e fizeram-no até o mais velho ter treze anos.
Amélia disse não se sentir muito à vontade, pois ela já não era criança e eu também não. Retorqui ‘se tuas irmãs são mais velhas e não se queixam, é porque tens algum defeito que queres esconder de mim? Protestou dizendo que não era nada disso, mas que se não gostasse iria para outro quarto. Eu disse que se fosse esse o caso me mudaria eu e saí fazendo de conta que estava melindrado.
Ouvi-as discutir na cozinha e refugiei-me no escritório.
Passado algum tempo ouvi vozes excitadas e concluí que já todos deviam ter chegado, mas deixei-me estar. Eu era o ofendido… Rsrsrs…
Chegada a hora da janta vieram chamar-me e eu lá fui, compondo um ar magoado e saudando inexpressivamente.
Meu tio perguntou o que eu tinha e eu disse que sentia que não era desejado ali e que estava a pensar ir embora. Todo o mundo protestou, dizendo que eu era maluco, mas Teresa disse que se calhar havia quem achasse que eu já não era o mesmo de antigamente, Amélia vermelha como um tomate, falou que a culpa era dela e pediu desculpa do que havia dito. Falei que sendo assim era como se nada tivesse acontecido e Amélia foi instada a contar as suas aventuras.
Depois da janta, fomos para a sala de estar e as conversas continuaram, eu pedi licença e retirei-me para o escritório antecipando o que iria acontecer. Bastante tempo depois Léla entrou e disse que daí a meia hora eu poderia aparecer no quarto que a armadilha já deveria estar funcionando, mas que eu primeiro e antes de entrar procurasse certificar-me de que elas estariam enroladas.
Fiquei logo excitado, e parecia que o tempo não passava. Entretanto apareceram Teresa e Daniela curiosas, pois queriam assistir a tudo também.
Em chegado o tempo, fui pé ante pé até à porta do quarto que estava entreaberta e vi Léla, de quatro, com a cabeça enfiada nas coxas de Amélia, enquanto Carlinha se sentava na cara de Amélia e lhe apalpava as mamas.
Respirei fundo, abri a porta e soltei um ‘mas que é isto… Que safadeza vem a ser esta?’ Carla soltou um gritinho e deitou-se para o lado, Léla tentou tapar-se com o lençol mas, de facto, prendia-o com os pés e Amélia queria tapar-se mas não tinha com quê e tinha os olhos esbugalhados a boca aberta de onde não saía um som, e a cabeça de Léla no meio das pernas, mesmo no fim do imenso matagal que era a sua pachacha.
‘Com que então estavas com medo de mim, minha cabra! E agora, estás com vergonha? O que não querias era perder as lambe-cricas das tuas irmãs minha marrana! Puta de merda! Armada em santinha só quer é pornochanchada! Saíste-me uma rica peça. E vocês duas suas lésbicas fedorentas a comer a maninha, não é? Vou foder-vos o negócio e contar tudo aos tios…’ Levantava a voz e do outro quarto, a voz do meu tio mandava-nos fazer pouco barulho. E eu encaminhei-me para lá como,se fosse contar tudo. A Léla então pediu ‘por favor Edu não digas nada, vem cá, fala connosco primeiro, tem calma, não nos traias!’ e a Carla fez idênticos rogos.
Amélia, aterrada, não dava um pio. Tremia! Eu cheguei-me à cama, sentei-me na borda, mandei-as cobrir e quis saber tudo.
Claro que me contaram uma histórinha e prometeram fazer tudo o que eu exigisse se eu guardasse segredo. Fiz de conta que reflectia e virando-me para a Amélia perguntei ‘ e tu? que é que dizes? também és da mesma opinião?’ Ela abanava com a cabeça dizendo que sim, mas eu duro disse ‘quero ouvir a tua voz’ e ela meio a chorar lá foi dizendo ‘o que tu quiseres, faço tudo, nem que me batas eu refilarei, não te enganarei, juro!’.
Fiz que pensava mais um pouco e disse ‘vamos lá a ver se estais a falar verdade… Dispam-me e consolem-me!’ Ordenei.
A Léla quase rindo foi-me tirando as botas e as meias, enquanto a Carla me tentava tirar as calças. Amélia não sabia o que fazer. ‘Então não te mexes?’ ela lá começou a desapertar os botões da camisa e a tentar tirá-la sem saber muito bem como.
O gozo que aquilo me estava a dar. Finalmente era um sultão! Nem nas minhas mais loucas fantasias o poderia ter imaginado.

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  • Autor: satat
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