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A Prima

  • Publicado em: 19 de fevereiro de 2011 23:52
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Meu nome é Antonio e tenho 23 anos. Sou moreno, tenho 1.70 de altura, 70 Kg, cabelos e olhos pretos. Apesar de jovem, sempre uso barba que por sinal é bem grossa e cheia. Sou peludo e bem parrudo.

Este acontecimento foi na fazenda onde moram parentes da minha mãe. Nas férias, viajei sozinho para o interior e fiquei na casa de férias de meus pais. Por lá, sempre aparecem os primos e tios para nos ver. Tenho muitas primas nesta fazenda e as mesmas sempre gostam de ficar na casa de férias de meus pais pra fazer companhia. Como eu estava só, apareceram alguns primos também por lá. Passamos a noite rindo, conversando, falando sobre a vida da capital e eles sobre a vida na fazenda. Uma prima em especial, chamada Cláudia, sempre gostou de mim. Era praticamente a única prima que ficava comigo fazendo companhia.

Num sábado, alguns primos resolveram me fazer companhia e aproveitaram também pra dormir por lá. Como não tinha muito espaço pra todos, resolvemos colocar um imenso tapete na sala e deitamos todos. Eu deitei na ponta do tapete ao lado de Cláudia. Cláudia é muito carinhosa e gostava muito de me abraçar e fazer carinhos. Como eu a considerava muito por laço de parentesco nunca pensei em maldades com ela. A mesma sempre demonstrou uma menina inocente e meiga. Nesta noite, estava eu lá, no tapete com alguns primos e Cláudia. Quando todos ficaram quietos das gargalhadas, estórias contadas e resenhas, o silêncio foi estabelecido. Todos pegaram no sono. Eu estava de costas para os primos e abraçado com Cláudia. Realmente confesso que minha prima é muito gostosa, mas eu não tinha nenhuma maldade com a mesma e a curtia como uma irmã praticamente. Após uns instantes, percebi que Cláudia massageava meu volume. Na hora, fiquei surpreso e me fiz de desentendido.

Confesso que não aguentei e meu cacete começou a crescer. Ela percebeu e começou a massagear ainda mais. Como estávamos abraçados, eu a abracei mais forte. Ela, então, resolveu por a mão dentro da minha cueca e batia pra mim. Botei a mão por debaixo da saia dela e comecei a alisar sua xana, mas parei. Nesta hora, eu tirei a mão da prima do meu caralho e fiz um gesto para que ela parasse. Eu não tinha certeza se todos estavam dormindo e, por isso, fiquei receoso de que alguém visse. Assim que a interrompi tirando sua mão da minha pica, coloquei-a de costas para mim e continuamos deitados. Agora, ela estava de costas para mim. Neste instante, eu coloquei a mão na boca de Cláudia e a mesma começou a chupar meu polegar. Fiquei louco e tirei a mão de sua boca. Nesta hora, fingi que fui até ao banheiro, mas fiquei na porta de casa para evitar que eu fizesse alguma besteira com ela. Na verdade, eu temia que algum primo percebesse o que estávamos fazendo e por isso levantei do tapete e fui pra porta de casa. Cláudia, depois de uns cinco minutos, percebeu que eu não voltei pra deitar e foi atrás de mim. Eu estava sentado no redor da casa, contemplando o rio e tentando acalmar minha excitação quando ela chegou. Um pouco atordoado, a peguei pelo ombro e, balançando a mesma, sussurrei forte dizendo que ela parasse com aquilo. Ameacei mandá-la pra casa e ela pediu desculpas. Eu a perdoei, mas ela insistia dizer que queria transar comigo. Cláudia tinha 17 anos, magra, seios não muito grandes e uma bunda cheia. É uma morena linda, admito.

Mandei-a ir dormir e fiquei umas duas horas na porta de casa ainda. Resolvi retornar para o tapete quando eu tivesse certeza que Cláudia tinha pegado no sono. Voltei e a mesma estava realmente dormindo.

No domingo, pela manhã, todos os primos e eu resolvemos ir a uma praia. Passamos o dia e retornamos quase à noite. Agora, eu estava só, em casa. Assim que chegamos da praia, todos os meus primos foram pra suas casas. Precisavam descansar, pois no outro dia era segunda-feira e todos precisavam estudar e trabalhar. Cláudia também foi pra casa e não ficou comigo. Tomei banho, café, li um pouco um livro e fui deitar. Não estava muito cansado e acabei ficando acordado em cima da cama olhando para o telhado – Nesta fazenda ainda não havia luz elétrica na época. Um pouco pensativo sobre o acontecimento de sábado para domingo, fiquei pensando em Cláudia e me encontrei excitado. Fui até o banheiro com uma vela para tomar outro banho, pois fazia muito calor e eu estava muito suado. Neste momento, pensando na safada da Cláudia, me vi com meu caralho duro e comecei a bater uma punheta, mas me assustei, pois alguém bateu na porta. Vesti-me rapidamente e fui atender. Era Carlos, um dos meus primos, e Cláudia. Foram fazer-me companhia naquela noite. Isso aconteceu umas 23h00 e ficamos rindo e conversando. Cláudia estava um pouco estranha, mais quieta como de costume, mas eu já tinha idéia da causa de seu comportamento estranho.

Fizemos a mesma coisa de sábado. Colocamos um tapete na sala e fomos dormir. Desta vez, eu deixei Carlos ficar no meio para que nos deixássemos, eu e Cláudia, separados. Carlos, à meia-noite, resolveu ir pra casa, pois se lembrou de um encontro de negócios com um fazendeiro. Cláudia já estava dormindo quando Carlos resolveu ir embora. Eu e Carlos estávamos conversando quando a mesma tinha pegado no sono.

Bem… estava eu ali, com a minha prima safada. À medida que eu conversava e ficava entretido com os papos de meu primo Carlos, meu tesão já não estava mais. Eu estava calmo. Quando ele foi embora, fiquei no tapete com Cláudia. Estava sem sono e comecei a relaxar. Retomei meus pensamentos e voltei a ficar excitado novamente. Parece ironia do destino, mas eu não tinha gozado no banheiro quando eles chegaram. Na verdade, nem o banho eu tinha começado a tomar. Só estava nu, com o pau duro e batendo uma na intenção de Cláudia. Cláudia estava dormindo e não tive coragem de atacá-la apesar do meu louco tesão. Baixei o short de seda e comecei a bater uma. Não resisti e cheguei perto dela. A abracei pela cintura e a mesma acordou. Comecei a beijá-la pelo pescoço quando ela ainda estava atordoada. A mesma estava com um sono muito pesado e me pediu que eu parasse. Desvencilhou-se de mim e disse que ia pra casa. Naquele momento, pedi-lhe desculpas e parei. Parece ser engraçado, mas estava acontecendo o inverso. Vesti meu short e fui pro quarto dormir. Deixei Cláudia no tapete.

No outro dia de manhã, Cláudia não estava mais no tapete. Tinha ido pra casa. Arrumei algumas roupas sujas e fui pra uma fonte da fazenda onde se lava as roupas. Lá estava Cláudia, com uma saia rosa e um top preto. Minha tia, a mãe de Cláudia, mandou a mesma ir pra fonte, pois ela deveria lavar minhas roupas. Quando chego lá, a mesma estava sozinha. Aproximei-me dela, dei um beijo na testa como o de costume e perguntei se tava tudo bem. Ela disse que sim. Então, fiquei perto da mesma a vendo lavar minhas roupas enquanto conversávamos. Ela se queixou sobre a noite anterior quando eu a tentei agarrar. Fiquei sem jeito na hora, mas tentei desconversar. Houve um momento em que ela começou a lavar uma cueca minha e depois ficou cheirando. Eu desconhecia aquela Cláudia outrora meiga e inocente que agora se mostrava safada, promiscua. Ela dizia que gostava de cheiro de macho e pelo cheiro da minha cueca meu caralho era grosso e gostoso. Comecei a ficar excitado. Perto da fonte, tinha um morro que, do outro lado desse morro, dava acesso ao matagal. Falei a Cláudia que eu ia mijar e precisava de alguém pra balançar. Andei em direção ao morro e ela foi atrás de mim. Lá, juntos e cheios de tesão, a agarrei pelos cabelos e chupei a sua boca de forma louca. Ela se atirou nos meu braços louca de tesão. Tirei o seu top e comecei a mamar seus mamilos. Ela estava louca e excitada ao extremo. Tinha uma respiração bastante ofegante. Enquanto eu chupava seus mamilos, eu massageava sua boceta que possuía pêlos rasos e bem pretos. Claudinha, minha prima safada, tem uma boceta pequena e bem preta. Ela estava gemendo muito de tesão. Eu estava louco e febril pelo tesão que também sentia em ter aquela safada, enfim, nos meu braços. Num pé de manga, a carreguei e coloquei sentada num tronco bem baixo. Chupei loucamente a sua boceta e ela travava as pernas pela minha chupada em sua boceta. Passava a língua no seu cu até o clitóris. Ela ficava louca e respirava muito forte pelo tesão. Agora, a tirei do tronco e a coloquei de joelhos. Comecei a esfregar meu caralho duro feito pedra na sua cara. Ela ficava louca querendo abocanhar meu pau. Segurei seu queixo, mandei abrir a boca e enfiei minha porra. Ela mamava muito. Chupava meu cacete de uma forma que deixava a cabeça bem roxa. Depois, a levantei do chão e comecei a abraçá-la. Beijava loucamente sua boca e chupava seu pescoço. A mesma arranhava muito minhas costas cravando suas unhas grandes e vermelhas de esmalte. Nesta hora, a peguei por trás e enfiei meu cacete rochoso em sua pequena xoxota. Ela deu um grito. Comecei um vai e vem muito louco naquela boceta pequena. Enquanto a furava, eu insistia em perguntar de quem era aquela xoxota quente e apertada. Ela dizia que era minha. Meu pau e aquela xoxota estavam melados de secreção. Não aguentei e, agarrado nela, gritei com um urso feroz. Gozei muito naquela boceta. Após gozar, eu tive vários choques de orgasmos. Deitamos em cima de algumas folhas, pelados. Descansamos e nos beijamos. Depois, nos vestimos e fomos pra casa.

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