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A viagem – Capítulo 5 – Pedro e Ana

  • Publicado em: 17 de maio de 2018 09:57
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Capítulo 5 – A hora de partir

Estávamos arrumando nossas coisas para ir embora quando Julinha chegou dizendo que queria ir embora com a gente, mas estava receosa de ficar sozinha na cidade já que o primo e sua namorada ficariam na comunidade, avisamos que teríamos estávamos voltando para o Rio e não poderíamos fazer companhia para ela, que era melhor ficar na comunidade, mas ela retrucou: “Mas o Thiago fica tentando me comer o tempo todo, fora que daqui a pouco é um daqueles velhos que vai me perturbar”. Ana a acalmou dizendo que bastava ela dizer não que ninguém iria forçar nada, dava para perceber pela filosofia do lugar que nada era forçado. Julinha saiu fazendo uma carinha triste dizendo que não fôssemos embora antes de nos despedir dela.

Antes da hora do almoço Thiago e Rafinha voltaram com Julinha correndo e esbaforidos: “Vocês já vão embora? Dá tempo de pegar mais uma praia, almoçar e vocês vão no meio da tarde que pegarão a trilha ainda com tempo de sobra”. Ana disse que realmente iria dar tempo e queria dar a última reforçada no bronzeado, já foi pegando biquíni, separando sua bolsa com suas coisas e as meninas começaram a pular de felicidade em uma atitude mais infantil do que de jovens recém ingressados na vida adulta. Catei minhas últimas bebidas coloquei na bolsa e corri na cozinha da comunidade para arrumar gelo, quando encontrei com Flávia e falei que ainda teríamos algumas horas antes de partir então ela sugeriu que fossemos conhecer a praia pequena, que era há alguns minutos de caminhada em uma trilha curta e ainda mais paradisíaca que a praia da comunidade. Ela se prontificou a nos guiar com o seu marido. Ao chegar na praia pequena Ana já foi se livrando das roupas acompanhadas da Rafinha e Julinha, estenderam as cangas na areia e começaram a passar protetor, uma pedindo ajuda a outra, começaram a se esfregar, rindo e já atiçando a gente que observava. Flávia abriu um lençol em uma vegetação rasteira como grama na sobra de uns coqueiros, onde sentamos e abri uma cerveja, entregando outra para o Thiago, oferecendo para os outros dois que se recusaram por não beber, seu marido então começa a dedilhar o violão. Thiago vidrado no corpo da Ana enquanto sua namorada e sua prima passavam protetor nela, quase babava quando eu disse para ele acordar, o garoto riu e disse que elas eram muito gostosas e estavam nos atiçando de propósito. Pensei: “Elas os cambau! Ele estava babando a gostosa da minha mulher, não as meninas que ele estava acostumado” e é Claro que estavam, mas não precisávamos nos desesperar. Tirei a bermuda e fui dar um mergulho e o Thiago me acompanhou, foi bom pro garoto se acalmar, mas a calma não duraria muito pois quando saímos do mar as três estavam deitadas de bruços pegando sol com a parte de cima desamarrada, com suas lindas bundas em biquínis mínimos viradas para cima e começaram a brincar comigo: “Nooossa! Parece um sereio saindo do mar!” – “Que mané sereio Rafa! É Tritão” – “Meu marido tá mais para Poseidon!” – “Você tá certa! Poseidon, um Deus grego”. Thiago ficou meio enciumado, mas Ana disse pra Rafinha que tinha que valorizar o namorado porque ele era gostosinho e iria se tornar um gostosão como eu. Me aproximei pingando água do meu corpo sobre elas e sacudindo meus cabelos com as mãos respinguei ainda mais, aí Rafinha sempre mais sapeca virou de lado expondo os peitinhos com biquinhos ouriçados e reclamando que tinha ficado arrepiada com a água gelada, quando Ana fez o mesmo e perguntou para Julinha se também não estava, ela mais comportada apenas torceu um pouco o tórax e mostrou apenas um dos biquinhos. Todos rimos e fui pegar mais duas cervejas na bolsa enquanto Flávia e seu marido continuavam na sombra com o violão. Ao voltar com as cervejas eles estavam conversando e Thiago sentado de frente para as três, sentei ao seu lado e tínhamos a visão dos rostos, acima as bundas e vez em quando se levantavam um pouco exibiam seus peitos para nós, percebi que Rafinha não irava os olhos do volume da minha sunga quando Julinha chamou a atenção do Thiago que estava apenas de short e sem cueca e deixava o pau já duro escapar pelo lado. Ana retrucou para a menina parar de reclamar pois o que era bonito era pra se mostrar, dando uma empinada na bunda, se apoiou nos cotovelos liberou os peitos e passou a mão no pau do garoto, olhando para Rafinha que prontamente entendeu o desafio e puxou a parte da frente da minha sunga libertando meu pau, que também já duro bateu na minha barriga. Em um movimento que pareceu até combinado eu e Thiago abrimos mais as pernas e tive meu pau abocanhado pela namorada dele enquanto ele teve o seu abocanhado pela minha mulher. Julinha disse que a gente não tinha jeito, mas ficou de joelhos pegando no meu pau e punhetando enquanto Rafinha mantinha a cabeça dentro de sua boca, chupando com vontade. Ana pegou a mão esquerda da garota e guiou para o pau do seu primo, ela relutou um pouco mas Ana forçou e ele acabou cedendo, o garoto virou a cabeça para trás quando sentiu a mão da priminha e ao voltar a chupá-lo, Ana começou a guiar a mão da menina para que fizesse movimentos de vai e vem. Rafinha virou um pouco de lado e chamou Julia: “Jú! Chupa aqui um pouquinho comigo…” Passando a lember meu saco, deixou meu pau apontando para cima esperando a menina que me olhou e tombou o corpo para a direita encaixando a cabeça do meu pau entre seus lábios. Ficou de ladinho e Ana ainda chupando o garoto, puxou o biquíni na menina de lada expondo sua bucetinha, permitindo que Thiago começasse a brincar de dedilhar seu grelinho e enfiar o dedo da prima. Estava massageando seus peitinhos quando a Ana a puxou dizendo “Agora me ajuda aqui que meu maxilar já está ficando dormente…”. A menina resmungou, relutou mas ao se puxada pela Ana foi virando devagar para o outro lado para fazer exatamente o que fazia comigo, pegou o pau do primo novamente olhou pra ele e reclamou: “Você tá gostando né filho-da-puta?”, fez como se fosse dar um estalinho na cabeça e foi escorregando, abrindo a boca devagar e deixando o restante do pau entrar, aproveitei que agora sua bucetinha estava virada para meu lado e comecei a brincar, quando a Rafinha começou a revezava entre chupadas no meu pau e na buceta da priminha do namorado. Olhei para cima e Flávia com o Marido nos observavam com um ar de extrema naturalidade, mas ouvi vozes e quando olhei para a trilha vi que chegavam os cinco jovens que já conhecíamos. Fiz menção em me recompor mas Ana colocou a mão na minha perna como um sinal para que eu não me movesse, falou para todos: “Gente, não vamos nos limitar por causa deles! Vamos que está muito bom.” Fiquei surpreso com a liberdade da minha mulher que não era assim normalmente, mas ao mesmo tempo com muito mais tesão, pensando no que poderia acontecer.

Os cinco foram para onde estava a Flávia e em seguida a irmã mais velha veio até a gente, dizendo que a Flávia queria falar conosco, achamos que ela iria reclamar de algo então nos recompomos, as meninas amarraram a parte de cima dos biquínis e esperamos um instante para os paus amolecerem. Flávia sorria quando chegamos perto então não entendemos, mas ela logo começou com aqueles papos novamente sobre a filosofia da comunidade, blá blá blá, que mais cedo no ritual pensou em repreender a garotada que “invadiu nosso espaço”, mas notou uma “harmonia” e tal… Não entendi bem, apenas dissemos que não havíamos nos importado com a “intromissão” da manhã, não falei, mas ficamos incomodados com a interrupção de agora, mas ok… Sentei ao lado da bolsa térmica para pegar mais uma cerveja e Flávia pediu para eu esperar. Porra! Atrapalhou a nossa brincadeira, não deixou pegar minha cerveja, já queria ir embora pra casa. Ela então revelou que após o ritual o Thiago e a Rafinha pediram para armar uma despedida para gente. Pediu para sentarmos e quando o violão começou novamente as 3 meninas vestidas apenas de biquíni e cangas amarradas na cintura que nada escondiam, começaram uma performance na nossa frente, pegaram na mão da Rafinha que começou a imitá-las ainda sem jeito. Em certo momento os dois garotos se juntaram e levaram o Thiago junto, que tentava imitá-los passando as mãos nas meninas que dançavam sensualmente, e quando o garoto mais velho puxou as cortininhas do biquíni da Rafinha para os lados, o garoto mais novo fez o mesmo com a namorada do seu amigo que era a irmã mais velha, Thiago imitou o movimento com a irmã mais nova. Pensei: “Opa! Não poderia ser diferente dos que já estava acontecendo nesses dias”. Como sempre Julinha colou na Ana enquanto assistíamos a performance e começaram a ficar animadas quando a terceira menina começou a lamber o biquinho do peito da irmã mais nova, que rebolava no pau do Thiago e não demorou em perder o short puxado pela menina que quando abaixado, levou seu pau e ao ser libertado, subiu encaixando na bunda da menina que revirou os olhos. Todos movimentos eram meio que combinados e eles repetiam o que os outros faziam, assim os outros dois garotos também já tinham as bermudas tiradas pelas meninas, que continuavam com a parte de cima do biquíni, mas com os peitinhos de fora, sem parar de dançar um segundo. Ana sentada no meu colo e Julinha sentada ao lado rebolavam, entrando no clima da parada, e eu já estava de pau duríssimo quando Ana deu uma rebolada empinando mais a bunda e tocou meu pau com a buceta, se arrepiando toda quando a beijei o pescoço, apertou Julinha pela cintura e subiu até seu peitinho esquerdo, que ao puxar o biquíni, revelou que a menina já estava excitada com o biquinho do peito em riste. As meninas viraram de costas e em um movimento só tiraram a parte de baixo do biquíni pelos pés empinando a bunda, exibindo as bucetinhas na nossa direção e deixando apenas as pequenas cangas amarradas nas cinturas, com exceção da Rafinha que não possuía esse item e ficou nua na parte de baixo. Três delas seguraram nas cinturas dos garotos e subiram dando uma lambida nos seus paus, subindo e encaixando suas nádegas nos garotos. A terceira garoto estava dançando sozinha e apontou para mim me chamando com o dedo. Quando pensei que Ana iria me segurar ela fez o contrário, me empurrou para eu ir participar, levantei e fiquei de pé ao lado do garoto e minha sunga foi retirada pelas meninas para não ficar diferente dos demais. As meninas mudaram de posição e a mais alta delas veio dançar comigo, a mais novinha com o cunhado, a mais velha com o Thiago e a Rafinha com o outro garoto, rebolando elas passavam os bicos dos peitos na gente enquanto nossos paus passavam pelas suas barrigas, viravam de costas e eu e Thiago imitando os outros dois percorriam os corpos das meninas. Ana e Julinha levantaram e começaram a imitar a coreografia, para ficar mais fiel amarraram cangas na cintura deixando quase tudo descoberto e tiraram os peitos para fora sem tirar o biquíni e tiraram a calcinha fazendo o mesmo movimento que as outras meninas fizeram. Quando abaixaram mostrando suas bucetinhas por trás ficamos hipnotizados, antes das meninas perceberem e darem uma esfregada forte para chamarem nossa atenção novamente. Até a Flávia mesmo acostumada com aquelas doideras se empolgou e começou a bater uma punheta para o marido que continuava tocando violão para não interromper a dança. As meninas nos puxaram e nos jogaram sentados na parte gramada que era mais alta que a areia e continuaram sua performance que era praticamente uma “lapdance”, Ana deixou Julinha sentada ao meu lado e a usava como se fosse seu parceiro na performance imitando as meninas. Claro que minha mulher roubava minha atenção e a menina puxava meu rosto toda hora, mas Ana não esperava que a performance evoluía e as meninas começaram a trocar de posição a obrigando a ir dançar para os outros também. A molecada ficava louca quando era sua vez de receber a dança da Ana, era a mais gostosa ali e percebi que também estava gostando de provoca-los, deixando de imitar as meninas e fazendo sua própria coreografia. Em determinado ponto da coreografia a menina mais velha, que conduzia a coreografia, montou no garoto mais novo e ficava rebolando, todas outras seguiram e deu tempo de acompanhar quando Ana montou no garoto mais velho, Rafinha montou no próprio namorado, a terceira menina pulou no colo da Julinha e a mais novinha montou em mim. Foi automático o garoto passar a chupar os peitos grandes e firmes da Ana, que me olhou e riu antes de começar a rebolar e jogar a cabeça para trás, como não usávamos as mãos, o movimento de rebolar que ela fazia era para tentar encaixar no pau do garoto, então também relaxei quando a novinha procurava fazer o mesmo e senti sua bucetinha completamente melada passar na cabeça do meu pau, e quando encaixou na entradinha eu curvei o quadril para cima fazendo entrar a cabeça, ela ainda rebolando foi deixando o peso do corpo agir e foi escorregando pelo meu pau devagar até encostar no seu útero. Ela não se aguentou e deu um gemido forte, chamando atenção de todos, enquanto a maioria estava apenas roçando, a novinha já estava empalada no meu pau. Quando os movimentos do rebolado da dança começaram a virar um sobe e desce, a irmã mais velha pulou e continuou a dança fazendo todas a copiarem, a novinha teve que levantar devagar, se pendurando no meu pescoço para conseguir sair do meu pau. Na troca Ana veio e olhando para meu pau que estava brilhando de tão melado da bucetinha da menina, aproveitou a lubrificação e sentou de uma vez só cochichando no meu ouvido: “Gostou a bucetinha da novinha?” – “Sabe que prefiro a sua! E você dando pros novinhos?” – Respondi empurrando o pau de baixo para cima e segurando sua bunda por baixo da canga e ela respondeu: “Seu pau é maior e mais gostoso, mas esse fim de semana nós não somos nós mesmos!”. A irmã mais velha no lugar de montar na Julinha, trocou de lugar com ela que tentou se manter sentada, mas não teve opção. Os moleques ficaram felizes pois agora tinham as duas morenas de fora “pra rolo”, a gostosa e a ninfetinha.

Ana quicava no meu pau e notei que somente Rafinha estava também fudendo com Thiago, os outros estavam ainda na brincadeira da dança, salvo a irmã mais velha que chupava um peito da Julinha enquanto com uma mão apertava uma de suas nádegas e a outra esfregava seu grelinho, a fazendo rebolar mais freneticamente. Como quem comandava a coreografia estava ocupada, Ana me olhou com cara de safada e desencaixou no meu pau sem nada dizer, fazendo as outras também trocarem de parceiros, foi dançando em direção ao mais novinho que ficou sem ação quando Ana colocou os peitos na sua cara, montou com uma perna após a outra, só que aproveitou a buceta melada e acostumada com meu pau, que na segunda rebolada conseguiu encaixar a na cabeça da pica no menino e escorregou, fazendo o garoto cair para trás com uma cara de felicidade tremenda. Quando o garoto deitou, Ana seguiu o movimento apoiando as mãos na toalha e rebolando, cavalgando o menino começou a aumentara velocidade. Thiago que estava ao lado passou a mão na bunda da Ana enquanto sua namorada vinha em minha direção e com uma das pernas no chão e outra no meu lado, as abriu bem e ficou brincando de esfregar o grelo no meu pau. A irmã mais nova ficou sem graça quando o parceiro que sobrou para ela era a própria irmã e ficou dançando sem tocar muito, e o mais velho chamou Julinha que havia sobrado para ele e a puxou para seu colo, continuando a dançar mas parecia que seu rebolado era mais para fugir das tentativas de penetração do garoto. Ana que estava ao lado disse algo para ela que pareceu consentir, então o garoto passou a mão nos lábios pegando um pouco de saliva e lubrificando o pau, encostou na entradinha da buceta da Julinha que agora não rebolava mais como se quisesse fugir, mas passou a rebolar mais devagar, para facilitar a penetração. Quando a cabeça passou, ela começou a rebolar também descendo e subindo e Ana parecendo querer ajudar a menina levantou e a segurou pela cintura, subindo e descendo a garota. O garoto que Ana cavalgava levantou e tentou comê-la por trás, mas ficou nas pontas dos pés e não conseguiu, mas ela percebendo, chegou um pouco para trás abrindo as pernas e empinando a bunda, quase fazendo o garoto ter uma ejaculação precoce com a visão da sua bunda maravilhosa apenas com a cintura coberta pela canga e sua buceta molhada se oferecendo para ser penetrada. O garoto nas pontas do pés segurou na canga na sua cintura e usando como se fossem rédeas conseguiu colocar seu pau, bombando sem muito controle, Ana então empurrou Julinha que caiu sobre o mais velho, e a fez empinar a bunda enquanto ainda comandava os movimentos com uma das mãos, deu uma lambida desde o saco do garoto até o cuzinho da Julinha. Com uma das mãos apoiada na toalha, ela largou a cintura da Julinha e sacou o pau do garoto para fora e começou a chupar o pau com o gosto da buceta novinha. Thiago já tinha tirado a terceira garota de cima dele e a comia de quatro enquanto Rafinha cansou de pincelar meu pau na sua buceta, escorregou meu pau para dentro e começou a quicar naquela posição, com um pé apoiado onde eu estava sentado e o outro no chão, as pernas ficavam tão abertas que meu pau entrava até o talo, perguntei no ouvido dela como ela conseguia aguentar tudo e para minha surpresa ela queria mais. Me empurrou me deitando e sem tirar meu pau de dentro dela subiu com a outra perna e chamou Thiago: “Thiagooo, vem comer meu cú!” O namorado não pensou duas veze e a Flávia que estava transando em posição de lótus enquanto o marido ainda tocava o violão (!?), disse para ele pega óleo que estava na bolsa dela. Thiago jogou tanto óleo na bunda da Rafa que senti escorrendo até o meu saco, ele subiu sobre ela pincelou seu cuzinho e foi empurrando até o talo fazendo a namorada hurrar. Ana olhou para mim enquanto colocava o pau do garoto mais velho na buceta da Julinha para ela sentar e ainda era estocada por trás pelo mais novo, se interessou pela cena que viu, dando tapinhas na bunda da Julinha dizendo para chegarem e levantou fazendo o garoto quase cair, agarrando na sua bunda, e a menina saltou da pica do outro e vieram na nossa direção. Rafinha rebolava tanto que eu e Thiago ficávamos imóveis com os paus entalados na namorada dele que recebeu mais o pau do garoto mais velho na boca e chupou com vontade. Ana mandou o garoto deitar do meu lado e sentou engolindo seu pau, se esticou e me beijou dizendo que queria também, e eu sabia que ela estava falando de algo que já havíamos tentado poucas vezes, mas ela nunca gostara muitas vezes: seu cuzinho. Levantei de baixo da Rafinha e puxei a Ana de cima do garoto, pois já que queria tentar um dp, não seria com aquele pintinho.

O mais novo perdendo Ana abraçou a Julinha pro trás, que já embriagada de tesão apenas empinou sua bundinha mal coberta pela canga amarrada na cintura e se deixou penetrar enquanto era beijada pela terceira menina que esfregava seus peitinhos nos dela, o Thiago avançou sobre as duas irmãs que foram empurradas no lençol e caíram uma sobre a outra rindo, e enfiava uma na outra revezando as bombadas. Ana tirou a canga e o biquíni que ainda estava amarrado sob os peitos, pegou o óleo e derramou sobre os peitos, e ombros e deixou escorrer pelo corpo, Rafinha começou a ajudar a espalhar valorizando ainda mais o contraste entre o bronzeado e as marquinhas, chamando a atenção e os olhares de todos, até quem já estava ocupado se distraiu com a cena. Pegou o óleo e jogou no meu pau e no pau do garoto mais velho espalhando e punhetando um com cada mão, puxou o dele e colocou o garoto sentado na toalha, ajeitando a pica na sua buceta e sentando até o fundo, empinou bem a bunda olhando para trás e me disse: “Vem cá, coloca esse pau na minha bunda como você sempre pede!” Encostei a cabeça no cuzinho já melados de óleo e fui empurrando devagar, ensaiando um entra e sai para facilitar. Ela rebolava e a cada mexida entrava mais um pouco, enquanto o garoto socava lentamente por baixo, a cabeça entrou por completo e Ana gemeu profundamente, me excitando então empurrei um pouco mais e meu pau entrou até a metade. Ela segurou minha barriga, então comecei a bombar, ela acelerou as reboladas gemendo alto, segurei pela sua cintura e estoquei fundo a fazendo gritar. Puxei seu cabelo a tirando de cima do garoto mas ainda com meu pau dentro fique a comendo em pé, segurei sua perna direita e levantei, quando Thiago viu sua buceta arreganhada, melada e meu pau entrando e saindo do seu cuzinho, não resistiu e chegou de frente pincelando e empurrando seu pau, aceleramos as estocadas e Ana se contorcia e revirava os olhos até gozar, perdendo as forças nas pernas tivemos que segurá-la. Ana sentou para respirar entre Rafinha e Julinha dizendo que nunca tinha gozado tanto e que Julinha tinha que experimentar. Antes que ela respondesse que nunca havia dado o cuzinho, vimos que a irmã mais velha estava incentivando o namorado a comer o cú da cunhadinha empolgada pela gozada da Ana, o garoto mais velho sentou na canga derramando óleo no pau e a novinha com jeito que queria muito, encheu a mão de óleo e lambuzou seu anelzinho, segurou o pau do cunhado e começou a sentar em cima, escorregando bem devagar fazendo cara de dor, quando terminou a descer pediu para o cunhado não socar pois tinha que se acostumar primeiro, então a irmã mais velha mandou o garoto mais novo meter na buceta dela para relaxar, enquanto botava a buceta na cara do namorado, o mais novo que atendeu prontamente levantando os pés da novinha do chão enterrou o pau na sua buceta e como sempre descontrolado começou a bombar rápido como um coelho, fazendo a novinha gemer feito louca com um pau alojado na bunda e outro acelerado lhe empurrando a buceta. A menina gozou e empolgou o garoto que gozou em sua barriga e apertou o pau do mais velho que já havia ignorado o pedido para ficar parado e já se movimentava por baixo encheu seu cuzinho de leite.

Rafinha tocava uma siririca acelerada até gozar, e Ana sem fôlego disse que só faltava eu, o Thiago e a Julinha para gozar para podermos ir embora, mas esqueceu da terceira menina, que quando a procuramos, percebemos que Flávia havia assumido o violão e o seu marido a comia a menina que não tirava os olhos da gente. Aproveitando a deixa que a Ana nos deu pegamos a Julinha e começamos a espalhar óleo nela, e Rafinha abraçou a Ana e brincava ditando o que deveríamos fazer com a prima do namorado, primeiro dizendo para passarmos óleo nela. Passei óleo nos seus peitinhos, na sua barriga, bundinha, chegando a sua bucetinha enquanto ela ficava de olhos fechados a colocamos de joelho e botamos os paus na sua frente. Ela pegou um com cada mão e punhetando chupava um de cada vez, com os olhos fechados pois apesar de tudo ainda não se sentia muita à vontade de fuder com o primo, Rafinha agora já se esfregando na Ana como um gato se lambuzando de óleo, disse para o namorando colocar a prima de quatro e meter na sua buceta, que fizemos na hora me mantendo deixando ela me chupar enquanto o primo fazia o que desejava faz muito tempo, empurrava na bucetinha da prima que rebolava e gemia chupando meu pau. Trocamos de posição e quando estocava na novinha enfiava um ou dois dedos na sua bundinha, mas a menina reclamava demais e percebi que isso seria coisa para uma outra oportunidade. Ana impaciente veio e sentou no meu pau abrindo as pernas e colocando o grelo na cara da Julinha puxando pelos cabelos fez a menina chupar sua buceta, Rafinha levantou e beijou o namorado enfiando a mão por baixo achando o grelinho da priminha e começou a esfrega-lo fazendo a garota gozar, e como uma onda, a fez chupar o grelo da Ana com força e fazendo gozar, que por sua vez se contorceu e contraiu a buceta enquanto eu estocava por baixo, apertando meu pau me fazendo gozar no momento que ana saltou de cima e segurando Julinha pelos cabelos, a fez abocanhar meu pau até onde aguentou, recebendo fartos jatos de leite na garganta, quase engasgando, Thiago aumentou as estocadas na priminha até sua namorada sacar seu pau e mamar a porra sem deixar uma gota cair, Ficamos abraçados por alguns minutos para recuperar os sentidos e Ana e Julinha brincavam com meu pau dificultando que ele amolecesse.

Fomos para a comunidade onde nos despedimos demoradamente de todos, pegamos nossas coisas e pegamos a trilha para ir embora, na vila enquanto Ana arrumava o restante das coisa que havíamos deixado no camping, fui deixar Julinha na cidade mais próxima onde havia uma rodoviária. As duas se despediram com um abraço longo onde chegaram a chorar, se chamando de maninhas, se bem que as duas passariam tranquilamente como irmãs de verdade pela semelhança, e pouca diferença de idade. Esperei seu ônibus chegar e ao embarcar a menina me disse para mandar um beijo para a Ana e me beijou profundamente. Se despediu e disse que não queria perder nosso contato. Voltei para a vila, arrumamos as coisas e pegamos a estrada de volta ao Rio.

Se passaram alguns meses e prometemos que o que aconteceu naquele fim de semana ficaria naquele fim de semana, que se tivéssemos coragem um dia voltaríamos à comunidade para rever nossos amigos e talvez “perder alinha” novamente.

Fim?

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