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A Vida que eu sempre quis 1

  • Publicado em: 11 de maio de 2010 11:37
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Como já contei anteriormente tenho uma amiga chamada Bete. Ela é uma morena com fartos seios e lindos bicos e esta sempre pronta para uma aventura. Normalmente estamos juntos todas as semanas, damos as nossas voltinhas, como amigos, e aos fins de semana nos tratamos como amantes. Não somos namorados, mas somos grandes amigos sexuais. Numa semana qualquer ela me disse que iria passar o carnaval com a família na casa de praia que os pais têm e perguntou se eu estaria com vontade de ir junto e é lógico que fiquei assim um pouco sem graça porque normalmente estamos todos os fins de semana onde de sábado para domingo costumamos dormir juntos seja onde for e lhe disse que ia mas que seria chato porque meu corpo já esta acostumado a dormir com ela nestas alturas e assim não daria, mas ela deu um sorriso e disse que eu estava enganado porque além dos pais dela não terem problemas com isso, já sabiam que isso acontecia conosco e que era normal. Fiquei olhando para ela e nada disse!

Chegou o dia de viajarmos e como é norma,l eu e ela fomos no sábado, seus pais tinham ido na quinta-feira para aproveitar mais um pouco e arrumar as coisas. Na medida em que os quilômetros diminuíam ao nosso destino ela começou uma conversa para explicar que tinha que me dar noção do que era a família dela, que era normal eu encontrar um cenário diferente do que estava acostumado a ver no meu dia-a-dia. Perguntei sobre o que é que ela estava falando porque não gosto de rodeios de conversa e ela olhou para mim e disse que era para eu não me assustar, porque os pais dela gostavam de praticar o naturismo e se eu não tinha problemas. Eu disse que não e para ela não se preocupar com isso porque tenho mente aberta o suficiente para estes tipos de situação. Bete tem 25 anos e a meu ver é uma mulher muito bonita, com os seus lindos cabelos negros, pele clara e corpo bem feito. Fiquei imaginando que de fato, tinha aqui um problema que seria olhar para a mãe dela nua e poderia ficar vendo uma senhora com certa idade e com corpo maltratado pelo passar dos anos e fiquei com isso por algum tempo na minha cabeça mas nada falei e acabei por me distrair um pouco com outras conversas que íamos tendo.

Por fim chegamos ao nosso destino e fiquei contente por ver que estava diante de uma bela propriedade, não muito perto da praia, mas com boas condições para passar os dias que tinha pela frente. Ela saltou do carro e entrou pelo portão pequeno abrindo o de garagem logo de seguida onde pude ver uma linda casa, normal, mas muito bonita, típica casa de praia rodeada por jardim e uma bela piscina com tudo a nível de diversão. Quando ia parando o carro, vejo vir um homem com os seus 55 anos que tratou logo de me dar a direção onde estacionar e nisso, ao parar, vejo pelo retrovisor a Bete correr de encontro a ele e dar um abraço e um beijo no rosto. Saltei e fui logo apresentado a ele como o pai dela que me recebeu muito bem como se já me conhecesse há muitos anos e logo se prontificou a ajudar a carregar as malas para dentro, onde foi indo na frente e carregando as nossas sacolas, levou diretamente para o quarto onde eu iria ficar. Eu disse que a da Bete estava junto e ele disse olhando para mim que se era normal que passávamos todos os fins de semana juntos, aqui não seria uma exceção pois gostava de ser frontal e não havia problemas com esta situação pois somos liberais e de boa cabeça. Agradeci de imediato e tanto eu como ela começamos a tirar as nossas roupas das sacolas e pendurar no armário, sempre com a presença e conversa do pai dela. Ela perguntou pela mãe e ele disse que ela tinha ido andar de bicicleta e comprar o pão porque sabia que como levantamos muito cedo teríamos fome quando chegássemos. Neste meio tempo descemos e a Bete começou a preparar a mesa do café e nisso chega a mãe dela. Apresentou-se como Leila e me deu logo dois beijos no rosto e um abraço onde eu disse logo “Já vi onde a Bete foi buscar tanta beleza, puxou à senhora!”, e ela sorriu e agradeceu e rapidamente me disse “Tudo bem, obrigado, mas que era sacanagem, chamar uma coisinha como ela de senhora!” Eu agradeci novamente a gentileza e disse que tudo bem. Sentamos para tomar o café da manhã onde os pais dela me falaram logo que de seguida iríamos a praia, para não andarmos a comer muito, apenas o necessário e assim fizemos. Eu e Bete subimos para o quarto e fomos trocar de roupa onde ela perguntou o que achei da mãe dela e disse que, de fato, era linda, loira (pintada), belo corpo e muito simpática, e que quebrou logo o gelo me deixando tranqüilo. A Bete disse: “Belo corpo?! Tu ainda não viste nada! Quando for mais a tarde vais ver ela na sua plenitude!” E eu fiquei desejoso pois é de fato uma mulher com tudo em cima e ela me explicou que os pais dela se casaram muito cedo e que devido a boa situação financeira do pai, a mãe nunca trabalhou fora, sempre teve uma vida de madame! Terminamos de nos arrumar e seguimos para a varanda de entrada onde comecei a conversar com o pai da Bete e ele me disse que ali não precisa de carro para nada, que o irmão tem uma casa ao lado e costumam todos ir a pé para a praia e quando muito usam as bicicletas para se locomover, e assim as duas mulheres se juntaram a nós e fomos caminhando para a praia. Confesso que estava doido para ver a mãe da Bete em biquíni e que mesmo ao caminhar havia momentos em que ela ia a nossa frente com a filha e dava para ver o mulherão que se escondia por baixo daquelas roupinhas. Pelo caminho ouvi a mãe dela perguntar a ela se já me tinha contado como eles gostam de ficar em casa e a Bete abanou afirmativamente com a cabeça e disse que estava tudo bem, sem problemas. Isso me deu naquele momento um aperto na garganta e pensei que seria logo que voltássemos iria ter a “surpresa”. Chegamos à praia e como freqüentadores assíduos do local já tinham o seu espaço reservado junto a uma barraca que servia principalmente peixe na brasa e muita cerveja, esticamos as toalhas e fiquei olhando a paisagem. Sentei na toalha e vi a Leila tirando a camiseta e o short e pude constatar que de fato não havia nada fora do lugar naquela mulher que esbanjava sensualidade com fartura. O pai da Bete reparou a minha atenção a sua esposa e fez uma pergunta ambígua:

“Está gostando da paisagem?” eu respondi:

“Sim, aqui tudo é lindo!”

E sorrimos um para o outro. A mãe se deitou e ficou conversando conosco sobre os programas de carnaval da região e a Bete me disse que ali não havia bailes, que se quiséssemos tínhamos de ir para uma localidade próxima para pular o carnaval e eu disse que mais para frente iríamos ver como é que ficava. Continuamos a conversa e comecei a sentir o peso das horas de estrada e o pouco que dormi e acabei por adormecer ali mesmo e uma das ultimas coisas que senti foi a brisa bater na minha pele. Não sei por quanto tempo dormi mas quando comecei a acordar fui lembrando que não tinha passado nenhum protetor solar nem dado um mergulho e acordei preocupado mas então reparei que já estava “tratado” e que me encontrava sozinho pois olhei para a água e estavam lá os três a dar um mergulho e conversando. Levantei-me e fui de encontro a eles onde a Bete como sempre na brincadeira disse que

“Acordou a bela adormecida!”

E todos nós nos rimos. Ela veio logo e me deu um beijo e um abraço e continuamos ali a conversar sobre banalidades e o pai da Bete foi para a toalha e a mãe se virou para mim e perguntou:

“Querido, me desculpa a curiosidade, mas responda-me sobre este relacionamento de vocês dois; afinal, vocês são namorados ou não? É que não dá para entender bem, não que eu seja contra mas como é que vocês se dão tão bem como amigos, na cama, e não rola um namoro!”

A Bete ficou dizendo que isso não era pergunta que se fizesse mas eu respondi que não tinha problemas, que era muito normal esta curiosidade por parte dela e lhe respondi que não tínhamos ainda falado sobre isso porque entendo que gostamos das coisas assim como são e que se calhar o melhor era deixar as coisas correrem para ver onde ia dar! E ela sorriu e fez um sinal afirmativo com o polegar. Fomos os três nos juntar ao pai dela que estava no bar tomando uma cerveja e conversando com o “barman” e me chamou perguntando se eu queria um copo e disse que era difícil não querer com o calor que estava e foi ai que o empregado perguntou se eu era o genro dele e ele disse que

“Mais ou menos!”.

Rimos um bocado e continuamos conversando até que as mulheres começaram a dizer que queriam voltar pois estavam com o estômago a dar horas e fomos para casa. No caminho de volta falamos sobre várias coisas, mas assim que entramos em casa e chegando a cozinha o pai da Bete se virou para ela e perguntou:

“como é que é, ele já sabe da nossa maneira de estar em casa?”

E a Leila disse que sim, que estava tudo bem, e ele foi logo dizendo que já não aguentava mais andar vestido ali, se retirando e indo tomar uma ducha junto ao chuveiro da piscina e tirando toda a roupa, passo que foi seguido pela Leila e a Bete me apanhou pelo braço e me dirigiu até o mesmo local onde eles se encontravam e fizemos o mesmo, sendo eu o último a tirar a sunga. Tomamos todos, uma boa chuveirada enquanto o Carlos, pai da Bete foi tratando logo de acender a churrasqueira para fazer uns grelhados. A mãe voltou para a cozinha apanhar as coisas e vi aquele mulherão andando e rebolando à minha frente. Caros amigos, sinceramente, eu já achava que quando a Bete me falou que iríamos ficar à vontade pensei que seria complicado não ter uma ereção quando visse a minha gatinha nua ao ar livre, mas que estava sendo mais difícil por causa da mãe dela pois afinal a Bete tinha mesmo a quem puxar porque a mãe só não tinha seios tão grandes como a filha, mas no resto era igual, uma bunda bem feita com umas coxas torneadas, bons seios e apenas com uns pentelhos a cobrir a boceta, tudo acompanhado com erotismo e sensualidade das duas. Para piorar a mãe dela veio com um tabuleiro de carne na mão e com os braços levantados que ajudavam a balançar os seios rijos, e foi tanta a minha atenção que acabei por ter uma pequenina ereção que me fez queimar os miolos e pensar que seria duro aguentar uma tarde inteira olhando para aquilo sem poder me “vingar” na filha. Para desanuviar fui ter com o Carlos na churrasqueira e ele reparou que eu estava excitado e olhou para mim e cochichou:

“É boa não é?”.

Levei um susto com esta pergunta pois não contava e olhei para ele e fiz sinal afirmativo com a cabeça e disse que com todo o respeito! Ele riu e disse na cara dura, que era igual à filha só que loira! E rimos os dois. As mulheres se aperceberam da conversa e vieram logo para junto de nós e queriam saber qual o motivo da conversa e o Carlos contou a elas que riram em conjunto conosco e a Bete disse que a gente só pensava besteira, e a mãe dela retrucou que não era besteira nenhuma, que se sentia gostosa todos os dias e que mesmo com os seus quarenta e poucos anos se sentia maravilhosa e colocou as mãos na cintura empinando os seios e perguntou se não era verdade! O marido disse logo,

“Você está nos provocando?”

E ela disse que não, que estava apenas perguntando para conferir. Carlos rapidamente disse: “Com esta cara de safada, você está mesmo nos provocando!” e a Bete rematou:

“É mamãe, o papai já está com a piroca meio dura, como sempre fica logo com tesão!”.

Aquilo era conversa regada com cerveja porque desde que chegamos à praia não se fez outra coisa senão entornar!!! Leila se virou para mim e disse:

“Você também esta gostando da vista, não está?”

E eu respondi que até um cego estaria gostando porque dá para sentir no ar o cheiro da sexualidade das duas! Leila sorriu e veio me dar um beijo e um abraço apertado e foi logo dizendo:

“Filha, o teu querido apesar de ainda estar cansado da viagem, tá com um tesão danado!”

E a Bete perguntou com é que ela sabia e ela respondeu:

“Está sim, porque no abraço estou sentindo a cabeça da piroca dele roçando na minha boceta!”

E riu me largando. Carlos aproveitou logo para olhar, gesto que foi seguido por Bete e ambos disseram quase que juntos que Leila estava falando a verdade e Carlos disse para pararmos senão não iríamos comer nada que ele estava preparando, mas a Bete disse logo que não tinha problemas, porque ela e eu iríamos dar uma subidinha até ao quarto para ela tratar desta minha situação! Eu fiquei atônito com esta resposta dela! Eu sempre soube que a Bete era maluca e que sexo para ela é uma das coisas mais gostosas do mundo mas falar estas coisas na frente do pai e da mãe era demais. Ela me pegou pela mão e mandando beijinhos para os pais me levou para dentro de casa e fomos para o quarto onde mal entramos, ela se agarrou a mim como de costume e foi me beijando, roçando o corpo dela no meu, ou seja, virou a maluca que sempre foi no que se diz em sexo. Para quem não leu o conto em que começamos a nos relacionar a Bete é mesmo ninfomaníaca, é quente como tudo, completamente maluca na cama topando tudo que se pode imaginar, e começou a passar a mão pelo meu corpo onde chegou logo a piroca e iniciou os carinhos que me deixam louco com uma punheta que ela bate com a mão lubrificada com cuspe que até faz barulho. Não demorou muito e se ajoelhou onde começaram os beijos da cabeça ao saco lubrificando muito bem o meu membro para não dar fricção na hora da punheta. Abriu a boca e pediu, como sempre, para eu foder-lhe a boca como gosta e eu não perdôo de maneira alguma e nunca me canso de satisfazer a minha parceira porque ela é como a fogueira, quanto mais lenha, mais arde. Ficamos assim algum tempo mas ela gosta mesmo é de um 69 porque assim consegue enfiar quase tudo na boca por causa da curvatura da piroca, e assim fomos para a cama onde nesta posição comecei também a chupar a bocetinha linda que ela tem que como sempre está pingando no verdadeiro sentido da palavra. Além de tudo, tem alturas que ela está mais sensível e no 69, tem muitos orgasmos que me deixam maluco porque também gosto de sentir o gozo dela na minha boca, língua e rosto. É maravilhoso sentir aquele sabor! Paramos por ali porque queria comer a boceta dela e devido às conversas com a mãe dela fiquei mais excitado e passamos para a cadeira das acolchoadas que tem ao lado da nossa cama onde me sentei e ela veio montar enfiando minha piroca na boceta dela e começou logo a fazer movimentos para frente e para trás e gemendo com a mesma vontade de sempre. Depois de algum tempo, mandei ela passar os braços pelo meu pescoço, agarrei nas pernas dela levantando-as e movimentando novamente, dava estocada fortes no fundo do seu útero, posição que gostamos muito e que nos leva sempre ao delírio.

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Sem Comentários para “A Vida que eu sempre quis 1”

  1. Bom, promete ser um conto excitante e cheio de sensualidade.

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