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A Vida que eu sempre quis 2

  • Publicado em: 11 de maio de 2010 11:39
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Ficamos assim por quase 10 minutos e ela pediu para parar, uma vez que já estava com as pernas doendo e se sentou nas minhas pernas e começou a bater, com aquelas mamas enormes, na minha cara até que se colocou de joelhos com a minha piroca no meio delas e bateu uma espanhola maravilhosa até me fazer gozar jorrando muito leite no seu queixo, pescoço e peitos. Ela passava a língua onde dava até ficar tudo limpo, me beijou e foi para o banheiro tomar banho que segui logo o mesmo gesto e depois voltamos para juntos dos pais dela que ainda estavam junto à churrasqueira e deu para notar que também tinham feito algo para apagar o fogo que estavam. Ao chegarmos começaram a se rir e Carlos perguntou se eu estava mais tranqüilo e antes deeu conseguir responder Leila foi logo dizendo:

“Querido, você não reparou que a ferramenta dele está menor?”

E rimos todos com esta situação. Começaram a servir o almoço e comemos ali sempre regados a cerveja e muita conversa animada onde tivemos todo o tempo a rir sobre vários assuntos e nesse meio tempo o telefone tocou e o Carlos atendeu onde a conversa era com a cunhada dele que tem a tal casa ao lado e ele disse que estávamos ainda almoçando e disseram que depois poderiam passar por lá para visitar a gente e Leila disse que era para que eles viessem como estavam acostumados (nus). Acabamos de comer e a Bete disse que queria ir descansar um pouco e segui a sugestão dela onde os pais disseram para ir porque eles tratavam de arrumar as coisas e assim subimos novamente para o quarto onde deitamos para descansar e acabamos por adormecer pelo que me lembro umas 3 horas. Bete acordou primeiro e eu logo de seguida porque ouvi o barulho dela no banheiro e me disse para descermos porque os tios dela já tinham chegado e estava com saudades deles e eu me levantei, fui ao banheiro e quando sai do quarto ia me vestindo onde ela me chamou atenção dizendo que eu estava esquecido que isso não era necessário e concordei e desci, quando ia passando pela cozinha estava Leila e a tia da Bete, a Cintia, uma loira linda como tudo que apesar de estar sentada deu para reparar no corpo violão dela. Ela estava sentada à mesa com os braços cruzados sobre a mesma e quando ia chegando perto para lhe dar dois beijos ela se levantou e pude ver uns seios lindos (siliconados) com a marca do sol, sem barriga nenhuma, uma boceta quase careca e uma bunda firme e linda também com a marca de biquíni. Cumprimentei-a e como era de se esperar minha piroca deu logo uma esticada e Leila que é mesmo safada disse chamou logo a atenção para o fato e fiquei um pouco envergonhado mas a Bete logo disse que eu era assim, assanhado, e que não dispensava uma boa olhadela. A Cintia foi logo dizendo que não tinha problemas e deu uma voltinha para que eu visse melhor todo o seu “material” e então foi a gota d’água, minha piroca estava tão dura que parecia ferro, e Leila olhou novamente e piscou o olho para mim mordendo o lábio inferior dela dizendo que estava gostando do que via. A Cintia foi ao banheiro e fomos para a piscina onde estava o Carlos e o irmão Paulo conversando e quando cheguei junto deles para cumprimentar o Carlos me viu com a barraca armada e disse logo:

“Já sei que conheceu a minha cunhada!”

E o Paulo olhou para o meu estado e riu. Sentamos nos cadeirões da piscina e a Bete me passou uma cerveja e foi se sentar na cadeira ao lado e com a conversa meu membro foi baixando aos poucos mas não totalmente e depois de alguns minutos lá vem a Leila e a Cintia conversando e a tia da Bete foi se sentar junto do marido no cadeirão e como não havia outro lado para a Leila se sentar ficou na ponta do cadeirão onde eu estava e começamos a falar sobre o que iríamos fazer à noite onde a Cintia sugeriu que fossemos a um barzinho ali perto onde é normal haver um pagodinho e seria mais calmo e depois poderíamos todos curtir a noite bebendo sem problemas de ter de dirigir. Esta idéia foi aceita por todos e continuamos a conversar sobre banalidades até a hora do jantar onde comemos todos juntos e os tios da Bete foram a casa deles para se vestir e nos encontrávamos na rua.

Subimos os dois casais, cada um para os seus quartos e nos preparamos, onde a Bete estava toda animada e perguntei o que tinha este bar de tão interessante e ela disse que lá é muito aconchegante e tudo mais e fiquei na minha. Depois de uns 30 minutos as mulheres desceram e se juntaram a nós e fomos caminhando para o barzinho, cada um com a sua companheira de mãos dadas e tudo mais. Chegamos ao bar e já estava reservada a nossa mesa e fomos nos sentando sendo os 2 casais mais velhos ficaram sentados no sofazinho encostado à parede e eu e Bete nas cadeiras e nisso veio a empregada, a Susana, com o cabelo comprido aloirado e vestia uma micro saia vermelha que mais parecia um cinto, um tipo de biquíni preto muito bem adornada com uns colares vermelhos e brincos a fazer par, pele clara e olhos negros. Tinha uma tatuagem na cintura que dava para ver por causa da roupa reduzida. Ela foi logo fazendo uma festa por ver todos juntos e foi me apresentada. Deu para reparar o corpaço dela, uns seios bonitos, boas pernas e uma bunda redondinha. O Carlos e o Paulo se meteram logo na vodca e as mulheres igualmente mas com laranja e eu fiquei pela cerveja para depois passar a outro tipo mais tarde. Fomos logo servidos e vieram logo alguns aperitivos e beber se transformou em oxigênio porque todos bebiam a todo o tempo e foi num instante que a Cintia pegou a Leila e a Bete pelas mãos, levantaram e começaram a dançar um sambinha que rolava solto. Passado algum tempo a Bete me puxou para dançar e lá estivemos nós no roça-roça e ao nosso lado estavam as outras duas e chamaram os respectivos maridos para se juntarem mas devido ao excesso de álcool foi complicado que os dois conseguissem sair da mesa, apenas batiam palmas e sorriam incentivando a diversão das duas, que por acaso não precisavam de autorização para fazer o que quer que fosse e ficavam dançando juntinho a outra com cada encoxada que dava para alucinar. Nisso vem a Susana novamente e samba um pouquinho junto de nós e chama o Paulo e o Carlos para dançar mas não houve jeito pois eles queriam mesmo era continuar com o levantamento de copos que estavam mas a Susana sentou junto deles e ficou ali dando carinhos aos dois que adoravam até que eu vi os dois começarem a beijar a Susana na boca revezadamente e, apesar de estarmos num ambiente mais escuro e reservado, pareceu que ela estava apalpando a piroca dos dois. Olhei novamente e Bete se virou para mim e perguntou o que é que eu estava vendo e eu disse para ela olhar e ela viu e me respondeu que “A Susana é nossa amiga de longa data e é freqüentadora da nossa casa da mesma maneira que estivemos hoje a tarde!”, eu logo entendi o que se passava e perguntei à Bete se os pais e os tios dela eram praticantes do suingue e foi aí que ela me levou para o corredor onde não havia tanto barulho e me respondeu:

“Querido, você sabe que eu sou uma putona, não sabe!?”,

Respondi que sim!,

“Então, apesar de isso não ser genético, onde pensas que eu aprendi tudo o que fazemos? Dando para o bairro todo?”,

“Sei lá!” respondi com ar sorridente,

“Foi com os meus pais e amigos deles, inclusivamente estes meus tios. Na nossa casa desde pequena que estou acostumada com isso! É normal falarmos e fazermos tudo sobre sexo pois como meu pai disse, não é pecado gozarmos a vida!”.

Fiquei olhando para a cara dela e perguntei sobre a sexualidade deles e ela me respondeu que lá em casa rola de tudo, ninguém é de ninguém e que eu ainda não tinha visto nada, que esperasse por mais umas horas porque a festa iria se prolongar na casa deles. Nisso a Susana se levantou e passou por nós dizendo que iria dar uma mijadinha e que voltaria para o trabalho dela porque aqueles dois eram impossíveis e que logo mais estava na casa deles para a festa de costume e continuou o caminho. Voltamos para junto de todos e lá continuamos bebendo e comendo até que às 4 da manhã a Cintia disse que estava cansada de ficar ali e falou para irmos embora. O Paulo se virou e disse:

“Cansada nada minha putinha, o que você quer é tirar a roupa e começar a festa!”

E ela, mais que depressa respondeu que sim, que estava farta de tanto roça-roça com a cunhada e que tinha a boceta derretida e os bicos duros de tanto tesão que estava. O Carlos pediu a conta e pagou e ouvi a Susana dizer que saia dentro de uma hora e que iria aparecer por lá.

Bom, apesar de a distancia ser pequena, uns 500 metros, demoramos muito tempo para chegar em casa porque, tanto o Carlos como o Paulo, estavam num porre danado e foram cambaleando até em casa que assim que chegaram foram diretamente para a sauna para ajudar a transpirar um pouco do álcool que tinham e eu ainda cheguei a brincar dizendo que eles não tinham álcool no sangue, mas sim sangue no álcool, e assim que chegaram à porta da sauna tiraram as roupas ajudadas pelas esposas. Eu e a Bete fomos até o nosso quarto pois sabem como é, a cerveja não se compra, aluga-se, e dei a minha mijada e vejo a Bete passar por mim e entrar no banho, passo que segui. Começamos a nos beijar e fomos nos ensaboando enquanto nos ensaboávamos e fiz menção em comê-la, mas a mesma não deixou porque disse que a festa seria lá em baixo, e saímos do Box descemos as escadas já pelados onde, ao chegar à cozinha estava a Leila sentada no banco alto do barzinho e a Cintia em pé de frente para ela a se beijarem ainda vestidas e a Bete disse logo:

“O que é que é isso!?”

E a Leila respondeu que estavam a começar a festa! Onde a Bete disse que elas não podiam estar vestidas e a Leila disse que a filha tinha razão e pediu a nossa ajuda para tirar a roupa, mas eu disse que não, que eu iria ficar sentado no sofá vendo elas se despirem e a Leila se virou e disse que:

“Este meu genro é um safado! Tá doido para uma sacanagem!”

E eu respondi que sim, que queria ver elas se agarrarem todas na maior putaria, frase que fez a Cintia dar um suspiro de alegria e começaram a se despir entre beijos e abraços enquanto eu e a Bete estávamos sentados no sofá, com ela me batendo uma punheta gostosa enquanto que a mãe e a tia pareciam estar em transe. Depois das duas tirarem as roupas, sentaram-se no outro sofá que fica em frente ao nosso e a Cintia recostou a Leila para que ela deitasse e começou a passar a língua nos peitos dela e foi descendo e afastando as pernas dela e começou a beijar, de língua, a boceta da Leila que com cada linguada se contorcia toda e era lindo ver a Cintia de quatro de frente para a cunhada e com aquele rabão lindo virado para nós, isso só fazia com que eu sentisse cada vez mais forte as pulsações da minha rola na mão da Bete que também tocava uma siririca na bocetinha vendo a cena. Não demorou muito e a Leila teve o seu primeiro orgasmo e gemeu alto contraindo todo o corpo inclusivamente as pernas apertando a cabeça da Cintia.

“Goza minha puta! Enche a minha boca com esse teu melzinho que eu gosto tanto!”

E a Leila não parava de urrar, parecia que já não gozava há muito tempo! A Bete com esta cena parou de me punhetar, se levantou e de costas para mim, mas de frente para elas montou em mim e abriu as pernas metendo de uma só vez a minha piroca na boceta que devido a tanta lubrificação entrou num instante e meteu meia dúzia de vezes e disse

“Não dá, minha boceta esta tão molhada que mal sinto!”

E ergueu o corpo, segurou na minha rola e apontou para o cuzinho que eu amo tanto e começou a descer lentamente que foi ajudada na penetração pela grande quantidade de líquidos, que ainda tinha na piroca, da boceta dela.

“Querido, come o meu cuzinho, porque parece que tenho a boceta anestesiada!”

“Sim querida, fode do jeito que você gosta!”

E assim ela continuou lentamente subindo e descendo aumentando a penetração até que colou a bunda na minha cintura, e com tudo lá dentro sem mais levantar começou a rebolar enquanto eu lhe tocava uma siririca gostosa e ela acariciava os seios, quer dizer, as tetonas, até que explodiu num gozo alto e ficou imóvel sobre o meu corpo ainda penetrada.

Este silêncio foi quebrado pelas palmas e assobios da mãe e da tia dela que foi logo dizendo:

“Leila, essa sua filha ama levar no cu! É uma putona igual à mãe!”

“Isso é verdade cunhada! Desde cedo que ela aprendeu e teve bons professores! Para levar no cu então, saiu mesmo à mãe”

“Não sei não”, respondeu a Bete. “Não sei se saio mais a mãe ou ao pai na arte de levar no cu!”

Parei um pouco e perguntei o que é que ela queria dizer com isso!

“Você não reparou porque estava escuro, aliás, ninguém repara mesmo até a ver nua, mas a Susana é travesti! Olha que nós conhecemos muitos e nunca vimos um, igual a ela!”

Bom, de fato não deu mesmo para reparar porque estava mesmo escuro e também porque não estava com maldade. Mas ai a Cintia se virou e disse:

“Pois é, o problema é que ela gosta mais dos nossos maridos que de curtir conosco! De vez em quando é que temos sorte, mas hoje Bete, tens de partilhar o teu querido conosco, ou vais fazer jogo duro?”

“Não tia, hoje vou deixar ele mais para vocês do que para mim! Quero levar com a Susana a maior parte do tempo, mas também tenho uma surpresinha para o meu tio!”

“Conta lá sua safada! O que é que vais fazer com o meu maridinho?”

“Hoje vou usar a cinta com o pênis de borracha da minha mãe no titio enquanto ele chupa a Susana!”

“Não estou te dizendo Leila, essa tua filha é uma puta de marca maior!”

Nisso ouvimos os dois homens saírem da sauna e vieram em direção a saleta onde estávamos e perguntaram logo pela Susana e as esposas riram e disseram que ainda não tinha chegado, onde o Paulo disse

“Sem a Susana as nossas festas não tem graça!”

“Amor, tenha calma que hoje promete!”

E o Paulo olhou para mim com cara de riso onde respondi:

“Tenha calma meu amigo que o que a sua mulher quer dizer é que mais alguém vai te comer, mas esse alguém não sou eu!”

E começamos a rir todos sem que ele entendesse e a Leila pegou o cunhado pela mão e sentou ao lado dela no sofá

“Paulo, enquanto a Susana não chega, deixa eu te chupar um pouco porque sabe que ela se amarra em comer o teu cu mas com a tua piroca dura, está bem?”

“Vai cunhada, faça esse favor!”

E nisso os dois foram para o sofá e ela o colocou sentado nas costas do sofá e de joelhos no mesmo começou a mamar loucamente a rola dele que não foi difícil em levantar e nisso a Bete viu a cena e se juntou à mãe para chupar,

“Deixa a piroca para mim – disse a Leila para a filha, lambe mais é o saco e o cu do teu tio! Já tens o teu namorado que você chupou hoje e eu ainda só tive boceta!”

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