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A Vida que eu sempre quis 3

  • Publicado em: 11 de maio de 2010 11:39
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

E lá foi a Bete fazer o que a mãe tinha mandado. Era uma visão linda, ver as duas, mãe e filha de quatro no sofá e eu, a Cintia e o Carlos sentados nesta ordem no sofá em frente. A Cintia olhando para a cena onde dava para ver a cara de satisfação do marido ali sendo abusado por aquelas duas fêmeas ia se masturbando e se contorcendo, parecia que estava em transe, que foi quebrado com o barulho da campainha onde o Carlos se levantou para atender e abriu a porta pois a Susana havia chegado, mas o Paulo não tinha reparado e continuava ali, assim como a esposa, em transe! A Susana entrou na sala ainda vestida com a mesma roupa que estava no bar, olhou para a cena e deu um sorriso e sentou no banco do bar e começou a tirar a roupa, peça por peça, e dava para ver que se não tivessem me dito que era travesti eu iria levar um susto porque ela é mesmo perfeita de tão feminina que é. Por último tirou a calcinha que já dava para ver o volume pronunciado do pênis e quando esta se curvou até o chão para retirar a calcinha, o seu corpo encobriu a zona da virilha, mas quando ela se levantou eis que apareceu um pênis enorme, penso eu que uns 25 centímetros para cima e foi se chegando para perto da Cintia que se colocou sentada na beira do sofá, agarrou a piroca da Susana e começou a lubrificar com a própria saliva. Susana é uma “mulher” experiente, sabe o que tem e como fazer as coisas, e ficou ali de pé só nos saltos altos sendo mamada pela Cintia, mas olhou para mim e para o Carlos que estávamos aos lados da Cintia e piscou o olho para nós e foi se afastando trazendo a Cintia agarrada, que fez que esta empinasse a bunda ainda sentada no sofá e o Carlos falou para mim

“Olha o cuzinho dela! Mete o dedo lá dentro que ela gosta.”

Não precisei de muito mais para fazer o que ele mandou, passei o dedo na minha boca lubrificando e fui colocando aos poucos no cuzinho dela que sentiu a situação e foi empinando mais ainda para que eu pudesse enfiar mais.

“Sobrinho, meta mais um dedo para alargar mais o meu cuzinho, que já te dou ele para você meter a tua rola gostosa!”

E acabei por retirar o dedo todo, cuspi na mão lubrificando mais e o Carlos também cuspiu na mão e passou no rego dela e mandou eu meter novamente e foi o que eu fiz e senti o cuzinho da Cintia piscando na minha mão.

“Carlos, vá buscar os preservativos porque quero que o teu genro meta na bundinha da Cintia e você vai comer a boceta dela enquanto ela continua me chupando. Vamos usar esta putinha como recheio no nosso sanduíche.”

E o Carlos foi buscar uma caixa onde tinha os preservativos e deu dois a Susana onde a mesma tirou a piroca da boca da Cintia mandando ela sentar, deu um preservativo para ela

“Pega esta camisinha e coloca na piroca do teu cunhado que, esse aqui eu vou por no teu sobrinho que ainda não provei a rola dele”

E dizendo isso se ajoelhou a minha frente e me perguntou

“Você tem algum tipo de preconceito com respeito a uma travesti?”

“Não!” – respondi

“E o que é que pode rolar entre você e eu?”

“A única coisa que não faço é chupar a tua piroca, não tenho esta inclinação, mas do resto faço tudo contigo!”

“Hummm! Então quer dizer que posso contar com esta piroca linda no meu cuzinho?!”

“Sim, é só haver oportunidade! Afinal, gostei do teu rabinho!”

“Sim, meu rabinho é gostoso e guloso e vai morder a tua piroca toda seu puto!”

“Ok, vou ficar esperando!”

E se ajoelhou na minha frente, me deu um beijo, meteu a camisinha na boca e quase de uma só vez encapou o meu bicho. Pegou na Cintia, sentou ela no meu colo de costas para mim e mandou eu comer o cu dela. A Cintia estava transformada de tanto tesão. Obedecia tudo que lhe mandávamos fazer. Ajeitou-se por cima de mim, pegou na minha rola e colocou na porta do cuzinho e foi largando o corpo movimentando de maneira cadenciada até entrar tudo. Quando a Susana viu tudo lá dentro soltou o comentário

“Minha puta, você é sempre a mesma! Sabe gato, essa sua tia não tem um cu, tem uma “cuceta”! Essa vaca sempre gostou de levar no cu!

“Sim!”, disse a Cintia. “para mim não tem como levar com uma tora gostosa no rabinho”

“Carlos, mete a pirocona na boceta da tua cunhada enquanto eu fodo a boca dela”

E lá foi o Carlos se posicionar penetrando a Cintia de uma só vez. Dava para sentir a pressão das duas pirocas fodendo a Cintia. A Susana se posicionou por cima de nós e meteu sem dó nem piedade na boca dela. Eu pouco me mexia porque não dava, mas com os movimentos do Carlos na boceta eu sentia a minha piroca entrando e saindo do cuzão da Cintia, até que ela começou a gemer apesar de estar com a boca entulhada pela pirocona da Susana, que acabou por ser retirada pela Cintia para poder gritar bem alto em mais um orgasmo violento, ficando imóvel depois e quase caindo para o lado no sofá.

“Gostou minha vacona!” perguntou a Susana para a Cintia que mal conseguia falar.

“Sim querida, gostei imenso. Vou tomar uma ducha lá fora para recuperar forças e quero mais”

A Susana tirou a camisinha do Carlos e a minha e mandou nós ficarmos em pé para poder chupar os dois ao mesmo tempo e quando nós nos levantamos ela se ajoelhou e eu lhe agarrei pelos cabelos colocando o rosto dela para cima e bati-lhe com a minha piroca na cara e ela se assustou.

“Estou farto de te ver querer mandar! Queres a minha rola tens de pedir e vou pensar se te vou dar minha puta!”

Ela olhou para mim e sorriu

“Vai meu macho, deixa eu te chupar a piroca que eu estou com fominha!”

Ela falou aquilo com um ar tão dengoso e sensual que acredito que nenhuma mulher naquela sala teria como imitar.

“Você é a minha puta, esta entendendo? Você faz aquilo que eu mandar! Quem dá as ordens aqui sou eu. Eu é que digo quem você come e quem te come! Não é Carlos?”

“Sim meu genro, concordo contigo! Vamos fazer esta putinha pirocuda obedecer a gente!”

E deu para ver a cara de contente que ela ficou. O Carlos mandou ela abrir a boca pra receber a rola dele e ela obedeceu na hora e engoliu quase tudo e depois ele mandou ela chupar a minha, que logo de imediato obedeceu e vou vos dizer uma coisa, ela chupava que era uma loucura até que o Carlos mandou ela chupar as duas ao mesmo tempo e ela não se fez de rogada, puxou-nos para junto dela e começou a tentar engolir as pirocas mas não conseguia porque a posição não dava, ai levantou, nos colocou os dois um de frente para o outro e juntou as rolas e colocou a cabeça no nosso meio e enfiou as duas pirocas ao mesmo tempo na boca, com um pouco de sacrifício mas foi tentando.

Nisso olhei para o outro sofá e vi que o pessoal lá estava se divertindo também. A Leila montada no Paulo e a Bete sentada sobre o rosto dele chupando o bocetão da minha “querida namorada”. Neste meio tempo volta a Cintia e sugere que fossemos todos para o estúdio porque lá é mais confortável para a nossa festinha e o Carlos foi a frente para acender a luz e preparar o ambiente enquanto a Susana continuava a mamar na minha piroca e eu olhando a cara de satisfação da Leila e da Bete naquele triângulo maravilhoso. A força que a Susana usava para chupar era tão grande que comecei a sentir que não demoraria muito tempo para gozar e disse para ela que ficou mais empenhada e mais algum tempo acabei por gozar naquela boca quente que ao sentir o leite sair introduziu tudo que podia e foi engolindo tudo, mas teve o protesto da Bete do outro lado dizendo que tinha de partilhar a minha porra com ela, mas já foi tarde, estava tudo no estômago da Susana. Bete ficou rindo e chamando a Susana de olhuda mas ela respondeu

“Bete, olhuda é você! Você é quem tem este pauzão gostoso todos os dias e não quer me deixar uma gozadinha!”

E a Bete se levantou e veio ter com a Susana, deu-lhe um beijo na boca e começaram a se abraçar e foi quando a Bete segurou na piroca da Susana

“Ai Susana, você é tão linda! Sabe que o meu querido não reparou que você tinha um acessório destes?”

“Não brinca! Sério!? Então quer dizer que se você me encontrasse na rua me passava uma cantada e queria me comer?”

“Sim, claro! Mas como te disse não sou chegado a pirocas!”

“Não faz mal, eu também gosto de ser passiva!”

E neste mesmo tempo o Paulo disse

“Sim, mas comigo eu quero que você seja ativa e de que maneira!”

Susana se virou para mim e disse

“Olha, esse homem viciou na minha rola! Às vezes vai ao bar e quer que eu lhe coma lá no banheiro! Já te disse que tive de dar muito o meu cuzinho para ter o meu negocio e não vou estragar tudo agora!”

E todos começamos a rir. Neste meio tempo voltou o Carlos e disse para irmos todos para o estúdio e fui jogar uma água no corpo junto à piscina e quando estava lá veio a Leila me perguntando

“O que é que você está achando da brincadeira?!”

“Estou adorando! Nunca “pulei” um carnaval tão gostoso!”

Ela foi se aproximando de mim, passou a mão pelo meu rosto de forma carinhosa

“Sabe uma coisa, aconteça o que acontecer, esta noite quero dormir com você!”

“Olha que sua filha não vai gostar muito da idéia!”

“A minha filha não vai se chatear com isso. Se calhar ela me libera se eu pedir para trocar você pelo pai dela.”

“Ela já dormiu com o pai alguma vez?”.

A minha curiosidade era enorme para ver até onde tudo ali seria possível!

“Sim! É normal nós dormirmos todos juntos durante a semana, mas aos fins de semana ela dorme é com você e quando chega em casa à noite nos conta e damos altas fodas, por isso é que pedimos a ela para te convidar para passar o carnaval aqui conosco!”

“Então quer dizer que foi tudo combinado?”

“Sim e não!”

“Como assim?”

“Sim, queríamos que você viesse para nossa casa porque queríamos te conhecer também, afinal de contas a minha filha fala tão bem de ti. Não, se pensas que alguma das pessoas que aqui estão foram pagas ou intimadas para fazer o que você esta vendo.”

Afinal era algo que eu estava gostando imenso, não que eu tivesse uma vida sexual monótona, porque a Bete nunca permitiria isso, mas afinal só houve uma vez que estivemos com um casal durante o tempo que nós nos conhecemos.

Leila começou a se banhar junto de mim e virou de costas para mim e perguntou o que eu achava do corpo dela e eu lhe respondi que para mim é lindo e que estava esperando a hora para comer ela e senti que ela ficou toda contente mas foi logo dizendo

“Sabe, eu gostaria de agora poder pegar e te foder gostoso, mas gostaria de esperar um pouco mais para quando formos para a cama, assim vou te ter todinho para mim.”

E com isso, dei uma sarrada na bunda dela e fomos para dentro onde já estavam todos no estúdio, e quando entramos estava correndo uma cena linda. O estúdio era um quarto sem camas, sofás ou outro tipo de móvel, era forrado tipo colchões e dava para todos estarem deitados nos travesseiros, uns grandes e outros normais. O Paulo estava finalmente levando com a rola da Susana no cu, estava de quatro no chão e a Susana de joelhos com a Bete por baixo mamando na piroca do tio num tipo de 69 e com o Carlos comendo a filha. A Cintia estava também de quatro mas por trás da Susana e ora chupava o cu da Susana, ora beijava a sobrinha ou mamava a piroca do marido. A Leila olhou para mim e disse que nós não tínhamos lugar ali, que seria melhor começarmos a nossa festinha particular mas a Susana olhou para nós, e disse que ainda não, que gostaria que eu a comesse e que uma vez que iríamos voltar para as nossas vidas na cidade, ela não poderia nos acompanhar e ficava em desvantagem. O Carlos disse que também queria comer a Susana e que poderíamos os dois fazer uma sacanagem gostosa com ela e a mesma parou de comer o Paulo, mandou o Carlos se deitar e sentou na rola dele onde passou a foder gostoso de se ver. Chamou a Bete e pediu um lubrificante anal e quando ela lhe entregou retirou a piroca do Carlos e foi passando até que me chamou para junto dela e passou o gel na minha também e pediu para eu enfiar no cu dela juntamente com o Carlos. Não vou dizer que sou um homem muito abonado, tenho um dote normal e o Carlos também mas ela não se incomodou e primeiro meteu a piroca do Carlos no cu e depois pediu para eu me posicionar e pegou na minha rola e com jeito conseguiu engolir as duas. Foi difícil porque as duas juntas faziam uma grossura medonha mas aos poucos ela se acostumou e começou a rebolar de leve e pediu para que eu começasse a bombar e fui metendo e tirando com força e sentindo a camisinha quase que queimar entre a piroca do Carlos e as paredes do reto dela. Ficamos assim mais uns instantes e vi a Leila deitada de pernas abertas, o Paulo chupando a boceta dela, a Cintia sentada sobre o rosto da Leila e a Bete, puta que ela só, com a cinta liga e uma piroca fodendo o cu do tio. Isso me deu mais tesão ainda e não aguentei muito mais e anunciei mais um orgasmo! Tirei depressa de dentro do cu da Susana que se levantou rapidamente juntamente com o Carlos, ela se ajoelhou de frente para nós e começamos a nos masturbar olhando para aquela boca linda aberta esperando o nosso leite, que foi mais rapidamente atingido porque ouvíamos o Paulo gemendo como uma menina. O Carlos anunciou que estava gozando e a Susana abocanhou a piroca dele metendo até o talo e despejou tudo e eu também fiz o mesmo quando ele tirou e enchi aquela bocona com todo o leite que tinha para dar. A Susana também era como a Bete, tinha um apetite sexual medonho. Das duas vezes ela sorveu todo o leite sem deixar cair nada nem se engasgar.

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