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A vingança da minha irmã II

  • Publicado em: 22 de junho de 2007 03:36
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Enquanto encomendava uma pizza para nós eu recordava aquele fim de dia, louco fim de dia. Minha irmã viu o namorado fazendo sexo com a secretária em seu escritório e, sem se conter, apesar de arrasada, passou a masturbar-se. O namorado percebeu sua presença e ela foge deixando sua calcinha no chão da recepção. Liga-me chorando, quer ir para casa mesmo sabendo que não íamos ter o que comer, pois nossos pais viajaram.

No ônibus me conta tudo aos sussurros em meu ouvido. Perco o controle, minha pica fica esmagando sua bundinha e ela entra num delírio mudo. Para satisfazê-la guio sua bucetinha para o ombro de um rapaz de uns 16 anos que estava dormindo. E goza e acorda o rapaz que disfarçadamente enfia-lhe dois dedos na buceta fazendo-a gozar novamente. Temos que soltar do ônibus, o rapaz anota seu nome e telefone celular na mão de Lúcia, minha irmã, e eu literalmente carrego seu corpo ainda mole entre a massa humana para soltarmos.

Ao entrar em casa ela me agradece, me beija a boca, ajoelha-se e me faz ejacular rapidamente. Afasta-se aos pulinhos de alegria e pede que eu encomende a pizza.

Assim que desligo o telefone Lúcia vem em minha direção vestindo apenas uma toalha me entrega um papel e diz que vai tomar banho, mas não queria perder o telefone do carinha do ônibus. Abre a toalha e me pergunta se é bonita, se é gostosa. Puxo seu corpo pelo braço, abraço aquele corpo totalmente nú e beijo-lhe carinhosamente e profundamente a boca. Quando nos afastamos ela sorri, diz que vai tomar banho, prende a toalha apenas na cintura e mais uma vez, com pulinhos infantis, segue dançando até o banheiro e, sem fechar a porta, entra no banho.

Ainda no banho me pede para ligar para o Tiago e chamá-lo para comer pizza. “Tiago?! Quem é Tiago?!” Perguntei entre surpreso e magoado. Ela disse simplesmente que era o carinha do ônibus.

Não resisti, fui ao banheiro e quando abri o box para explodir minha raiva fico desarmado pela tremenda gargalhada que ela tentava conter e que desabou assim que me viu. A gargalhada sincera me contagiou e acabei rindo com ela que ia se abaixando no box de tanto rir. A visão daquele corpo estremecendo às gargalhadas acendeu minha libido e como eu já estava apenas de short não tinha como disfarçar minha ereção. Ela grita me chamando de guloso, e pegando minha pica, me puxa por ela para baixo do chuveiro. Em seguida com um só puxão, e sempre sorrindo, arranca meu short para em seguida, carinhosamente dar diversos beijinho na pica que ficava cada vez mais dura.

Estendo minha mão, ela entende e se apóia nela levantando. De posse de sua mão vou guiando seu corpo e ela aceita os comando dando voltinhas dentro do box, ora indo, ora vindo, me permitindo esquadrinhar cada detalhe daquele corpo que eu conhecia tão bem e que tanto tinha se modificado. Quando a coloco de costas para mim ela encosta-se no meu peito suavemente e pegando as minhas mãos começa a guiá-las por todo seu corpo. Eu fecho os olhos e vou adivinhando cada curva, cada reentrância. Ela solta minhas mãos que continuam passeando sem se deter em nenhum lugar em especial.

Assim abraçada e acariciada ela se vira de frente para mim, se pendura em meu pescoço com uma das mãos, ergue uma das pernas apoiando o pé na mureta do box, com a outra mão, carinhosamente me guia até sua bucetinha morna e eu sinto a cabeça bruta de minha pica na portinha daquela delicada vagina e intuitivamente minhas mãos prendem as duas coxas nas margens da bundinha erguendo aquele corpo aos poucos, permitindo uma penetração lenta e maravilhosamente deliciosa.

Lúcia já está em êxtase e seus músculos vaginais massageiam minha pica que segue seu caminho buscando a maior profundidade possível daquela exuberante mulher, recém desabrochada, minha irmã.

Quando a lembrança de que aquela mulher, semi-virgem, era minha irmã alcança meu cérebro o tesão, ao invés de esmaecer, cresce dentro de mim aumentando minha ereção e provocando estocadas violentas que Lúcia recebe passando do êxtase ao gozo intenso. Mesmo sem fôlego, gemendo, ela busca meu ouvido e começa um sussurro: “Não para!” E os sussuros viram gritos em meu ouvido: “N-Não Paaarrrrrrraaaaaaaaaaaaaa! VVaaaaiiiiiiiii, me–te maiiiiiiiiiiiissssss, mais fooor-ttteee, maaaiiiiisssssss fun… fun… fundo!”

Ela joga a cabeça para trás, tenho que usar toda minha força para que ela não caia do meu colo. Ela se movimenta tentando ajudar nas estocadas, sem ritmo, sem controle, eu tenho que parar minhas estocadas para evitar sua queda e ela consegue arrancar meu gozo mesmo parado profundamente dentro dela com os movimentos de seus músculos vaginais. Ejaculo em jatos fortes, parado, sentindo na ponta de meu dedo seu cuzinho piscando, sentindo, apesar de estar embaixo do chuveiro, sua lubrificação quente escorrendo por nossas coxas, suas unhas cravando-se em minhas costas. Seu corpo inteiro está arrepiado, as auréolas de seus seios pequenas de tão intumescidos.

Se para mim o prazer estava sendo incomparável a tudo que eu já experimentara, para ela trouxe um ligeiro desfalecimento. Todo seu peso se fez sentir e fiz a água do banho bater em seu rosto o que a fez voltar a si, tossindo. E cada tosse só aumentava me prazer já que os espasmos expulsavam minha pica com uma forte contração vaginal para em seguida liberar totalmente a entrada. Ela gostou tanto que ficou forçando a tosse e eu aproveitei para enfiar o dedo no seu cuzinho piscante. Ela ia protestar quando eu puxei seu corpo para colá-lo ao meu e passei a beijar sua boca, seu rosto, seus olhos, seu pescoço. Assim a ereção se manteve e o dedo foi penetrando mais e mais e ela já começava a se arrepiar de uma forma inusitada, por partes do corpo que se arrepiava e voltava ao normal até que todo seu corpo voltou a se arrepiar. Então ela arriou as pernas. Eu entendi e liberei seu corpo ficando com a pica dura e balançando.

Lúcia abaixou a cabeça, deu um beijo na glande, virou-se, abaixada, dando as costas para mim, e se apoiou no murinho do box. Pediu baixinho: “Come meu cuzinho, o Marcelo sempre quis e nunca teve e nunca vai ter, meu cuzinho vai ser só seu, meu irmãozinho, de mais ninguém”

Juro, eu fiquei um segundo relutante, Lúcia era minha irmã, aquilo estava errado, não era natural, mas enquanto ainda pensava essas coisas ela me passou o creme de cabelo e fiquei pensando em todos os valores que eu estava quebrando, que não devia comer a bocetinha, muito menos o cuzinho da minha irmã. A pica já besuntada ia forçando a entrada naquele cuzinho virgem e os pensamentos não me abandonavam e quanto mais errado aquilo tudo parecia mais tesão eu sentia e mais forçava até que a cabeça da pica vence a resistência inicial para ser estrangulada em seguida. Lúcia solta um gritinho de dor, mas o arrepio em todo corpo demonstra o prazer simultâneo que ela estava experimentando. Enquanto ela não relaxa o anel abraço seu corpo de forma a acariciar seus seios e seu clitóris. Aos poucos ela relaxa e inicia um movimento buscando aumentar a penetração. Mantenho-me imóvel, acariciando o corpo de minha irmã, deixando para ela a tarefa de se espetar totalmente na piroca de seu irmão.

Ela consegue uma penetração total e ao sentir meu corpo colado ao dela começa a remexer aquela bundinha deliciosa sem qualquer compasso. Ela então tenta provocar uma estocada mantendo seu exótico rebolado. Saio da inércia e vou tirando tudo até restar apenas a cabecinha. Paro. Deixo para ela a tarefa de enterrar tudo novamente. Assim que meu corpo se cola ao dela começo, novamente a lenta retirada e quando paro ela bruscamente promove a penetração e mantive esse ritmo até que ela implorou que eu arrombasse seu cuzinho fazendo-a gozar como uma putinha. Pedindo que eu a fizesse gozar pelo cú, dando o cú, arrobando o cú. Ela gritava, mas o terreno era suficientemente grande para que nenhum vizinho ouvisse e eu fiquei entrando e saindo vagarosamente dizendo que ela tinha que implorar. Quando o gozo finalmente se anunciou inevitável passei a estocá-la rápida e profundamente. Ela gritava: que irmão delicioso, sou a putinha do meu irmão, meu irmão me faz gozar até pelo cú. Seus gritos eram entrecortados pela ofegância que o orgasmo proporcionava e eram música (erótica) para meus ouvidos.

Só parei as estocadas quando meu gozo se anunciou, eu não queria gozar ainda e ela já estava mole e entrava em novo gozo. Parei, sai de seu corpo, me ajoelhei no box e dei início a uma chupada completa. Ia do cuzinho até o grêlo e ela ficava cada vez mais louca de tesão. O gozo que se anunciava não chegava, ela queria gozar, mas eu parava de chupar a bucetinha e o cú indo para as coxas, pelos pubianos, bunda, rêgo, esfriando um pouco para logo voltar à carga trazendo o gozo de volta. Ela passou a gritar comigo cada vez que eu me afastava implorando que a fizesse gozar e eu nem ligava, queria torturá-la.

Mudei ela de posição, coloquei ela de frente fazendo-a erguer o corpo com as pernas para ser chupada. As pernas estremeciam, o pubis saltitava em espasmos, ela perdia o equilíbrio e eu maltratava não a deixando gozar. Para ela ficar ainda mais louca de tesão eu parava de chupar, enfiava-lhe a pica dura na buceta bombeando até o gozo se anunciar. Saia e voltava a chupar sabendo que os gozos eram diferentes, quando o gozo se anunciava pelas chupadas novamente parava e enfiava-lhe a pica no cuzinho dilatado profundamente.

Lúcia gritava, tentava me arranhar, me morder, mas tudo fazia com que ela perdesse o equilíbrio e ela estava tão excitada que nem pensava em mudar de posição. Para minha surpresa ela começou a chorar e me pediu mansinha: “Me deixa gozar…”

Deitei ela no box, chupei com muito carinho e passei a pedir para ela segurar: “ainda não, segura mais um pouco” e chupava com carinho e com paixão fazendo-a delirar e dizer que não resistia mais, tinha que gozar e eu só pedindo para ela segurar. Ficamos mais de cinco minutos nessa brincadeira até que ela finalmente se rendeu ao gozo e, comigo sugando-lhe o grelo enquanto friccionava a língua, soltava jatos de urina, estremecia, e arfava, e gemia, sem conseguir proferir uma palavra, um grito, de tal intensidade que o gozo se apresentava. Um gozo que parecia interminável, que se renovava a cada jato de urina – como se a urina fosse um jato de esperma. Ela estava fora de si. Olhos virados, corpo vibrando, retesado, e pequenos jatos de urina saiam com um grande esforço dela e parecia fazer a sensação aumentar mais e mais, até que finalmente relaxou totalmente, com um sorriso de mulher realizada e ofegando como se tivesse participado de uma grande maratona.

Deitada no fundo do box, recuperando-se foi sendo ensaboada por mim. Após ter a frente do corpo todo ensaboado sentou-se me oferecendo as costas para ensaboar, levantou-se lentamente enquanto eu ensaboava suas pernas e entrou totalmente embaixo do chuveiro se enxaguando enquanto cantarolava uma música do Roberto Carlos regravada por um artista que ela adorava.

Deixei-a se enxaguando, sai do box, me enxuguei, fui ao quarto colocar um short seco para poder atender a campainha – a pizza chegara.

O Carteiro

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