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Acolhi um Mendigo – Parte I

  • Publicado em: 29 de julho de 2017 06:11
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Bom, eu sempre faço contos com muitos detalhes, então me perdoem o tamanho e os erros…
Meu nome é Caio, tenho 24 anos, moreno claro, 1.75m, 75~80kg. Sou de Belo Horizonte.
Divido apartamento com mais dois amigos que nem sonham que eu fiz o que vou narrar.

Moro no mesmo lugar a quase 8 anos. Do lado do meu prédio tem uma marquise na entrada da garagem. Embaixo dela mora o Ademar.
Ademar tem 47 anos, é negro, muitos pelos pelo corpo, magro e é até definido, por causa dos trabalhos manuais que faz. Apesar de me despertar muito tesão, reconheço que ele não é um homem bonito. O famoso cafuçu. Mora nessa barraca desde que me mudei, e apesar de alguns probleminhas, ele nunca saiu de lá. É querido pelos comerciantes e vive fazendo trabalhos manuais para vizinhança.
Mas vamos à história. Aconteceu ano passado.
No mes de julho começa fazer muito frio na minha cidade. Principalmente no meu bairro, por ser um dos mais altos. Estava saindo com o carro da garagem e encontrei o Ademar literalmente tremendo de frio. Estacionei na frente de onde ele fica, abaixei o vidro e perguntei se estava tudo bem. Ademar estava pálido, envolvido em todos cobertores que ele tinha. Não precisei esperar resposta dele. Deixei o carro na porta do prédio e desci com um cobertor velho que eu tinha e com a garrafa de café que eu havia coado. Como é época de férias, um dos meus amigos já havia viajado, e o outro iria embora naquele dia na hora do almoço. Entreguei as coisas para o Ademar e pedi desculpas por não chamá-lo pra entrar, mas eu precisava ir.
Até então eu não tinha nenhum interesse sexual no Ademar, apesar de ele já ter me arrancado olhares quando trocava de roupa, ou pelo volume do seu pau quando andava com uma calça azul de sempre, esfarrapada, e visivelmente sem cueca.
Saí do trabalho naquele dia e passei no mercado, mas comprei comida em dobro, pois deixaria a mais para o Ademar. Entrei na garagem do meu prédio e vi ele acenando com a garrafa do outro lado da rua. Fiz sinal para que ele esperasse.

Subi até meu apartamento e vi que meu outro amigo já havia ido embora. E a ideia louca me passou pela cabeça: Chamar Ademar para dormir lá. Me preparando para o “não”, já preparei o café, peguei um travesseiro e duas blusas de moletom antigas minhas e desci novamente até ele. Atravessei a rua e encontrei ele arrumando a cabana. Entreguei o café, ele experimentou as blusas e me agradeceu muito. E decidi investir.

-Ademar, estava pensando… Os rapazes que moram comigo viajaram. Eu estou sozinho lá no apartamento… Você não quer passar a noite por lá não? Eu não sei se você vai se importar com a sugestão, mas é que está muito frio… Hoje eu te vi congelando de manhã.
-Não doutor, não precisa não. Num quero incomodar não.
-Ah para com isso. Vamos. Não precisa levar nada. Você pode tomar um banho, mas vou precisar te colocar pra dormir na sala, porque o quarto deles está trancado.

Ele concordou sem frescura e já foi atravessando a rua na minha frente. Eu já estava começando a ficar excitado. Fiquei preocupado para nenhum vizinho me ver levando ele pra dentro de casa… Sou muito discreto e seria dificil explicar aos meus amigos se isso chegasse no ouvido deles.
A primeira coisa que fiz foi separar uma peça de roupa limpa pro Ademar. Ele estava com um cheiro forte. Suor e urina misturados. Peguei um short e uma camiseta pra ele. Pensei que fosse argumentar sobre a falta de uma cueca, mas ele não disse nada. Estava visivelmente envergonhado. Mandei ele tomar um banho bem demorado. Dei shampoo e sabonetes novos.
Ademar ficou 40 minutos contados no banho. Enquanto isso pedi dois sanduíches.
Ele saiu do banho com a camiseta colada, o short curto. Mostrava uns pelinhos no peito pela camiseta. Seu suvaco era extremamente peludo. Ele estava com um volume notável embaixo do short azul. O banho não fez milagres, mas agora ele não parecia mais um morador de rua, apesar da barba mal feita.
Os olhos do Ademar brilharam quando viu os sanduíches e comeu em minutos.
Como era sexta feira, eu não tinha nada pra fazer. Decidi arrumar o colchão do Ademar na sala e sentei pra conversar com ele.
Conversamos sobre tudo. Ele me contou como parou nas ruas, me disse que tem família, mas foi para rua por causa da bebida e de drogas, mas que estava limpo havia uns meses. Entramos no assunto de sexo ele disse que nunca gostou de transar na rua, com medo de doenças, porque ainda queria voltar para ex-mulher… E disse que já transou ate com homem por dinheiro para comprar drogas. As coisas começaram quando ele me falou que achou que eu estivesse ajudando em troca de um boquete dele. Entrei na defensiva e falei logo que não. Até que ele me solta a frase que me deu coragem pra tomar atitude:
-Mas voce não ia precisar nem me pagar. Voce quer? Eu nao ligo nao…
Provavelmente ele já havia percebido minhas olhadas. Eu nao consegui responder. Meu pau respondeu por mim, começando a fazer volume. Eu estava no sofá e ele no colchão no chão. Veio engatinhando e começou a me masturbar. Ficamos nisso por uns 5 minutos. Percebi que ele não estava tao confortável, e decidi satisfazer esse homem. A tensão sexual já estava no ar. Era claro que ele não estava muito confortável, e depois de tanta coisa que ele passou, eu poderia matar meu tesão por aquele homem e de quebra satisfazê-lo. Perguntei se podia fazer também. Ele se espantou e disse que sim. Comecei a acariciar o pau dele.
Tirei logo a camisa dele e mandei ele encostar no sofá. Tirei o short e me fiquei hipnotizado pelo tamanho do pau dele. Estava meio bomba por causa das minhas apalpadas. Deixei ele totalmente nu e comecei a punheta-lo. Dei uma boa cuspida pra deixar lubrificado e percebi ele dando uma risada. O pau dele tinha 20cm fácil. Extremamente grosso e muito, mas muito peludo. Enquanto batia, perguntei pra ele a quanto tempo que ele não gozava, e ele disse que faziam 5 dias, porque durante o dia era dificil se masturbar na rua e a noite estava muito frio. Eu tinha em mente apenas bater uma punheta e fazer o Ademar gozar, mas ver aquele homem enorme entregue a mim me fez ir além. Fui ate o ouvido dele e perguntei se podia chupar o pau dele. Ele ainda tinha um odor um pouco forte, provavelmente por causa da barba. Ele passou a mao no meu rosto com os olhos fechados e falou que sim. Mordi a orelha dele, o pescoço e fui descendo. Os mamilos dele pareciam duas pedrinhas de tão duro. Mamei bastante os dois, com muita força, a ponto de ele segurar minha cabeça em algumas sugadas que eu dava.
Continuei beijando a barriga dele ate chegar no pau. Me posicionei de joelhos de frente pra ele e comecei a chupar as bolas.. Grandes, quentes e peludas. Aquele cheiro forte ainda estava lá, mas naquela altura, estava me excitando ainda mais. Colocava as bolas na boca e chupava com vontade. Fazia questão de babar e deixar os pelos bem molhados. Afastei as pernas dele e comecei a lamber a virilha, dos dois lados. Estava levemente salgada por causa do suor que deve ter se acumulado depois de horas sentado debaixo das cobertas. A surpresa foi quando ele sentou mais pra ponta do sofá e pediu para eu “brincar com o cu dele”. Mandei ele levantar as pernas e comecei a linguar o cu peludo dele. Os cabelos era mais grossos que os do pau e estavam com o cheiro mais forte. Chupei por um tempo e enfiei o dedo do meio bem devagar. Sem tirar ele, comecei a chupar o pau. Forcei primeiro a pele toda pra cima pro prepúcio cobrir totalmente a glande, o tempo todo enfiando e tirando o dedo do cu dele. Mamei o prepúcio um pouco e depois comecei a chupar com vontade. O pau dele tinha um gosto único. Um gosto que me faria sentir levemente enjoado em outra ocasião, um gosto que eu nunca provei em nenhum outro pau, mas que alí foi o motivo pro meu pau começar a babar. Chupei por muito tempo. Ouvia ele gemendo igual uma cavalo e segurando minha cabeça. Fiz garganta profunda por diversas vezes, a ponto de escorrer MUITA baba pelo pau e encharcar os pelos daquele pau enorme. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos e fodia minha boca.
Minha boca já estava doendo de tanto tempo aberta, até que eu senti ele fazer pressão na minha cabeça contra o pau. Eu senti na minha lingua a base do pau pulsar, meu dedo já estava quente de tanto tempo no cu dele. Eu abri meu olho e vi ele URRANDO igual um animal, forçando o pau a entrar no fundo da minha garganta, ele puxava meu cabelo com selvageria e eu senti aquela porra fervente inundando minha boca. Eu não respondia mais por mim. Em algum lugar consciente do meu cérebro eu sabia que não deveria deixar ele gozar na minha boca, mas a outra parte responsável pelo tesão fez com que aquela porra fosse a bebida pela qual eu estava ansiando por toda minha vida. Era muita porra, era muito leite. Eu experimento várias técnicas de masturbação, e nenhuma delas, nem conter meu gozo por horas me fez gozar aquela quantidade. Tentava engolir a medida que chupava, mas era impossível. Sentia que o leite quente e salgado, levemente azedo, escorresse pela minha boca e parasse nos cabelos do pau dele. Tirei o pau dele da boca e fiquei com a porra quente, sem saber o que fazer com o resto. Ele me olhou rindo, acariciou meu rosto e mandou eu engolir “o leite do cavalão”. Engoli sem argumentar e ele me beijou.
-Deixa eu sentir o gosto do meu leite.
A lingua dele era grossa, não havia nenhuma delicadeza, nao havia tecnica, ele invadiu minha boca. Sentia a lingua encostando em todos lugares da minha boca, atras do gosto daquela porra grossa. O bafo dele foi camuflado pelo café que estavamos tomando, e misturado com o sabor da porra, ficou levemente agradável. Ele mandou eu limpar o resto de porra do pau dele e voltou a me beijar. Me puxou pro seu colo, sentado de frente pra ele e ficamos nos beijando por muito tempo. Meu short estava totalmente ensopado de porra.
Quando o tesão foi passando, fui voltando a mim e percebi a loucura que havia feito. Eu travei, fiquei extremamente assustado e sai de cima dele. Disse que eu precisava dormir e me tranquei no quarto. Sequer me preocupei ele deixar ele sozinho dentro de casa. Deitei na minha cama, com o gosto da porra dele ainda na minha boca e tentei dormir. A descarga de tesão me fez por em risco minha saúde, e agora com meu pau mole, eu estava com medo de ter colocado ate minha vida em jogo.
Mal sabia eu que não seria a última vez.

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Uma Comentário para “Acolhi um Mendigo – Parte I”

  1. Aguardando ansiosamente a parte II… Haha

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Informações deste Autor

  • Autor: Caio Ramos
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