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Aleitamento marital (Myla: o dia seguinte)

  • Publicado em: 5 de setembro de 2017 08:17
  • Expira: Nunca!
Aleitamento marital (Myla: o dia seguinte)

Detalhes do Conto Erotico:

Aleitamento marital.

(O dia seguinte)

Continuação de “virgem again”.

É incrível como uma mulher casada se libera na frente do marido quando está pelada. Eu penso e faço coisa que nunca faria se Kayo, ao invés de meu marido, ainda fosse meu namorado. NUNCA! A cena do sexo anal na noite de ontem, quando realizei a abertura total da minha alma nesse casamento, me provou que eu tô completamente desencanada. Acho que, sendo casada, já aprovada pela sociedade, eu tô me permitindo (pelo menos é assim na minha cabeça de moça criada em grupo jovem, filha de família tradicional, esposa de primeiro namorado, desvirginada na noite de núpcias). Acho que não me falta nada: casada, muito bem empregada, realizada e nascida mulher você acha que eu vou fazer o quê? O que me falta é DAR. E, tendo marido pra isso, acho que é lógico que eu vou acabar fazendo de tudo e mais um pouco. Já transei com essa vagina que a natureza me deu de tudo quanto foi forma. Pela fenda, Kayo me comeu (e quando eu falaria assim há tempos atrás?!…). Me comeu e me comeu muito. De quatro, por cima, de lado…ontem eu dei o cu pra ele (e olha aquela mocinha de igreja xingando de novo). Não dei por obrigação, nem por ele ter pedido (até porque eu sei que ele sempre quis, mas nunca pediu). Dei por vontade. Fantasiei, escolhi a calcinha e camisolinha, me curti, me perfumei, me maquiei, relaxei e dei. Me deixei ser usada. Foi explêndido. Senti-me ser puta. Uma puta como a verdadeira puta que toda mulher quer ter segurança e possibilidade para ser! E hoje? Ele cismou de ir jogar bola e fiquei eu sozinha com meus pensamentos. Ah. Final de semana é assim mesmo e daqui a pouco ele chega. Mas depois de telefonar para “Daniela” (meu cabeleireiro que consegue ser mais levada do que eu) e contar TUDO o que aconteceu ontem, fiquei excitada. Uma coisa anda rondando essa minha cabecinha. Pra que eu fui ver pornografia em filminhos da internet? Agora tô aqui, hipnotizada! è coisa muito loka! kkkkkk! Lógico que não vou ter talento para engolir aquela cobra arregaçadora do marido que eu fui arrumar, mas a realização do grand finale eu juro que vou conseguir. Não tem mulher no mundo que não viva para chupar. Eu adoro é chupar fazendo barulhinho com a boca. Chupar a cabeça da piroca como se fosse um pirulito. “Pirulitar” o piru do marido. Mas dessa vez quero realizar aquele sonho. Talvez seja mais dele do que meu, mas tenho que admitir que venho sonhando com isso também, após vários filminhos arrebatadores na internet. E tô aqui passando batom, quase que mecanicamente, com essa coisa na minha cabeça. Sombra nos olhos e lápis para modelar o olhar. Rímel. Ele vai ficar louco. Será que eu vou fraquejar na hora? NUNCA! Vai em frente, poderosa. Foi eu pensar isso e ele chegou bem suado do futebol. Aquele cheiro de homem. Mas ele me segurou pela cintura me afastando enquanto eu tentava me pendurar naquele pescoço de macho. “Ele não queria sua esposinha toda cheirosinha em cima dele todo suado”. Bobo. Se ele soubesse o que é sentir essas coisas de mulher. Mas ele não é mulher e foi tomar banho. Demorou. Fiquei ainda mais louca. Cheguei a chamar na porta do banheiro, inventando desculpas, mas ele queria tomar banho sozinho. Saiu enrolado na toalha, perfumado, de barba feita. Dei-lhe um beijo na boca, descalça, só de camisola. Instantaneamente o pau dele foi subindo por baixo da toalha. Eu meti a mão e soltei o nó pra toalha abrir. Quando a toalha caiu apareceu a naba dura do meu marido, pontuda pra frente e um pouquinho pra cima. O pau branco de Kayo com aquela cabeça rosa que me fez mulher desbravando a intocabilidade entre as minhas pernas. Rasgando minha carne. Antes dele me pegar no colo pra me levar pro quarto (eu sei que ele ia fazer isso, mas não deu tempo), meus cabelos esvoaçaram no ar. Caí de joelhos, prostrada na frente daquela imagem de um deus grego de pau rígido. Era uma verdadeira estátua de mármore com aquele pau de pedra entre as pernas. Minha boca já tava repleta de água que eu até babava. Quando bati de joelhos no chão uns pingos de baba escorreram no cantinho da minha boca. Meus olhos viraram pra cima sem eu nem perceber e a cabeça foi pra frente deixando uns cabelos pra trás pelo ar, que logo após bateram na minha nuca, quando meu quaixo subiu encostando na base de Kayo enquanto eu mantinha a cabeça da pica chupada na minha boca. Abri os olhos lacrimejando de emoção e vi ele olhando pra baixo, segurando minhas bochechas. Fechei os olhos e as lágrimas caíram. Retomei meu controle e pus as duas mãos em formato de concha no púbis depilado de Kayo, ficando de frente pra aquela tora de carne dura, com a xota arregaçada pra trás junto a bunda empinada embaixo da camisola de seda comigo ajoelhada. Ajeitei as mãos para espalmar as bolas sem machucar e segurar a base do pau ao mesmo tempo, com minhas unhas longas pintadas de vermelho, fazendo tudo sem tirar a cabeça dura da boca. Agora, sim, pronta, respitei fundo e engoli o caralho duma vez só. A lágrima veio nos olhos. Escorreu. Acabei com o make. Rímel, lápis, sombra, escorreu tudo borrando minha cara. Estava realizada. Mas não consegui manter muito tempo. Voltei, respirei, até coriza desceu pelo nariz. Tomei coragem e retornei. A cabeça bateu na garganta, mas não entrou até o fim. Não ia ser aquele dia que eu conseguiria fazer a tal garganta profunda. A pica coçava na linha língua, fazia cosquinha nos meus lábios. Chupei. Pirulitei. Fiz barulhinho na boca. Engoli aquela naba mais uma vez sentindo os seios espetarem a seda no meu busto. Minha xaninha encharcava latejando empinada pra trás. Imagino a cena que meu marido estava vendo: eu, escarranchada no chão, com meus cabelos soltos, abocanhada na saroba dele, segurando a piroca pra mamar feito uma gata faminta, agoelando até a base daquele pau enquanto abraçava ele todo pela linha de cintura e, com as lágrimas surgindo, olhava pro alto e via ele fazer careta virando a cabeça pra trás, ficando quase na ponta dos pés. Voltava a boca e chupava. De repente ele tentou arrancar minha cabeça dali. Teimei. Sabia que ele ia fazer isso, mas eu queria o contrário. Abracei a bunda dele com força empurrando a cabeça pra minha boca. Ele urrou tentando me puxar pelos cabelos para jogar tudo fora. Gemi pelo nariz, já que a boca estava ocupada, fazendo manha pra ele parar. Como eu choraminguei reclamando, ele acabou deixando. O gozo veio farto, do jeitinho que eu sonhava. Ele urrava algumas vezes e prendia o som. Segurou minha cabeça carinhosamente enquanto eu mamava pra extrair todo o líquido daquele bruto. Pela falta de prática acabou vazando um risco pelo canto da boca. Lambuzada, arregacei seu pênis na minha boca e estalei a chupada sem deixar uma gota. Estava com a boca cheia. Levantei, afastei meus cabelos pra trás com os dedos e, olhando pra ele, engoli du a vez só! Com a boca toda babada, solucei quase voltando com aquela enorme carga de porra que engolira do meu marido. Mas sosseguei e acabei sorrindo realizada quando caí ajoelhada de novo, dessa vez, na frente da naba semidura que ele pendia pingando. E mamei puxando nos dedos, arregaçando e desarregaçando o piru com meu esmalte vermelho enquanto saía pela uretra o restinho de leite que tinha sido deixado no caminho do sêmem.

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