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Aluna Loira, biruta e vagabunda – parte I

  • Publicado em: 8 de fevereiro de 2011 20:44
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Esta historia que vou contar aconteceu quando eu vou voltei a fazer faculdade. Tinha parado 3 anos por conta do serviço e resolvi voltar e fazer não todas as matérias, assim conseguiria concluir o curso ainda que de forma mais lenta.

Ingressei em uma turma, mas como eu não conhecia ninguém,

fui tentando me enturmar até pq algumas matérias teriam

trabalhos que deveriam ser em feitos em pequenos grupos (2 ou 3 alunos), apesar de que eu preferia fazer sozinho, pois não perderia tempo nem teria que dar satisfação para ninguém, mas existiam alguns professores que exigiam, eu comecei a ter que arrumar um jeito.

Sempre há em qualquer turma aquela pessoa que o resto

discrimina, seja por qualquer motivo, e acabei identificando

uma pessoa que curiosamente era discriminada, e eu não

entendia porque, afinal era uma garota relativamente bonita, pois era loira alta com olhos claros, corpo aparentemente bonito, dava pra ver que se cuidava, bem elegante, vestiasse bem, enfim.

Fui aos poucos chegando próximo dela, cumprimentava com um oi, ela tambem cumprimentava, mas ela fazia meio de conta que não estava nem aí.

Determinado dia, um dos professores pediu que fizéssemos grupos de duas pessoas para desempenhar um trabalho e então perguntei se poderiamos fazer juntos e ela disse que podia ser.

Perguntei o nome dela, ela me disse que era Ingrid, e então montamos o grupo de dois. O professor passou algumas informaçoes, e então combinados de ir a biblioteca ver algum material que pudesse nos ajudar. Achei ela meio dispersiva, pois ela sentou na mesa da biblioteca e disse que ficaria ali esperando que eu achasse os livros que para o trabalho. Nem levei a mal, achei que pudesse estar cansada, peguei os livros levei para a mesa e vi que o ar de indiferença continuava.

De repente, começaram a entrar outras pessoas, acredito que até algumas da turma e num passe de mágica ela mudou aquele ar de indiferença, sorriu, e se aproximou bem perto de mim para vermos juntos os livros que eu tinha buscado. E estranhamente, começou a me tratar como se fôssemos íntimos, falava e sorria muito e em determinado momento veio ao meu ouvido e disse que eu era bem diferente dos outro alunos, pois na turma só tinham garotos e garotas que não sabiam nada da vida.

Fiquei pensando se eu não teria visto que ela não tinha tomado alguma droga ou até um remédio, mas não me lembrei de nada. Neste instante tive a nítida impressão que ela estava me usando para demonstrar aos outros que lá estavam que ela era uma pessoa super sociável, mas tudo bem eu precisava dela para fazer o grupo.

Depois de eu olhar os livros que precisávamos, já que ela não parava de falar de coisas diversas, separei o necessário fizemos o pedido e Ingrid disse que poderíamos fazer o trabalho no seu apartamento, e que eu deveria ajudá-la a levar os livros até o carro dela, e foi o que eu fiz, com ela falando como um papagaio sem parar.

Ao chegar ao estacionamento vi que o manobrista viu que ela estava chegando e se esboçou ir pegar o carro dela, mas ela disse que não precisava que ela mesmo iria até o carro, e nó fomos. Ao chegar próximo vi que o carro que ela tinha era um carro esporte (acho que era tipo um MX3 da Nissan) que devia ser caro prá burro, o carro era vermelho e era lindo. Ela chegou perto do carro para abrí-lo e então ela disse para que eu colocasse os livros atrás no porta-malas pois o carro era pequeno e só caberia lá.

Então tive que passar por trás dela, dando-lhe uma bela encoxada e senti o gostoso perfume em sua nuca.

Já de penis duro passei novamente por trás dela e então ela me deu um cartão com o endereço dela e me deu um beijo no rosto perto de minha boca.

Saí de lá achando que realmente ela era meio biruta.

No dia marcado, fui ao prédio e no seu apartamento e Ingrid mesmo me atendeu ao entrar muito sorridente e quase me deu um beijo na boca; perguntei se realmente não iria atrapalhar, e ela disse que não até porque morava sozinha. Não queria saber nada da vida dela mas era intrigante saber como ela tinha aquele carro, um bom apartamento e vivia sem trabalhar.

Ela nos levou para um escritório que tinha um computador e novamente comecei a fazer o trabalho sozinho e ela falando e falando ao meu lado, e inicialmente digitando o que eu falava, e daqui a pouco nem isso fazendo. Fazer o trabalho sozinho, nem me incomodava mais, mas eu não aguentava mais ouvir o quanto aquela mulher falava.

Depois de umas 2 horas com ela falando, me trazendo suco pois ela me oferecia algum drink e eu não aceitava, terminei o trabalho. Eu já estava me preparando para ir embora quando Ingrid perguntou se eu batia mais ou menos bem fotos, e eu disse que sim, e ela me perguntou se eu faria o favor de bater algumas foto dela, pois ela queria montar um book.

Eu disse que poderia bater mas o certo seria ela contratar um profissional, e então ela ficou brava (sua cara ficou vermelha) e disse que queria que eu fosse o fotógrafo. Eu disse que tudo bem, afinal de contas não ia criar problema por causa de meia dúzia de fotos, e fomos para a sala com a máquina.

Foi então que ela começou a fazer uma cara bem sensual e eu comecei a bater umas fotos, mostrei para ela, e ela gostou dizendo que eu era muito bom nisso, e aí veio o susto, pois Ingrid começou a abrir alguns botões do vestido e continuou fazendo aquela cara sensual e falando para eu caprichar nas fotos para o book sair bem bonito.

Nossa nessa hora eu já fiquei excitado e comecei a imaginar aonde chegaríamos e continua a bater as fotos. Em sequida ela começou a fazer uma espécie de dança que hora ela ficava de frente hora ficava de costas para mim.

Fosse o que fosse o que ela estava querendo estava delicioso, mas eu mal podia esperar que evoluisse tanto e de repente vi Ingrid tirar seu vestido e seu sutiã e ela safadamente ficou parada para que eu pudesse admirar e tirar algums belas fotos.

Agora aquela delícia de mulher estava apenas de sapatos, meias 7/8 e uma deliciosa pequena calcinha, que deixava tão exposto tão belo e sensual corpo e ela sabia bem disso, e eu via o quanto ela adorava saber que estava ali sendo desejada.

Ingrid olha para mim e pergunta se eu ainda tinha mais tempo para bater algumas fotos e eu prontamente digo que sim e então ela se dirige para o sofá e deita e então ela começa lentamente a se acariciar e em seguida leva sua mão para dentro de sua calcinha e solta um breve gemido e me pede desculpas por não conseguir se controlar e eu respondo que ela nem deve achar que eu estou ali e então ela faz um sim com a cabeça e começa mais carinhosamente a se massagear por dentro da calcinha e soltar breve gemidos.

Ficou assim talvez uns cinco minutos e de repente começou a movimentar suas pernas fazer novamente uma cara de safada e foi se curvando de modo a, bem vagarosamente, tirar sua calcinha.

Bem confesso que eu já devia ter gozado mais do que uma vez, e vi aquela bela loira se posicionar novamente sentada no sofá só que totalmente nua como a ser mostrar que era uma cadela vagabunda e gostava disso.

Mais uma vez continuo a se exibir e então deitou-se no sofá e começou a fazer de forma meio alucinada a enfiar seus dedos na sua vagina e a fazer movimentos do seu clitóris, fazendo com que começasse a gemer alucinadamente de forma mais alta, e depois praticamente berrando com o prazer que proporcionava a si mesma.

(continua…)

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Uma Comentário para “Aluna Loira, biruta e vagabunda – parte I”

  1. LINDO CONTO, MEU WHATS MAS SÓ PRA MULHER, E ESPERO NAMORAR OU MORAR COM 1 MULHER QUE GOSTE TB., MORO EM TAUBATÉ ESTADO DE SÃO PAULO E TENHO 55 ANOS 12 98123 7898 – SÓ PARA MULHER, TEM MUITOS HOMENS GAY ME ADD E DETESTO

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