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Arrombei minha vizinha ninfetinha.

  • Publicado em: 7 de outubro de 2016 08:15
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Meu nome é Pedro, curso adiministração na universidade de Ouro preto, e divido apartamento com mais 4 colegas de curso, no ape da frente mora a Maria Alice, ela tem 18 aninhos e eu 24, ela vive dando em cima de mim, mas sabe como é né, é foda , a mãe dela é uma fera.
Num sábado de noite estávamos vendo um filme e comendo pizza, quando tocou a campainha, quando abri a porta me deparei com a Maria Alice com os cabelos castanhos claros todos cacheados até a cintura, maquiada para matar, e um vestido vermelho tomara que caia mal cobrindo os peitos, meu pau começou a pulsar na hora, ela era baixinha 1,55, imaginei minha mão naquela cintura fininha fazendo ela quicar no meu colo com aquela bocetinha rosa! caralho! tava começando a ficar de pau duro, quando ela falou
– Pedro! me ajuda! aqui o zíper do meu vestido quebrou, pelo amor de Deus to super atrasada!
– Vixe, eu não sei mexer com isso não, cadê sua mãe?
– ela ta viajando só volta na quinta, e to atrasada pra festa da minha amiga, minha carona já tá chegando, não sei o que fazer.
Cara, meu pau latejou de tanto tesão, ela com aquele vestido aberto, aqueles seios imensos, branquinhos, durinho, tava louco pra mamar ela todinha, ela pegou meu braço epuxou pra dentro da casa e fechou a porta :
– eu sei o que fazer, só preciso de ajuda, não consigo costurar minhas costas né.
Eu já nem tava pensando direito, só pensava quando meu pinto entrasse fundo naquela boceta gostosa, jorrando porra bem quentinha dentro dela, puxei ela pela cintura fazendo com que sua bunda encoxasse meu pau que tava rígido feito titanium quase furando a calça, e soltei a mão dela que segurava o vestido nas costas, liberando seus vestidos, e fazendo seus peitos ficarem nús, ela se arrepiou toda – Pedro que cê ta fazendo?
sua voz saia aguda, rouca, falhando…
– Vou te mostrar e você me diz se tá bom – acho que ela ainda pensava que ia consertar aquele vestido, quando eu soltei e ele ficou preso na sua bunda avantajada, deixando seus seios redondos e fartos nús, peguei com as duas mãos nos peitos, apertando contra o meu corpo e desenhando círculos nas suas aureolas, ela supirou um gemidinho e rebolou sua bundinha na minha calça, eu tava enlouquecendo.
chupei seu pescoço a baixo da orelha, e desci pela nuca, lambendo suas costas, baixei seu vestido, ele caiu nos pés, lambi a poupa da sua bundinha, baixando sua calcinha, e quando lambi seu cuzinho apertadinho ela tremeu soltando um gemidinho gutural, e se afastando de mim – Pedro que cê tá fazendo?
Seu rosto estava vermelho, seus lábios entreabertos, seu peito subia e descia ofegante, sua boceta tava peladinha, puta que pariu, minha nossa, peguei pelos braços dela e puxei pro meu peito, enquanto uma das mãos pressionava o seu quadril contra o meu pau, enfiei o dedo na abertura da sua vagina, … tava molhada.. .molhada entre as pernas … ENCHARCADA … peguei sua orelha entre minha boca, beijando bem molhado, e sussurrei – se você não tiver gostando, eu vou embora.
Ela abriu mais as pernas, e pressionou sua bocetinha no meu pau, que doía contra a calça de tão duro e grande que estava, ela me deu liberdade, e mano, eu caí de boca, sentei ela no sofá, abri muito as pernas dela, e quando fui linguar sua vagina percebi que ela tinha um buraquinho, mostrando que nem um pau tinha tirado aquele cabacinho, ela era virgem, e tava arreganhada todinha pra mim, enfiei minha lingua dentro do buraquinho dela, bem molhada, girando, girando, enfiando, ela jogava a cabeça pra trás e gemia, seu peito subia e descia com a respiração acelerada, umideci meu dedo do meio, e comecei a massagear seu cuzinho, ela fazia movimentos pra frente de vai e vem, e eu lambia igual um cachorro, sugava levemente seu clitóris e pressionava com os dentes bem de leve, só pra aumentar o tesão, e lambia aquela vagina, quando ela começou a tremer continuei a enfiar meu dedo no seu cuzinho, e a minha lingua na sua vagina com movimentos ritmados, girando, entrando e saindo, até que ela gozou em gritinhos, e tremendo o corpo inteiro, eu não parei, sua vagina já estava inchada, ela arfava tentando pegar mais ar.
eu tirei minha roupa, eu não era musculoso, mas praticava esporte, era forte, e tinha um pau imenso, com a cabeça latejando, fui pra porta da sua vagina e tentei enfiar bem devagarzinho, ela tava toda encharcada, mas mesmo assim meu pau não conseguia entrar de tão apertado, ela começou a sentir dor, então mudei a posição, sentei no sofá com ela no meu colo de pernas arreganhadas, ai eu conseguiria meter mais fácil, ela ficou assustada com a dor, eu mordisquei seu peito, enquanto massageava seu clitóris, e subi para seu pescoço com um chupão, lambi sua orelha e sussurei – calma, vou bem devagarzinho, pra você gozar muito, rebolando no meu pau, olha, olha o meu pau
(comecei a me masturbar com a cabeça do pau forçando a entrada da sua boceta virgem),
– olha como ele te quer, vou por só a cabecinha pra você sentir, se você quiser mais eu meto bem fundo tá bom, e fui massageando e ela rebolando, mas meu pau não entrava, ela tava encharcada, tinha molhado todo meu pau e minhas bolas, botei a cabecinha bem na entrada da vagina dela, e enfiei com toda força para dentro, fazendo ela quicar em cima de mim e arrebentando aquele cabacinho, ela deu um grito de dor e se jogou pra trás, com a cabeça no meu ombro caiu uma lágrima dos seus olhos, que eu lambi, e fiquei quietinho dentro dela, esperando ela se acostumar.
Comecei a dar beijos calorosos, e molhei meu dedo no gozo dela entre as pernas, e comecei a masturbar seu clitóris, ela começou a rebolar no meu pau,(eu tava ficando louco, então deixei ela rebolar, até não mais doer, ela rebolava, ia pra frente e pra trás, e começou a subir e descer no meu pau duro feito ferro dentro dela, quando sentir que ela estava confortável, peguei pela sua cintura fininha que cabia nas minhas mãos, ela era pequena, eu fazia ela quicar forte meu pau entrando bem fundo, eu sentia aquela delícia, me delicíava naquela vaginazinha virgem, aquele corpinho macio, e comecei a ficar louco, enfiava cada vez mais duro nela, ela gritava de tesão, tava vindo meu gozo, queria que ela gozasse junto, comecei a fazer movimentos pra frente e pra trás estimulando seu ponto G, meu pau tava duro, querendo jorrar fundo nela, queria que ela gozasse logo, masturbei seu clitóris, enquanto enfiava fundo nela, e duro, e mais rápido, ela começou a tremer, sua vagina apertava ainda mais o meu pau, ela tava gozando, gemendo, gemendo incontrolávelmente, comecei a estocar forte dentro dela, forte, e fundo, bombei duro, UMA bem duro, DUAS bem fundo, TRÊS bem forte, e GOZEI, ah, ah, ah, não conseguia segurar, gozava muito dentro dela, tinha tirado aquele cabacinho, e enfiava sem camisinha, GOZANDO da minha porra todinha dentro dela, escorreu pelas pernas porra e sangue, meu pau diminuiu a pressão mais continuou em pé, tirei ela de cima de mim, beijei sua boca com mais tesão ainda naquele corpinho, ajoelhei ela na minha frente, peguei sua cabecinha e botei meu pau sujo dela dentro da sua boca, ela me olhava sem entender, eu falei com preversão
– é pra você sentir o sabor do seu gozo com a minha porra, e saber que agora você é toda minha, MINHA PUTINA, pra eu comer muito, arregaçar, e fazer você gozar sempre assim, aos berros.
enquanto ela chupava toda a extensão do meu pau até a base, limpando do sangue, e gozo dela com a minha porra, meu pau tava ficando duro, e ela começou a mamar mais forte na cabecinha. tava ficando duro de novo, puxei seu cabelo e fiz com que ela olhasse pra mim.
– Agora eu vou comer seu cuzinho virgem, pra você saber quem é que manda em você! Minha Putinha ninfeta!

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Uma Comentário para “Arrombei minha vizinha ninfetinha.”

  1. CoroaDelicia21 em 9 de fevereiro de 2017 @ 17:13

    Cara que conto tesudo. excelente

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Informações deste Autor

  • Autor: Maryalice
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