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AS MINHAS NAMORIDAS.

  • Publicado em: 24 de julho de 2017 05:15
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Tudo começa nos idos de 2000, na época com 23 anos, recém formado e com muito tesão.
Conheci a Sandra numa festa de casamento da sua irmã, era uma morena de 20 anos, estilo juliana paes, com seios fartos, baixinha e linda em todos os sentidos Uma gatinha. Naquela noite dançamos, trocamos telefone e em uma semana já estávamos namorando.
Mas vocês sabem como é homem, todas as quintas saia anoite para a balada. Após dois anos de namoro, numa dessas noites conheci a Helena, uma loira, de olhos azuis, filha de italianos, com 24 anos, simplesmente perfeita. A Sandra descobriu e terminou comigo e comecei a namorar sério com a Helena.
Ai começa a confusão!
A Helena morava no Brasil num lindo apartamento – já que seus pais eram italianos-, praticamente todas as noites, eu ia para o seu apartamento e era recebido por ela completamente nua, somente com um robe de seda cobrindo corpo. Ela adorava andar nua, mas para ir na cozinha colocava aquele robe. Naturalmente começávamos a transar antes da janta e terminávamos antes de dormir. É uma mulher perfeita; nasceu para ser uma esposa do geração passada. Excelente dona-de-casa, cozinhava divinamente. No sexo fazia tudo, anal e adorava beber semem. Na verdade a tara dela era fazer eu gozar na sobremesa para ela depois comer. Não diria que estávamos casados, porque voltava para dormir na casa de meus pais 3 ou 4 vezes por semana, mas no restante éramos um casal.
Mas numa tarde no Shopping um ano depois do rompimento, encontro-me com a Sandra. Ela estava noiva de outro cara. Mas quando nos vimos no shopping parecia um amor à primeira vista. A cumprimentei ela abriu aquele sorriso lindo e eu sem qualquer pudor sentei-me na mesa e começamos a conversar olho no olho. Em alguns minutos ela disse:
– Vamos sair daqui. Estamos muito expostos.
Quando entramos no meu carro simplesmente começamos a nos beijar e imediatamente eu coloquei a mão por dentro da sua saia, afastando a sua calcinha com os dedos. Como sempre completamente depilada e já molhada. Ela por sua vez, começou a abrir o meu zíper para colocar o meu pau para fora e começou a me chupar com toda a volúpia. E isso ainda estávamos no estacionamento do shopping.
Fomos direto para o motel mais próximo. No caminho até lá ela estava chupando o meu pau. Pareciamos cegos, sem nos importar que era duas horas da tarde, que estávamos no meio de São Paulo, no trânsito e possivelmente as pessoas estariam vendo ela no meio das minhas pernas fazendo uma gulosa.
Saímos do carro já tirando a roupa e largando no caminho da cama parecíamos cegos, só queríamos nos beijar e fuder. A joguei na coloquei na cama e de uma vez a penetrei e comecei o vai e vem com muita força. Parecíamos animais. Em minutos ela já estava gozando e eu também.
Após ter gozado e sem tirar o pau da buceta dela, começamos a cochichar um no ouvido do outro, algo mais ou menos assim:
– Você é um filha da puta, não sei o que o seu pau tem, estou há dois anos sem gozar, por que me deixou? – diz Ela no meu ouvido, meio que sem choramingando.
– Desculpa, mas estou morrendo de saudades de você, me arrependo de tê-la deixado. – Dizia eu.
– Só quero que você saiba que eu te odeio por ter me trocado, mas para transar eu te amo. A minha irmã diz que eu tenho “amor de pica”.
– Pronto o seu pau já está dando sinal de vida novamente . Vem me fode…. Dizia ela.
Bom naquela tarde fudemos várias e várias vezes. Ficamos horas e horas fudendo literalmente sem tirar o pau de dentro. Gozava e continuava com o pau meio mole dentro da buceta dela e conversando até ele endurecer novamente e começamos novamente.
Na saída do Motel exaustos trocamos novamente os telefones sem dizer uma palavra e sem bem saber o que seria aconteceria a seguir.
Fui para casa dos meus pais. A Helena me ligou perguntando o que aconteceu, qual razão de não ter ido para o seu apartamento? O que dizer? Que estava morto, que tinha feito sexo por quase 6 horas seguidas….
Nos meses seguintes começamos a ser amantes, mas a Sandra, depois do terceiro encontro terminou o noivado. Dizia ela que não conseguia dar para mim e dar para o outro ao mesmo tempo; que ficava com nojo quando ele a tocava.
Continua….

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