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Azul é a cor mais quente foi o motivo

  • Publicado em: 26 de janeiro de 2015 09:24
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Sempre fui uma garota curiosa, ao mesmo tempo, sempre tive muito pudor do meu próprio corpo e vergonha de me permitir certas experiencias devido a uma criação mais restrita. Já havia namorado uma vez e mesmo assim nunca tinha sentido tesão por alguém, mas tudo mudou quando “ela” apareceu na minha vida. Ela surgiu como filha de amiga do meu pai, e logo no começo trocamos numero e não paramos de conversar durante semanas, até o dia que decidimos nos encontrar na casa dela. Me lembro que cheguei no fim da tarde, eu havia levado filme e pipoca para passarmos a noite, mas quando entrei, logo percebi que estávamos sozinhas. Por algum motivo isso me deixou um pouco tensa a princípio, mas começamos a conversar e fomos ver um filme que havia baixado. “Azul é a cor mais quente”. Esse era o nome do filme que ela escolhera, e aos poucos fui entendendo que se tratava de um casal de garotas. As cenas de sexo começaram a me deixar desconfortável, ao mesmo tempo que sentia a presença “dela” tão próxima e um calor que subia em mim. Minha boca permanecia seca e eu mal podia olhar para o lado. Até o momento em que ela segurou meu queixo e me puxou para perto do seu corpo, meus olhos rapidamente se fecharam e eu já não podia me controlar. Uma das mãos da menina ruiva passavam tocando o meu corpo levemente, enquanto a outra segurava firmemente o meu cabelo para traz. Soltei de leve meu pescoço e podia sentir os lábios macios brincando por sobre a minha pele, levemente umedecido passando pelo meu pescoço que se arrepiava ao toque de sua língua. Enquanto ela aumentava o meu tesão passei uma mão pelas costas e abri o feixe do meu sutiã. Nesse momento ela já havia tirado minha blusa e eu mal me lembrava quanto. Senti sua boca brincando pelo meu ombro percorrendo o caminho até meu peito. Passava sua língua sem tocar meu mamilo e já me tocava por sobre o short de pijama. Ela me olhou e sorriu “Eu gosto de te sentir molhada”, sussurrou próximo a minha boca que ofegava um pouco. Nesse momento ela me deitou e tirou meu short e minha calcinha, mas não voltou logo ao mesmo ponto. Antes de me tocar ela tirou a roupa e se deitou sobre mim, me beijando ritmicamente enquanto nossos seios se tocavam delicadamente. Sua mão segurava minha coxa deixando-a levantada. Algumas vezes minha vagina tocava sua pele o que me deixava ainda mais excitada. De repente ela parou, pegou meus braços e os colocou para cima, segurando meus dois pulsos sobre minha cabeça. O toque já não era tão delicado, mas a forma com que ela me segurava fazia minha vagina formigar pedindo pra ser tocada. Nesse momento ela abaixou a outra mão, passando pela minha barriga, depois pela parte interna da minha coxa e voltando. Meus braços permaneciam imóveis quando seu dedo tocou meu clitóris. Fazia um movimento giratório o que me causou uma falta de ar e um arrepio pelo corpo. “Mete em mim, me come”, foram as únicas palavras que consegui dizer, e quando terminei já senti um de seus dedos entrando em mim. O ar me faltou e minha cabeça caiu para traz, ao mesmo tempo que sentia uma leve dor, queria mais, pedia por mais. Ela então encaixou mais um dedo dentro da minha vagina enquanto chupava meu mamilo. Senti meu corpo estremecendo e a voz me faltando. O movimento me deixava perdida, sem fôlego, com mais e mais desejo. Eu sentia o cheiro dela e o suor dela em mim, e eu já não aguentava mais quanto soltei um gemido que a fez aumentar o ritmo. Como era possível? Senti meu corpo desligando e estremecendo como se pedisse pra parar, mas me proporcionando uma sensação incrível. “Goza pra mim, deixa eu te ver gozar” ela disse entre dentes. E foi ai que eu gozei. Não sei quanto tempo durou, mas foi o bastante para eu me recuperar e jogar-la na cama, ficando sobre seu corpo. Ela sorria atrevidamente enquanto eu tentava recuperar o ar que havia me roubado. Mas não durou muito. Em poucos segundo eu já estava beijando aquela boca. Tocando aquele corpo. Minha boca percorreu seu corpo sentindo seu gosto até chegar em sua calcinha, única peça que ela ainda não havia tirado. Passei minha boca pela sua vagina ainda com a calcinha, mas já sentia o líquido molhando sua pele. Tirei o resto de roupa e comecei a chupar seu clítoris enquanto ela puxava levemente o meu cabelo. Ao mesmo tempo eu segurava seu seio e lambia sentindo o gosto de mulher envolvendo a minha boca. Seu gosto era doce e eu podia escuta-la respirando mais forte. Foi dai que eu enfiei meu dedo até o fim e não parei de meter. Tudo foi acontecendo naturalmente até ela gozar na minha mão, ela gemeu alto, arranhou minhas costas e pedia para eu não parar. Durante um minuto minha língua não parou de se mover pela pele macia daquela vagina e eu só ia ficando mais molhada do que já estava. O sexo durou algumas horas e eu gozei duas vezes. Nunca havia me imaginado com outra garota, mas essa me despertou um desejo que nunca tinha visto. Ela me da tesão só de lembrar desses momentos. No dia seguinte terminamos o filme (muito bom por sinal) e ficamos o dia na piscina, onde fizemos sexo novamente. Ainda não nos encontramos de novo, mas continuamos conversando e eu já me sinto diferente. Passei a me masturbar com mais frequência, a ver videos eróticos e a pesquisar sobre sexo. Já não tenho tanta vergonha e sinto que quero experimentar muitas coisas ainda.

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  • Autor: laila_len
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