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Brigando com a irmã…

  • Publicado em: 14 de agosto de 2017 17:15
  • Expira: Nunca!
Brigando com a irmã…
Brigando com a irmã…Brigando com a irmã…

Detalhes do Conto Erotico:

-Sai daqui seu filho da puta.

O sapato voou pelo quarto me atingindo na cabeça. Juntei-o do chão e por pura vingança arremessei de volta, mas diferente de Clara eu não tinha uma boa pontaria, errei.

-OLHA VOCÊS DOIS… PODEM PARAR COM ISSO, SE EU ME ABORRECER VOU QUEBRAR DE VOCÊS. – Mamãe entrou no quarto vociferando ameaças para nós. Mesmo nos clímax das pancadarias sabíamos que deveríamos parar quando mamãe se envolvia, ou seria muito pior.

Clara tentou dissertar uma desculpa a seu favor. Mamãe disse que não queria saber e saiu do quarto, Clara a acompanhou tentando mais uma vez me queimar.

Era a segunda vez só aquela semana, nem eu estava mais aguentando. Minha irmã mais velha era insuportável. Dificilmente passávamos uma semana sem nos espancar. Com aquela reforma em seu quarto acabei tendo que dividir o meu; o que não era nada fácil, aquela menina queria tudo a seu modo e acabava esquecendo quem era o verdadeiro proprietário do aposento.

Mas entre socos e pontapés uma coisa eu nunca neguei; a beleza de Clara, ela era (e ainda é) uma caucasiana muito gata: dona de um belíssimo corpo; Tem uma Apetitosa grande bunda que sempre me deixou sem graça; Os seios são médios e proporcionais para seu tamanho, uma perfeita obra da natureza eu diria; Já seu rostinho de princesa esconde a forte personalidade que carrega.

Minha irmã é gostosa, admito, mas isso nunca havia me feito desejá-la, ou bater punhetas pensando nela… Bem talvez uma ou duas vezes, mas nada além disso. A maior parte do tempo estávamos nos socando ou discutindo, assim era difícil enxergar algo de bom nela que não fosse seu belo corpo. E foi naquele mesmo dia em que as coisas mudaram, e por incrível que pareça foi por culpa dela mesma.

Eu estava em meu quarto, quando mamãe chegou me ordenando que arrumasse aquela bagunça. Eu retruquei, afinal não era o único responsável pela desordem, Clara também era. Mas não teve conversar, minha genitora era facilmente manipulada por minha irmã e acabei tendo que arrumar tudo.

Mamãe saiu para trabalhar enquanto eu fiquei arrumado às coisas. Já Clara, hora ou outra aparecia na porta e ficava me observando e dizendo frases de gozação. Fiquei calado, uma hora minha hora iria chegar, e não é que chegou.

Ao arrumar a gaveta de minha irmã notei um envelope debaixo de suas calças. Curiosamente retirei para ver do que se trava e tive minha surpresa; enrolava um maço de dinheiros, contabilizando era o valor da mensalidade da faculdade de Clara.

Semanas atrás minha irmã havia chegado em casa chorando, sem fala. Nossos pais ficaram muito preocupados, lhe deram um copo com água e esperaram que se acalmasse. Clara disse que havia sido assaltada e que tinha perdido tudo o que portava, incluindo a mensalidade da Facul.

Ora meus pais apenas deram graças a Deus dela estar bem e reembolsaram o dinheiro roubado. Nossos pais são muito bonzinhos para com Clara, talvez seja por isso que ela os engane. Mas agora eu a tinha em minhas mãos, ela os havia enganado e teria que arcar com as consequências.

Ela estava na sala de estar assistindo Tv quando cheguei quase dançando.

– É incrível como a mamãe vai ficar surpresa ao saber que tu és mentirosa. – Eu lançava um sorriso maquiavélico de vitória enquanto balançava o dinheiro.

-Onde tu achaste isso? – Clara esbugalhou os olhos e correu para tomar o dinheiro de minhas mãos. – Isso é meu, me dá.

Nos Empurrávamos. Ela tentava pegar o dinheiro, mas eu não deixava.

-Tudo bem. O que tu queres? – Perguntou minha irmã cansada e desistindo da luta.

-Em primeiro lugar quero saber o porquê tu enganaste nossos pais.

Ela abaixou a cabeça, franziu a testa e fez cara de choro. Confesso que seu rostinho estava tão lindo que cheguei a sentir pena. Depois ela explicou que estava devendo uma grana a uma pessoa e teria que pagar, e por isso havia precisado do dinheiro.

-Estava devendo tudo isso? – Perguntei.

-Metade, e como não tinha como inventar que o ladrão roubou só metade… Teve que ser todo o dinheiro. Pode ficar com a outra metade. – Disse Clara, dessa vez ainda mais linda que antes.

-Toma. – E joguei o maço de dinheiros em cima dela. Digamos que a beleza de minha irmã havia me feito desistir de fazer justiça.

-Não vai querer nada?

-Não. – Eu tinha ido com sede de vingança, mas tinha desistido. Não faria nada e deixaria pra lá, já estava decidido, só queria deixar um pouco de medo no ar para que da próxima vez Clara pensasse duas vezes antes de mexer comigo. – Quer dizer, a qualquer hora eu posso querer alguma coisa, então cuidado como se porta comigo. – E sai gargalhando.

Os dias que se passaram foram de total estranheza, minha irmã pouco falava comigo e quando o fazia era com admirável educação.

Passara-se quatro dias, eu estava deitado em minha cama lendo um quadrinho de o Homem-Aranha quando Clara entrou no quarto com uma vassoura na mão e danou-se a varrer. Olhei por cima da revista e sorri. Ela estava adestrada do jeito que eu queria.

Observei melhor e notei que minha irmã hora ou outra se abaixava para juntar alguma coisa. Ela vestia um shortinho muito sexy em conjunto com uma fina camiseta preta. Não dava para não olhar para aquela bunda gostosa, ao se abaixar ela parecia empinar o bumbum, ao menos foi essa a impressão que tive.

-Dá para não olhar pra minha bunda. –Reclamou Clara me surpreendendo.

– Sai daí. Eu não tenho porque olhar para tua bunda sua feiosa. – Respondi esperando uma provável discussão, algo que não aconteceu.

-Feiosa é? Pensa que nunca notei que tu não paras de olhar para a minha bunda. – Havia ficado sem respostas, calado só pude esperar minha irmã continuar. – Só quero que tu lembres que sou tua irmã, e com irmã não pode… – E saiu do quarto gargalhando.

No outro dia, cheguei da escola e escutei Clara me chamar. Subi e dei de cara com ela vestindo um minúsculo biquíni vermelho; Minha nossa, era um espetáculo, o sutiã do conjunto realçava bem seus seios e a parte de baixo era engolida por sua enorme bunda em um monumental fio dental, na frente à boceta era coberta por um fiozinho muito pequeno. Fui à loucura só de ver.

-Ei tarado, o que tu achaste? Estou pensando em comprar, uma amiga da mamãe quer vender.

Não pude mentir; disse que estava bonita.

-Só bonita? Bonita quanto?

-Estás bonita. Linda está bem?

-Linda quanto? – Ela sabia que eu estava ficando sem graça, notei que queria ficar me tirando e decidi então cortar o barato.

-Tu estás gostosa. Se tu não fosse minha irmã eu te pegava. – E ao responder assim ela se calou. Desci, mas escutei um baixo risinho vindo do quarto. O que ela estava querendo?

A noite daquele mesmo dia, nosso pais saíram para um casamento e eu fiquei sozinho com Clara.

Não entendia o que estava acontecendo comigo, mas após a exibição de minha irmã com seu biquíni, eu havia ficado louco, não parava de pensar em seu corpo. Nunca esses sentimentos tinham norteado minha mente por tanto tempo. Eu estava com medo do que poderia tentar aquela noite.

Às 21 horas mais ou menos eu subi para o quarto para dormir. Clara estava deitada de bruços em sua cama. Ao me ver lançou-me um grande sorriso. Ela vestia uma camisola rosa de seda muito curta, algo que não era normal, geralmente dormia de short e blusa.

-Ei tarado!!!- Me chamou Clara. Ao olhar peguei um susto. – Olha! – falou ela balançando os quadris, que estavam amostra graças a sua curta roupa de dormir.

“Puta que pariu”- pensei. Era gostosa de mais e parecia que havia adquirido certo prazer em me provocar. Sentei imediatamente em minha cama evitando que ela visse minha ereção.

– Sei que tu gostas. Mas já disse que sou tua irmã e comigo tu não pode fazer nada.

Fiquei calado e pensativo, enquanto escutava provocações vindas de minha irmã. Sabia que não passava de uma brincadeira de Clara, acontece que eu estava pensando em algo realmente sério.

-Clara. – interrompi minha irmã, que me olhou curiosa. –Tu sabes que estás na minha mão, não sabe?

Ela ficou calada e não disse uma só palavra. Esperou eu terminar.

-Eu quero… Queria uma coisa… – Disse eu corando.

-O que tu queres? – indagou-me Clara com um semblante de preocupação.

-Deixa eu te ver pelada?

-Sério?

-Sério!

Eu já estava lá agora não poderia voltar atrás. Ela tinha me atiçado, agora iria sofrer as consequências.

Clara se levantou e ficou andando pelo quarto com a cabeça baixa e a mão direita no queixo, parecia pensar no assunto.

– Olha não estou dizendo que vou fazer, mas tu me prometes que nunca mais vai tocar nesse caso? Promete que não vai mais querer me chantagear? – Perguntou minha irmã.

-Prometo.

Minha irmã ficou em silêncio por alguns segundos, olhando para o chão, parecia estar criando coragem.

-Credo Cláudio, eu sou tua irmã. – Disse Clara tentando tirar a ideia de minha cabeça, eu acho.

Fiquei calado e não respondi. Levantei a cabeça e vi Clara com um leve movimento retirar sua camisola. Seu belo corpo ficou amostra, um verdadeiro pecado; Seus firmes seios empinados e rosados me deram água na boca. Nua eu conseguia notar melhor suas curvas e ter a certeza: minha irmã não era apenas gostosa, era gostosíssima.

-Faltou a calcinha. – Falei gaguejando.

Clara relutou um pouco, mas passaram alguns segundos ela acabou despindo a última peça e jogando em cima de mim.

-Pronto, já estou nua. Aproveita para ver, porque não vai ter uma próxima vez.

Meus olhos foram tragados para a linda boceta de poucos pelos de Clara, já meu pau queria explodir dentro do short.

-Clara de uma volta, me deixa ver tua bunda.

Sem reclamar Clara virou-se de costas e ficou parada.

-Abre tuas nádegas.

-Não. – Negou minha irmã. – Tu já estás indo longe de mais Cláudio, para com isso.

-Tu que sabe… É a última vez que vou te pedir alguma coisa. Agora me nega que eu conto pra mamãe sobre o dinheiro.

Com uma mão ela afastou levemente a nádega direita, me relevando seu cuzinho com o buraquinho levemente escuro. Eu estava indo a loucura, apertava fortemente meu pau enquanto contemplava toda aquela visão. Clara continuou; arrebitou bem sua bunda e com as duas mãos a abriu toda, expondo completamente aquele buraco, que piscou para mim.

-Pronto. Está bom? – Perguntou Clara.

Levantei-me da cama e avancei em cima de minha irmã, agarrando-a fortemente pela cintura.

-Clara deixa eu te comer!

-Sai pra lá seu tarado, eu sou tua irmã.

– Se tu não deixares, eu te dedo pra mamãe.

– Então conta. Tu já estás querendo muito. – E com um forte empurrão Clara me joga na cama, me despertando do estado de transe.

O que eu estava fazendo? Realmente já estava indo longe de mais. Baixei a cabeça envergonhado, iria pedir desculpas a ela, mas antes que pudesse abrir a boca ela me propõe:

-Olha posso bater uma punheta pra ti, nada, além disso.

Sem pensar duas vezes botei meu pau para fora.

-Tira toda a roupa. –Pediu Clara.

-Por quê?

– Não reclama e tira antes que eu mude de ideia.

Não entendia o porquê da insistência de Clara em querer que eu tirasse a roupa. Por um momento pensei que ela quisesse me ver pelado também.

Obedeci minha irmã e me despi completamente. Estávamos os dois pelados no quarto, sem roupa e sem a menor vergonha. Sentei na cama e Clara se ajoelhou perto de mim e ficou a olhar meu cacete.

-Olha nunca mais. – Disse minha irmã, segurando firme em meu duro membro. Com sua mão direita ela esfolou meu pau, olhou pra mim e fez o movimento inverso, desceu de novo e subiu mais uma vez; e assim iniciou uma deliciosa punheta.

Clara manipulava meu membro com maestria e sensualidade; minha irmã sabia a hora que deveria intensificar e o momento exato de minimizar as estocadas. Já deveria ter praticado muito com vários namorados.

Com sua mão esquerda ela começou a acariciar meu peito. Olhei para seus seios rosadinhos e timidamente toquei em um deles, Clara não recuou e nem fez comentários. Aproveitei e comecei a brincar com eles; massageava e com a ponta dos dedos mexiam nos duros mamilos entumecidos.

Clara aumentou as batidas desesperadamente, olhou pra mim e fez cara de safada. Eu não ia aguentar, mas não queria gozar. Então segurei firme no pulso de minha irmã.

-O que foi? Não queres mais? – Perguntou ela.

-Ainda não quero gozar… Na verdade eu não queria gozar na tua mão.

-O QUE TU QUERES ENTÃO? – Gritou minha irmã, me lançando um olhar de desaprovação.

-Me deixa gozar na tua bunda? – Ao pedir isso, Clara franziu a testa e provavelmente iria negar, mas a interrompi. – Eu vou só me esfregar nela. Prometo que não vou fazer nada além disso. Por favor, é só esfregar eu juro.

-NÃO CLÁUDIO!!! ISSO JÁ É DEMAIS.

-A culpa é tua por ficar me provocando.

-Eu estava só brincando, não podia imaginar que tenho um irmão tão tarado.

Ficamos em silêncio por um longo período. Clara me lançava olhares atravessados enquanto eu tentava gravar a monumental imagem de seu corpo, imaginava que aquela seria a última vez que o estaria vendo.

-Olha Cláudio… Eu… Isso é errado, eu vou deixar, mas que fique claro que tu só vai te esfregar até gozar.

Dei um gigantesco sorriso de alegria. Iria gozar na bunda de minha irmã mais velha.

Ela logo se deitou, de bruços, e disse para eu ser rápido. Aproximei-me e subi na cama, ficando de joelhos em cima de Clara. Tremendo coloquei minhas mãos em cimas das nádegas de minha irmã e as afastei; seu lindo cuzinho ficou a mostra, as bordas escuras me davam ainda mais tesão. Sem perder tempo coloquei minha pica bem no meio e contrai suas nádegas, fazendo pressão em meu pau.

Com leves e suaves movimentos fui esfregando meu cacete no cu de minha irmã. Sua grande bunda macia em contato com minha pele me davam um prazer sem igual.

Aos poucos comecei a gemer em cima de Clara e dar estocadas mais fortes, a cama balançava cada vez mais e minha irmã não esboçava nenhuma ação, até que notei uma leve arrebitada de sua bunda. Clara começava e dar pequenos gemidos. Eu por outro lado deitei-me por cima dela, as minhas mãos cobriram as suas e paralisamos por alguns instantes, até eu recomeçar as esfregadas.

O excitante cheiro do suor de Clara entrava forte em minhas narinas, não aguentei e comecei a beijar seu pescoço. Minha irmã intensificou seus gemidos. Nós dois estávamos em estados de transe total; nossos sussurros misturavam-se, nossos corpos se esfregavam espalhando suor e prazer, meu pau roçava cada vez mais forte no cuzinho que Clara já balançava pra mim. Meu lubrificante já lambuzara toda sua bunda, tornando os movimentos mais rápidos e deslizantes. Eu tinha melado toda a bunda de minha irmã.

Eu não conseguia mais suportar. Com uma das mãos larguei a mão de Clara e posicionei meu cacete na entrada de seu cuzinho, Clara não falou nada, então empurrei devagar. A Cabeça entrou.

-Seu filho da puta, não faz isso. – Pediu Clara.

Não dei ouvidos. Voltei a colocar minhas duas mãos por cima das dela e as apertei firmemente. Foi quando movimentei meus quadris e penetrei mais minha irmã. Ela soltou um forte e longo gemido pelo quarto. Aproveitei e comecei o vaivém, devagar para que ela não sentisse muito dor.

Aquele cuzinho me surpreendera, era mais gostoso do que havia imaginado; ele apertava todo o meu pau, era macio e carnudo, eu poderia morrer em cima dele que morreria feliz.

-Para filhoooo…. da puta… Para Clau….Não faz ISS…… – Minha irmã gemia sem força alguma, ela nem sequer mostrava interesse em se libertar, gemia enquanto arrebitava cada vez mais sua bunda.

As estocadas começaram a se intensificar, Clara já mexia os quadris e soltava pequenos gritos; seu cu apertava meu pau cada vez mais. Não consegui me controlar, com uma última e longa metida gozei no cuzinho de minha irmã. Seu buraquinho contraia na medida em que o fui enchendo de porra.

Clara desferiu um longo suspiro, eu desabei. Ficamos em silêncio, nossos corpos colados só me faziam sentir as gotas de suor que se espalhavam. Olhei para o rosto de minha irmã, que me empurrou.

-Pronto, espero que tu estejas satisfeito. – Disse ela chorando e saindo do quarto.

Fui atrás dela, mas só consegui um baita soco na cara. Ela se trancou no banheiro por mais ou menos 1 hora e meia, e quando saiu foi para o quarto de nossos pais e lá ficou até eles chegarem.

Nos dias seguintes Clara não falou comigo e todas as vezes que eu tentava pedir desculpas era rechaçado. Continuávamos a dormir no mesmo quarto, mas sem nos comunicar, era horrível. Já estava muito arrependido de ter transado com ela, mas confesso que quando as lembranças vinham a tona o tesão voltava.

Já tinha passado um mês que tudo havia acontecido. Clara estava no quarto, guardando suas roupas limpas, eu entrei e tranquei a porta. Esse era o momento de se desculpar.

-O que tu está fazendo? Vai querer me estuprar? – vociferou ela.

– Eu só tranquei pra ti não correr. Queria pedir desculpas, mas tu não me davas chance.

Clara se aproximou de mim, abaixou a cabeça e disse que estava tudo bem, que tentaria esquecer. E ao sair do quarto ela parou enfrente a porta e perguntou:

-Me responde uma coisa?

-Sim – Afirmei

-Tu tinhas tanta vontade de me comer assim? Que não conseguiu resistir a tua própria irmã. – Perguntou Clara seriamente.

Eu só baixei a cabeça e não respondi nada. Clara saiu do quarto.

Dois dias depois, domingo, nossos pais haviam ido a uma churrascada de um amigo. Clara e eu ficamos sós de novo.

Minha irmã tinha passado a tarde trancada em meu quarto ouvindo música e eu no Playstation na sala de estar.

Eram quase 5 da tarde e já estava me preparando para desligar o game quando sou surpreendido por Clara; ela usava a mesma camisola da noite em que havíamos transado. Parou em frente à Tv e sorriu pra mim.

-Ei tarado, olha. – Ela virou de costas, levantou um pouco a camisola e abriu sua bunda.

Fiquei sem palavras e larguei o Joystik. Minha irmã sorriu devassamente e subiu as escadas dizendo:

-Se tu quiser vem agora.

E feliz da vida subi rumo a meu quarto, que guarda até hoje esse tão profundo segredo.

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3 Comentários para “Brigando com a irmã…”

  1. uhuuuuu!!!

  2. Lindo conto, tenho 55 anos e amei, meu watss 12 98123 7898 e só respondo à mulher

  3. juan pablo gomes lescano em 8 de março de 2017 @ 20:43

    hummmmmm,delicia.
    excelente conto…

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