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Brincando com Fogo

  • Publicado em: 6 de março de 2017 10:44
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Ela estava uma linda gatinha… mas precisamos de mais. Disse que ela se sentasse no meio do quarto, e peguei um conjunto de cordas – pouca coisa mais grossas que uma corda de varal. Ela reclamou um pouco que o rabinho não a deixava sentar-se direito. Ignorei. Puxei as pernas para a frente, e a apoiei na cama. Amarrei o pulso no ombro com algumas voltas de corda no braço. De tal forma que a “pata” dela agora era o cotovelo.

Ela me olhava curiosa, tentando entender o que eu faria. Repeti no outro braço, e então me levantei para admirar o efeito. Humm, muito lindinha. Agora, as patinhas traseiras. Fiz com que deitasse de comprido no chão, apoiada nos cotovelos. Perfeita, com a bundinha empinada. Dei uma pequena enterrada extra da fronha no cuzinho – estava ficando meio solto. Ela soltou um gemido. Mas estava gostando. Miava um pouquinho.

Puxei a perna para cima, e a amarrei na coxa, com várias voltas da cordinha em torno da perna. Repeti com a outra perna, e notava pelo olhar dela que começava a ficar meio preocupada. Peguei-a pela cintura e a virei. Mandei que andasse um pouco. Meio desajeitada, achei, apoiada nos cotovelos e joelhos. Deixei que caminhasse um pouco para se acostumar. E então tirei a gravata e coloquei uma coleira decente. Puxei-a pelo quarto, foi andando atrás de mim. Mais à vontade, acho.

Ela entrou no papel, miando baixinho. Olhei para ela, queria beber. Perfeito. Enchi um copo com água, coloquei perto dela. Ela soltou um miado alto, reclamando. Okay, okay. Coloquei um pouco de uísque no copo e deixei perto dela. Lambeu feliz, era isso que queria, a gatinha. Hummm.

Deixei que bebesse à vontade e a puxei para a cama. Atei a coleira no pé da cama, e abri bem as patinhas traseiras dela. Humm, rabinho bem preso, e bonitinho. Dei uma mexidinha, perfeito. Mas a buceta. Meio peluda, gatinha, disse. Temos que cuidar disso. Ela me olhou preocupada, miando meio agudo. Hum, perfeito, entrou no papel. Mas gatinha tem que ter buceta lisinha. Empinei bem o rapinho dela, fique assim, disse.

Meio a contragosto, e meio mal apoiada, ficou assim mesmo. Fui ao banheiro, peguei um pouco de água quente. Coloquei uma toalha de banho embaixo dela. e passei uma quantidade generosa de espuma de barba na buceta. Espalhei bem, fazendo bastante espuma, e abri bem as pernas. Devagar, com muita calma, passei o aparelho que tinha comprado para isso. Muito lentamente, prossegui até terminar. Fiz direito; Nem um único machucado. Tendo terminado, coloquei um espalho ali para que ela pudesse ver o resultado. Miou felizinha – realmente ficou linda, uma buceta carnuda, rosinha, linda de se ver. Passei os dedos ali, curioso. Molhada. Ela estava muito excitada: ao tocá-la, ela fechava os olhos, miava ainda mais.

Peguei um pano de mão, e coloquei em cima do seu rosto. Não queria que ela antecipasse o que ia fazer. Ela miava curiosa, mas ia ficar curiosa por alguns momentos ainda. Peguei um vibrador da bolsa. Bem, esse vibrador. Não era um pequeno, e sim um grande, em formato de microfone. Produz uma vibração bem razoável e… ela sentiria o efeito. Rápido. Amarrei o vibrador na coxa, apertando bem a cabeça na buceta. Liguei na tomada e coloquei na vibração baixa.

Ela começa a se mexer, incomodada. Anda um pouco para lá, um pouco para cá. Deixei o vibrador funcionando, e peguei mais uma corda. Mas antes, prendi uma presilha nos mamilos. Ela reclamou, mas não muito. O vibrador, agora, tirava toda a sua concentração. E, sem resistência, amarrei as tetinhas como quem monta um sutiã. Apertado ao ponto de os seios ficarem meio vermelhos.

E então aumentei a vibração do vibrador. Ela mexia o rosto desesperada, querendo tirar o paninho. Deixei ela ali, evidentemente desorientada, e sentei-me no sofá para apreciar. A coleira era comprida o suficiente para ela andar à vontade, mas curta o bastante para não conseguir tirar o fio da tomada. Ela gemia agora, cada vez mais alto. Pernas tremendo, estava quase gozando. E nem precisei esperar muito – em alguns minutos gozou baixinho, pernas tremendo.

Fui até ela, me abaixei, tirei a toalha do seu rosto. Estava um pouco afogueada, mas respirando fundo. Pediu que eu parasse, a buceta estava muito sensível. Não, parar não. Passei a mão nos cabelos dela – suados – e fiz um carinho. Baixei um pouco a vibração. Mas disse que era só por alguns instantes. Dei a ela de beber de novo, mas ela mal conseguia, respirando fundo.

Esperei só um pouco e aumentei de novo a vibração. E aumentei mais um pouquinho. E fui aumentando até chegar ao máximo. Ela mal conseguia respirar, e não demorou muito para gozar de novo. Ou quase. A aparência era de que a coisa vinha em ondas. Aumentava, ela respirava fundo, ofegante. Aí um instante de calmaria, e começava de novo.

Tirei minhas calças, e fiquei me masturbando devagar para ela. Ela olhava para mim, implorando. Mas não. Deixei-a ali com o vibrador enfiado na buceta, e visivelmente os orgasmos iam ficando cada vez mais fortes. Em um dado momento, ela gemeu alto, gozou e mijou um pouco. Envergonhada, saiu de onde estava, mas mal conseguia andar nesse ponto. Parecia eletrizada, tropeçando com dificuldade.

Cheguei atrás dela, me coloquei de joelhos, vesti uma camisinha, e, sem tirar o vibrador, fui enfiando meu pau devagar. Completamente encharcada. Não esperei mais. Segurei os quadris dela e a fodi com força. Fodi e fodi até que soltou um berro e gozou com força, pernas tremendo convulsivamente. Diminuí o ritmo um pouco, desliguei o vibrador e me deixei ficar ali um pouco, relaxando. Não gozei. Ainda não.

Depois saí de dentro dela, retirei o vibrador, soltei suas pernas, suas mãos, e tive que carregá-la para a cama. As pernas não a sustentavam mais. Estava com os olhos fechados, respirando pela boca. A buceta inchada. Deitei-a de lado e tirei devagar a fronha do rabinho. Peguei um pouco de óleo, espalhei pelo corpo dela e a massageei enquanto se recuperava. Ela me olhava, entre surpresa e agradecida, gemendo baixinho. Enquanto passava as mãos por ela, aliás uma pele deliciosa, papeamos, fumamos um cigarro, bebericamos mais um pouco. Sem pressa.

E ela queria mais, como não?

E você? Me escreva, comente, estou esperando: delphos99@hotmail.com

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