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Calor no chalé

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 13:10
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá, estou de volta para mais uma história. Para esse novo relato, tenho um lado bom e ruim para contar. O bom é que, pela primeira vez consegui ouvir os dois lados da história, e o ruim é que pode ser que vocês não gostem muito, pois não é uma história muito ativa, mas é real, o que eu levo mais em conta. Quem me contou foi a Ana, que é mestiça oriental, de pele morena clara, amiga da minha vizin… ha, e o Renan, que estudava no mesmo colégio que ela. A história segue o relato da Ana, e no final tem algumas observações que o Renan me contou.

Era o mês de fevereiro de 2013 e eu estava no segundo ano do ensino médio. Logo após o começo das aulas, o pessoal da minha sala começou a falar sobre uma viagem para um hotel fazenda. A princípio pensei que essa viagem ocorreria no final do ano, como uma espécie de celebração, e até me animei para ir, porém, descobri que queriam ir nas férias de julho, o que eu achei burrice, pois é inverno e onde eu moro (Curitiba) é um mês que faz bastante frio, principalmente nas cidades próximas.

Não sabia se iria ou não, pois além do clima não ser propício, ainda estava um tanto desanimada, pois um ex-namorado tinha ido embora do Brasil havia poucos meses e eu estava de “luto” com essa situação. O que me fez mudar de ideia, foi a minha melhor amiga e a minha mãe, que sempre tão chata, me estimulou a ir, dizendo que seria bom eu me distrair um pouco.

Então, depois de certo planejamento, no dia 6 de julho de 2013, logo cedo, o ônibus que nos levaria até o hotel fazenda parou na frente do meu colégio. Falei para uma amiga minha que se o Renan, um cara do terceiro ano que já tinha repetido, ou seja, era cerca de dois anos mais velho que eu fosse, eu não iria, pois já tinha discutido com ele e não queria que ele atrapalhasse a viagem. Ela, mentindo para mim, disse que ele não iria. Ao entrar no ônibus, sentei próximo da metade do veículo, e não vi que ele estava no fundo.

Quando já estávamos na metade da viagem, que durava cerca de duas horas, o Renan levantou, veio perto de mim, começou a me provocar com bobagens e discutimos. Aquilo quase me fez querer voltar para casa, a não ser minha melhor amiga que fez de tudo para que eu não me entristecesse.

Ao chegarmos lá, o pessoal começou a descer, na maior má educação, se empurrando e eu acabei ficando por última. Quando fui descer o motorista pediu para eu esperar para apenas ver a lista de quem estava no ônibus, confirmar alguns ausentes, aquela burocracia de sempre.

Depois disso, fui caminhando em direção ao hotel, que era formado por uma casa grande e seis chalés menores, todos de madeira. Esses chalés formavam um semicírculo com a casa grande os dividindo, três de um lado e três de outro.

Qual foi a minha surpresa quando descobri que não tinham contado direito o numero de pessoas pelo número de vagas disponíveis e eu acabei ficando sem um lugar dentro dos chalés, pois foram divididos três chalés para os meninos e três para as meninas. Fui na casa grande e contei que estava sem um lugar (aliás fiquei brava com a minha amiga, mas ela disse que as outras meninas já tinham chegado antes e tal).

O dono do hotel disse que a única solução era me colocar num sétimo chalé, pequeno, que ser via de depósito, mas que eles ajeitariam até à noite. Eu disse que não teria problema.

Pois bem, passou o dia, fizemos algumas atividades, almoçamos, jantamos, e a noite, próximo da meia noite fui para o chalé. Abro a porta, um pouco emperrada e olho para dentro. Realmente, era bem pequeno e continha uma cama, pouquinho maior que uma de solteiro ( e era aquelas de ferro, com molas), uma poltrona simples, uma televisão (de tubo, por incrível que pareça), um frigobar vermelho velho e um banheirinho minúsculo, com pia, vaso e chuveiro. Mas até fiquei feliz por poder dormir sozinha, acho que o fato de ser filha única me deixou mais egoísta.

Passei a primeira noite, de sexta para sábado normalmente e, no sábado, após o almoço fizemos umas atividades coletivas que acabaram dando confusão por bobagem, e eu, como sempre, estava no meio da discussão. E, o incrível foi ver o Renan me defendendo quando uma menina de outra sala me acusou de estar roubando. Não só ele me defendeu com palavras como quase partiu para a violência física contra um rapaz do terceiro ano que estava me xingando. Fiquei muito surpresa com a atitude dele.

Perto das 18 horas, notei que alguns garotos haviam sumido, mas nem dei importância para isso, sem saber que aquilo acabaria me afetando também.

Depois do jantar, fomos para um salão na casa grande e ficamos lá, assistimos a um filme e ficamos ouvindo musica e conversando. Passando pouco mais da meia noite, falei para minha amiga que iria para o meu chalé, pois estava cansada e suja. Cheguei lá, entrei, tranquei a porta e fui tomar banho. Aproveitei para lavar meu cabelo, sequei, coloquei uma camiseta baby look sem sutiã e um short que eu usava para jogar handebol, pouco pra cima da metade da coxa.

Quando estava ajeitando o meu cabelo, terminando uma trança única, ouço uma batida na porta. Levei um susto tão grande que quase gritei. Fui devagar perto da porta e perguntei quem era.

“Sou eu Ana”, respondeu uma voz masculina que eu reconheci como sendo a do Renan.

Quando abri a porta veio um vento forte e gelado e percebi como tinha caído a temperatura. O Renan estava para fora da porta com os braços cruzados se protegendo do frio, com a mochila nas costas. Ele pediu para entrar, eu disse que não, ele implorou, dizendo que estava frio e que tinha acontecido uma coisa.

Deixei ele entrar e tranquei a porta. Ele me contou que os garotos tinham sumido as 18 horas, pois tinham ido para uma festa no hotel fazenda ao lado e que voltaram após a meia noite acompanhados de meninas. Todos do chalé do Renan, menos ele. Então ele acabou ficando sem espaço lá. Disse que tinha tentado em outros chalés, mas que não tinha vaga. Falei para ele que ali também não tinha espaço, a não ser que ele dormisse sentado na poltrona. Claro que falei isso ironicamente, mas ele rapidamente aceitou.

Falei para ele que só tinha uma coberta e um travesseiro sobrando. Ele aceitou, colocou em cima da poltrona e perguntou se poderia tomar banho, eu disse que sim. Ele entrou no banheiro, mas não fechou completamente a porta, deixando uma fresta. Eu, de frente para o espelho arrumando a minha trança, conseguia ver exatamente aquela fresta e acompanhei todo o movimento dele, ao tirar a camiseta, o tênis, a meia, a calça e a cueca, mostrando aquele bumbum redondinho e branquinho, normal para um loiro de olhos verdes. Percebi também que o tempo de academia tinha surtido efeito, pois ele estava fortinho.

A minha maior surpresa foi, quando ele abaixou a cueca, pude ver por entre as pernas dele algo balançando, maior do que eu imaginava. Senti meu rosto ficar quente vendo aquilo e procurei não olhar mais.

Depois de tomar banho ele se ajeitou na poltrona e ficamos conversando. Ele pediu desculpas pelas vezes que me tratou mal, disse que tinha se arrependido, e que o ato de me defender naquela tarde foi uma maneira de começar a se desculpar comigo. Eu disse que estava tudo bem e que era para ele esquecer. Conversamos mais de uma hora sobre tudo, incluindo problemas pessoais, família, etc.

Próximo das duas e meia da manhã disse para ele que iria dormir e ele concordou. Desliguei a televisão e, ao me virar para o lado da parede me irritei um pouco com o rangido das molas da minha cama. Sei que é normal, mas eu não estava acostumada com o barulho.

Além do barulho da minha cama, ouvia o barulho do Renan tentando se ajeitar na poltrona, o que, parecia não estar sendo fácil, pois ele com mais de um metro e oitenta numa poltrona comum, não era tão confortável, além do frio que estava bastante incômodo. Tentei dormir, mas não conseguia tanto pelo frio quanto por ouvir ele se mexendo toda hora.

Pensando com calma, cheguei a uma solução. Me virei para o lado dele, chamei pelo nome e disse: venha, deite aqui na cama. Ele não aceitou, mas eu insisti, dizendo que estava muito frio e que ali ele não conseguiria dormir. Ele veio, trouxe o travesseiro e a coberta e deitou do meu lado. Pedi para ele ficar de costas para mim e ele ficou. Estávamos “bumbum com bumbum” eu virada para a parede e ele para o restante do quarto.

Alguns minutos depois ele me chamou e pediu para virar, pois estava com dor no ombro direito, que ele tinha caído numa das provas e não conseguia ficar dormindo em cima. Eu aceitei, mas falei para ele evitar se encostar em mim. Ele se virou e ficou com o corpo quase colado ao meu. Confesso que aquela situação estava um tanto complicada para mim, pois, apesar da implicância que tínhamos um com o outro, existia um pouco de atração também, pois ele era bonitinho, de rosto e de corpo, e eu vendo ele sem roupa, aumentou ainda mais tudo aquilo. Para ter uma ideia, ele se parece bastante com aquele Ex BBB Rafael, que teve um caso com uma tal de Talita.

Virado para mim, começou a me fazer elogios e a dizer que me cabelo estava muito cheiroso e que eu tinha um sorriso bonito. Agradeci e quando fui dizer que iria dormir, ele perguntou se eu gostava de beijo no pescoço. Eu disse que sim. Ele, sem pensar duas vezes chegou de mansinho e começou a passar os lábios no meu pescoço. Virei meu rosto para o lado dele e pedi para ele parar. Ele riu e disse que queria fazer uma aposta. Ela beijaria o meu pescoço durante cinco minutos, se nesses cinco minutos eu pedisse para ele parar, eu ganharia dez reais.

Eu aceitei a aposta e ele carinhosamente começou a beijar e olha, não foi nada fácil. Por três vezes eu tentei pedir para ele parar, mas minha voz não saiu e acho que a mistura entre atração, o momento, o calor debaixo das cobertas e a minha carência foram fundamentais para que eu me excitasse.

Enquanto ele beijava, com a mão direita começou a acariciar a minha barriga e eu, com o braço direito para trás fazia carinho na nuca dele. Estávamos numa conchinha bem colados e, quando passou cerca de cinco minutos ele parou de beijar e perguntou se foi ruim, não respondi, apenas virei minha cabeça para o lado dele e começamos a nos beijar.

Aquela mão que estava na minha barriga subiu para os meus seios tocando um e outro, apalpando com carinho, puxando de leve os bicos. Enquanto brincávamos um com a língua do outro, de olhos fechados, a mesma mão desceu para dentro do meu short, por dentro da calcinha e começou a me tocar. Instintivamente fui com a mão esquerda para tirar a mão dele, mas ele não deixou e eu apenas fiquei com a minha mão em cima da dele enquanto ele mexia.

Poucos minutos depois ele tirou a mão e abaixou o meu short junto com a minha calcinha. Ainda de lado, ele ergueu um pouco minha coxa direita, apenas o suficiente para que ele conseguisse me penetrar.

Dei um gemidinho quando senti a cabeça e cerca de metade do pênis dele penetrarem em mim e, logo que senti que tudo estava dentro, fechei novamente as minhas pernas, fazendo com que o pênis dele ficasse um tanto pressionado. Imagine a cena, eu e ele, numa conchinha completamente colados, ele totalmente penetrado em mim. Um frio absurdo para fora do chalé e muito calor debaixo das cobertas.

Ficamos num movimento ritmado, apenas no embalo dos nossos corpos, eu sentindo o pênis dele saindo e entrando, apertado pela minha vagina, que ainda era bem inexperiente e pelas minhas coxas que apertavam ainda mais o membro dele. Quando ele decidiu aumentar um pouco mais a velocidade, eu tirei a minha camiseta, pois estava suando e ele resolveu tirar também. Me abraçou ainda mais apertado, com a mão direita segurando os meus seios e começou a fazer com mais força, tentando penetrar mais fundo.

Comecei a dar pequenos gemidos abafados e baixos, tanto por vergonha dele como por medo de que os outros ouvissem. Porém, quando ele afastou-se um pouco de mim e começou penetrar fazendo barulho e eu sentia o corpo dele batendo no meu, fazendo aquele “pof, pof, pof” não consegui me segurar e meus gemidos ficaram mais altos.

Meu tesão estava muito grande, grande o suficiente para que ele colocasse um dedo na minha boca e eu começasse a chupar.

Ele começou a dar alguns gemidos e a penetrar bem rápido e com força, fazendo de uma maneira que eu nunca tinha feito. Os barulhos do corpo dele no meu ficaram mais altos e mais fortes. Não demorou muito tempo para que eu sentisse que iria gozar, e que todo aquele acumulo de alguns meses sairia de uma vez só.

Depois de uma série de bombadas muito rápidas e fortes, eu, segundo ele, soltei um gemido, uma espécie de “ãããããnnnnn” tremidinho e meu corpo deu uma contorcida de leve, para logo em seguida, na explosão do orgasmo, eu sem querer gemi um tanto alto emitindo um “ruuuaaaaa, ruuuaaaaa, ruuuuaaaa”. Sei que é meio bobo, mas é verdade, mesmo que eu fique constrangida de falar isso. Ele deu mais algumas bombadas e me virou, ficando com o corpo dele entre o meu. Fizemos um papai e mamãe bem intenso no comecinho até que voltamos para o mais forte, até que ele começou a dar umas gemidinhas e eu achei que gozaria novamente, mas percebi o quanto ele precisava gozar naquele momento, então apenas relaxei, deixando ele sentindo muito prazer através do meu corpo.

Cruzei minhas pernas no bumbum dele e fiquei dando umas arranhadinhas nas costas dele, pois sabia que ele gostava daquilo (uma amiga minha tinha transado com ele e me contou aquilo).

Então, depois de uma série de bombadas bem rápidas ele deu uma gemida mais ou menos assim: “hummmoooouummmhhuuooummm”. E logo em seguido deu um pequeno grito, me penetrando bem fundo, com um corpo dando uma pequena tremida.

Ficamos nos beijando por vários minutos. Virei novamente para o lado da parede, de conchinha a apagamos. No outro dia quando acordei, ele já tinha saído do chalé e levado as coisas dele. Quando levantei da cama percebi que estava sem roupa e tinha um pouco do que restou da noite na parte interna da minha coxa esquerda.

Depois desse dia ainda fiquei com ele mais uma vez, mas apenas beijos e amassos.

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Uma Comentário para “Calor no chalé”

  1. Olá.
    Dúvidas, críticas ou sugestões:
    isadoragrc94@gmail.com
    Obrigada.
    Isadora.

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