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Carnaval da loucura

  • Publicado em: 22 de agosto de 2006 06:20
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá! eu sou o João Cruz e vou contar como me tornei exibicionista! Sou branco, 1,75 cabelos e olhos castanhos além de malhado. Bom mas vamos aos fatos. Moro numa cidade pequena no interior de minas onde tudo é proibido. quando se faz alguma coisa a cidade toda fica sabendo. Era um sábado de carnaval e estava fantaziado pra sair apenas de sunga e uma mascara no rosto. Como é normal cada um escolher sua fantazia eu escolhi esta pois achei exotica. Mas o que não contava é que todos iria ficar olhando pra o meu pau pois formava um volume muito grande na sunga. mesmo de pau mole pois pra mim aquilo era natural, formava um volume avantajado. estavamos a família, e por todos perceberem minha mãe pediu pra trocar aquela fantazia pois estava chamando muita atençao. Entao eu disse que fantazia é pra chamar atençao mesmo. só nao contava que quando ficasse bebado eu seria assediado pelas mulheres como fui. Mas a festa acabou e fomos todos dormir. no outro dia eu estava famoso. alem do que comecei a receber visitas. Logo cedo, era umas 9 horas, chega a ritinha uma colega de faculdade que até entao nunca tinha me dado moral. Como era amiga minha mae disse q eu estava no quarto e poderia entrar. Nao estava esperando e quando ela entra teve uma surpresa. Eu esvava nu pois durmo assim, e ainda meio sonolento mas com o pau semi ereto. tentei me cobrir mas ela já tinha visto. Nossa que pauzao voce tem joao. nunca tinha reparado. pode ficar a vontade como estava ontem. Eu nao podia acreditar. logo a ritinha que nunca tinha me dado moral, dentro do meu quarto querendo foder comigo. apos a observação ela voltou e fecho a porta atraz de si e perguntou – me se eu daria conta de apagar akele foto todo pois nao achou ninguem no carnaval. Eu nem havia acordado direito ainda. achava que estava sonhando. eu falei que nao tinha camizinha mas ela falou que nao tinha problema pois nao gostava mesmo. a essas autura eu já estava com o pau que parecia ferro e a ritinha já havia tirado o sutiã e subia na cama só de fio dental. que boca quente quando senti meu pau dentro dela. ela parecia profissional pois chupava sugando como se quizesse desentupir meu pau. apesar do esforço sua boca engolia apenas uns quinze centimetros ficando de fora um bom tamanho. apos perceber que estava louca pra ter meu pau dentro dela eu tomei as redias e me tornei senhor da situaçao. Falei que nao gostava de sexo normal e que ela teria que se submeter aos meus caprichos se quizesse aquele pau dentro de sua buceta. Entao ela perguntou que tipo de sexo eu queria que ela topava qualquer coisa. Nao faça perguntas e me obedeça de agora em diante. entao embolei sua calcinha e coloquei em sua boca e com uma fita que tinha na gaveta terminei a mordaça. depois a joguei em cima da cama e falei pra nao sair dali. Saí do quarto e fui na dispensa pegar umas cordas pois tinha planos. Quando minha mãe viu as cordas perguntou pra que que eu queria e eu disse que iria atar a rede dentro do quarto. Quando entrei no quarto percebi que tinha encontrado alguem realmente subimssa. Rinha estava de quatro com a aquela bundinha morena e redonda virada pra porta e arrebitada pra cima. Ritinha voce é uma cadela mesmo hein. faz qualquer coisa pelo meu pau. e dei ums bons tapas naquela bunda gostosa deixando vermelha. seus gritos abafados nao davam pra ouvir da sala e aquilo me dava um tezao incrivel. apos amarrar seus pes e maos na parte da frente e deixando -a de bruços. naquela posiçao sua buceta ficava totalmente desprotegida e seu cuzinho mostrando cada prega. Achei que poderia deixa-la mais louca e lembrei de um gel que tinha guardado. que cuzinho apertado aquele. percebi quando fui colocar o gel. tentei colocar dois dedos mas entrou com dificuldade. entao coloquei o bico da bisnaga e precionei. repeti na buceta a operaçao e sai do quarto. aquilo iria lhe torturar pois ums cinco minutos e começaria a esquentar lhe deixando louca. Quando sai do quarto, pois nao havia tomado café, minha mae perguntou pela ritinha e disse que estava estudando e nao queria ser incomodada. apos tomar cafe, sem que minha mae percebesse peguei da geladeira umas frutas. era chuchu, pepinos nabos, todos grandes e que achava impossivel que a ritinha conseguisse receber pelo tamamanho que tinham. Quando entrei no quarto fiquei louco de tezao ao perceber que ritinha se debatia em cima da cama. aquilo estava queimando por dentro e a ritinha chorava querendo algo que esfriasse sua buceta. Fiquei com uma leve dó, mesmo que passageira e fui bondoso. pequei um pepino medio que estava gelado e comecei a meter em sua buceta. sua buceta era grande e parece que já estava acostumada com pau grande pois percebia que era bem elastica e folgada. diferente do cuzinho tao apertado. Sua buceta recebeu aquele pepino que devia medir ums dezoito com uma naturalidade incrivel. coloquei e deixei com apenas uns dois centimetros fora pra que pudesse tirar depois e já fui trabalhar em seu cuzinho. comecei com uma cenoura que por ter a ponta fina nao encontrou dificuldade iniciamente. mas só recebeu ums cinco centimetros e já mostrou resistencia. entao sem dó, pois minha fraqueza já tinha passado pedi que arrebitasse o bumbum e mordesse a calcinha pois aquilo iria ser dolorido no primeiro momento. aquela cenoura parecia um pau de jumento. deveria ter uns 30 cmt. mas seu cuzinho estava lubrificado, cheio de gel. quuando forcei entrou mais uns dez cmt e parou pois a cenoura já media uns 7 cm e ainda estava no inicio. entao tirei tudo, coloquei novamente uns cinco cmt e com o peso do corpo enterrei aquela cenoura em seu rabo de uma só vez. deve ter entrado uns 22 cm mas o estrago estava feito. percebi sangue nas pregas e aquilo me deu uma satisfaçao enorme. a expressao de seu rosto apos o grito fracassado pois ninguem podia ouvir era de desespero, mas tambem de prazer. entao perguntei se poderia tirar a mordaça, se ela nao gritaria, se se comportaria ao que disse que fez que sim com a cabeça. quando reitirei ouvi baixinho ela me chingar baixinho pedindo pra tirar pois tava doendo muito. mas ela nao sabia que o vazio que iria ficar seria mais dolorido que a presença daquela cenoura. Fiquei surpreso quando tirei tudo de uma vez. devia caber uma bola de tenis no buraco que ficou. dava pra ver um tunel vermelho e sangue ao longo daquela cona e profunda. Pra que não desistisse peguei meu pau que estava ferro e comecei a bombar naquele cuzinho entou facil mas sua vontade de foder era grande. eu sentia ela precionar meu pau como se quizesse o prender dentro. era uma loucura. mas seu prazer durou pouco pois tirei antes que gozasse deixando na vontade. aí sim ouvi palavroes de todos os tipos. Seu filho de uma égua. nao faz isso comigo. e eu sorria de sua suplica que era em vao. Quando tirei o pepino que estava na boceta jorrou urina e gozao ao mesmo tempo. a safada tinha gozado mas nao demostrou pra q eu nao tirasse. apois ver isso dei-lhe um tapa na cara pra que nao mais fizesse isso. ao que me respondeu: sim meu dono. agora pode continuar fazendo o que quizer comigo. Aquela expressao de subimissao me deixou louco e resolvi retribuir. lhe desamarrei e deixei que subisse em meu pau e cavalgasse. quando colocou aquela buceta em mima e desceu de uma só vez até eu senti o seu ultero foi de mais. tudo se soltar um pio pra que ninguem escutasse. e subia e descia com o peso do corpo de forma que as estocadas no utero eram inevitaveis. nao sei como nem gemia. mas durou pouco pois nao queria que gozasse. quando pedi que saisse aí ela gritou e chingou. acho q todos na casa ouviram. minha mae foi ate a porta perguntar se estava tudo bem ao que respondeu que sim. disse que era eu fazendo cóssegas nela. aquilo foi muito bom. me deixou mais com tezao ainda. Ritinha só nao contava com o que aconteceira depois. Mais uma visita. só gritei dizendo que poderia entrar e minha mae mostrou o quarto. quando vi quem era fiquei pasmo. Minha professora de literatura. A Miguxa como a chamavam é linda. deixei a porta entreaberta e atendi apenas com uma toalha. disse que tinha visita mas se quizesse fazer parte da brincadeira era só decidir. Que brincadeira perguntou? Vem ritinha mostre pra ela. E ritinha veio se mostrar sem nada lhe cobrindo e com uma cenoura enterrada no rabo. Ficou na porta pensando e antes que desistisse peguei pelo braço, puxei pro quarto e joguei em cima da cama feixando a porta atraz de mim. sem falar uma palavra pedi que a ritinha mesmo com a cenoura que tinha no rabo fizesse o trabalho por mim. que amordaçasse aquela vagabunda e amarrasse assim como fiz com ela. só que de maos e pés juntos pra traz e com as pernas abertas pra que ficasse com a buceta vulneravel. no proximo conto tera a historia de minha profesora.

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