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CASAL SUBMISSO INTERIOR – INÍCIO DO ENCONTRO

  • Publicado em: 4 de março de 2011 10:30
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(… continuação casal submisso I) – o início do encontro

No dia marcado as 10h00 da manhã nos encontramos no mesmo shopping aonde eu deixei o meu carro. Fazia muito sol e o tempo já estava quente e parecia que ia esquentar mais ainda. Cumprimentei o Sr Antonio e peguei minha mala com os meus apetrechos e dirigi-me ao carro deles que era tipo SUV, preta e totalmente filmada (o que facilitaria bastante o meu ingresso no motel escondido), o Sr Antonio abriu a porta traseira do porta-malas e coloquei minha mala e vi que ao lado havia outra mala.

Entramos no carro pela porta de trás e sentei no meio do banco traseiro do carro e o Sr Antonio iniciou o trajeto que eu já havia enviado por e-mail antes e a Beth que estava no banco dianteiro do passageiro soltou-se do cinto de segurança e virou-se para trás para me cumprimentar; ao se virar notei que a sua saia que era bem aderente ao corpo e sorrateiramente subiu e a obrigou a usar uma de suas mãos para que a imagem de suas pernas que se cobriam com um lindo par de meias finas pretas, não ficassem totalmente visíveis a mim. Vi que estava com uma peça branca meio cavada que valorizava bem o colo e avolumava os seus seios, uma saia com uns dois a três dedos acima do joelho e um sapato com de altura média. Notei que ao contrário do que eu havia pedido, ela usava apenas brincos e uma pulseira não usava nenhum colar.

Acredito que ela tenha percebido que eu olhei, dentro do possível, detalhadamente a roupa que ela vestia, e então Beth me perguntou se estava vestida adequadamente e de uma forma que me agradava. Diante de tudo isso, fiz um elogio a ela dizendo que estava muito elegante e atraente e percebi que ao me agradecer, ela deu uma bela gaguejada demonstrando claramente que estava nervosa, mas fiz de conta que nem havia percebido.

O Sr Antonio procurou falar de coisas triviais para criarmos um clima agradável, mas era absolutamente visível o quanto a Beth estava nervosa, pois apesar de não conhecê-la era perceptível que uma mulher elegante e aparentemente culta começasse a iniciar frases com sentido e não conseguisse terminá-las como começava e então começasse a rir, mas não era um riso de felicidade e sim um riso de tensão.

Em certo momento o Sr Antonio me perguntou se era a primeira vez que eu tinha um contato com um casal e eu disse que sim, era a primeira vez, e disse que eu só tinha aceitado sair com eles, pois senti uma grande atração pela Beth e porque ela só aceitaria fazê-lo com a presença dele e ele havia aceitado ficar absolutamente passivo e sem nenhum envolvimento.

Ele respondeu-me que, realmente, nunca tinha passado em sua cabeça participar de uma situação desta. No entanto, com a idade que tinha achava que poderia fazer algumas concessões por causa da sua impossibilidade física de poder proporcionar prazer adequado a sua esposa e por ele entender que aos olhos deles dois não seria uma traição conjugal e sim um capricho um pouco mais ousado, já que há tempos, a Beth tinha intenção de se envolver com outro homem de forma a sentir sensações diferentes, e segundo a Beth teria que fazê-lo logo pois achava que em breve poderia não atrair fisicamente mais ninguém.

Retruquei que isto dela não atrair fisicamente mais ninguém era uma bobagem já que pelo pouco que eu a tinha visto só não conseguiria atrair alguém que não gostasse de uma mulher bonita, atraente e charmosa; nessa hora novamente percebi inquietação dela e um rubor em seu rosto.

Foi então que Beth começou a dizer que, na realidade, essa vontade havia sido despertada de um fato real que quase ocorreu na vida deles. Em determinada noite, eles voltavam de uma festa e, apesar de morarem em um condomínio fechado, chegaram

na casa deles e, assim que desceram do carro, foram abordados por dois bandidos que os obrigaram a abrir a porta e assim entraram com eles em casa. Felizmente não havia mais ninguém em casa e então amarraram o Sr Antonio em uma cadeira da sala de jantar enquanto um dos bandidos subiu com ela, a fim de poder pegar coisas de valor que houvesse no imóvel. Beth estava colaborando com tudo e deu-lhes dinheiro, algumas jóias e eletrônicos, para que os bandidos pudessem sentir-se recompensados pelo furto e fossem embora logo. No entanto, ela percebeu que o bandido que estava com ela e até parecia ser menor de idade, começou a olhar muito para ela e a ficar mais próximo, até porque ela estava muito bem vestida e atraente naquela noite. Após vasculhem toda a casa, voltaram à sala onde estava o Sr Antonio com o outro bandido e percebeu que, ambos os bandidos, começaram a falar algo em voz baixa que ela não entendia, e foi então que percebeu que eles começaram a olhar para ela com outras intenções. Um deles ficou defronte a ela e mandou que ela se ajoelhasse em sua frente e foi o que ela fez.

Então ele disse que ela abrisse o zíper de sua calça e ela disse que não faria isso, e foi então que o outro bandido posicionou algo que supostamente era um revólver de verdade na cabeça do Sr Antonio. Ela começou a chorar e iniciou o processo de abertura do zíper e colocou o pênis dele para fora, mas felizmente, naquele momento, a segurança do condomínio percebeu algo estranho e entraram na casa e prenderam os dois bandidos que, na realidade, tinham uma arma de brinquedo.

Perguntei aos dois se haviam procurado muitas pessoas antes e ele disse que sim. Havia muitos casais que haviam demonstrado interesse, mas sem a participação do Sr Antonio e muitos homens pretendentes, mas que pareciam pessoas desequilibradas e o único que demonstrou alguma seriedade e manifestou confiança havia sido eu, aliado ao fato de eu morar numa cidade grande e distante o que impediria que tivéssemos que vir a manter algum contato futuro involuntário.

Então perguntei para o Sr Antonio o que ele fazia na cidade onde moravam e ele disse meio secamente que era um pequeno empresário; não insisti, pois achei que ele não gostou da pergunta e prá falar a verdade pouco me interessava.

Dirigi-me a Beth perguntando o que ela fazia já que não trabalhava e ela então começou a dizer que não era bem assim, que na realidade ela era formada em psicologia e administrava uma escola, mas tinha delegado muitas das funções para alguns funcionários para evitar envolvimento pessoal e desgaste, o que lhe permitia ter uma grande disponibilidade e flexibilidade de horário.

Nesta hora dei uma forçadinha de barra e perguntei se, atraente como ela era não acabava sendo assediada por alguns alunos, e ela acabou sorrindo dizendo que na realidade os alunos com mais idade tinham até 14/15 anos o que impedia qualquer assédio físico se houvesse até porque ela não achava que pudesse atraí-los, os eventuais olhares se dariam por parte dos pais dos alunos, mas ela sabia muito bem como resolver tais situações sem criar embaraços à atividade estudantil.

Então forcei mais ainda e perguntei se as demais pessoas não a assediavam, e ela disse que em cidades menores ficava difícil alguém assediar, pois todo mundo fica sabendo da vida de todo mundo, e na realidade ela não estava em busca de algo que achasse que fosse conseguir por lá, pois não se tratava de sexo somente e sim a manifestação de vontades que se represavam no interior de sua mente e que nem ela sabia direito como faria para saciar a curiosidade de tais situações sem promover uma situação delicada com seu marido e nem parecer uma pessoa desprovida de qualquer juízo e discernimento moral.

O papo estava empolgante e a cada minuto parecia que nós três estávamos mais interessados nesta conversa, o ar exalava o cheiro da vontade incontrolável do que nos propúnhamos a fazer e enfim, havíamos chegado bem perto do motel que eu havia recomendado, e então procurei me abaixar no banco de trás de forma a não ficar visível para a recepcionista.

(continua…)

Referência do Anúncio ID: CT-000050451

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2 Comentários para “CASAL SUBMISSO INTERIOR – INÍCIO DO ENCONTRO”

  1. P ela faz espanholinha com as costas????????

  2. LINDO CONTO, MEU WHATS MAS SÓ PRA MULHER, E ESPERO NAMORAR OU MORAR COM 1 MULHER QUE GOSTE TB., MORO EM TAUBATÉ ESTADO DE SÃO PAULO E TENHO 55 ANOS 12 98123 7898 – SÓ PARA MULHER, TEM MUITOS HOMENS GAY ME ADD E DETESTO

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