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Chifrei e fui chifrado IV

  • Publicado em: 19 de junho de 2017 19:05
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

A Bela estava numa excitação maluca. Não quis que a fodesse assim que chegamos á nossa casa, queria guardar-se para a noite.
Ao fim da tarde ela foi tomar um duche, e vestir-se.
Fiquei de olhos arregalados assim que Bela chegou á sala onde já a esperava. Estava vestida que nem uma puta que vai para o ataque. Trazia vestido uma blusa transparente sem sutiã, uma micro-saia e uma cueca fio dental.
Assobiei e disse-lhe que assim tinha de a foder já. Ela riu-se, deu uma volta, e que tinha de esperar para mais logo. Fomos ter com os nossos novos amigos.
Quando chegamos vimos que a Vera já lá estava com o José. Eles disseram-nos que os pais e o João não vinham pois tinham combinado já um jantar com uns amigos que estavam de férias a 30 km dali.
Os rapazes não tiravam os olhos da Bela. A Vera veio á nossa beira e disse á Bela que assim ela ia matar os rapazes de tesão. A Judite não estava lá, estava na casa ao lado a arranjar-se com a outra rapariga, que se chamava Marta.
Quando as duas chegaram fiquei de olhos arregalado. Vinham as duas também a matar com vestidos muito curtos e e cabeados onde se podia ver as mamas quase todas. A Marta era uma loirinha muito sexy, um tesão de mulher.
A Bela disse-me em vós alta para fechar a boca pois parecia um bobo. Todos se riram.
Os rapazes já tinham o churrasco pronto. Fomos comer. No jantar estávamos sentados de maneira que uma mulher ficasse no meio de 2 homens. A Judite sentou-se ao meu lado e ao lado dela um dos rapazes de cor e assim por diante. A Bela ficou no meio de 2 rapazes de cor e a Marta com o José e outro de cor e a Judite no meio do namorado da Marta com outro. A Jantar decorreu muito animado. Bem comidos mas melhor bebidos. Eu como não sou de beber muito para não engordar estava mais que lúcido, mas reparei que o José estava já com um pileque (bêbado) e as mulheres alegres.
Pôs a minha mão para baixo e acariciei a coxa da Judite. Ela olhou para mim e abriu mais as pernas a convidar-me para a acariciar. Fui com a mão até á cona dela. Estava excitada. Pôs a cueca para o lado e acariciei-lhe o grelo. Estava molhada. Senti outra mão e reparei que era o outro que estava do outro lado. Dei lugar ao dedo dele que entrou logo pela cona acima. A Judite deixou escapar um pequeno hoooooooooo.
Todos olharam para nós e a Marta disse:
– Tenham calma, já estão na sobremesa.
Paramos. Saímos todos da mesa e arruma-mos tudo. Uns ficaram na sala e outros vieram para fora. Eu fiquei na sala com a Judite o José e um dos rapazes. Deixei de ouvir as vozes lá fora e fui espreitar. Ainda deu para ver um deles a entrar no armazém onde o senhorio guardava os animais e as alfaias agrícolas. Voltei para dentro. Aproximei-me da Judite por detrás e pôs as minhas mãos nas tetas dela. Olhei para ver o que faziam os outros dois. O rapaz de cor tocava uma punheta a olhar para nós os dois e o José não tirava os olhos da piça do rapaz.
Tirei o vestido da Judite. Ela baixou-se e tratou de me fazer logo um broche.
Ouvi um gemido ao meu lado e olhei. Era o rapaz de cor a gemer pois o José estava a fazer-lhe um broxe.
A Judite parou de mamar na minha piça para ver também. Ficamos assim um tempo a ver. O José pôs-se de quatro e o rapaz enrabou-o logo.
-haaaiiiiiiiii haaaaaiiiiiiiii que me rasgas todo. gritou o José.
Nem queríamos acreditar ele tinha engolido pelo cu a piça toda.
Tirei as cuecas á Judite. Peguei nela ao colo e enterrei a piça até aos colhões na cona dela. Comecei a foder-la mesmo em pé.
– haaaaaaagggggg siiimmmmmm que piça boa. gemeu ela
Fodia como um selvagem de tanto tesão que sentia.
Ao nosso lado o José cavalgava a piça do outro rapaz. Eu senti que a Judite estava a ter um orgasmo.
– hhaaaaaagggggg fodaaaaaaa-se estou-mmmmeee a virrrrrrrrrr. gemia ela.
Pousei-a no chão e fomos ter com os outros.
Assim que abri o portão fiquei de boca aberta a Bela, a Marta e a Vera estavam deitadas numa mesa e eram fodidas á vez. Um entrava dava uma bombadas na cona e passava para a outra. A Judite pôs de quatro e em vez de lhe espetarem na cona um meteu-lhe a piça pelo cu adentro.
A Bela agarrou num deles e sentou-se na piça dele, baixou o corpo e outro foi-lhe logo ao cu, sendo calada com uma terceira piça na boca.
Dois fodiam a Vera um a Judite e eu fui foder a Marta.
A Marta tinham uma cona quente. Estava toda molhada. Escorria de tesão aquela puta. Tinha uma cona larga. Eu que tenho uma piça de 18 cm e bem grossa mal sentia. Peguei e fui-lhe ao cu mas até aí ela era larga. Podia-se ver e sentir que estava habituada a levar com piças enormes. Deixei-a e fui espetar a minha piça no cu da Judite. Aquele cu sim, era mais apertado.
Todos gemiam. Eram aaaiiiiiiiisss e uuuuiiiisssssss por todos os lados. Começamos-nos todos a esporrar aquelas conas e cus.
A Marta ainda não se tinha vindo e a Judite falou a um dos rapazes que foi logo buscar uma mesa estreita. Deitou a Marta na mesa e foi buscar um burro. Ficamos a olhar. O animal tinha uma piça descomunal. Eu não queria acreditar que ela fosse ser fodida pelo burro. A Judite começou a tocar uma punheta ao burro e quando ele ficou teso aproximou-o da cona dela. O animal não acertava na cona dela. As outras mulheres aproximaram-se deles e a Judite pegou novamente na piça do burro e pôs na entrada da cona da Marta.
– aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii aaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiii sssiiiiiiiiiiiimmmm siiiimmmmmm. gritou a Marta.
O Burro tinha dado uma estocada e enterrou tudo até aos colhões.
Tanto eu como os outros estávamos excitados com o espectáculo. Eu tratei de meter a minha piça nu cu da Bela.
A Marta de tantos orgasmos seguidos começou a revirar os olhos. Tiramos a Marta de lá e a Judite perguntou á Bela se queria experimentar. A Bela disse-lhe que não. A Vera nem deixou a Judite perguntar deitou-se na mesa o Burro aproximou-se e desta vez quem pôs a piça do burro na entrada da cona dela foi a Bela. O burro começou logo a mover os quadris mas a piça não entrava. A Judite pegou num bocado de sebo que estava lá e untou a piça do burro e a entrada da cona dela.
– aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiii aaaaaiiiiiiiiiiii aaaiiiiiiiiiiii que mmmeeeee rasga tooooda. gritou a Vera.
Deu para ver um pequeno fio de sangue a sair pela cona dela. O Burro tinha detonado todas as pregas daquela cona. Eu esporrei-me novamente com o espectáculo.
– veeenhoooo-mmmmmeeeeee veeeenho-mmmmmeee. gritava a Vera e desmaiou.
Todos fodiam e todos gritavam que se estavam a vir.
Paramos e fomos todos lavar-nos.
continua

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