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Com a bicheira no motel

  • Publicado em: 21 de fevereiro de 2009 18:55
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Comi Lúcia pela primeira vez numa banca, mas foi uma trepada nervosa e aproveitamos somente porque tesão é tesão, tudo isso numa sexta-feira. Na terça-feira seguinte, combinei de irmos para um motel, o que Lúcia aceitou prontamente, só reclamando que queria dormir, mas eu disse que não poderia.

Às 18:15h, eu já estava no meu carro, esperando por ela. Ela veio com outro vestido e entrou no carro rapidamente. Eu estava com o maior medo de ser visto, pois tenho um emprego bom, todo mundo me conhece e, pela lógica, eu não precisaria estar comendo uma menina com cara de adolescente que batalha para sobreviver. Realmente, Lúcia é uma menina de classe média baixa, mora num bairro simples, trabalha porque precisa, parou os estudos na antiga 8ª série (hoje 9º ano do ensino médio) e eu tenho o dobro da idade dela! Mas explique isso para o meu cacete, que não tem cérebro!

Pois bem, por conta disso, levei Lúcia para o melhor motel da cidade, com suítes realmente deslumbrantes. Ela ficou deslumbrada ao descobrir que iria para aquele motel e, quando entrou, parecia uma noiva virgem em noite de núpcias! Percorreu o quarto todo, ligou tudo o que podia, enfim, abriu um sorriso como se dissesse “estamos casados, amor”. Eu, já de pau duro, perguntei se ela tinha gostado, disse que aquela noite seria inesquecível para nós dois, criei o maior clima e já parti para o beijo. Em pouco tempo estávamos de novo nus, só que eu abri um espumante e a levei para a hidromassagem; ela nunca tinha entrado numa banheira dessas. Ficou o clima de namoradinhos apaixonados, muito beijos, pega-pega e parti para chupar a bucetinha dela, que estava totalmente depilada! Sim, o presente dela foi depilar tudo, aí é que parecia uma menina de 12 anos. Levei um bom tempo para chegar na xoxota, pois beijei lentamente a boca, os peitos, a barriga, fui para as coxas, as virilhas e ao tocar a língua na buceta, esta já escorria muito. Chupava a buceta e o cu, enfiando a língua e um dedo no anel de couro de Lúcia, que gritava sem escândalos, mas gritava. Nos enxugamos e fomos para a cama.

Continuei a chupada e sugeri um 69. Ela veio por cima e começou a chupar o meu cacete e ovos com maestria. Estava ansiosa, chupava com velocidade, enquanto eu bebia do seu líquido e brincava no seu rabinho. Encapei o cacete e pulei em cima dela, no papai-e-mamãe, que daria realmente o clima de lua-de-mel. O pau pulou para dentro com extrema facilidade, até porque Lúcia já quase gozava; não dei nem dez estocadas e ela começou a me agarrar e gritar que estava gozando. Senti meu pau ser apertado por aquela xota maravilhosa, Lúcia revirava os olhos e me puxava com os braços como se eu fosse entrar nela toda. Ela quase desmoronou quando disse “puta que pariu, gozar é demais, estou sem forças”. Ah, ah, ah, mas meu pau estava duro e eu continuei bem lentamente no entra e sai, beijando Lúcia. Não deu muito tempo e ela já reagia e disse que ia gozar de novo. Gozamos juntos, ela pela segunda vez.

Quando saí de cima, Lúcia puxou minha camisinha e – nunca tinha ocorrido comigo isso – ela bebeu toda a minha porra que estava na borracha. Puta que pariu, foi minha vez de dizer, a menina era tarada. Ela encheu a boca de porra, ainda brincou e depois engoliu sorridente, dizendo que era doce!! Meu pau deu até sinal de vida de tanta tesão que fiquei com a cena. Voltamos para a banheira, ela fez questão de me ensaboar e, sem qualquer pudor, pediu para que eu chupasse o cu dela. Foi escroto o negócio, pois a gente estava bebendo espumante, com um tira-gosto e eu, no intervalo, metia a língua no rabo dela. Enfiei até dois dedinhos, mas nesse dia não comi o rabo dela.

Antes de partimos para a segunda trepada, mexemos em tudo que tinha disponível no quarto de motel: som, conjunto de luzes, computador, sempre na maior sacanagem. Lúcia estava despertando para o sexo e era uma tarada à toda prova, tanto que aceitou logo que eu mijasse na cara dela, o que eu tinha proposto para testar os limites dela. Foi demais.

A segunda trepada na noite começou sem camisinha, mas eu coloquei de novo e a comi em cima da mesa, com as pernas em “v”, gozando na cara dela, como ela tinha pedido. Confesso que foram duas espetaculares trepadas.

Já comi Lúcia novamente, mas confesso que estou temeroso, pois ela já me pediu 50 reais emprestados e está mostrando muita intimidade comigo na frente das outras pessoas. Relatarei isso em outra oportunidade.

Referência do Anúncio ID: CT-000042684

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