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Comendo a Colega de Trabalho

  • Publicado em: 24 de agosto de 2016 13:37
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Meu nome é Júlio, tenho 30 anos e trabalho no Rio. Sou casado, curto o sexo com minha esposa, mas às vezes dou uma escapadinha pra aliviar a tensão em uma casa de massagens próxima ao escritório. O lugar é discreto, cobra um valor razoável e consegue manter ninfetas maravilhosas que fazem de tudo quando ficam a sós nos quartos.

Tenho uma colega de trabalho chamada Thaís, com quem sempre converso. Thaís é uma mulher bonita, já próxima aos 40 canos, cabelos e olhos castanhos, corpo bem definido com a malhação, muito gostosa. Sempre que ela passava, dava vontade de apertar sua bunda, mas nunca tentava nada, pois Thaís era casada e tinha medo de criar problemas no trabalho. Thaís estava sempre sorridente e sempre usava saias acima do joelho, mostrando pernas deliciosas. Era difícil não reparar.

O fato que passo a relatar aconteceu em um dia em que saí mais cedo do escritório e corri para a casa de massagem. Já havia reservado com a Larissa, uma menina de 19 anos, clarinha de olhos verdes que fazia de tudo na cama. Cheguei com o lugar ainda vazio. Me sentei em um canto na recepção enquanto esperava a Larissa chegar. Qual não foi a minha surpresa, senhores, ao ver a Thaís entrando na recepção, sem ainda me ver e perguntar pela mesma menina que eu havia marcado? Não conseguia acreditar no que via. A Thaís, mulher casada, estava indo ao ‘puteiro’ para se divertir com as novinhas da casa. A atendente explicou à Thaís que a Larissa já estava agendada para o senhor na recepção. Foi quando a Thaís olhou para o lado e me viu sentado esperando.

Procurei agir com naturalidade para não deixá-la sem graça. Brinquei que nada melhor que uma massagem no final do dia para dar uma relaxada. Ela riu sem graça e respondeu que sim, que a massagem ali era muito boa. Aproveitei a abertura e decidi avançar um pouco mais. Falei que se ela quisesse, poderíamos fazer a sessão de massagem juntos com a Larissa. Ela ficou na dúvida e eu insisti, que poderíamos ficar um tempo maior, assim a Larissa poderia nos atender sem problemas. Claro que nós dois sabíamos que iria rolar mais do que uma massagem lá dentro. Para minha alegria ela aceitou, mas pediu baixinho que eu não contasse nada no trabalho, pois era casada e tinha medo do que poderiam falar. Disse que sim, que ela tinha toda a razão e paguei logo a moça da recepção por um período de duas horas, antes que a Thaís mudasse de ideia.

Quando Larissa apareceu para nos buscar abriu um sorriso, mostrando gostar da ideia e nos levou pelas mãos para o quarto. Eu continuava conversando sobre amenidades para distrair a Thaís, que ainda estava um pouco tímida. Chegamos então ao quarto onde havia uma grande cama de casal e um box dentro do quarto.

Entramos e a Larissa foi a primeira a começar a tirar a roupa para tomar seu banho. A Larissa, com seus 19 aninhos, era magra, peitos pequenos e exibia uma buceta novinha totalmente depilada. Eu e Thaís nos sentamos na cama e começamos a admirar Larissa enquanto ela tomava banho. Elogiávamos o corpo dela, enquanto Larissa ria e esfregava os peitos, a bunda e finalmente a buceta. Foi quando puxei a Thaís um pouco mais perto de mim e comecei a brincar com as mãos sobre suas coxas. De início Thaís não sabia o que fazer, mas logo começou a relaxar, abrindo levemente as pernas. Escorreguei minha mão por dentro da saia da Thaís, que começou a suspirar. Deslizei meus dedos até sua calcinha e comecei a brincar com sua buceta, sobre a calcinha muito úmida. Thaís estava com as pernas abertas, saia puxada próximo à cintura e jogava a cabeça para trás.

Logo a Larissa saiu do chuveiro e foi a vez de a Thaís tirar a roupa, tirou primeiro a saia, depois a blusa, ficando só de calcinha e sutiã. O corpo da Thaís era maravilhoso. Larissa se ofereceu pra ajudá-la a se despir e desabotoou o sutiã dela, liberando seus grandes peitos. Depois, Thaís se virou de costas pra mim e abaixou devagar a calcinha, deixando aquela enorme bunda branquinha à mostra. Quando Thaís entrou no box e se virou de frente para mim, não pude deixar de reparar nos pelinhos da buceta bem aparados e o que era mais incrível, um grelo desproporcional! Fiquei surpreso, pois o grelo da Thaís era muito maior do que qualquer um que já tinha visto. Fiquei admirando Thaís repetir o mesmo ritual, ensaboar o corpo, os peitos, passar a mão entre a bunda e depois na buceta. Já estava louco de tesão.

Após o banho, Thaís se deitou sobre a cama enquanto a Larissa se deitou sobre ela, as duas nuazinhas e começaram a se beijar. Não podia acreditar na vontade com que Thaís agarrava a Larissa. Mais tarde ela me confessaria que gostava muito de meninas mas que não tinha coragem de dividir a fantasia com o maridão, daí a procurar a casa. Larissa começou a descer pelo corpo da Thaís, chupando seu peito e descendo devagar. Quando chegou à buceta, Larissa começou a sugar o grelo da Thaís com força, que se contorcia de prazer, mexendo os quadris no rosto da Larissa. Quanto mais Larissa sugava a buceta de Thaís, mais o grelo dela inchava, já muito vermelho e úmido.

Tomei um banho e logo ofereci meu pau para Thaís, que abocanhou tudo de uma vez e começou a mamar com vontade. Não acreditava que estava metendo na boquinha da Thaís, até então era tão comportada. Thaís chupava meu pau e era chupada pela Larissa. O grelo de Thaís já estava muito inchado, formando um volume cada vez maior. Ficamos nesse jogo um tempo e logo as duas trocaram de lugar. A ninfeta Larissa se deitou e abriu as pernas, obedecendo a tudo que a Thaís mandava. Qual não foi minha surpresa quando a Thaís se posicionou entre as pernas da Thaís e começou a enfiar o grelo muito inchado na buceta molhada da Larissa. Fiquei em transe com o que via. O grelo da Thaís, já grande, ficava tão inchado que ela conseguia penetrar a bucetinha da Larissa, que se contorcia na cama de prazer. Já tinha ouvido casos de mulheres que podiam penetrar outras usando o grelo, mas não acreditava que era mesmo possível.

Já não conseguia me aguentar de tanto tesão e me coloquei atrás da Thaís esfregando meu pau em sua bunda grande e branquinha, enquanto Thaís ainda metia todo o grelo na buceta da Larissa. Foi quando meu pau encontrou a buceta molhada da Thaís e entrou de uma vez só. Thaís soltou um gemido e empinou mais a bunda. Meti muito naquela buceta que já desejava a tanto tempo, me controlando para não encher a buceta dela de leitinho. Depois invertemos e comecei a foder a Larissa, enquanto as duas se beijavam.

Fizemos de tudo naquelas duas horas. As duas não paravam de se beijar e se chupavam intensamente, enquanto eu me revezava entre a buceta da Thaís e a buceta novinha da Larissa. Quando já não conseguia mais segurar o gozo, Thaís me pediu que gozasse dentro dela, pois queria chegar em casa com uma lembrança daquela tarde, já que não iria trepar com o marido naquela noite, que chegaria mais tarde do trabalho. Quando ela disse isso, não aguentei mais e gozei muito dentro dela, enchendo sua buceta de leitinho, que escorreu pela sua buceta e pelas pernas da Larissa, que estava por baixo.

Naquele dia, Thaís ainda sem tomar banho, com a buceta toda gozada, vestiu a calcinha, sutiã e roupa e deixou a casa antes de nós. Ainda fiquei mais um tempo com a Larissa na cama e fui embora também. Depois desse dia, nossa relação no trabalho nunca mais foi a mesma. Passamos a nos agarrar no escritório quando podíamos e a trepar quando saíamos mais tarde. Também passei a dar tapas em sua bunda sempre que não tinha ninguém olhando. Thaís adorava aquele jogo e algumas vezes me dava sua calcinha no horário de trabalho. Dizia que nossas transas tinham melhorado a relação dela com o marido em casa, pois havia ficado com mais tesão. Deixamos de ir à casa de massagens para evitar conversa dos colegas, mas sempre que queríamos, levávamos a Larissa ou outras meninas para o motel na hora do almoço. Chegamos a fazer uma viagem de trabalho em um fim de semana prolongado, só eu, a Thaís e uma nova estagiária que havia começado no escritório, mas essa história fica para a próxima vez…

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  • Autor: Velox10
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