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Comendo a sogra e a esposa em cima do carro

  • Publicado em: 5 de julho de 2017 04:23
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Kaplan)

Kelly era casada com Agenor e por um desses fortuitos acontecimentos que a vida nos proporciona, ele acabou transando com a sogra Carlota. Tudo num ménage muito interessante, pelo local e pelo inusitado da situação, que levou, inclusive, a sogra a propor aquele ménage.
Já sei que estão curiosas e curiosos, então vamos aos fatos.
Os três vinham de volta da praia, no carro dirigido pelo Agenor. Tinham passado uma quinzena juntos, em que nada de ruim aconteceu, pelo contrário. Haviam alugado uma casa e tiveram chance de se conhecer melhor. Refiro-me à sogra, que nunca tinha passado um dia sequer com o genro. E de cara foram 15 dias e deu tudo certo. Inclusive, ela, que tinha conversado com a filha a respeito de ficar de biquíni na frente do genro, perguntou se não seria melhor usar um maiô, talvez fosse menos constrangedor, essas coisas…
A filha riu e disse que era bobagem dela. Podia usar biquíni sim, afinal o corpo dela estava ainda nos trinques e com certeza o marido não iria se importar. Então ela aceitou as ponderações da filha e levou seus biquínis, que não eram nada escandalosos, pelo contrário, eram bem comportados.
A surpresa maior foi quando ela viu o genro de sunga… e achou tão interessante o volume que havia dentro da sunga!!! Aquela visão mexeu com ela, que estava viúva já há cinco anos. Dona de um corpo ainda muito bonito, ela, do alto de seus 58 anos se recusava a aceitar convites de homens que desejavam sair com ela. Achava que o corpo que o marido tocara homem nenhum poderia tocar. No entanto, ao ver o genro na praia e ele, às vezes, em pé, bem perto dela… ela suava e não era de calor provocado pelo sol não…
De volta da praia, ele continuava martirizando – sem querer – a sogra, ficando de sunga dentro da casa, ajudando na cozinha, tomando cerveja, conversando… e ela estava custando a desviar o olhar. Acabou que Kelly percebeu e observou bem e confirmou: sim, a mãe estava olhando intensamente para o pau do marido dentro da sunga.
Achou divertido aquilo e comentou com ele naquela noite. Ele ficou assustado a princípio, mas vendo que a esposa estava curtindo, relaxou. E passou a observar também, e confirmou o que a esposa tinha observado. E ficou nisso. Nos dias em que passaram na praia a cena se repetia, diariamente.
E foi na volta que o caldo entornou. Lá pelas tantas, já era noite, Kelly virou a cabeça em direção à mãe e, rindo, falou:
– Mãe, o que mais vai ficar marcado na lembrança dessa viagem foram seus olhares em direção ao pau do Agenor!
– Que vergonha! Vocês perceberam isso?
As risadas dos dois responderam melhor que qualquer palavra que eles pronunciassem. E o Agenor, levando sempre na brincadeira, perguntou:
– Agora, dona Carlota, o importante é saber se a senhora gostou e aprovou!
A resposta dela deixou os dois desconcertados.
– Olha, vocês estão me provocando, então vou responder sem rodeios: ver foi interessante, agora para saber se eu gostaria e aprovaria, eu teria de ver direito, pegar e chupar. Assim eu poderia dizer!
As risadas pararam. Eles não tinham ideia de que ela falaria daquele jeito. Kelly virou-se de novo:
– Mãe, o que é isso que você está dizendo?
– Exatamente o que vocês dois ouviram. E quer saber? Encosta esse carro naquela estradinha de terra ali à frente e vamos conversar seriamente!
Mesmo sem entender direito, Agenor entrou numa estradinha que havia por ali, andou algumas dezenas de metros e parou o carro. A sogra mandou que eles saíssem e ela também saiu, já sem roupa nenhuma! Tinha tirado tudo e mandou que eles também tirassem. A surpresa dos dois era tamanha, que eles só obedeciam e logo estavam os três nus na frente do carro, cujos faróis estavam acesos e ela pôde ver então o pau dele. E pegou e chupou, e é claro que ele endureceu com as chupadas que ela deu. Agenor estava excitado, olhou para Kelly e viu que ela tinha até cruzado as pernas, sinal de que também se excitara vendo o que a mãe fazia.
– Agora me come!
E ela deitou-se no capô do carro, abriu as pernas e chamou-o para enfiar o pau, o que ele fez e aí já tinha esquecido que era sogra, era uma mulher gostosa que estava ali, a esposa dele vendo, aprovando, então meteu e bombou bastante, quase amassando o capô do carro por inteiro. A sogra gemia e não demorou a gozar. Tinha ficado 15 dias com tesão e o gozo explodiu logo.
– Agora come tua mulher!
Foi a vez de Kelly dar uma bela chupada no pau dele e depois deitar-se no capô, como a mãe fizera e Agenor também a comeu, depois tirou-a do capô e ficou comendo-a em pé e a sogra ficou passando a mão na bunda dele até que ele também gozou.
Vestiram-se, entraram no carro e ele voltou à estrada principal. Um silêncio muito grande dentro do carro até que chegaram. Ele deixou a sogra no apartamento dela e depois se dirigiram para seu apartamento.
Mal chegaram, o telefone tocou. Era Carlota.
– Olha, nada de grilos com o que aconteceu. Foi bom, pelo menos pra mim foi muito bom. Acabou. Se nunca mais quiserem isso, tudo bem. Se quiserem mais, é só me chamar!

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