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Comendo a sogra no onibus de excursão

  • Publicado em: 2 de junho de 2011 11:13
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá, vou relatar mais um caso desses excitantes que aconteceram em minha vida. Há um tempo namorei a Shirley, 17 aninhos, linda, corpo magro e bem modelado, mas o assunto de hoje não será sobre ela, mas sim, sobre sua mãe que por sinal tem tudo a ver com a filha. Ela tem aproximadamente uns 38 a 40 anos, 1,65 m, 46 kg mais ou menos, super vaidosa, bem clarinha, magra, seios pequenos e firmes, não tem muita bunda porem as curvas do seu corpo são de estontear qualquer um. O pai da Shirley é caminhoneiro, mas sempre voltava pra casa nos finais de semana e, como sempre eu ficava lá na casa dela no final de semana, pegamos o vicio de todo final de semana, no sábado, ficarmos jogando dominó e tomando cerveja até altas horas. Com o tempo a Glória, minha sogra, ficou a vontade comigo tal forma que andava pela casa só de camisola transparente ou de baby-doll ou até mesmo só com uma camiseta sem mais nada por baixo. Era um sofrimento pra mim, pois ficava de pau duro de ver aquela coroa gostosa daquele jeito e eu sem poder fazer nada, tendo que disfarçar pro marido nem a filha perceberem.

Um amigo da rua onde morávamos organizou uma excursão para cabo frio e meu sogro então comprou duas passagens pra ele e a Glória passarem o final de semana. Eu e a Shirley íamos também, mas ela tinha acabado de arrumar emprego e não poderia faltar no sábado. Chegado o final de semana da excursão eu estava em casa, quando tocou o telefone. Atendi e era meu sogro dizendo que não conseguiria retornar a tempo e que já tinha falado com minha sogra e, que eu poderia ir com ela. Fiquei meio espantado, mas aceitei afinal ele disse que eu era uma pessoa da família que não teria problema algum. Arrumei minha mala e fui até ao ponto de encontro. Lá eu a encontrei, estava maravilhosa, toda perfumada, uma blusinha decotada, e uma saia rodada um pouco acima do joelho. O ônibus ia sair meia-noite, mas atrasou um pouco e saímos meia noite e meia, mais ou menos. Sentamos nos últimos bancos e conversamos bastante sobre a Shirley e sobre seu marido, mas então ela começou a perguntar se eu fazia sexo com a Shirley, a principio, neguei, mas ela disse que sabia de tudo e que a Shirley tinha falado que eu era muito gostoso etc… fiquei meio sem graça, mas ela continuou fazendo revelações íntimas, dizendo que seu marido não conseguia fazer ela gozar além do que, ele mal parava em casa. Continuou dizendo que sentia o maior tesão por mim e que tava doida pra sentir meu pau encher sua boca. Ela disse que percebia quando eu a comia com os olhos quando estava só de camisola andando pela casa. Sem mais nem menos ela se debruçou em cima de mim e começou a me beijar e acariciar meu pau por cima da calça, enquanto eu retribuía alisando, beijando e chupando seus seios, beijava aquela boca carnuda, aaahhhh! Fico excitado só de lembrar como ela sabia o que fazer com a língua. Ela tava tão doidona que abriu o zíper da minha calça e chupava meu pau como se fosse a última coisa que faria. Eu tentava não fazer barulho, pois todos estavam dormindo ou pelo menos acho que estavam. Tirei sua calcinha levantei sua saia e retribui o favor, com uma senhora chupada naquela bocetinha raspadinha e tão pequenina, que mais parecia de uma menina, enquanto ela dava gritinhos abafados na almofada que tinha levado. Deitamos os bancos para abrir mais espaço, então ela passou pro meu lado subindo em cima de mim e enterrando meu caralho naquela boceta que tava tão molhada que a sensação era maravilhosa. Que loucura, a qualquer momento algum dos nossos vizinhos poderia levantar-se ou acordar e nos ver metendo ali naquele ônibus, mas acho que o perigo deu até um gostinho a mais na nossa transa. Ela tinha orgasmos múltiplos e eu não queria que acabasse, mas não agüentei por muito tempo e gozei como um cavalo dentro daquela boceta pequenina e meiga. Estava tão gostoso, que em dez minutos já estava com o pau duro de novo e não perdi tempo, deitei-a de bruços no banco e atolei meu caralho até ao talo nela, com muita violência… ela mordia e gemia na almofada para abafar o barulho eu tava loução de tesão que não tava mais nem ai se alguém ia ver, eu queria mesmo era viver aquele momento sublime. Ficou melhor ainda quando ouvi uma voz de sussurro me dizer: Come meu cu, por favor… Meu pau tava tão molhado de porra, saliva, e dos seus orgasmos que nem precisei lubrificar, apenas enfiei o dedo na sua bocetinha e passei no cuzinho e fui enfiando devagarzinho pra ela não gritar, mas ela pôs a mão na minha bunda forçando minhas bombadas, então percebi que aquele cuzinho já tinha levado rola antes e aí soquei com vontade! Dava pra ouvir o barulho das minhas bolas batendo na sua bocetinha. Como essa mulher era gostosa! Nossa!… Enchi seu cuzinho de porra depois que gozei, ela ainda se virou e chupou meu pau até deixá-lo limpinho sem uma gota de porra. Depois nos recompomos para ninguém perceber e quando chegamos a Campos do Jordão passamos todo final de semana fodendo, foi a melhor experiência sexual da minha vida, mas isso vou contar em outra história. Hoje não namoro mais com a filha dela, mas quando a Glória passa, ainda trocamos olhares, acho que vou investir!

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3 Comentários para “Comendo a sogra no onibus de excursão”

  1. A histria boa e excitante, o unico detalhe que a excurso ia para cabo frio e acabou em campos do jordo, mas valeu a gozada… rs

  2. Que relato ecitante irmao fiquei de pau duro …que me dera se tivese uma sogra gostosa dessa…aff

  3. Ótimo conto

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