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Comendo mamãe e minha irmãzinha

  • Publicado em: 2 de junho de 2011 11:09
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Meu nome é Thiago, tenho 16 anos, minha irmã Dayana, tem 19 e nossa mãe (Marlene) tem 38.

Eis a minha história:

Era um sábado, papai estava viajando. Estava na cozinha com mamãe e ela pediu para que eu entregasse uma carta que tinha chegado para Dayana. Peguei a carta e entrei no quarto de Dayana. Na hora que entrei vi que ela estava pelada em sua cama, em frente a sua webcam. Eu olhei assustado, deixei a carta no chão e saí. Ela correu, desligou o micro e veio atrás de mim, antes que eu fosse em direção a minha mãe. Puxou-me para dentro do quarto dela e pediu para que eu não falasse aquilo pra ninguém, em especial para meu pai.

Eu disse que não ia falar pra ninguém, mas ela, pra tentar me assustar, disse que sabia das fotos e vídeos que eu tinha no meu micro, que também guardaria segredo se eu guardasse. Eu perguntei se ela estava me ameaçando e ela disse que não. Para se safar ainda disse que iria conversar com Mônica (uma amiga sua que eu acho maravilhosa) para transar comigo. Embora eu não acreditasse que iria acontecer, disse a ela que guardaria segredo. Perguntei então, se ela estava se exibindo para alguém. Ela disse que não. Estava apenas se filmando para guardar o filme.

Aproveitou o ensejo e pediu minha câmera digital emprestada. Eu fui ao meu quarto pegar e entregar para ela e ela me pediu que eu a fotografasse, já que já tinha visto ela nua. Começou com alguns papos, dizendo que pelo tipo de material pornográfico no meu micro eu devia ser um expert, e que ela traria amigas para eu fotografar depois.

Eu fiquei meio empolgado com os elogios. Resolvi fotografá-la. Pedi a ela que colocasse roupa para eu fotografar uma sequência onde ela se despia. Ela botou uma calcinha fio dental, uma calça colada, uma blusinha e sandália. Aos poucos ela foi se despindo enquanto eu a fotografava. Enquanto isso acontecia não pude deixar de reparar o quanto minha irmã era maravilhosa.

Aqueles cabelos pretos, lisos, longos e esvoaçantes. Os seios fartos, com mamilos rosados e delicados. Aquelas coxas esculturais. Aquela xoxota perfeita, com poucos cabelos… meu pau foi crescendo incontrolavelmente. Ela percebeu, mas acho que a princípio não se importou. Aproximei-me dela pra tirar uma foto close de sua boceta. Coloquei as mãos em suas coxas pedindo que ela abrisse mais as pernas. Nesse momento, passei a mão em sua xoxota, e ela reclamou. Disse que era apenas para eu fotografá-la, que nós éramos irmãos e que ela ficou ofendida com meu ato.

Eu tentei disfarçar, dizendo que estava apenas tentando auxiliá-la nas poses. Ela apertou meu pau e perguntou por que, então, eu estava animado daquele jeito. Eu disse que já tínhamos fotos suficientes, que ia gravar em CD e entregaria pra ela.

Saí de seu quarto e fui para o meu. Joguei as fotos em meu micro e comecei a observar atentamente cada detalhe do corpo de minha irmãzinha. Comecei a bater uma punheta lembrando o momento que toquei sua xaninha. De repente, a porta do meu quarto se abriu. Ela entrou dizendo que veio pedir desculpas, mas ao ver a cena, emudeceu. Ficou assustada a me ver tocando punheta, olhando para suas fotos. Eu pedi desculpas e pedi a ela que não contasse para mamãe e papai, do mesmo jeito que eu havia prometido antes. Ela perguntou no que eu estava pensando, enquanto tocava uma. Eu disse que estava lembrando-me da hora em que a toquei. Foi então que para meu espanto, ela disse “quanto a nos tocarmos, eu não vejo problema… você pode me tocar e enquanto isso, eu faço uma massagem bem gostosa no seu brinquedinho ta?”… Ela tirou a roupa e eu toquei seus seios. Apertei carinhosamente, e comecei a massagear sua boceta. Enfiei dois dedos dentro da bocetinha dela, que se lubrificou meio que de imediato. Enquanto eu dedava a passarinha, ela começou a massagear meu pau. Empurrava a pele pra cima e pra baixo delicadamente, batendo uma punheta em câmera lenta. Nisso eu pedi a ela para chupar meu pau, mas ela disse que não. Continuei dedando a boceta dela e dei uma linguada. Ela olhou pra mim e perguntou “quer me chupar? se quiser eu deixo”… Deitei-a em minha cama e fui em direção a sua xoxota. Ela pegou a câmera e começou a tirar fotos de mim chupando sua xoxotinha linda. Depois de alguns minutos, e deliciosos gemidos da vagabunda, eu fui em direção aos melões da Day. Comecei a chupar aqueles tetões maravilhosos, como se estivesse tomando o sorvete de meu sabor predileto. Enquanto chupava as tetas, continuava a acariciar sua deliciosa pererequinha. Comecei a beijá-la. Por alguns instantes ela deixou, mas em seguida parou. Pedi a ela que então chupasse meu pau, para que eu a fotografasse. Dei mais um rápido beijo nela. Antes de chupar meu pau, ela disse “o que nós estamos fazendo? Aliás, o que eu estou fazendo?… você é meu irmãozinho…”. Eu olhei pra cara dela e disse “quer amor maior que esse? agora chupa meu pau minha linda”.

Ela deu uma abocanhada no meu caralho. Comecei a tirar fotos enquanto ela se deliciava. Enquanto eu a fotografava engolindo meu pirulito, eis que mamãe entrou em meu quarto. Na hora em que viu a cena, ela arregalou os olhos. Dayana e eu ficamos super-envergonhados. Mamãe perguntou o que estava acontecendo. Eu respondi que estávamos apenas tirando fotos. Dayana estava afônica. Olhou para mamãe e apenas disse “desculpa… não sei onde eu estava com a cabeça, mas não conta para o papai, por favor!” Na hora em que Day pegou suas coisas e estava indo para seu quarto, pra nosso espanto mamãe disse: “o pai de vocês não precisa saber… mas tem uma coisa”. Eu e Dayana olhamos assustados um para o outro sem saber o que seria. Mamãe completou a frase “se isso que vocês estão fazendo são fotos em família, eu devia estar junto, não é?…”

Nessa hora, ela tirou a roupa. Que coroa deliciosa. Aqueles seios firmes. Na hora meu pau que tinha amolecido pelo susto cresceu imediatamente.

Ela veio em minha direção, botou a boca no meu pau e pediu para que Day a fotografasse. Mamãe começou a chupar meu pau como uma porca esfomeada. Day ficou meio assustada. Eu pedi para que ela fotografasse o momento. Alguns instantes depois, meu pau excitou-se e esguichou um enorme jato de porra dentro da boca da vadia. Mamãe pediu para que Day fotografasse aquele momento de triunfo. Day chegou perto para fotografar a porra que escorria pela boca de mamãe. Marlene pegou um pouco em seus dedos e passou na boca de Day dizendo para ela provar um pouco da porra. Day fez cara de nojo. Mamãe falou “experimenta esse leitinho… é uma delicia”. Day lambeu a porra do dedo de mamãe e botou meu pau em sua boca, sugando o que ainda saia de meu caralho. Ela chupou até a última gota e disse “realmente… uma delicia.”

Nesse momento, eu disse a elas “que tal curtirmos esse momento em família e deixar as fotos para depois? afinal os melhores momentos ficam gravados na memória.”

Elas sorriram e concordaram. Day ainda ficou meio receosa. Botei meu pau dentro da xoxota de mamãe… Aquele buraquinho quente, molhado, delicioso. Comecei a foder forte dentro de sua boceta, enquanto Day começou a me beijar apaixonadamente. Ela me beijava como se nós fossemos namorados, e enquanto isso, eu bombava forte a boceta de mamãe, que gemia e dedava a boceta de minha irmãzinha. Pedi para comer mamãe de quatro. Ela imediatamente ficou na posição. Comecei a bombá-la novamente e Day ficou deitada ao lado, se masturbando. Enquanto metia na bocetinha, não pude deixar de reparar em seu cuzinho. Pedi a ela para foder seu rabinho, e mamãe disse que não, pois nunca tinha feito isso e jamais permitiria. Enquanto eu continuava a arrebentar sua boceta, continuei a insistir em comer seu rabo. Ela gemia e dizia “o cu não!” Saí de cima dela e fui em direção a sua boca. Começamos a nos beijar de forma ainda mais apaixonada do que tinha sido com Dayana. Foi então que eu pedi novamente: “me deixa comer seu cuzinho mãe” e ela sorrindo respondeu “tá bom meu amorzinho… enfia logo esse seu pau gostoso dentro da mamãe e mete bem gostoso!” Tentei enfiar, mas realmente aquele cu era virgem. Ta certo, que eu não entendo muito do assunto, pois aquela estava sendo a segunda experiência sexual de minha vida, mas o rabo dela era muito apertado. Como eu já tinha visto em filmes, dei uma cuspida no rabo de mamãe que estava novamente de quatro e enfiei um dedo. Enfiei vagarosamente fazendo movimentos de penetração. Em seguida enfiei outro dedo. Dei mais uma cuspida para lubrificar. Logo mais enfiei o terceiro dedo. Quando vi que o rabinho de mamãe estava lasseado, disse que iria enfiar meu pau no seu rabicó. Dei mais uma cuspida e lá se foi meu pau. Enfiei vagarosamente. Mamãe gemia forte. Tirei o pau, dei mais uma cuspida e botei novamente. Fiz isso umas 5 vezes e então comecei a fodê-la. Mamãe gemia alto, e Dayana continuava a se masturbar do lado. Bombei violentamente o cu de mamãe. Ela gemia forte e dizia para eu não parar… que ali era delicioso. Como bom filho eu a obedeci. Continuei sem dó nem piedade. Mamãe gemendo e Dayana ali olhando tudo maravilhada e voltou a me beijar. Fiquei ali por mais uns 5 minutos, beijando minha deliciosa irmãzinha e comendo o rabo magnífico de mamãe quando gozei. Nessa hora mamãe que estava exausta, deitou-se na cama e eu cai por cima dela, também morto de cansado. Mamãe então disse “nossa, meu amor… que delicia. Day… aproveita e pega toda essa porra e traz pra minha boca que eu quero engolir esse leitinho”. Day começou a sugar o sêmen que escorria do cu de mamãe. Ela sugou tudo o que conseguiu. Chegou perto da boca de mamãe cuspiu lá dentro. De repente as duas começaram a se beijar, enquanto suas línguas travavam uma batalha para poderem se deliciar com minha porra. Eu fiquei ali maravilhado olhando as duas gatas se beijar. Botei meu pau exausto e ainda encharcado de porra no meio de suas duas línguas que revezavam entre suas bocas e entre a cabeça de meu pau.

Enquanto recuperava as energias, fiquei chupando as tetas de mamãe enquanto as duas putinhas continuavam a se beijar. Quando vi que estava pronto para outra olhei para Day falei “agora é sua vez”. Botei o pau na bocetinha dela e comecei a foder carinhosamente enquanto nos beijávamos. Era a vez de mamãe apenas olhar. Antes que eu pensasse em pedir, Dayana disse “se quiser comer meu cu, a hora é agora”. Fiz o mesmo que fiz com mamãe e comecei a foder seu rabo. Ela gemia menos intensamente que mamãe. Era muito meiga. Depois de um tempo bombando seu rabo. Deitei-a de lado e comecei novamente na xoxotinha molhada. Fiquei por trás dela bombando e de vez em quando ela virava a cabeça para trás, para enroscarmos nossas línguas. Tirei meu pau de dentro dela e enfiei no meio de seus seios. Comecei a foder suas tetas e mamãe se aproximou. Abocanhou meu pau, engoliu tudo mesmo, até o final. Começou a chupar meu caralho novamente de forma incontrolável. As duas começaram a revezar nas abocanhadas. Cada uma dava duas ou três chupadas e passava para a outra. Foi então que mamãe pediu “dá seu leitinho pra gente de novo meu amor”… Eu comecei a descascar uma bronha e gozei na cara das duas. A essa hora meu gozo já estava fraco, bem menos denso… Mas elas sugaram tudo o que podiam, enquanto se beijavam novamente. Elas se deitaram e eu me deitei no meio, os três exaustos. Mamãe disse “eu vim aqui para chamar vocês para almoçar, mas certeza que essa foi a melhor comida da minha vida”. Dayana deu risada e concordou. Nós três então concordamos que aquilo ficaria somente entre nós. Fomos tomar banho e almoçar. À noite, dormimos os três juntos, aproveitando tudo o que tínhamos direito. O café da manha de domingo para elas foi porra… muita porra. Elas estavam viciadas, e meu pau doía muito. À tarde, fomos ao cinema, como uma família (quase) normal. Em alguns momentos eu passava as mãos dentro de suas roupas e elas faziam o mesmo comigo, muito discretamente. Pra completar o final de semana maravilhoso, no final do domingo, pizza, sorvete e muito sexo. Na segunda, papai voltaria de viagem. Dayana concordou em ficar comigo em vez de ir pra faculdade. Acordamos cedo para mamãe tomar seu café da manhã e para eu comer seu rabinho. Mamãe era advogada e Day trabalhava com ela e era sua sócia. Eu disse que não queria ir para o colégio. Pedimos uma folga para minha irmãzinha e mamãe concedeu. Eu e Day ficamos metendo, até mais ou menos umas cinco e meia, quando ela saiu para a faculdade. À noite papai chegou juntamente com mamãe. Fingimos que nada havia acontecido. Ele perguntou o que nós tínhamos feito enquanto ele viajava e dissemos que não havíamos feito nada demais. Enquanto ele foi tomar banho, tirei a roupa de mamãe e aproveitei para comer seu rabo mais uma vez. Ela disse para eu foder rápido antes que papai descesse e me disse que aquele tinha sido o melhor final de semana de sua vida e que ela tinha adorado dar o rabinho pra mim.

Papai jantou normalmente com a gente e nossas vidas voltaram ao normal… bem… Quase ao normal.

Sempre que possível, eu ainda como o rabinho de mamãe (que continua virgem para papai)…

Mês passado Day cumpriu sua promessa e trouxe sua amiguinha Mônica pra brincar.

A propósito, além da historia com Mônica, ainda tem com Rosana (a sócia de mamãe) e Cristiane (a moça que limpa a casa as terças e sextas), mas é uma história que eu conto em outro dia.

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4 Comentários para “Comendo mamãe e minha irmãzinha”

  1. Tu t um verdadeiro comedor, se eu fosse teu pai ficaria esperto com vc, ja comeu a familia todinha, j so falta o velho…. vai ementir assim n china

  2. Concordo plenamente com o comentrio anterior… Mas valeu a pena o conto.

  3. To num tesão lascado!

  4. Ótimo conto

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