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Comida pelo patrão – segunda parte

  • Publicado em: 19 de abril de 2011 14:19
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Depois daquela primeira vez, tornou-se um hábito do doutor Marcelo e de Júlia transarem no escritório dele. Era difícil acontecer o dia em que ele, por estar no fórum, não podia dar a assistência para ela. Júlia estava muito feliz. Conseguia ter orgasmos todas as vezes em que transavam, mesmo ele não demorando tanto quanto da primeira vez.

Mas Dr. Marcelo continuava insistindo que queria conhecer a Lílian, irmã da Júlia. Apesar de Júlia ter dito a ele que a irmã estava pensando, na verdade ainda não falara com ela, queria aproveitar ao máximo antes de dividir o patrão com a irmã.

Já se passara quase um mês daquela primeira vez quando a Júlia disse que a irmã tinha resolvido e que poderia ir no dia seguinte. Dr. Marcelo ficou felicíssimo a ponto de, na trepadinha diária, ter trocado o nome da Júlia, chamando-a de Lílian.

No dia seguinte, conforme havia sido combinado, as duas foram juntas para o “trabalho”. Como já sabiam que ele não queria só “conhecer” a Lílian, queria muito mais, as duas foram de camisetas e minissaias, para tesar bastante o coroa. Lá chegando, já encontraram o doutor Marcelo esperando por elas. Estava sentado à mesa, as duas chegaram, Júlia apresentou a irmã e as duas se assentaram, com as pernas cruzadas, nas duas cadeiras que ele havia colocado bem de frente à dele.

Ele ficou olhando as duas, mas é claro que olhava mais para Lílian.

– Olha, que família linda! Vocês duas são belíssimas! O tio de vocês não foi capaz de descrever com fidelidade a beleza das sobrinhas.

– Que é isso, doutor? Bondade sua… nós somos tão comuns!!!

– Que comuns, o quê! Deixa de ser modesta, garota. Vejo, com meus olhos, o quanto vocês são lindas! Claro que há diferenças, estou vendo, por exemplo, que você, Lílian, tem os seios maiores do que os da Júlia… e assim falando, doutor Marcelo, com toda a falta de cerimônia que lhe era peculiar, abaixou a alça da camisetinha de Lílian, expondo o seio esquerdo dela. De fato, era um pouco maior do que os seios de Júlia, não muito, nada exagerado.

– E as bundinhas? São do mesmo tamanho, ou diferentes? Venham cá, fiquem ajoelhadas aqui nas cadeiras para eu medir…

Elas fizeram como ele havia pedido. Ele levantou as duas sainhas, abaixou as calcinhas e ficou admirando aquelas bundas lindas.

– Humm… quase igual… deixa eu ver…

E foi medindo com palmos. O primeiro palmo fez com que os dedos dele alcançassem o reguinho de Lílian. Ela achou fantástico o método de ele medir. Depois de passar a mão à vontade na bunda dela, ele mediu a da Júlia, usando o mesmo método, que ela também gostou muito. Os dedos do doutor Marcelo eram grossos, e senti-los passeando pelo reguinho, quase entrando no cuzinho, era um prazer extra que ele lhes proporcionava.

Tirando as camisetinhas das duas e deixando-as com os seios livres e apenas de sainhas, ele desabotoou a camisa, tirou o cinto e baixou a calça, expondo seu cacete para as duas.

– Vamos ver agora como agem essas duas boquinhas… Chupem, garotas, abusem de mim…

A cena era belíssima. As duas, uma de frente para a outra, cada uma lambendo um dos lados do cacete. Ele segurava as duas pelos cabelos, gemendo de prazer.

Tal como da primeira vez, Júlia fez com que ele se sentasse no chão, encostado na parede, e as duas continuaram a chupar, agora uma de cada vez, arrancando gemidos e suspiros do doutor Marcelo.

Ele pensara o que deveria fazer e colocou em prática. Lílian ficou deitada, Júlia ficou agachada, na posição de cachorrinho, com a xotinha perto da cabeça da irmã. Ele penetrou Júlia e pediu que Lílian ficasse chupando suas bolas enquanto ele bombava, e pediu que Júlia usasse a mão para masturbar a irmã.

Nem as duas safadinhas teriam pensado coisa melhor… assim fizeram e todos passaram a ter momentos incríveis de prazer. Depois de alguns minutos, ele pediu que Júlia se deitasse ao lado da irmã. Então ele comeu a Lílian, enquanto sua mão penetrava na xotinha da Júlia, que sentia os dedos do doutor Marcelo como se fossem um pinto, de tão grossos eles eram.

Júlia e Lílian gozaram ao mesmo tempo, uma sentindo a respiração da outra, vendo os biquinhos dos seios intumescidos, olhando-se, cheias de tesão. Aquele doutor Marcelo era um gênio na cama… ou não chão!!!

Ficou de pé, as duas agachadas passaram a se revezar na chupação do cacete. Definitivamente ele não gozava dentro delas, gostava de deixar a porra cair na boca e na face, e assim ele fez. As duas ficaram com os rostos todos melecados, mas sorriam, satisfeitas. E, claro, já pensando na próxima vez que as duas estariam com o doutor Marcelo.

Só que a próxima vez não foi no escritório. Quando as duas chegaram lá, ele disse que havia reservado um motel. Só que a Júlia tinha médico marcado para dali a duas horas e não daria tempo de ela voltar. Muito a contragosto, ela teve de deixar a Lílian ir sozinha com o doutor Marcelo.

Lá chegando, ele já foi tirando o terno, levantando a camiseta da Lílian, abaixando o sutiã dela e caindo de boca nos seios. Lílian se lembrou que, na vez anterior, ele não havia feito isso, e pôde perceber que a boca do doutor era tão boa quanto os dedos e quanto a pica… essa, nem se fala! Que maravilha!

Depois de mamar bastante, foi a vez de ele tirar a calça e exibir, orgulhoso, o cacete que dava tantas alegrias às duas irmãs. Lílian agachou-se e deu um trato nele, com sua boca. Chupou bastante, o cacete era gostoso além de tudo.

Aí foram para a cama. Ele sempre começava pelo tradicional papai e mamãe. Com as pernas bem abertas, Lílian recebeu o cacete em sua xotinha e foi sacudida por uma série de estocadas, firmes, poderosas, que a completavam totalmente e lhe traziam um prazer sem igual. A segunda posição em que ficaram, também era de acordo com o costume dele: ela ajoelhada na cama e ele penetrando sua xotinha por trás. De novo ela foi estocada vigorosamente, ficando com ânsias de gritar. Mordia o travesseiro para abafar seus gritos e pedia mais e mais…

Depois foi a vez da cavalgada. Sentada no cacete dele, de frente para ele, ela não precisou pular. As grossas e fortes mãos do doutor Marcelo se encarregavam de levantá-la e abaixá-la dezenas de vezes… mais um orgasmo…

Quando ela se recompunha desse ultimo orgasmo, ele perguntou se ela aceitava sexo anal. Ela disse que sim, apesar de já estar cansada. Ele tirou o pau da xotinha e lentamente fez com que ela sentasse. Seu pau entrou rasgando o cuzinho de Lílian, mas ela não pediu para ele parar… sabia que, depois da dor, vinha o prazer e queria ter o máximo de prazer que aquele doutor podia lhe dar.

Depois de algumas bombadas, sentindo que estava prestes a gozar, doutor Marcelo levantou-se, foi ao chuveiro, lavou bem o cacete e voltou para a cama, para ser chupado novamente até derramar o leitinho na boquinha de Lílian, e ainda espalhar algum pelo rosto dela.

Voltaram para o escritório. Ela veio cochilando no carro, de cansaço e de prazer, mas lamentando que sua irmã não tivesse ido. Sem problemas… qualquer dia desses elas poderiam ir juntas… e aproveitar bastante do doutor Marcelo.

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