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Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 01

  • Publicado em: 8 de maio de 2018 09:42
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Essas são passagens reais de minha vida, uma eterna batalha entre quem sou e quem eu preciso ser. São todas passagens reais que mostram uma personalidade em constante conflito. Das aventuras mais infantis até a verdadeira transformação que um homem bonito me fez passar após um intenso assédio.

Nasci fisicamente como menino, mas passei toda a infância, adolescência e juventude tentando não ser a verdadeira menina que eu era e desejava ser com todas as forças. A família conservadora fazia com eu me sentisse culpado/a todas as vezes que eu não resistia às tentações. Mesmo assim eu brigava comigo mesmo tentando ser um menino normal. E não era nada fácil devido minhas características físicas.

Nasci com os cabelos loiros, olhos verdes, com uma cor de pele branca quase pálida. Conforme fui crescendo um bumbum redondo e arrebitado e pernas bem torneadas se destacaram. Sempre fui magro e com quase nenhum pelo devido a herança loira de minha família. E não são atributos que descrevo somente para valorizar esse conto, mas é a realidade. E só piorou quando cheguei aos 8 ou 9 anos pois se manifestou minha ginecomastia, ou seja, se formaram pequenos seios que foram aumentando com o tempo. Em meus momentos de negação o meu maior desejo era fazer uma cirurgia plástica e tirar aqueles seios que me constrangiam com meus amigos meninos.

Devido a esse corpo, sempre tive grandes dificuldades para resistir e me comportar como um menino normal pois eu sofria muito assédio dos garotos. No primeiro grau os meninos já me bolinavam, me ameaçavam e me chantageavam para que eu cedesse às suas investidas. Com uma ou duas pequenas recaídas eu resisti. No final do primeiro grau fui para um colégio interno com garotos bem mais velhos e lá o assédio foi intenso e quase violento. Os quartos eram para cada 4 rapazes e mudei algumas vezes de quarto nos 2 anos que lá estive. E em cada quarto sempre havia alguém mais velho que me assediava e tentava finalizar o ato, mas sempre consegui parar nas preliminares.

Mas durante todo esse período, principalmente nas férias, eu sempre tive outras histórias de assédio, mas nem sempre foram assédios. Algumas vezes eu é quem provocava as situações. Tinha uma curiosidade anormal por sexo e frequentemente me metia em situações excitantes. Às vezes com a prima tentando ser menino ou simplesmente matando a curiosidade. Outras vezes com um amigo. Muitas vezes sozinho.

Para que se entenda melhor os conflitos internos que me afligiam, é preciso explicar como eu me sentia. Sempre quis ser mulher. Eu não queria ser gay ou travesti. Meu maior desejo era ser totalmente mulher. Eu sempre adorei o universo feminino, a lingerie, os vestidos…Eu sempre fui uma mulher. Mas, talvez por proteção, eu como homem agia como um homem e desejava mulheres. Certamente eu mais desejava ser elas as desejava sexualmente. A verdade é que eu tinha um corpo de menina e desejava ser uma menina.

E assim tudo começou. Sempre passava as férias na casa das primas e foi no banheiro delas que eu comecei a me realizar. Na hora do banho experimentava todas as calcinhas e sutiãs e suas saias, blusas e vestidos. Eu me realizava. Durante o dia eu era o priminho delas, mas na hora do banho eu me sentia realmente quem eu era. Meus pequenos seios enchiam os sutiãs delas que não eram tão grandes. Colocava meu pipi nos meios das pernas e assim me sentia uma linda garota, o que realmente eu era com meu corpo de menina e aquelas roupas tão femininas. A hora do banho era o momento mais esperado do dia e eu sempre fazia questão de ir tomar banho após elas para tivesse mais roupas e lingeries disponíveis para eu vestir.

Diante dessa sexualidade diariamente aflorada, não demorou para que alguns momentos de intimidade acontecessem. O primeiro foi com o amigo inseparável das férias que morava ao lado de minhas primas. Por tantos momentos passados juntos não poderia deixar de acontecer. Sinceramente não me lembro como começou, mas me lembro bem daquele nosso local secreto.

Lá se iniciou nossa vida sexual com cada um de nós experimentando essas sensações. Uma hora eu era a menina e outra hora era o menino da relação. Depois de algum tempo fomos assumindo quem realmente éramos. Comecei a ser somente a menina e ele somente o homenzinho. Muitas vezes ele não queria brincar, mas eu insistia muito e ele cedia e virava meu amante. Tudo ainda muito imperfeito. Éramos realmente muito jovens e sem nenhum conhecimento. Fomos devagar aprendendo com a prática. E a cada férias retomávamos nossas aventuras. Não sem ele se fazer de difícil nos primeiros dias, mas com minha insistência lá estávamos nós em nosso esconderijo brincando todos os dias sem termos evoluído muito em nossas brincadeiras. Era sempre eu deitado de bruços e ele sobre mim. No máximo eu o chupava. E isso durou de 3 a 4 anos e de um momento para o outro acabou.

Todavia, apesar de gostar dessas “brincadeiras” me faltava algo. Como eu disse, nunca me senti simplesmente um gay. Eu queria ser menina e para isso faltavam as roupas e as lingeries. Eu me divertia com as roupas de minhas primas na hora do banho, mas isso só me deixava ainda mais ansiosa para ser uma mulher. Eu repudiava os assédios dos garotos pois eu não queria apenas transar com um menino sendo eu um menino. Eu ainda não pensava que queria transar com um menino com roupas de menina. Eu ainda não fazia essa ligação.

E eu também tentava ser um menino. Com a curiosidade sexual a flor da pele comecei a brincar com uma das priminhas. Ela era 2 anos mais nova que eu e na chácara de nossos avós arrumamos um esconderijo só nosso. E foi em nossos momentos em nosso esconderijo, longe das outras primas mais velhas que começamos a brincar. Eu o homenzinho e ela a mulherzinha. E até que fomos criativos pela idade e informação que tínhamos. Eu a “penetrava” na xoxotinha e a chupava. Também lambia e chupava seus peitinhos, com tanta ânsia que até nos causou problemas com a marca que ficou. E ela também chupava meu pauzinho. Não durou muito tempo, pois para mim perdeu a graça. Era mesmo só curiosidade. Eu queria conhecer uma bucetinha e analisava muito a bucetinha de minha priminha quando a chupava desajeitadamente. Na verdade, eu queria era ter uma bucetinha.

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