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Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 07

  • Publicado em: 17 de maio de 2018 09:56
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

As noites foram passando e nossos encontros acontecendo. Não ficávamos mais de 3 dias sem nos amarmos. Eu estava apaixonada e me deixava tornar-me fisicamente mais feminina. Toda aquela transformação não passou desapercebida para minhas primas que aumentaram a pressão para saber o que estava acontecendo. Resisti algum tempo, mas chegou o momento de contar-lhes. Aproveitei que minha tia estava no trabalho e estávamos somente nós três em casa e comecei a contar que tinha alguém já há algum tempo e que estávamos fazendo sexo. Tentei não contar tudo, principalmente que era com um homem. Mas como elas estavam desconfiadas, depois de muito perguntarem quem era eu não responder, minha prima mais nova foi direta: -Você não quer contar porque é um garoto, não é? Nós já sabemos que você gosta de garotos, mas tudo bem, nós não ligamos e vamos te amar do mesmo modo. Pode confiar que juramos que não contaremos a ninguém. Fiquei paralisada como uma estatua e sem falar por alguns instantes. Então achei que era o momento de falar a verdade para elas. Elas mereciam. Eu tinha medo, mas confiava nelas. Sabia que guardariam meu segredo. Dei um suspiro forte e disse: -Sim, você esta certa, é um garoto. Eu tentei minha vida inteira ser normal, mas eu me sinto mulher desde que nasci. Vocês já me viram quase nua e sabem que meu corpo é de mulher. Já chorei muito por isso, mas não consigo ser um homem.

Começamos as três a chorar pelo meu drama e elas disseram-me que não ficasse triste. Pelo menos elas sempre me aceitariam quem eu quisesse ser. Ficamos nessa conversa mais um tempo, mas depois veio outra pergunta difícil: -Mas quem é, conte para nós. Nós conhecemos? De novo fiquei sem ação. Eu não queria contar que era um homem, bem mais velho e casado e pior, que elas e minha tia conheciam. E novamente foi minha prima mais nova a ser direta e sem querer a me ajudar. -Já sei, deve ser um garoto cliente do posto e por isso você não quer falar. Foi um alívio e respondi que era aquilo mesmo. E disse que se tornasse mais sério eu falaria para elas. Aí veio a curiosidade delas de como e o que tinha acontecido. Contei tudo a elas, das roupas e de nossas transas. E que jamais transaria com um homem sem estar vestida de mulher. Elas ficaram ali apreciando cada momento de minhas aventuras. Só não contei quem era. Contei até do meu nome de menina e confessei que colocava as roupas delas no banheiro e por fim confessei que minha maior tristeza era não poder usar roupas femininas sempre e principalmente lingeries. E foi ótimo essa confissão pois quase ao mesmo tempo as duas me disseram que iriam separar calcinhas e sutiãs que não usavam mais. Só não iam dar vestidos pois eu não teria como esconder de minha tia. E como também confessei que gostaria de usar camisola elas disseram que me dariam uma cada uma delas para eu dormir assim. Como eu dormia no quarto de hospedes sozinha, eu poderia me trancar e dormir de camisola e sutiã sem que a mãe delas visse, mas eu teria que esconder quando me levantasse. Fiquei na maior felicidade com tudo que elas estavam me dizendo. Eu finalmente poderia ser uma mulher, também durante a noite.

E elas não demoraram para cumprir a promessa. Cada uma foi para seu quarto e me trouxeram várias lingeries. Todas comportadas, mas era exatamente o que eu queria. Ser uma garota comportada. E duas camisolinhas bem juvenis bem curtinhas. Tudo perfeito. Beijei as duas e agradeci. Falei que daquela noite em diante a Bruna dormiria lá na casa delas. Elas aproveitaram a deixa e perguntaram se podiam me chamar de Bruna. Eu disse que claro que sim, mas com cuidado e só quando a mãe delas não estivesse em casa. Se ofereceram para me ajudar nas coisas de menina que eu precisasse, mas não ofereceram me transformar totalmente como frequentemente lemos em contos de transformação. Elas sabiam que eu ainda não estava preparada para me assumir e se algum dia eu estaria. Mas eu fui muito feliz nesse período. Tinha meu homem com quem me transformava, dormia como Bruna e tinha muitas calcinhas e sutiãs para usar escondidinha. Cheguei até a usar sob minha roupa masculina, mas percebi que não era isso que eu queria. Eu queria sempre uma transformação completa.

Nos três anos seguintes vivi toda essa sexualidade. Ficava longe dele e delas durante as aulas, que agora eram no colégio de segundo grau perto de casa e nas férias eu retornava para meu “marido” e tinha o total apoio de minhas primas. Na escola minha feminilidade só causava problemas. Eu sofria muito bullying e assédio, nada pior do que eu já havia enfrentado no colégio interno, mas eu resistia. Eu queria ser uma “esposa” fiel e foi assim que me comportei.

Depois de 2 anos minha tia descobriu a verdade e exigiu que eu contasse o que estava acontecendo. E ela não se surpreendeu nem um pouco com o que contei pois disse que já sabia, por meu comportamento e pelas roupas que eu usava em sua casa. Ela via que não precisava lavar mais minhas cuecas e logo percebeu o que estava acontecendo. Todavia ela queria a confirmação. Mas também para ela não contei com quem eu me relacionava. Ia ser um escândalo se ela descobrisse. Ela disse que me amava como uma filha e que me aceitava de qualquer maneira, mas que infelizmente eu ia ter muito sofrimento por ser assim. Expliquei a ela que não tinha escolha pois eu havia nascido daquele jeito. Finalizei dizendo que eu sabia que ser daquele jeito ainda me trariam muitos problemas, mas eu já tinha me acostumado.

O terceiro grau acabou e eu havia passado no vestibular e estaria na faculdade no próximo ano. Aquelas férias foram especiais, pois a esposa dele viajou com os filhos para a praia e ele me levou vários dias sem sua casa durante a trade onde fizemos amor por várias vezes. Eu tinha um pouco de remorso pela mulher dele, mas ele sempre me convencia. Foram quase 10 dias fazendo sexo todos os dias. E de tantas formas que eu nunca havia feito. Fizemos no chuveiro eu usando calcinha e sutiã brancos transparentes, no sofá, eu no colo dele em pé onde ele segurou firme meu corpo frágil e leve, na cama toda arrumada e eu sentada sobre ele deitado e até na cozinha comigo apoiada na mesa com o vestido levantado e ele por trás. Ele fez meu desejo me comprando uma camisola e ficamos uma tarde inteira transando e eu usando a camisola. Só mudava a calcinha. Além de amante ele foi, meu professor. Durante esses anos todos ele sempre comprava novos vestidos, saias e lingeries. Eu fazia variação daquelas que tinha, mas frequentemente eu tinha muita coisa nova para usar. E também levava algumas que minhas primas continuavam a me dar. Foi uma segunda lua de mel maravilhosa. E umas férias perfeitas até que uma notícia trágica chegou.

Após alguns anos enfrentando a doença meu pai não havia resistido e faleceu. Faltavam poucos dias para as férias terminar, mas tive que voltar para minha casa. Minhas primas foram junto para me confortar. Fiquei muito triste de perder meu pai e o pior de tudo, com um remorso do tamanho do mundo. Enquanto meu pai agonizava e sofria eu estava lá me divertindo e tendo prazer como mulher de um homem mais velho e casado. Eu não me perdoei por isso e depois que meu pai foi enterrado, eu prometi para mim mesma que daquele momento em diante eu respeitaria a memoria de meu pai e seria um homem normal. Antes que minhas primas fossem embora para a casa de minha tia eu pedi para elas nunca mais me chamarem de Bruna e sim pelo meu verdadeiro nome. E pedi também que elas destruíssem ou dessem embora todas as roupas que haviam me dado pois eu nunca mais usaria roupa de mulher. Passei os últimos dias de férias junto a minha mãe para nos apoiarmos mutuamente. Mas mesmo com as aulas na Faculdade eu estaria com ela todos os dias para enfrentarmos aquele momento difícil. Para ela houve ainda mais mudanças difíceis. Ela teve que vender sua loja e começou a cuidar do negocio de meu pai que era o que nos dava o sustento e conforto. Fiquei com pena dela pois o negócio era em uma cidade distante 30 quilômetros e ela tinha que ir e voltar todos os dias, o que a deixava muito cansada.

Nuca mais voltei aquele posto. Nunca mais encontrei meu homem. Eu queria apagar tudo isso de minha vida. Eu sabia que iria sofre pois ficamos 4 anos juntos. Mas era o certo a fazer naquele momento e com a tragédia que tinha acontecido e foi a decisão que tomei. A partir de agora eu volto a me tratar no masculino pois foi o que aconteceu nos anos seguintes. Comecei as aulas na faculdade e o tempo foi passando e nós nos acostumando com a perda de meu pai e eu e minha mãe cada veze nos tornando mais próximos e unidos. Cortei o cabelo bem curto e comei a usar roupas que escondiam minhas formas. Mas os seios eram difíceis de esconder. Somente com camisetas largas e escuras. Quando essa minha história começou na minha primeira vez no posto eu devia ter 1,50 de altura e uns 45 quilos. Agora eu já estava com o corpo quase formado e tinha 1,65 metros de altura e 53 quilos e toda cheia de curvas. Não era nem um pouco fácil esconder meu corpo. Eu estava na faculdade de arquitetura tentando ser homem e mudar minha vida. Mas quem conheceu uma faculdade de Arquitetura, sabe que é um lugar muito difícil para se tornar homem pois existem tem muitos gays.

Eu sempre respeitei a opinião e opção de vida de qualquer um. Quem seria eu para não aceitar algo? Mas eu frequentemente me pegava pensando que se eu tivesse assumido eu nunca teria sido como aqueles caras gays da faculdade de arquitetura. Eles eram gays que aceitavam seus corpos e quem eles eram. Eles somente tinham uma opção sexual diferente. Estavam sempre bem arrumados, mas com roupas masculinas. Eu era amigo de todos, mas eu não era daquele jeito. Eu tinha certeza que eu tinha nascido no corpo errado. Eu jamais seria feliz sendo como eles. Mas aquele era um momento em que eu estava decidido a tomar um rumo de minha vida. Eu tinha feito 18 anos há alguns dias e agora já podia tomar minhas decisões. E em uma festa da faculdade conheci uma garota que me encantou e ela também se encantou por mim. Começamos a namorar e tudo evoluiu rapidamente até que nos casamos depois de um ano e meio. Eu tinha pressa de ser normal e ela gostava de mim. Por várias vezes perguntei como ela poderia gostar de mim se eu não era o tipo macho, forte e decidido e ela me dizia que era tudo isso que ela não gostava em um homem. Que ela gostava de gentileza, carinho e respeito. E porque me amava.

Fomos felizes por um tempo e no começo transávamos muito. Fiquei sabendo de tudo que uma mulher gostava na cama e adorava fazer sexo com ela. Eu sempre ativo, jamais fui passivo com ela. Ela era morena mignon e tinha um corpo sensacional. E eu realmente a amava. Não pelo corpo, mas pela alma. Eu sabia que fosse quem eu fosse ela seria sempre o amor de minha vida. E eu sentia também que era o amor da vida dela. Mas depois de um ano nossas transas foram diminuindo e diminuindo. Eu já não me satisfazia mais com ela e ela ficou muito mal com essa situação. Apesar de ama-la eu não conseguia mais ter atração por ela e por ama-la demais pedi logo para nos separarmos. Disse a ela que eu só traria tristeza para ela pois eu não tinha certeza de nada em minha vida. E por ser jovem e linda ela logo refaria sua vida e como eu a amava demais não queria trazer sofrimento para ela. Não foi fácil essa separação para nenhum de nós, mas mantivemos contato.

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