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Convite para férias II

  • Publicado em: 24 de julho de 2019 19:42
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Depois daquela noite erótica.
Acordei eram umas 8 horas da manha com barulho de alguém a sair do quarto da frente. Pelos passos que ouvi deduzi que era o Carlos. Enfiei uma roupa rápido e fui á cozinha. O Carlos estava a tomar pequeno almoço. Tinha recebido telefonema de um guarda de uma reserva dele a dizer que andava alguém lá dentro, a enxotar os animais. Ìa para lá. Disse-lhe que esperasse 2 segundos que ia comer alguma coisa e também ia.
Fomos.
Quando lá chegamos o guarda estava á nossa espera no portão. Era uma herdade muito grande 6000 hectares. Decidimos dividir-nos em 2 jipes. Eu e o Carlos por um lado, o guarda por outro.
Fomos andando junto á rede da herdade a ver se víamos buracos ou a rede em baixo. Chegamos a um sitio o jipe já não ia, o Carlos disse-me para ir com o jipe em volta daquela encosta, que daria uma volta grande mas iria ter á rede e que se quisesse viesse na direção dele, ao encontro. Ele disse-me que quando parasse estaria sensivelmente a 1 000 metro dele.
Assim fiz.
Parei o jipe e fui de encontro a ele. Já tinha andado uns 300 metro, quando no cume de uma encosta vejo o Carlos a correr atrás de 2 homens, a uns 300 metro de onde me encontrava. Eles vinham na minha direção e eu vi que mais ou menos a meio a rede estava no chão. Corri ladeira abaixo e cheguei 1º do que eles á rede no chão. Quando iam a passar por mim apanhei logo um. O outro ao ver-me não quiz saber do amigo e fugiu. o Carlos vinha a arfar, sem folgo. Eu disse-lhe para descansar que aquele pilantra já não saia dali. O Carlos telefonou á policia e ao guarda dele para vir ter conosco. Entregamos o pilantra á policia e ele dilatou logo quem era o comparsa dele.
Depois desse episódio, fomos a outra herdade deitar comida aos animais. Quando demos por isso já era 13 horas e estávamos a 60 km. de casa. Decidimos almoçar mesmo ali perto.
Perto das 15 horas fomos para casa. O Carlos agradeceu-me a ajuda. Eu disse que não era nada e que me tinha sabido bem ajudar-lo.
Naquela hora veio-me á cabeça a noite anterior e perguntei:
– Carlos desculpa aquilo de ontem, mas a Bela gosta de provocar as pessoas, outros casais, dá-lhe tusa.
– Olha Paulo foi a melhor noite de sexo que tive nestes últimos meses, já para não dizer nestes últimos anos, e quem tem de pedir desculpa somos nós que fomos os 1ºs. a ir espreitar. Nunca tinha vista a Rita tão molhada de tanto tesão que ela estava. E desde de já te digo que quando vocês foram ver-nos se entram e se tentam alguma coisa acho que a Rita tinha alinhado apesar de nunca ter-mos feito nada com ninguém.
– Carlos ía-mos adorar se tivesse acontecido alguma coisa. Vou-te confessar uma coisa e espero que não penses mal de nós. Eu e a Bela somos liberais, somos swinguers.
– Oooooh bem disse a Rita que para vocês não devia ser a 1ª vez – falou o Carlos.
– Eu respondi-lhe que não era a 1ª nem a 2ª nem a 100ª vez. Que já tinha estado com mais do que uma mulher na cama e que a Bela com mais do que um homem. Que já tínhamos participado em grandes orgias, mas de uma coisa eu e ela tínhamos a certeza cada vez mais nos amava-mos.
– Porra Paulo. Quem te visse, um empresário nunca pensaria que eram assim.
– Olha Carlos vou-te dizer uma coisa que nós swinguers nunca fazemos, mas vais prometer-me que não contas a ninguém nem vais prejudicar essas pessoas que te vou dizer. Aceitas? – perguntei.
– Aceito, diz – disse
– O Alfredo e a Luiza também são swinguers, nós já os tínhamos visto num clube que exista em Coimbra e pelo que nos disseram eles são clientes assíduos de sábado. Quando a vimos não falamos nada e fizemos de contas que não os conhecíamos, ela depois veio agradecer-nos.
– Por isso eles saem sábado á tarde e só regressão domingo. Mas tudo bem, eles são excelentes profissionais e o que eles fazem nos dias de folga é com eles. Já agora também te digo que dava uma foda na Luiza.
Ri-mos os 2.
Quando chegamos a casa estavam a Rita e a Bela na piscina.
Que visão. Que tesão de mulheres que nós tínhamos.
Fomos os 2 vestir uma sunga.
Quando chegamos á beira delas, elas estavam em amena cavaqueira. Olharam para nós e perguntaram o porquê de virmos com as pernas todas arranhadas.
O Carlos contou o que aconteceu e a Rita agradeceu-me.
Perguntei o que conversavam.
A Rita ficou vermelha, mas a bela abriu logo a boca.
– Estávamos a falar do que aconteceu ontem, e eu contei á Rita o que fazíamos aos fins de semana á noite. Que apesar de fazer o que fazíamos estávamos cada vez mais apaixonados.
Falei que tinha contado também ao Carlos.
Deitamos-nos ao lado delas. A Bela perguntou se queria que me passasse protector nas costas. Eu na Brincadeira disse-lhe que antes queria uma massagem.
A Bela olhou para mim e disse:
– Tu queres uma massagem mas não era minha. A mim não me enganas. Olha Rita se lhe queres agradecer e o Carlos não se importar é pegar no óleo e massajar.
– Espera aí – disse o Carlos – importar não me importo, mas quem me faz a mim?
A Bela levantou-se pegou no óleo olhou para a Rita e disse:
– posso?
A Rita acenou que sim.
A Bela mandou o Carlos deitar-se de costas, sentou-se nas costas dele e começou a espalhar óleo e massajar.
Deitei-me também de costas e esperei pela Rita.
Ela não se mexia e a Bela olhou para ela e fez-lhe sinal par me vir massajar.
A Rita disse que não sabia como fazer.
A Bela disse-lhe para olhar para ela e fazer igual.
Senti as mãos da Rita nas minhas costas, a massajar os ombros ir descendo até ao inicio da sunga. Depois levantou-se e começou a massajar as pernas subindo novamente até á sunga.
Ouvi a Bela mandar o Carlos virar-se e que eu me virasse também.
Virei.me.
Olhei para o lado e vi a Bela a abrir as pernas e sentar em cima da piça do Carlos. O Carlos estava já de barraca armada, e a cabeça da piça já espreitava para fora.
– Anda mulher faz como eu – disse a Bela á Rita
Eu também estava excitado e mais fiquei quando senti a minha piça encaixar na cona da Rita mesmo estando todos com as partes de baixo cobertas.
Senti que a Rita tremeu, e era tremer de tesão.
Senti as mãos dela novamente no meu peito. Eu não tirava o meu olhar do corpo dela.
Ela estava com vergonha.
– Anda Rita faz como eu, olha.
A Bela massajava o peito do Carlos e quando chegou á sunga enfiou as mãos cheias de óleo por baixo da sunga e deu para notar que tinha passado por cima da piça do Carlos. Quase metade da piça dele apareceu de fora toda lambuzada de óleo.
Senti que a Rita tremia toda, quando chegou á sunga. Ficou parada. Olhei para a Bela e ela fez-me sinal para agarrar as mãos dela e enfiar por dentro da minha sunga.
Agarrei nas mãos dela.
Ela olhou para mim e fechou os olhos.
Forcei as mãos para dentro da minha sunga e fiz com que passasse as mãos por cima da minha piça. Quando as mãos estavam em cima, segurei as mãos dela uns segundo e ouvi-mos:
– hooooooooo.
Quando larguei as mãos dela, ela tirou-as, mas mais de metade da minha piça ficou de fora.
Ela foi massajar as pernas como a Bela, mas não tirava os olhos da minha piça.
Ouvi a Bela a perguntar:
– Posso fazer uma massagem especial Rita?
A Rita nem abriu a boca e quem cala consente.
– Vais fazer igual Rita, olha – disse a Bela.
Já sabia o que ela ia fazer e assim foi.
Espalhou óleo no corpo todo dela (mamas, barriga, pernas), deitou-se no corpo dela e começou a esfregar-se toda nele.
Que tesão.
Mais ainda, quando ela foi descendo até encaixar a piça dele no meio das mamas dela.
A Bela parou e falou:
– Então Rita? Queres que pare?
– Não – disse logo o Carlos e olhou para a Rita.
– Não Bela podes continuar se é isso que o Carlos quer.
A Rita espalhou também óleo no corpo dela e começou a fazer o mesmo.
Estava a ver que me ia esporrar quando senti a minha piça no meio das mamas dela, com a boca a centímetros da cabeça da minha piça.
– hoooooooooooooo – ouvimos o Carlos
A Bela tinha baixado um pouco a sunga e esfregava as mãos na piça dele. tocava-lhe uma punheta.
A Rita parecia hipnotizada. Olhava para os dois.
Peguei nas mãos dela e pus em cima da minha piça já toda de fora. Fechei-lhe as mãos em volta dela.
Ela olhou para mim nos olhos sem olhar para baixo e começou a tocar-me também uma punheta.
– aaaaaaaaagggggg foda-se – gemeu o Carlos
Nem eu nem a Rita olhamos para eles.
Eu já sabia que a Bela devia estar a lamber-lhe a piça.
A Rita olhava-me nos olhos.
Com uma mão forcei a cabeça dela para baixo, até sentir os lábios dela encostarem na cabeça da minha piça.
Ela ficou parada. Forcei mais um pouco e senti ela a abrir a boca e a minha piça entrou pela boca dela adentro.
– aaaaiiiiiiiii caralho vou-mmmme viiiiiiiiiir – ouvi o Carlos a gemer
– Anda dá-me leite que eu adoro – disse a Bela
– veeeeeenhoooooooo-meeeeeeeee – gemeu o Carlos
– huuuummmmm que leite booooom – disse a Bela
A Bela levantou-se e veio á nossa beira. Ajoelhou-se ao nosso lado e falou:
– Anda Rita mama nessa piroco, tira-lhe o leite todo dos colhões.
Vi quando a Bela forçou ainda mais a boca da Rita para baixo.
Não aguentei e esporrei-me.
– aaaaaaaaaaaaagggggggg venhooooooo-meeeeeee – gemi.
Enchi-lhe a boca de leite, mas ela não conseguiu engolir tudo e começou a sair para fora da boca dela.
A Bela agarrou na cabeça dela e foi beijar-la beber o meu leite também. Vi a Bela a agarrar uma mama dela e acariciar um bico e depois baixar a mão e enfiar por dentro das minúsculas cuecas da Rita.
– hoooooooooooo – gemeu a Rita quando sentiu a Bela enfiar um dedo dentro da cona dela.
– pára pára Bela – disse a Rita.
A Bela parou e eu e o Carlos vimos que o dedo dela vinha todo branco de leite da Rita. Bela enfiou o dedo na boca e falou:
– huuuummmmm é doce o leite dela, tinhas de o provar Paulo.
– Calem-se que vergonha, já viram se a Luiza nos viu – disse a Rita.
– Não faz mal nenhum. Não é nada que ela já não tenha feito – disse a Bela
– Que dizes? – falou a Rita
Então a ela disse-lhe aquilo que eu já tinha dito ao Carlos, que a Luiza já tinha provado muitas piças e bebido muito leite, como ela (Bela) lhe tinha contado o que fazíamos aos fim de semana a Luiza e o Alfredo também faziam. Para ela não se preocupar, que se calhar ela queria era estar ali também.
Eu e o Carlos rimos-nos.
Entramos dentro de água.
A Luiza veio cá fora perguntar se precisávamos de alguma coisa.
O Carlos disse-lhe que não.
Quando ela ia embora perguntei-lhe:
– Luiza, gostas-te do que viste?
– Adorei só tive pena de não participar – respondeu e foi para dentro.
Eu e a Bela rimos-nos.
Fomos para dentro mas antes a Bela perguntou:
– Rita se se proporcionar nos podemos comer a Luiza e o Alfredo?
Não ouvimos a resposta já entravamos dentro de casa.
continua

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