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Convite para férias III

  • Publicado em: 25 de julho de 2019 07:29
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Continuação das nossas maravilhosas férias sem gastar muito dinheiro.
Eu e a Bela fomos tomar um duche.
Desci mais rápido do que a Bela pois estava na hora de ir novamente para o monte caçar.
Quando ia-mos a sair vimos a Bela a chegar á cozinha vestida com uma camisa de dormir e um robe por cima, mas ambos eram transparentes, podíamos ver as formas do corpo da Bela, só não se podia ver a cona porque tinha uma minúscula cueca.
A Bela veio dar-me um beijo e desejar-nos uma boa caçada.
Nessas noite de caça falhei um javali enorme. Só pensava no que tinha acontecido de tarde. O Carlos matou um grande navalheiro (porco com grandes dentes).
Quando entramos dentro de casa já ia com segundas intenções. As intenções sairam-nos furadas, as duas já dormião e quando tentei foder a Bela, ela mandou-me estar quieto que queria dormir. Não ouvi barulho no quarto ao lado, isso queria dizer que ali também não houve nada pois as nossas portas estavam abertas para trás e ambos podíamos ver e ouvir tudo.
Nesse dia eu fiquei na cama até ao meio dia.
Quando acordei tomei um duche e fui até á cozinha.
Só lá estava a Luiza a preparar o almoço.
– Olá, bom dia Luiza. Onde está toda a gente? – perguntei.
– O Carlos e o Alfredo sairam num jipe, acho que foram por comida nos cevadouros. A Rita e a Bela foram a Castelo branco – respondeu – que queres comer agora?
– Deixa eu sirvo-me – respondi
Fui ao frigorifico buscar queijo e fiambre fiz uma sandes e bebi café.
– Então Luiza hoje tu e o Alfredo ides ao 2@2 ? – perguntei.
Ela ficou vermelha e respondeu:
– Nós este fim de semana estávamos a pensar ficar por aqui, ir até ao rio apanhar sol, mas depois do que vi ontem falei com o Alfredo e disse-lhe que se calhar não era boa ideia, não queremos incomodar – falou.
– Não incomodam nada, até vai ser melhor se calhar bem. Pois olha que se acontecer alguma coisa ia-mos adorar que se juntassem a nós. Mas tu sabes que se acontecer vai ser a 1ª vez deles.
Ela riu-se e disse:
– Sabes Paulo o Alfredo ontem ficou maluco quando lhe contei que vi, fodeu-me com um desejo como já não via nele á anos. Ele disse-me que se tivesse oportunidade ia adorar foder a Bela, que já tinha fantasiado com ela desde que vos vimos no 2@2.
Aproximei-me por detrás dela e encostei o meu corpo ao dela.
Arrepiou-se.
Falei-lhe ao ouvido enquanto lhe passava uma mão naquelas enormes tetas:
– Eu ia adorar chupar-te toda, foder essa tua cona e esse cu. Ficai – falei
Parei e desencostei-me dela logo de seguida pois ouvi um carro a chegar.
Ouvi a Bela a chamar por mim.
– Tou na cozinha – respondi
Elas vieram á cozinha.
A Rita toda eufórica disse-me logo:
– Paulo a Bela comprou um vestido e um conjunto de calções e top fenomenais, lindos. Ela logo tem de os vestir.
– Tola e os teus? Vais matar o Carlos quando te vir vestida com eles. O Carlos e todos os homens que te virem – falou a bela.
Acompanhei a Bela ao quarto para deixar as compras.
– O que estavas a fazer antes de entrar-mos? E não me mintas porque sabes bem que não é preciso e eu via como a Luiza estava vermelha e suava – falou a Bela.
Contei-lhe o que fazia e o que ela me tinha contado o que pensavam fazer.
Fomos para a sala e chegaram os homens.
Falavam da herdade, dos animais que tinham visto.
A Luiza anunciou que o almoço estava pronto.
O Carlos perguntou-me se nós não nos importávamos com eles almoçassem conosco.
Respondi que não, que até ia ser um prazer.
A Rita e a Bela foram ajudar a Luiza a por a comida na mesa e sentamos-nos todos a comer.
O almoço decorreu muito animado, e muito bem regado por bom vinho alentejano.
Quando acabamos o Alfredo perguntou ao Carlos se ele não se importava que este fim de semana ficassem na herdade, que gostariam de ir apanhar um pouco de sol num pequeno torrão que existia no rio junto ao palanque de caça 6.
O Carlos disse que nem era preciso perguntar.
A Rita e a Bela ajudaram a Luiza a arrumar a louça na cozinha.
Nós homens bebia-mos uma aguardente velha produção do Carlos.
Quando elas vieram da cozinha vinham todas muito animadas. O Alfredo pôs a mão por cima da mulher e foram para a casa deles (casa do caseiro).
Passado uma meia hora vimos o Alfredo e a Luiza saírem num jipe com uma bolsa.
O Carlos perguntou se não queria mostrar a herdade á Bela e pelo caminho íamos tomar banho ao rio.
Fomos todos mudar de roupa.
Eu e o Carlos fomos rápidos e esperávamos por elas.
Quando desceram ficamos de boca aberta. A Bela vinha com um vestido tão curto e decotado que ao andar podia ver a minúscula cueca do biquini e os bicos das mamas apareciam de vez enquando.
A Rita vinha com uma saia que mais parecia um cinto com as polpas das nádegas á mostra e um top que mal tapava os mamilos.
Pus logo a mão na minha piça por cima dos calções e falei:
– Foda-se, quereis matar-nos de tesão?
– Acho que ficamos mas é aqui – falou o Carlos.
– Anda vamos e fechai a boca, pareceis 2 babões – falaram elas.
Lá fomos.
As duas iam atrás a olharem para o campo e a Rita a explicar coisas á Bela. Iam as duas com as pernas abertas e eu via que o Carlos não parava de olhar pelo retrovisor para trás. Via-se tudo, e pude ver que as cuecas do biquini delas estava enfiado no rego da cona e podiam-se ver as bordas da cona das duas. O Carlos quase saia da picada.
– Ei é lá por onde vais? – falou a Rita.
– A culpa é vossa, com a visão que temos desses dois papos de cona, ficamos distraídos -falei.
Riram-se as duas.
passado para aí uma hora o Carlos parou o jipe junto ao palanque 6 e fomos ver se descobria-mos o famoso torrão com erva junto ao rio.
Caminhamos por um pequeno aceiro até á encosta do rio.
Eu e o Carlos paramos a olhar para o rio.
O Alfredo estava com a Luiza a tomar banhos de sol, os dois estavam nus.
Quando a Rita e a Bela encostaram em nós, ficaram elas também a olhar aquela cena.
– Que tetas – falei
– Que piça – falou a Bela.
– Acho melhor se calhar não incomodar e ir embora – falou o Carlos.
– Tás maluco. Ele disse par onde vinha, já era para nós aparecer-mos e se não aparece-mos ainda vamos passar por puritanos – falei
Lá fomos e fizemos barulho. quando chegamos ao pé deles a Luiza já estava com uma cueca de biquini ( cuecão), e o Alfredo com uns calções de banho.
– Então é aqui o vosso refugio? – perguntei
– È, estendam as vossas toalhas e juntem-se a nós – falou a Luiza.
Estendemos as toalhas.
Eu e o Carlos tiramos logo só de calções, mas a Bela e a Rita ainda não tinham tirado nada.
– Porra Bela não me digas que estás com vergonha? falei.
– Já viste o tamanho das minhas cuecas e as da Rita em comparação com as cuecas de biquini da Luiza? perguntou
Eu e o Carlos rimos-nos.
– Andem tirem logo. Agora até o Alfredo quer ver. Não é Alfredo? – perguntei
– O Alfredo e eu – disse a Luiza.
A Bela não se fez de rogada e tirou logo o vestido sendo seguida pela Rita.
As duas deitaram-se.
Passado uns segundos eu comecei a rir-me.
Todos perguntaram o porquê.
Eu respondi que era pela situação em que estávamos todos. Que quando vamos a uma praia praticamos nudismo, que a Bela não gosta de ficar com marcas e agora estava com cuecas de biquini, mesmo elas sendo minúsculas, ía-se notar a marca de certeza, e que ela não tinha que ficar com vergonha, ainda por cima já tinha-mos visto a Luiza e o Alfredo nus.
– Naaaaaaaa, vocês já nos viram nus, agora também temos o direito de vos ver e ver não tira pedaço – falou a Rita
Eu levantei-me e pus-me logo nu.
Vi a Rita engolir em seco quando olhou para a minha piça.
-huaooooo – falou a Luiza
– Como é? Mais ninguém se põem nu? – perguntei
O Alfredo a Luiza e a Bela puseram-se logo também nus também.
– Como é Carlos, Rita? Não me digam que vão ficar assim? – perguntei.
O Carlos tirou logo os calções também, mas a Rita continuava com a cueca do biquini.
A Bela olhou para mim e eu fiz-lhe sinal para ela ir ter com a Rita.
A Bela foi á beira dela, ajoelhou-se, pôs as mãos nas cuecas do biquini da Rita, olhou nos olhos dela e perguntou:
-Posso?
A Rita não respondeu mas o Carlos disse:
– Tira
– Cala-te. A Rita se não quiser, não tiro, ela é que sabe. Rita olha para mim. Posso? – perguntou novamente a Bela.
A Rita olhou para o Carlos e depois para a Bela e acenou que sim.
Antes que ela se arrependesse a Bela tirou-lhe as cuecas e falou:
– Rita, não tens de ter vergonha. Ès linda, sexy e eu como bi que sou até me estou a conter para não te comer toda já – disse a Bela – mas já agora um beijo não faz mal.
E antes que a Rita pudesse fazer algum gesto deu-lhe um beijo no rego da cona.
– Também quero – falou a Luiza.
– Parem se não visto-me outra vez – falou a Rita.
A Bela começou a conversar, e confessou ao Alfredo e á Luiza que nós era-mos swinguers e que já tinha dito ao Carlos e a Rita também.
A Luiza olhou para o Alfredo e este acenou. Ela então disse que eles também eram.
Eu e a Bela rimos-nos.
Eles perguntaram o porquê de nos rir.
A Bela falou que nós os dois já sabíamos, que já os tínhamos visto no 2@2.
A Luiza olhou para o Alfredo e disse logo:
– Não te disse que eles ainda se lembravam de nós – falou a ela.
Eles confessaram que naquela noite era a 1ª vez no 2@2 e ao mesmo tempo a segunda vez que iam a um clube. Pelas contas eles andavam no swing á pouco mais de 3 anos. A Luiza perguntou-nos á quanto tempo nós andávamos naquele estilo de vida.
A Bela respondeu que era sensivelmente á 10 anos.
A Bela e a Luiza começaram a contar experiência do swing.
Claro que a Bela tinha muitas mais.
Ao fim de uma hora a Luiza levantou-se e disse:
– Vou-me refrescar. Com as tuas histórias fiquei excitada , vou-me acalmar para a água.
A Bela também se levantou e disse que também ela estava excitada.
– Anda também Rita – falou a Bela.
A Bela estendeu-lhe a mão para a ajudar a levantar e todos vimos que ela estava também excitada, pois tinha a cona babada.
Atiraram-se á água as 3.
Estavam as 3 na brincadeira a atirar água umas ás outras.
De repente, vimos a Luiza posicionar-se por detrás da Rita.
A Bela tentava atirar água á Luiza mas acertava na Rita.
Ela aproximou-se delas e ao tentar agarrar a Luiza.
A Rita ficou literalmente ensanduichada por elas.
De certeza que a Rita sentias aquelas tetonas encostadas ás suas costas e as da Bela encostadas ás suas.
A Bela olhou para a Luiza e nós homens vimos a Luiza a piscar um olho á Bela.
A Luiza agarrava a Rita por trás. A Bela agarrou a cabeça da Rita e espetou-lhe um beijo na Boca.
A Rita estava sem ação, e quando acordou do transe em que estava quiz sair mas não conseguia. A Bela enfiava a lingua dela na Boca da Rita e passado uns segundo a Rita já não tentava sair e gladiava a lingua dela com a da Bela. A Luiza virou a cabeça da Rita para ela e deu-lhe um beijo de lingua também. Enquanto se beijavam a Bela começou a chupar as mamas da Rita e uma mão acariciava-lhe a cona.
– hoooooooooooo – ouvimos a Rita a gemer
A Bela pôs ao lado delas e as 3 beijavam-se ao mesmo tempo com a lingua, e as mãos delas acariciavam-se umas ás outras.
Levantei-me e fiz sinal aos outros dois.
atirei-me para a água e pus-me detrás da Rita. O Carlos da Luiza e o Alfredo da Bela.
A Rita olhou para trás e viu que era eu.
Virei-lhe a cabeça para mim e comecei a beijar~lhe a boca e com a mão libre acariciava-lhe a cona.
Ela mesmo estando dentro de água, dava para notar que estava toda molhada.
Virei-a para mim. Peguei nela ao colo, levei-a para a erva e deitei-a. Comecei a chupar-lhe a cona e ela começou a gemer:
– aaaaaaaaiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiimm siiiiiiiiiiiim
Chupava-lhe a cona com 2 dedos lá dentro e acariciava o cuzinho com um dedo.
Ouvi-a gemer:
– vou-meeeeeeeee viiiiiiiiiiiiiiiir, venhoooooooooo-mmmmme – gritava
Nessa altura em que se estava a vir enterrei-lhe o dedo pelo cu acima.
– aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii é tão boooooooom – gritava ela
Aproveitei que ela estava com a cona toda molhada e espetei-lhe a minha piça até aos colhões.
– hoooooooooooo tás-me a foder tás-me a foder – gemeu a Rita.
Olhei para os lados e via o Alfredo a enrabar a Bela, e o Carlos fodia a cona da Luiza e chupava-lhe as tetas ao mesmo tempo.
Ouvi passado uns minutos a o Carlos e de seguida o Alfredo gritarem que se vinham.
Eu estava a adorar e fazia todos os possíveis para não me vir.
A Rita já tinha tido mais 2 orgasmos.
Desencaixei a piça da cona e pus na entrado do cu dela.
– Nããããoooooo nãããããããooooo aí ainda sou virgem e tenho medo – gritou a Rita
A Bela e a Luiza vieram para o nossos lado.
A Luiza deitou-se debaixo da Rita e começou-lhe a lamber a Cona, ao mesmo tempo a Bela beijava-a e dizia-lhe:
– Relaxa, relaxa, só sempres dor ao inicio mas depois vais adorar, vais ter o teu maior orgasmo da tua vida. Anda empina esse cu lindo para o Paulo tu comer.
Os dois homens vieram para a nossa beira ver e o Carlos incitava-a:
– Anda Rita, deixa, abre esse cu.
Comecei a forçar e senti o cu a ceder.
A cabeça da piça entrou.
– aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaaaiiiiiiiiiii è muito grossa, pááááára páááaááára -gritava ela.
Parei esperei ela acalmar-se.
Sentia a lingua da Luiza no cona dela e de vez enquando nos meus colhões.
A Luiza quando sentiu que ela estava mais relaxada pôs uma mão nas minhas nádegas e empurrou para a a frente:
– hoooooooooooooo espera espera – gemeu outra vez a Rita
Esperei e quando senti um aliviar do esfíncter (cu), enterrei tudo até aos colhões.
– aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii que me rebentas tooooooda não vou aguentar maaaaaaaiiiiiiiiiiis.
– cala-te putinha – disse a Bela – dá cá a tua mão.
A Bela pegou na mão dela e levou-a atrás para ela sentir que estava tudo enterrado.
– Vez, és uma putinha como nós agora também já dás o cu – falou-lhe a Bela ao ouvido
Sentia que a Luiza cada vez mais rápido lhe enfiava a lingua na cona.
Uns segundos depois começamos a ouvir-la gemer:
– hoooooooooooooo hoooooooooo siiiiiiiiiiiiiiiiiim siiiiiiiiiiiim não pareeeeeem não pareeeeeem que me vou viiiiiiiiiiiiiirrrrrr, venhoooooooooo-meeee venhoooo-me.
Senti as contrações do cu dela e comecei a esporrar-me dentro dele.
– aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii também me venhoooooooooooo toma leite nesse cuuuuuuuu puuuuutaaaaaa tomaaaaaaaaaaa.
Ela não parava de se vir, encheu a boca da Luiza de leite.
Quando tirei fora a Bela foi beber o leito que lhe saia do cu.
A Bela e a Luiza limparam-lhe a cona e o cu com a lingua e no fim foram depositar parte do leite que elas tinham na boca na boca da Rita.
A cara da Rita era de felicidade.
Todos fomos á água nos lavar.
A Bela e a Luiza perguntaram á Rita se tinha gostado.
Ela disse:
– Adoreeeeeiiiiiiiii.
O Carlos olhou para ela e disse:
– Também quero comer esse cu Rita.
– Espera homem, espera deixa-me descansar um pouco.
A Bela falou-lhe:
– Espera mas é tu a ter teres duas piça, uma em cada buraco, aí é que tu vais ficar viciada na foda.
Todos nos ri-mos.
Continua

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