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CONVITE PARA FÉRIAS

  • Publicado em: 24 de julho de 2019 12:39
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Sou um homem que gosta muito de caçar javalis á noite. Em virtude dessa minha paixão conheci muitos pessoas, e fiz muitos amigos.
Fomos convidados por um amigo da caça, que tem uma herdade na beira baixa. A herdade é á borda do Tejo (fronteira com Espanha).
Falei com a Bela se queria ir passar 10 dias fora, a essa herdade. Ela perguntou-me como era a herdade.
Eu respondi-lhe que era uma herdade com 2900 hectares junto ao rio Tejo, com uma casa senhorial muito bonita, com piscina e outra para os caseiros que tratavam da herdade. Disse-lhe também que tinha sido uma oferta de um amigo da caça, que ele me tinha dito para a levar, pois era um local excepcional para descansar da rotina do dia á dia e que assim aproveitava para caçar á noite em modo de espera com a minha besta.
A Bela aceitou.
Quinta-feira de manhã lá partimos para a herdade.
Estava um calor enorme apesar de já estarmos em meados de Setembro.
Chegamos ao inicio da tarde. Fomos recebidos pelo meu amigo Carlos (homem com os seus 45 anos, e muito bem fisicamente) e pela sua esposa Rita ( uma morena com 36 anos, não muito bonita de cara, mas com um corpo de tirar a respiração).
Perguntaram-nos se queríamos comer alguma.
Respondemos que já tínhamos almoçados.
Eles mostraram-nos o nosso quarto que era do outro lado do corredor do quarto deles.
O quarto era enorme. Tudo era enorme, cama, lavados, tudo mesmo.
O Carlo disse-me que ia fazer os cevadouros naquele momento.
Respondi-lhe que se a Bela não se importasse ia com ele.
A Bela disse logo para ir que ia arrumar as nossas coisas e depois ia cuscar com a Rita.
Lá fomos eu e o Carlos.
Os cevadouros eram espalhados pela herdade, ficando um a curta distancia da casa dos caseiros, uns 500 metros, e os outros mais longe.
Assim que chegamos encontramos a Bela e a Rita em amena cavaqueira, aos risos junto á piscina.
O Carlos disse-me para ir vestir uns calções e dar um mergulho na piscina, pois era o que ele ia fazer.
Quando cheguei á piscina, já lá estava o Carlos dentro de água.
Olhei bem para elas duas e tive que engolir em seco.
A Bela estava só com a cueca do biquini que mal lhe tapava a cona e com um pequeno fio no rego do cu.
A Rita estava do mesmo modo, quase se via as bordas da cona dela. Que tesão de mulher.
Fui obrigado a mergulhar logo, pois comecei a ficar excitado.
Eu e o Carlos nada-mos um pouco e paramos junto á borda da piscina. Estávamos os 2 com os olhos vidrados nelas. Eu na Rita e ele na Bela.
A Rita perguntou-nos se não saía-mos da piscina.
Ficamos os 2 mudos.
A Bela começou-se a rir e disse
– Rita eles não saem porque estão com vergonha, pois estão excitados.
Riram-se as duas.
a Rita disse
– olha Bela o Carlos está assim mas de certeza que não é por minha causa.
– ai não? Pois olha que o Paulo está igual e é por tua causa – respondeu a Bela – anda Paulo sai mas é daí.
– tu também Carlos – falou a Rita.
Fui o 1º a sair, ia de barraca armada. O Carlos veio logo atrás.
Ambas deram altas gargalhadas.
– não tens vergonha de ficar logo assim – disse-me a Bela
– deixa lá que o meu homem bem igual -disse a Rita.
– Não temos culpa. Com duas mulheraças como vós. Não somos de ferro – disse
– pensas que me enganas, estás assim mas é por causa da Rita e não por minha causa – Bela
– deixa lá Bela porque o meu está igual e é por tua causa, porque o Carlos para ficar excitado tenho sempre que lhe fazer umas festinha e agora olha como está sem eu lhe tocar – disse a Rita e riram-se as duas.
– olha Bela, tu sabes que eu fico excitado quando vejo uma mulher muito sexy, e desculpa Carlos mas a Rita é uma mulher muito linda e sexy. Eu só não sai logo por respeito ao Carlos, porque tu sabes que eu não tenho vergonha de nada, até fazia nudismo se fossem pessoas desconhecidas – disse logo.
A Rita e o Carlos olharam para mim espantados, pois não contavam com aquela resposta.
A Bela olhou para eles e disse-lhes:
– nós quando vamos de férias para fora quase sempre escolhemos praias de nudismo, somos adeptos do nudismo e de mais algumas coisas.
– Bela e Paulo se quiserem fazer é convosco, mas nós não fazemos, temos de manter um certo respeito com o casal de caseiros que aqui temos, mas a partir de Sábado ao inicio da tarde já não temos cá ninguém, só nós os 4 podem fazer o que quiserem. Ok – disse o Carlos.
Ao fim do dia fomos tomar um duche antes de comer e prepararmos-nos para a caçada nocturna.
Fodi a Bela sem piedade. Ela até me disse:
– anda cabrão fode-me, estás a rebentar-me a cona toda a pensar nela que eu sei.
Não aguentei a gemer. Tive um orgasmo enorme, enchi a cona da Bela de leite. A Bela pôs-me uma mão na boca para não se ouvir.
Quando acabamos ouvimos gemidos no quarto ao lado.
Rimos-nos os 2.
Quando chegamos á cozinha olha-mos os dois (eu e a Bela) um para o outro. A mulher que lá estava era nossa conhecida de vista, nunca tínhamos falado com ela, mas já a tinha-mos visto num clube de swing em Coimbra (2@2). Fizemos de conta que nunca a tínhamos visto e foi-nos apresentada como sendo a Luiza. O Carlos disse-nos que quem nos ia levar ao monte era o Alfredo seu marido.
Eu olhei para a Bela e ela logo compreendeu, que se fosse pensava-mos que era, também ja o conhecia-mos. E assim foi.
A Luiza e o Alfredo eram um casal normal, mas com bom visual. A Luiza destacava-se pelo enorme par de tetas que tinha.
Fomos para o monte. Combinamos acabar á meia noite (24 horas). Eu matei 2 javalis e o Carlos nada. Tratamos dos bichos no barracão das alfaias e fomos para dentro de casa.
Era 1,30 da manhã e todas as 3 (Bela, Rita e Luiza) estavam a conversar na sala.
O Alfredo e a Luiza foram logo para a casa ao lado, e nós os quatro fomos logo para os quartos.
Quando chega-mos ao quarto a Bela mandou só encostar a porta e não fechar. Pus-me a agarrar a Bela. Ela mandou-me parar e ir tomar um banho, pois cheirava a porco bravo.
Fui.
Assim que cheguei á cama, pode ver que a Bela estava toda nua e de pernas abertas em cima da cama. Atirei-me para cima dela e comecei a beijar-lhe aqueles lábios carnudos. Fui beijando o corpo dela até chegar ás virilhas, quando lá cheguei comecei por lhe lamber em volta, sem lhe tocar com a lingua na cona. A Bela retorcia-se toda de tesão.
– chupa, chupa cabrão que estou toda molhada – gemeu
Sem ela contar enfiei a minha lingua na cona dela.
– aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiimmmmm siiiiiiimmmmmm – gemeu ela sem vergonha do que pudessem ouvir.
Eu lambi, lambi e mais lambi, até que ela começou a gemer.
– veeeeeeenhooooooo-mmmmmmme venhoooooooooo-mmmmmmmme.
Fiquei com a cara toma lambuzada de leite dela.
A Bela mandou-me deitar e começou a chupar-me todo.
– aaaaaaagggggggg puuuuuuuuta que boca – gemi eu.
A Bela enfiava a minha piça quase toda na boca, e que boca aveludada ela tinha. Em dado momento olhei para a porta e vi que era-mos espiados pelo Carlos e pela Rita. Eles não deram por ela que os tinha visto e fiz sinal á Bela. Ela logo percebeu que tinha-mos mirones e eu o porquê de a Bela ter mandado deixar a porta só encostada.
Comecei a comer a Bela de quatro.
– aaaaiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiiiimmm siiiiiiimmmmm foooooode-mmmmme – gemia ela.
– anda puta tás assim toda molhada mas não é por minha causa, puuuuutaaaaaa – gemi – diz-me em quem estás a pensar. Anda fala.
– Carloooooooossss carloooooooossss – gemeu a Bela
Deitei-me e sentei a Bela de frente para a porta. Os nossos anfitriões podiam ver a minha piça enterrar até aos colhões na cona da Bela e as tetas delas a baloiçarem. De certeza que podiam ver tudo ao pormenor.
A Bela levantou-se, tirou a piça da cona e pôs na entrada do cu. Deixou-se cair lentamente e enterrou a piça pelo cu acima
– aaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii aaaaaiiiiiiiiiiiiiii o meu cuziiiiiiiiiiinho fode fooooooooode – gemeu – vou-me viiiiiiiiiiiiiirrrrrrrr não pares de me chupaaaaaarrrrrrrr a coooooooona Riiiiiiiiiitaaaaaaaaaa venhoooooooo-mmmmme aaaaaaaaagggggggg.
– toma leite puuuuuutaaaaaaaa – esporrei o cu da Bela todo.
A Bela não parava de tremer, estava com os olhos fechados a ter orgasmos múltiplos.
O meu leite saía por entres as pregas do cu da Bela e o leite dela escoria para cima das minhas pernas.
Olhei para a porta. Os nossos anfitriões já lá não estavam. Começamos a ouvir gemidos. Eu e a Bela posemos-nos em pê e fomos espreitar, a porta deles estava aberta somente um palmo.
Olhamos.
O Carlos fodia a cona da Rita de quatro virados para a porta.
Ficamos a ver e vimos que ambos nos tinham visto. O Carlos cada vez fodia com mais força, a Rita gemia
– aaaaaaaaiiiiiiiiiii aaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii animaaaaaaaaall que me rebentas tooooooda, tás a pensar naquela puuuuuuuuutaaaaaaaa.
A Bela não se conteve e abriu a porta toda. Ficamos a olhar mesmo dentro do quarto, mas logo na entrada.
A Bela olhou para a minha piça e viu que eu já estava outra vez teso. Ajoelhou-se e começou a mamar na minha piça.
O Carlos e a Rita viam-nos e nós a eles.
Começamos a ouvir:
– siiiiiiiiiimmmmmmm siiiiiimmmmm venhoooooooooo-mmmme. também me veeeeeenhoooooooo. gritavam os 2.
A Bela levantou-se, deu-me a mão e fomos para o quarto novamente. Desta vez a Bela fechou a porta.
Fomos logo dormir.
Continua

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