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Corno Frouxo de uma Esposa Puta

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2018 14:40
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Eu confesso que atendendo a pedidos de leitores daqui Com a generosa permissão de Marcelo, senhor absoluto da casa e comedor exclusivo da minha esposa puta, passo a relatar como Marcelo comeu minha esposa puta ontem à noite (23/11/11), mas antes vou descrever a minha esposa puta: Ela esta com 45 anos e embora vista três números acima do que vestia quando tinha 21 anos, que foi quando nós nos casamos, ela ainda é uma mulher fisicamente atraente para mim. Ela tem baixa estatura, pele branca, cabelos negros pelo meio das costas, olhos castanhos escuros, lábios bem delineados, seios grandes e redondos ligeiramente caídos com as aréolas mamárias róseas e os bicos proeminentes; apesar das suas formas voluptuosas a cintura é bem desenhada, a bunda é redonda e volumosa, a buceta é carnuda com os pelos negros bem aparatinhos, as coxas são grossas e as pernas são bem torneadas. Em síntese, apesar de ela ser um tipo comum de mulher madura e mãe de um casal de filhos (ele com 22 e ela com 20 anos, há três anos cursam a faculdade em outro Estado), quando ela esta vestida com roupas simples, porém sensuais, ainda atrai alguns olhares masculinos.
Agora que já a descrevi relato o que Marcelo me permitiu escrever do que eu assisti na suíte da casa, quieto e sentado em uma cadeira ao lado da cama de casal. Por ordem de Marcelo eu estou proibido de usar essa cama para dormir (meu canto de dormir agora é no quartinho dos fundos), eu também estou completamente proibido por Marcelo de tocar em minha esposa puta seja dentro da casa ou mesmo em ocasiões sociais. Eu não tenho mais qualquer direito sobre ela, só a obrigação de sustentá-la e a casa. Prosseguindo… Quando recebi permissão de entrar na suíte minha esposa puta e Marcelo já estavam nus ao lado da cama, ele estava com suas mãos nas mamas grandes e macias dela, ver isso me tirou da letargia que normalmente tenho vivido. Eu sempre fui apaixonado por minha esposa puta e por seus peitões, ver Marcelo apossando-se daquelas tetonas enquanto sua boca se apossava da boca da minha esposa puta, que mansamente se entregava a ele, completamente indiferente a minha presença… Senti mais uma vez nesse momento uma angustia tão forte que chego a pensar que o meu coração vai parar! Meus olhos se encheram de lagrimas, por ter plena consciência de que foi por essa minha frouxidão que coloquei a mim e a ela nessa situação de submissão e humilhação que vivemos hoje e viveremos por tempo indeterminado; já que consensualmente assim nós concordamos que seja.
As mãos rudes de Marcelo apalpavam loucamente as mamas e o corpo da minha esposa puta, que ele fez se ajoelhar entre as suas pernas e a mandou lamber e chupar seu pau. Obediente ela começou a mamá-lo, enfiava-o e retirava de sua boca e o estimulava com a ponta da língua a glande e as bolas e depois de um bom tempo até Marcelo deu sua primeira gozada enchendo a boca da minha esposa puta com seu esperma. Marcelo puxou minha esposa para a cama onde estava sentado e mais uma vez abocanhou as suas mamas e continuou assim a chupá-las, a lambê-las, a mordiscá-las e a apalpá-las com força (Marcelo acaba de me dizer: “Só fiz uso das mamas de vaca da sua esposa puta corno frouxo, exatamente por ter notado que o torturava! Por isso assim que seja possível a vagabunda vai fazer uma cirurgia de redução de mama, para ficar com peitinhos do jeito que eu gosto!”), não demorou e o pau de Marcelo já estava novamente pronto.
Ele a puxou para cima dele e guiou seu pau para dentro da buceta quente e úmida dela que soltou um gemido de prazer logo seguido de um pedido: “Isso querido!… Isso!… Mete todo!… Vai mete tudo! Me fode!… Me fode toda!…” – Marcelo dispensava os incentivos dela, pois ele bombava com força seu avantajado pau para dentro e para fora da buceta da minha esposa puta fazendo-a sentir toda aquela energia sexual que só um homem jovem possui. Cada vez mais tomada pelo prazer minha esposa puta acompanhavam os movimentos e as metidas do pau de Marcelo num ritmo cada vez mais alucinado. Seus peitões subiam e desciam impelidos por um balanço intenso ao mesmo tempo em que ela rebolava, remexia e requebrava sua bundona cavalgando o pau de Marcelo, que a mandou ir contando os orgasmos que já a faziam soltar gritinhos de deleite para que eu soubesse o quanto ele a fazia sentir prazer… Com roucos gemidinhos minha esposa puta começou a contagem e toda vez que errava levava fortes tapas estalados no seu bundão que foi ficando cada vez mais avermelhado ao mesmo tempo em que lagrimas lhe corriam pelas faces, mas ela já sem forças não tinha mais como reagir contra ou a favor e Marcelo a mantinha engatada a ele com seu pau que continuava bombando na buceta da minha esposa puta…
Quando minha esposa puta já nem mais reagia aos tapões que marcaram e deixaram a bundona dela completamente vermelha. Marcelo a empurrou para o lado a virou abriu bem a maltratada bundona da minha esposa puta pincelou seu cu e forçou a cabeçona do seu pau com toda força. O corpo da minha esposa puta estremeceu todo e ela soltou um longo gemido… Marcelo assim que a cabeça do seu pau penetrou o cu da minha esposa puta foi enfiando seu pau bem devagar a fazendo sentir centímetro por centímetro do pau dele… Assim que seu saco bateu na bunda da minha esposa puta ele retirou seu pau todo de uma só vez só para voltar a enfiá-lo de novo e repetir a mesma ação mais cinco vezes. Quando se deu por satisfeito já tinha transformando o cu da minha esposa puta em um verdadeiro “cubola”. Então Marcelo passou a penetrou e passou a fazer movimentos cadenciados de entra e sai com seu pau e foi assim enrabando sem dó o já tão golpeado rabão da minha esposa puta. Então Marcelo com raiva e desprezo me disse: “Esta vendo corno frouxo! Vê como eu faço o que quero com essa vagabunda! Olhe como maltrato o corpo da sua esposa, da mãe dos seus filhos, da mulher que você jurou amar, proteger e cuidar! Esta vendo! Agora me responde que tipo de homem suporta que outro homem faça isso com a sua esposa na frente dele?! Me responda! Vamos!…” – nesse momento Marcelo me fez compreender de uma vez por toda que realmente não passo de um frouxo, covarde e medroso.
Baixei a cabeça, fixei os olhos em um pontinho no piso e num fio de voz respondi: “Nenhum homem de verdade suportaria tal coisa de outro homem… Só mesmo um corno frouxo desprezível como eu para aceitar isso…” – Marcelo sem parar de fuder o cu da minha esposa puta e como não podia deixar de ser absolutamente insensível a minha humilhante situação prosseguiu dizendo: “Então eu estou certo! Você não é mesmo um homem de verdade, é um marido praticamente inútil e um corno frouxo desprezível!” – eu nunca imaginei ouvir palavras tão duras de alguém e me sentir tão incapaz de reagir, eu realmente desci muito baixo, não sobrou nada da minha auto-estema, se é que algum dia realmente tive alguma!
Mas Marcelo ainda não estava satisfeito e era evidente pela forma que metia na bunda da minha esposa puta cada vez mais forte e mais rápido que me massacrar psicológica e moralmente diante da minha esposa puta estava lhe dando muito prazer e ele me disse: “Eu já transformei a sua esposa na minha escrava sexual! Não é mesmo vagabunda?!” – dedilhando seu clitóris e rebolando sem parar seu bundão para poder suportar aquela violenta enrabada, minha esposa puta não hesitou em respondeu com voz fraca: “É sim… Oh!… Sim!… Sou sim sua escrava sexual… Sim, sou sim!… Oh!…” – satisfeito ele prosseguiu: “Mas vou fazer essa vagabunda se prostituir com outros homens! Vai fazer o que te mandar não vai cachorra?!” – a essa altura minha esposa mal conseguia acompanhar o ritmo das enfiadas do pau de Marcelo no cu dela, mas mesmo assim ela lhe respondeu: “Hum!… Faço… Oh!… Eu faço… Faço tudo que me mandar!… Sou toda sua! Me fode querido! Me fode! Mais rápido! Mais rápido!…” – ela começou a gritar completamente alucinada e fora de si de uma forma como eu nunca a vi. Marcelo estava perto de gozar novamente, mas antes disso me disse: “Ouviu corno frouxo?!” – ale soltou um urro e esporrou dentro do cu da minha esposa puta que desfaleceu. Marcelo ainda continuou com seu pau um tempo dentro dela. Depois ele saiu de cima dela, me mandou ir pegar uma cerveja bem gelada para ele e foi tomar um banho rápido, quando voltei da cozinha com a cerveja o encontrei segurando minha esposa puta fortemente pelos cabelos e com brutalidade a arrastando para o banheiro, ali ele a praticamente jogou debaixo do chuveiro e a mandou tomar banho.
Então pegou a cerveja da minha mão e se deitou na cama e ficou bebericando e me olhando ali sentado na cadeira, eu ouvi o barulho da água do chuveiro vindo do banheiro da suíte e nesse momento Marcelo me disse: “Como sabe eu já comi a mulher de outros maridos cornos na frente deles ou não. Há um mês quando nos conhecemos e você me apresentou sua esposa naquele barzinho onde nós combinamos nos encontrar; eu te garanto que quando olhei para ela e vi que era uma baixinha gorducha e peituda, que só tem mesmo a bunda gostosa, eu decidi que ia só dar uma enrabada nela para não perder a viagem e depois vocês nunca mais me veriam. Mas lá no motel vendo como você sofria me vendo fuder a sua esposa e sentindo a forma como ela se entregou a mim completamente disposta a qualquer coisa! Foi ai que eu decidi que me tornaria dono de vocês dois!”.
Nesse momento eu vivi um repentino flash-black desde a idéia nascida da necessidade de resgatar nossa vida sexual que há muito caiu na rotina, da busca e da escolha de um parceiro, dos contatos e finalmente da chegada do esperado dia. Contudo enquanto a entrega sexual da minha esposa puta foi completa, eu na verdade sofri muito ao vê-la fazendo sexo com outro homem na minha frente; mas não fui nem homem o bastante para admitir isso naquele momento e nem marido suficiente para tirá-la dali ou mandá-lo embora. Ao ter mansa e frouxamente aceitado ser corno, eu perdi de vez qualquer direito e sobre mim ou sobre ela perante a Marcelo. Recostado na cama de forma bem a vontade Marcelo continuou bebericando a cerveja tranquilamente, enquanto me chegava do banheiro os barulhos característicos do fim de um banho. E ele prosseguiu me dizendo: “De lá para cá eu te fiz ficar um mês me vendo dar uns amassos nela pela casa e depois lá do lado de fora só ouvindo os gemidos de dor e de prazer da ordinária aqui dentro dessa suíte e nessa cama! Eu também a fiz ir se encontrar comigo na rua varias vezes sem o seu conhecimento e a levei para fuder nos piores motéis e nos hotéis mais baratos da cidade! Também tive que bater muito nela para tirar dela todo o auto-respeito e a auto-estima que ela ainda tinha e assim torná-la absolutamente submissa e completamente obediente a mim!”.
Lembrei-me que realmente tinha visto equimoses pelo corpo da minha esposa puta e que algumas vezes ao tocar ou esbarrar nela eu a ouvi gemer baixinho, quando eu perguntava a respeito ela desconversava ou me dava uma desculpa, que eu simplesmente aceitava, talvez por saber ou não quiser saber da verdade. Nesse momento minha esposa puta saiu do banheiro completamente nua, eu mais que a senti do que realmente a vi, porque não tenho mais coragem de a encarar e ver em seus olhos o quanto ela me despreza. Marcelo a olhou e enquanto me dizia: “Eu estou te falando isso porque eu sei e você sabe, que enquanto eu a quiser vou ser minha escrava sexual e como você mesmo a ouviu dizer não vai se recusar a fazer nada que eu a mande fazer por mais degradante que seja!”.
Marcelo fez sinal com a mão para minha esposa puta parar ali entre a porta do banheiro e a cama onde ele estava recostado e logo em seguida ordenou: “Fica de quatro!” – sem hesitar ou reclamar ela se coloco de quatro no chão e ficou ali parada como uma cadela obediente ao seu dono. Marcelo acabou de dar o ultimo gole na cerveja e continuou falando: “Mas como você é completamente apaixonado por essa puta ai, ama seus filhos e quer preservar sua família, mesmo sabendo que ela na verdade nunca te amou tanto quanto você a ama e que eu vou tirar dela o resto de afeição que inda possa sentir por você. Mesmo assim você vai se submeter a tudo que eu quiser pelo tempo que eu desejar e do jeito que eu ordenar! Estou certo?” – Marcelo é mesmo um homem de verdade e absolutamente correto no que me disse. Eu não tinha como contradizer nada do que ele me falou então respondi: “Sim, você está certo”. – Marcelo riu e me fez um sinal para sair da suíte, quando já ia passando pela porta, ele me disse: “Pode escrever sobre o que você me assistiu fazendo com essa vagabunda ordinária! Conte a todos do euconfesso.com o quanto você é corno e frouxo!”. – eu saio da suíte deixando os dois a sós para que Marcelo voltasse a usar e abusar do corpo da minha esposa puta de todas as formas maneiras e a fodesse nas posições mais obscenas com total liberdade.
Durante todo o tempo em que me dediquei a escrever esse relato ouvi gemidos, gritos, urros característicos de uma foda selvagem e também o estalar de tapas e alguns xingamentos vindos da suíte. Quando terminei de digita o texto, fui surpreendido pela presença de Marcelo, que ele leu o que eu tinha relatado. Ele reprovou algumas colocações que fiz e pelas quais mereci levar duas bofetadas na cara para aprender que não devo ter sentir ou expressar qualquer sentimento ou opinião sem o seu consentimento. Mais uma vez Marcelo deixou bem claro que sou um corno manso e um frouxo de merda, que junto com a minha esposa puta, só temos que agradecer a ele por servi-lo e obedecê-lo. Para que nós não esqueçamos mais a nossa condição de seus escravos. Ordenou-nos que na próxima semana providenciemos papeis com o nosso pedido de divorcio que deixaremos preenchidos e assinados nas mãos de Marcelo junto com procurações públicas conferindo a ele amplos, gerais e ilimitados poderes sobre todos os nossos bens e o que mais possuímos. Marcelo poderá usar como e quando quiser esses documentos se a partir de hoje nós de alguma forma o desrespeitar ou não atendermos a sua vontade ou as suas ordens. Depois disso, nós nos tornaremos oficialmente escravos e propriedade de Marcelo. Feitas as correções conforme a orientação de Marcelo, eu dou por encerrado esse relato.

Texto desabafado por Corno Frouxo , em Sexta, 25 de Novembro de 2011

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