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Currada na cela

  • Publicado em: 22 de novembro de 2007 16:20
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Há cinco anos, tive uma experiência que mudou minha vida completamente. Antes de tal ocorrência, eu sempre fui uma mulher bastante recatada, sendo considerada loira gelada pelos meus namorados, porque nunca havia tido um orgasmo. Nunca havia gozado até então. O fato que mudou minha vida ocorreu quando fui passar o Carnaval em Salvador, Bahia, com um grupo de pessoas. Éramos em dez, cinco homens e cinco mulheres. Carlos, meu namorado na época, fazia companhia para mim. A viagem foi muito agradável, o avião não atrasou e tudo correu bem. Ficamos num hotel maravilhoso e passei uma noite muito agradável com meu namorado. Fizemos papai e mamãe umas duas vezes. Carlos queria outras posições, queria e queria um boquete. Até cantou meu cu, mas recusei. Afinal, eu não era puta. Argumentei que ele não podia reclamar porque gozou duas vezes. Carlos não se conformava com isso, pois queria alguma coisa diferente e não uma trepadinha básica. Ora, estávamos na Bahia e tinha que valer a pena… Fomos conhecer a cidade de Salvador. Fomos ao farol, ao elevador Lacerda, ao Pelourinho e outros lugares pitoresco. O passeio estava delicioso quando, de repente, um sujeito começou a bater numa moça, aparentemente sua namorada. Ao ver aquela covardia, Carlos largou o meu braço e partiu como louco para cima do sujeito covarde que batia na moça. A briga foi terrível. Ninguém apartava. Algumas mulheres, inclusive eu, apenas gritávamos por socorro. Mas nada da ajuda. Carlos estava debaixo do sujeito, levando a maior surra. Não pestanejei. Peguei uma pedra grande que estava no chão e taquei com força na cabeça do sujeito que caiu de lado com a cabeça cheia de sangue. Nesse exato momento passou uma viatura da polícia e os soldados me prenderam. Nem quiseram ouvir minhas explicações. Para os policiais, eu estava totalmente errada. Onde se viu arrebentar a cabeça de uma pessoa daquele jeito. Não tiveram nenhuma pena de mim. Simplesmente me levaram para uma Delegacia de Polícia e me jogaram numa cela do jeito que eu estava, ou seja, de blusinha curta e decotada e um short curtinho. Quando eu olhei em volta, fiquei estupefata: _Meu Deus, me colocaram numa cela de homens! Gritei para me tirarem de lá; falei que queria uma cela feminina; expliquei que era um crime me colocar no meio dos homens e, além disso, bandidos… Chorei, gritei, desesperei… Mas ninguém me ouvia. Larguei as grade e olhei para trás. Cruz credo! Quantos mal encarados! Um, dois, três…nem sei quantos. Talvez uns vinte ou mais. Todos com um sorriso nos lábios, me medindo de cima para baixo… Um negrão de quase dois metros passou na frente dos outros e segurou firme. _Olha aqui putinha, você vai dar pra todos nós, sem chorar e sem gritar…senão você morre disse o negrão com voz grave, mostrando um estilete pra mim, ameaçadoramente. Quase morri de medo. Vinte e tantos homens maus me cercando e querendo me violentar… é mesmo para aterrorizar. Não sei porque não desmaiei… mas se fizesse isso seria pior. Ficaria a mercê daquele bando de lobos famintos. Só me restou uma reação, para não perder a vida. Uma só reação: dar para todos. Pensei em pedir pelo menos que colocassem camisinha. Mas mudei de idéia, quando o negrão me fez a seguinte pergunta: _Ei vaquinha, você não tem AIDS não? Aqui todos nós já passamos por exames médicos e os presos soropositivos estão na cela ao lado; aqueles ali estão bichados…  disse o negrão mostrando a cela dos fundos com uns cinco presos dormindo. Fiquei mais tranqüila, mesmo porque estava em jogo a minha vida. A bocetinha ia ser judiada um pouco, mas lavando fica nova de novo…E não tendo alternativa, fui tirando a roupa, com a ajuda de dois presos mais afoitos. Em pouco tempo já estava sem nada. Pelada, vi um colchão encardido no chão e me joguei nele de costa, arreganhando as pernas. Um preso baixinho, que conseguiu tirar a roupa antes dos outros, pulou em cima de mim com o pau duro e foi enfiando inteirinho na minha boceta. O pau dele não era grande, do tamanho do pau do Carlos.Entrou gostoso, mas não demorou muito para o preso gozar dentro de mim. Assim que ele gozou, o negão, que parecia chefe da turma, foi se encaixando dentro de mim. Quando ele encostou o cabeção do pau na porta da minha xana, estremeci. Não vou agüentar aquele tarugo, pensei. Apesar de estar toda melecada de porra, o pau do negrão estava difícil de entrar. Eu ajudei, porque não queria sentir aquele estilete na minha garganta. Que sensação estranha…um pinto daquele tamanho, quase da grossura do meu braço… entrando dentro de mim…será que minha bocetinha conseguiria agasalhar tudo aquilo? Fiz força, agarrei o negrão e empurrei meu corpo de encontro do dele. Foi entrando…devagar…mas foi entrando… Até que não doía tanto…e era melhor do que morrer… Demorou, mas entrou tudo. Senti o sacão do negrão batendo no meu cu e na minha bunda. Entrou até o talo. O pau do negrão latejava e crescia ainda mais dentro de mim. O negrão se entusiasmou e procurou minha boca para beijar. Sem alternativa, beijei apaixonadamente o negrão que enfiou aquele linguão na minha guela. Com o pintão na boceta e o linguão na boca, não resisti e, pela primeira vez, gozei… gostosamente… gozei. Como nunca havia feito, minha bocetinha ficou encharcada com meu abundante orgasmo misturado com a porra do negrão que jorrava como uma tornei aberta. Agarrei o negrão com fúria e comecei a gritar: _Goza dentro de mim, meu macho gostoso…Nem eu acreditei no que estava fazendo. Estava fora de mim, mexendo com uma louca num vai e vem terrível. Engolindo e soltando aquele pau latejando dentro de mim. Que delícia. Os outros presos ficaram loucos de vontade. O negrão não me largava de jeito nenhum. Queria gozar duas vezes sem tirar de dentro. Grudado em mim, o negrão me virou no colchão, deixando meu cuzinho exposto para os demais presos. Não percebi o perigo que corria, porque eu estava adorando ser devorada pelo negrão. Só tomei conhecimento do risco, quando senti dois dedos cheios de cuspe entrando no meu cuzinho com carinho. Era um dos presos que, audaciosamente, resolveu comer meu rabo. O que fazer? Só me restava uma coisa: relaxar e continuar a gozar. Os dedos saíram e um pinto começou a invadir meu cu virgem. É claro que não entrava de jeito nenhum. Mas eu sabia que eles não iam desistir. Empurrei a bunda para trás com violência e o pau do preso entrou. Doeu, mas agüentei firme. O negrão percebeu que estava participando de uma dupla penetração e ficou excitadíssimo. Seu pau cresceu outra vez dentro de mim. Parecia que estava ainda maior. E no meu rabinho, o pau do outro preso entrava pouco a pouco. Não estava doendo tanto. E estava até gostoso. Dois paus dentro de mim! Como era bom! Mexi um pouco a bunda, num reboladinho tímido que ajudou a entrar até o talo no meu rabo. Pronto, estava eu sendo totalmente penetrada nos dois buraquinhos. Até virei os olhos de tesão, sentindo aquele latejar nos dois lados. Dois pintos deliciosos dentro de mim… Abri os olhos e vi mais um punhado de homens doidos para me comer. Um dele se aproximou e colocou o pau perto da minha boca. E agora? Só me restou fazer o que era preciso fazer. Catei o pau do preso e taquei na boca, como já tivesse feito isso há muito tempo. Não sabia lá como fazer, mas fazia. Chupava, enfiava na boca, batia a língua naquela cabeça grande e chupava o que saia daquele pau, um líquido salgado, que eu engolia tudo com tesão e medo. O cara gozou na minha boca gemendo como louco. Assim que ele tirou o pau, outro entrou na mesma hora. Nem vi a cara do sujeito. Apenas fiz a minha parte e chupei como pude. O negrão gozou pela segunda vez e tirou seu pau mole, saindo debaixo de mim. Outro negrão entrou no seu lugar e enfiou o pau na minha boceta. Atrás de mim, o preso gozou no meu cu e saiu. Outro entrou. Meteu até gozar no meu rabo. Gozou. Veio outro. E assim ficaram revezando e noite toda. Mesmo os que já haviam gozado, voltavam recuperados e me comiam de novo. Sempre de três em três. Meus buracos e minha boca já estavam exaustos. Tudo estava sendo automático. Eu gozei como nunca havia gozado na minha vida. Minha bocetinha ardia, mas sempre entrava mais um pinto. Da mesma forma, meu cuzinho agüentava todos os pintos. Até o negrão enfiou a metade do pau meu rabo. Ficou com pena e não enfiou tudo. Mas gozou pela terceira vez. Ao amanhecer, todos já haviam gozado e me deixaram dormir até ao meio dia. Todos dormiam, quando o delegado resolveu me tirar dali. Ele estranhou o silêncio e o bom comportamento dos detentos. _Ei moça, eles não molestaram a senhor?  perguntou o Delegado com um sorriso de deboche. _Não, eles não me molestaram – respondi com firmeza, dizendo que eles foram muito amáveis. O Delegado ficou um tanto incrédulo, mas resolveu me soltar, alegando falta de provas e porque a vítima já havia sarado e se tratava de um marginal com ficha suja na Polícia. Na sala de espera estava Carlos ma aguardando. Fomos para o hotel e lá coloquei em prática as lições que havia aprendido na cela. Carlos adorou. Mas isso conto depois.

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