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Dançando com o estranho (continuação)

  • Publicado em: 17 de julho de 2017 05:53
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Já haviam passado mais de 10 dias da nossa pequena aventura na boate perto de casa e Liliana estava excepcionalmente fogosa. Nossa frequência sexual passou de uma vez a cada 10 dias para todo dia. Alguns dias, depois das crianças irem para a cama, ela estava fazendo algum serviço da casa e sem aviso vinha para cima de mim, me agarrava e me puxava para o quarto. Muitas vezes já estava completamente molhada e trepávamos como se fosse início de namoro. Um dia, depois do sexo, ainda deitados na cama, eu perguntei se ela fantasiava com o moreno da boate, mas ela me chamou de bobo e desconversou.

Liliana sempre foi um pouco travada em relação a sexo. Acho que pela nossa sociedade ser basicamente machista muitas mulheres têm dificuldade em admitir suas fantasias ou mesmo em se permitir fantasiar com aquilo que as excita. Já estamos com mais de 10 anos de casados e digo que ela ficou muito mais aberta em relação ao sexo, mas algumas fantasias podem ser um pouco mais difíceis de admitir. Talvez eu tenha que dar uma ajudinha.

Uma noite estávamos no quarto e voltei novamente ao assunto.

-Lembra aquele cara da boate que vocês dançaram? Então ele tinha deixado o telefone e o e-mail dele. Eu fiz uma pesquisa na internet e ele é personal trainer. Ele trabalha em uma academia lá no centro e eu marquei uma aula para a gente.

-VOCÊ FEZ O QUE? Ela perguntou assustada.

– Marquei uma aula, só isso. Você vive dizendo que quer voltar para a academia, mas nunca começa. É claro que a gente não vai treinar na mesma academia que ele trabalha, mas já é um início. – Eu disse. – Depois a gente começa em uma academia diferente perto de casa.

-Não sei não. Depois da boate, será que ele não vai ficar assanhadinho na academia. Se ele ficar tentando alguma coisa eu ia morrer de vergonha. – Ela explicou meio ressabiada.

-Pode ficar tranquila. – Eu falei – Eu deixei bem claro para ele que íamos nós dois e apenas para treinar Como ele é personal de lá será uma cortesia da academia para a conhecermos e decidirmos se queremos treinar lá ou não. Eu marquei para quinta feira as 7 da noite, assim minha mãe pode ficar com as crianças e vamos nós dois.

– Você quer mesmo que a gente vá? Ela perguntou meio que parecendo duvidosa.

Eu disse: Claro, vai ser divertido. Agente treina, relaxa e se diverte um pouco.

Quando chegou o dia nós pegamos o metro e fomos para a academia. Chegando lá ele nos recebeu, perguntou qual o nosso objetivo e fez um resumo de como seria o treino. Basicamente era um monte de abdominais e exercícios para perna, pois o treino estava mais voltado para Liliana.

Tenho que dizer que ele foi completamente profissional. Embora tenha dado bastante atenção ao treino, não aproveitou para fazer certos “ajustes de postura” com as mãos pelo corpo dela ou ficou dando cantadas e fazendo piadinhas. Tenho que admitir que foi bem menos excitante do que eu esperava.

Ao final, quando o treino terminou e já íamos nos despedir ele disse que o ideal após um treino puxado seria fazer uma massagem para relaxar e colocar a musculatura no lugar, que ele era massagista e quiroprata e que se quiséssemos ele poderia nos atender em meia hora, quando ele saísse da academia. Ele disse que tinha um hotel na rua da academia que era muito bom e não muito caro, por isso algumas vezes ele atendia os clientes lá, já que a academia não possuía um lugar para a massagem. Ficamos meio na dúvida e ele disse que como era a primeira massagem não cobraria nada.

Liliana estava com cara de que iria dizer não, mas antes dela falar qualquer coisa eu falei.

– OK, Liliana está sempre pedindo uma massagem. Vamos lá. Nos encontramos em meia hora no hotel.

Saímos andando e Liliana falou:
-Você é louco. Eu vou morrer de vergonha.

-Vergonha porquê? É só uma massagem. E eu vou estar lá o tempo todo. Agente chega, pede um vinho, toma um banho e você faz a sua massagem. Depois a gente vai embora para casa.

Fomos para o hotel. Só tinha disponibilidade dos quartos maiores, que eram um pouco mais caros, mas tinham uma sala com TV, mesa de jantar e sofá, um quarto com cama grande, uma mesa de trabalho e uma poltrona e um belo banheiro com ducha e banheira.

-Eu vou na frente tomar um banho. – Liliana falou.

-Eu vou junto. – Respondi.

-Não. Deixa eu me preparar. Ela disse – Se vou fazer massagem preciso dar uma aparada nos pelinhos, não quero nada escapando da calcinha.

-Oba. Você sabe que eu adoro uma periquitinha depilada, então capricha no serviço aí embaixo. – E ela me chamou de bobo, borrifou com um pouco de agua fria da torneira para me expulsar do banheiro e fechou a porta.

Eu pedi um vinho, sentei na poltrona do quarto e fiquei relaxando. O que será que ela estaria pensando? Será que essa preparação era para mim ou para ele? Só de pensar nisso meu pau já estava duro igual uma pedra.

Ela saiu do banheiro usando um roupão do hotel. Eu servi um copo de vinho para ela e fui tomar uma ducha rápida, já que ela tinha ficado no banheiro uns 20 minutos e não tínhamos muito tempo. Quando eu estava na ducha o telefone tocou e ouvi Liliana autorizando ele a subir. Com a história da depilação não tivemos muito tempo de conversar e ela foi rapidamente até o banheiro. Enquanto eu terminava de me enxugar, botava a cueca e o roupão do hotel ela disse:
-Huum, não sei não. Você tem certeza?

-Certeza do que? Perguntei com uma cara de inocente.

-Sei lá, você sabe. Eu sozinha com vocês dois aqui, fazendo massagem. E se eu ficar incomodada com algo?

-Eu cheguei bem perto dela, a segurei suavemente nos ombros e olhando em seus olhos disse:

-Querida. Aqui é você quem manda. Se tiver qualquer coisa que te incomode nós paramos na mesma hora. Você não é obrigada fazer nada, só aquilo que você quiser. Se está incomodada agora fazemos a massagem e vamos embora, ou se quiser pedimos desculpa a ele e vamos embora agora mesmo. Mas não importa o que aconteça aqui, eu vou continuar te amando como sempre te amei.

Ele bateu na porta do quarto e eu olhei para ela como que esperando uma resposta. E ela disse:

-Ok, só uma massagem então.

Não é que ele era massagista mesmo? Ou pelo menos tinha uma mesa de massagem, dessas grandes que se carrega nas consultas a domicílio. Ele abriu a mesa na sala, pois tinha mais espaço livre.

-Quem vai primeiro? Ele perguntou.

-Liliana é quem queria a massagem. Eu disse e já fui sentar no sofá.

Ela estava meio tímida e foi até a mesa e deitou de barriga para baixo, mas ele disse que ela deveria tirar o roupão. Ela ainda de barriga para baixo tirou o roupão. Ele colocou uma toalha sobre a bunda dela, pegou um pouco de óleo de massagem e passou nas mãos.

A massagem começou no pescoço e costas. Parecei que ela estava bem estressada, pois seus músculos das costas estavam cheios de nós e ela ia gemendo enquanto ele ia massageando, mais de dor do que de prazer. Depois de uns vinte minutos trabalhando nas costas e pescoço ele desceu para os pés, sola dos pés, entre os dedos, panturrilhas e coxas. Nesse momento ela falou para mim:

-E aí? Está aprendendo? Eu vou querer uma massagem dessas todas semanas agora.

– Vem aqui que eu te ensino – Ele falou para mim, indo um pouco para o lado. – Olha aqui, eu fico com essa perna e você fica com a outra, o que eu fizer você repete. É fácil.
Eu pedi um pouco mais de óleo e ficamos massageando ela por uns bons 5 minutos. Ela estava de olhos fechados e a boca semiaberta, quase babando. Eu pedi para ela separar um pouco mais as pernas para massagearmos a parte interna das coxas e sem aviso eu tirei a toalha que tampava sua bunda dizendo que estava me atrapalhando. Eu percebi que ela ficou mais alerta e tensa, pois estávamos tendo uma visão privilegiada da sua calcinha enfiada na bunda e também dava para notar uma mancha considerável que sua humidade já deixava na calcinha.
Eu chegava com os dedos mais perto da bucetinha dela, raspando de leve sobre a calcinha, mas sentia os músculos retesarem quando chegava fazia isso e resolvi não insistir por um tempo. Neste momento eu disse:

-Que tal você continuar nas pernas que eu massageio o pescoço dela.

Logo fui para o pescoço e vi que ele apertava vigorosamente as coxas com as mãos subindo e descendo com a ajuda do óleo.

Nessa hora o meu pau estava duro igual uma pedra e Liliana deve ter visto, dizendo:

-Pronto. Agora é a sua vez. Para mim já está bom de massagem.

-Não tenho nada contra. – Eu disse.- Mas não estou muito no clima de receber massagem de homem hoje.
E ele falou:

-Não tem problema. Fazemos do mesmo jeito. Liliana faz a massagem e eu vou ensinando. É bom ela aprender também.

Nessa hora ela levantou e rapidamente colocou o roupão. Eu tirei o meu, de costas para eles, (não sei porque tinha um pouco de vergonha de mostrar que estava de pau duro), e deitei de barriga para baixo.

Liliane veio do meu lado e iniciou a massagem, mas já no início ele foi para traz dela e segurando os seus dois braços foi ensinado os movimentos:

-Isso. Assim. Subindo e descendo. Tem que por força viu. Assim.

Eu via que ele estava bem colado atrás dela e dava as instruções sussurrando em sua nuca e ouvido. Ela adora isso.

-Isso. Você está aprendendo bem. É uma boa aluna.
Com a cabeça virada para o lado eu não consegui ver muito, mas notei que uma das mãos dele não estava mais direcionando o braço dela. Ela agora estava quietinha fazendo a massagem e ele continuava dizendo palavras de incentivo.

-Isso. Inclina um pouco mais. Assim. Agora você está pegando o jeito. – Ele dizia.

Depois de um tempo levantei um pouco a cabeça e vi que não tinha mais nenhuma mão direcionando o braço dela. Uma mão dele parecia estar sob o roupão segurando um dos seios dela e a outra eu não conseguia ver. Levantei um pouco mais a cabeça e ao perceber meu movimento ela disse que era para eu aproveitar a massagem e então colocou uma camiseta sobre a parede de cima da minha cabeça deixando apenas minha boca e nariz de fora.

Droga!!

Ela continuou me massageando e eu com os meus sentidos aguçados ao máximo tentava perceber algo mais: respirações profundas, som de roupa raspando, a pressão do braço dela na minha pela e eventualmente alguma movimentação quando eles trocavam de posição para ela massagear outra parte do meu corpo.

Certa hora notei que ela massageava a batata da minha perna por um bom tempo sem sair dali e em movimento iguais o tempo todo e comentei:

-Acho que já está bom de panturrilha.

Ela indo para a outra panturrilha disse que quem controlava a massagem era ela e era para eu ficar quieto.
Eu não via nada e estava doido de tesão quando ela falou.

-Agora você pode virar de barriga para cima.

Eu fiquei meio sem jeito me virei. O meu pinto estava quase explodindo e escapando da cueca de tão duro e quando virei era impossível disfarçar o volume. Ao ver isso ela me olhou com um misto de surpresa, alivio e safadeza e falou perto do meu ouvido.

-Parece que não sou só eu que aproveito demais essas nossas saídas. Acho que você precisa de uma massagem bem relaxante
Eu notei que ele ainda estava de calça, mas já estava sem camisa. O roupão dela estava desamarrado. Ele pegou na nuca dela, por debaixo dos cabelos e direcionou suavemente a cabeça dela até o meu pinto. Ela abaixou obediente e abriu a boca e começou uma chupeta maravilhosa.

Quando eu levantei um pouco a cabeça para dar uma olhadinha vi que com uma mão ele segurava um dos seios dela – apertando o mamilo entre o polegar e o indicador. A calcinha não fazia um bom trabalho em esconder outra mão que acessava sua bocetinha pela parte de trás enquanto ela mantinha as pernas semiabertas para os dedos terem toda a liberdade de brincar por ali.

Eu aproveitava para olhar enquanto ela com os olhos fechados e meu pinto na boca não notava que eu estava apreciando a cena, mas quando ele enfiou um (ou dois) dedos nela e ela soltou um gemido longo eu não aguente. Gozei na boca dela tão forte como não gozava há muito tempo. Ela pareceu que foi pega de surpresa, afinal acho que foram só uns 30 segundos de chupeta e eu já havia gozado. Liliana não tirou o meu pinto da boca, sugou forte e bebeu tudo – coisa rara dela fazer. Ela foi subindo pela minha barriga até meu ouvido e disse baixinho enquanto o moreno parecia ainda estar brincando com ela.

-Porque você não vai para o banheiro e toma um banho de banheira bem gostoso por uns 15 minutos?

-Tem certeza? Você quer que eu vá? Eu estou gostando de ficar aqui. – Eu disse.

-Tenho sim. Você já aproveitou e eu fico com vergonha de ter você aqui me olhando. Vai lá e nada de dar espiadinhas aqui, hein?

-Está bom, você quem manda. Mas se precisar me chama e venho correndo.

Eu fui para o banheiro, abri a torneira da banheira e 5 segundos depois ela apareceu lá. Me deu um beijo na boca e saiu fechando a porta. – Droga- Se eu abrisse a porta ela iria ouvir o som da agua, tinha que esperar pelo menos a banheira encher para dar uma espiadinha. Foram os três minutos muito longos da minha vida, podia estar acontecendo qualquer coisa e eu estava perdendo a festa.

Depois que a banheira encheu eu fiz uns barulhos na agua para não levantar suspeita, apaguei a luz e abri a porta bem devagar. Eles não estavam mais na sala, o que por um lado era bom pois não viram que eu abri a porta do banheiro. Fui andando até a porta do quarto, que estava entreaberta e vi a cena que acontecia a meia luz. A cabeceira da cama ficava no lado oposto a porta, então me abaixei para ficar ao nível da cama, assim eles somente poderiam me ver se olhassem diretamente para lá e eu tinhas uma visão privilegiada de pês e bundas.

O moreno estava deitado de costas e Liliana estava já totalmente sem roupa montada em cima dele. Ela parecia estar um pouco apreensiva com o tamanho da ferramenta dele. Com as mãos apoiadas no peito dele ela subia e descia com certa dificuldade, limitando a extensão do movimento. O vai e vem continuou até que ela finalmente conseguiu descer totalmente depois de uns dois minutos. Nessa hora ele a puxou pelas mãos e os dois colaram as bocas enquanto se moviam sem sincronia. Meu pau endureceu novamente na mesma hora.

Após alguns minutos eles se viraram e ele foi por cima dela, agora controlando a situação, subindo e descendo com toda a extensão do movimento. Ela começou a gemer mais alto e mais alto até que deu os primeiros sinais que iria gozar com gemidos mais longos e graves. Ele sem piedade acelerou ainda mais, socando forte o pinto nela e ela teve um orgasmo incrível, se contorcendo e gemendo em baixo dele enquanto ele continuava com movimentos vigorosos. Somente depois que ela praticamente implorou para ele parar dizendo que não aguantava mais ele parou e ela ainda ficou tendo um espasmo ou outro por uns dez segundos enquanto ele se mantinha elevado parecendo aproveitar a visão.
Nessa hora eu voltei para o banheiro e fechei a porta devagar. Fiquei esperando ela, mas como ninguém veio eu saí novamente e vi que os dois ainda estavam na cama, deitados e conversando com o baixinho.

Ele parecia estar trocando a camisinha e na sequencia se ajeitou deitado ao lado dela, depois a virou de costas e para ele e foi brincando com os peitinhos dela, chupando a orelha dela e sussurrando em seu ouvido.

-Não. Não vou fazer isso. –Ela falou baixinho e fiquei alerta na mesma hora.

-Por que não, vai ser divertido. – Disse ele.

– Vou morrer de vergonha. O que ele vai pensar de mim. – Liliana completou.

– Vai pensar que tem uma esposa muito gostosa que fica toda meladinha na cama com outro homem enquanto ele toma banho. Vai pensar como todos os homens ficam safados querendo comer sua esposinha. Ele vai pensar que quando um macho aperta o biquinho do peitinho dela assim enquanto brinca com os dedos na sua bucetinha dela ela fica toda melada e arrepiada. Ele vai pensar que ela gosta de segurar bem forte um pintão querendo ele todo dentro dela.

-Mas eu tenho vergonha. – Ela disse entre gemidos.

– Então nada de segunda vez para você. Você não disse que queria outra vez? Que ainda estava safada e que não experimentava um pinto diferente há mais de 10 anos? Disse que nunca tinha experimentado um pinto deste tamanho e queria de novo, não disse? Se quer mesmo, me promete que vai fazer.

Os dois estavam de costas para a porta, assim eu podia ver bem a cena, embora ele tampasse boa parte do que acontecia com o corpo eu via que as mãos dele estavam trabalhando para deixa-la maluquinha novamente. E não demorou muito porque em pouco tempo ela levantou um pouquinho uma perna.

-Sim. Eu prometo.

-Promete o que?

-Eu prometo que vou ser a cachorrinha de vocês.

E o que mais.- perguntou ele enfiando o pinto em sua bocetinha toda melada.

-Prometo que vou fazer tudo que vocês mandarem, que vou ser uma cachorrinha boazinha e obediente – Ela sussurrava enquanto ele mordiscava a nuca dela, um braço dele por baixo dela segurando em seus seios e a puxando forte para junto dele e a outra mão ainda brincava com sua bocetinha que agora estava totalmente preenchida.

Que cena linda de se ver, ficaram assim por uns minutos até que ele a levantou com facilidade a e botou de quatro sem tirar o pinto de dentro. O sexo ficou mais selvagem, com tapas na bunda e puxões de cabelo até que ambos gozaram juntos e despencaram na cama. Voltei para o banheiro e me joguei na banheira que já estava quase fria. Liliana chegou logo depois toda suada, vermelha e cheirando a sexo, mas com o roupão.

-E aí? Como foi? – Perguntei

-Não é assunto seu. -Ela falou em tom de brincadeira.

-Me conta dos detalhes, quero saber tudo. – Falei

-Não. Talvez depois, hoje acho que não consigo.

Ela tomou uma ducha e saímos do banheiro. Todos estavam com o roupão e resolvemos pedir comida pois estávamos famintos. Comemos hambúrgueres e conversamos sobre o treino, pois sempre que a conversa ia para o sexo Liliana mudava de assunto, mas em um determinado momento o moreno começou a falar.

-Sua mulher é realmente muito bonita. E muito fogosa também. Deixa no chinelo praticamente todas as garotas novinhas da academia. Hoje foi uma experiência incrível. – O moreno falava enquanto Liliana ia ficando cada vez mais vermelha.

– Ela me fez uma promessa hoje que acho que você vai gostar bastante. – Ele disse para mim.

Liliana ficou toda vermelha e disse que não sabia se ia conseguir, mas ele disse que promessa era promessa e ela teria que fazer de qualquer jeito. Ele foi até a mochila dele e pegou uma sacolinha e entregou para ela. Ela tirou o conteúdo. Era uma coleira de couro, dessas parecidas com de cachorro, mas aveludada. Ela abriu o fecho, vestiu a coleira e andou até o sofá onde eu estava. Sem falar nada ela entregou a guia na minha mão, puxou o meu pinto para fora e começou a chupa-lo. UAU, isso me pegou de surpresa.

-Ela prometeu que agora seria a sua cachorrinha e que se você quisesse aproveitar sozinho ou poderia me entregar a guia para eu brincar um pouco com ela enquanto você olha. – O moreno falou.

Gostei da brincadeira, e se ela continuasse me chupando mais um segundo eu ia gozar antes da hora.

-Vem cachorrinha. O seu novo dono vai cuidar um pouquinho de você e depois você volta para mim. Isso, boa menina. – Falei entrando no jogo ao entregar a guia para ele e voltar para o sofá.

Liliana estava toda vermelha, mas continuava na brincadeira. Ele pegou a guia, tirou o próprio roupão e falou:

-Agora a cachorrinha vai me chupar um pouquinho. Eu ainda não ganhei uma chupada hoje. – Ele falou puxando a guia até o pinto dele.

– Isso, põe inteiro na boquinha. Agora põe a língua para fora e enfia ele até a garganta. Isso, que gostoso. – Ele falava e dava instruções o tempo todo.

– Essa cachorrinha parece que gosta de chupar uma pica grande. Vamos tirar o roupão dela também. Para que tanta roupa? Isso tira a roupa cachorrinha, mas sem tirar o pinto da boca. Boa menina.

Eu do sofá apreciava a cena com o pinto totalmente duro. Ele ainda estava em pé e ela de joelhos chupava o pinto dele. Ele sempre a controlando com a coleira e as vezes batendo com o pinto na bochecha dela.

-Acho que ela está pronta. Agora eu quero provar essa cachorrinha. -Ele disse levantando-a suavemente pela coleira e a direcionando novamente para a mesa de massagem.
Ela deitou de barriga para cima e ele a puxou para a beirada com a bunda bem na borda e segurando suas pernas para cima me chamou.

-Vem aqui e dá uma olhada como essa cachorrinha gosta de chupar uma pica. Ninguém encostou nela ainda e já está toda melada.

Mesmo quando estamos apenas nós dois em casa Liliana não gosta de luzes acessas ou de muita exposição e agora ela estava totalmente arreganhada diante de nós. Aquela bocetinha depilada estava escorrendo de tesão. Seu rosto estava totalmente vermelho, não sei se de excitação ou de vergonha, enquanto nós dois apreciávamos a visão por alguns segundos e comentávamos o quanto ela era gostosa.
Ele começou com lambidas leves que pareciam dar choques a cada contato da ponta da língua. Eu fui para o lado dela e botei o pinto em sua boca. Ela já estava muito louca de tesão e continuou chupando o meu pinto enquanto gemia. Em pouco tempo começou a dar sinais que iria gozar, mas quando ela estava quase chegando ao orgasmo ele parou com a língua e deu um tapa forte na bunda dela.

-Não está na hora da cachorrinha gozar ainda. – Ele disse ficando em pé, colocando o preservativo e apoiando o pinto sobre a barriga dela.

Realmente não era um pinto pequeno. Ele começou a brincar com o pinto duro na portinha dela, mas sem penetra-la. Nessa hora eu puxei o pinto da boca dela para não gozar e fui chupar os peitinhos dela. Ele ficou brincando até ela quase gozar novamente, esfregando a cabeça do pinto nos lábios e no clitóris bem rápido e as vezes batendo com o pinto na barriga dela, fazendo barulho e espirando o liquido dela que saia em quantidade.

-Ainda não é hora dessa cachorrinha gozar. – Ele disse dando outro tapa nela.

– Agora é hora dele ver como essa cachorrinha gosta se ser comida por uma pica grande. É hora dele saber como ela é safada e gostosa. Agora segura as pernas bem abertas assim. Isso, bem arreganhada para receber todo esse pintão que você adora. – Ele disse ao soltar as pernas dela para segurar a coleira com a mão esquerda e começar a acariciar o clitóris dela com o polegar da mão direita.
Ele falava enquanto ia enfiando o pinto na bucetinha dela que embora completamente encharcada tinha ainda alguma dificuldade receber tudo. Cada vez que o pinto entrava um pouco mais fundo ela se arreganhava um pouco mais e soltava um gemido mais longo e mais grave. Ela foi ficando cada vez mais louca e abriu novamente a boca procurando o meu pinto, sugando forte enquanto eu segurava o clímax com todas as minhas forças.

Quando entrou tudo o pinto ele disse:

-Parabéns cachorrinha. Entrou tudinho. Vamos brincar mais um pouco, mas não é para gozar ainda.

Ele começou um vai e vem devagar com toda a extensão do pinto que agora estava todo brilhante da humidade dela e começava a se movimentar mais facilidade. Ela deu sinais que iria gozar e ele deu um tapa forte na bunda dela novamente, mas sem parar o movimento, na verdade acelerando um pouco, o que a fez dar mais um gemido e ele mais um tapa. Já no quarto gemido seguido de tapa não aguentei e gozei em na boquinha dela, mas desta vez ela não engoliu pois estava naquele transe que antecede o orgasmo. Liliana começou a gozar violentamente com a minha porra escorrendo pela boca aberta, gritando e com as pernas subindo e descendo incontrolavelmente enquanto ele ainda a comia com força e lutava para mantê-la no lugar. Antes do gozo dela terminar ele também gozou entre urros, apertos e tapas e na sequencia ele tirou o pinto todo melado de dentro dela que ainda estava ofegante e se recuperando do turbilhão de sensações. Ele puxou a camisinha para fora e levou o pinto para a boquinha dela, puxando levemente a coleira.
-Minha cachorrinha, você foi muito bem. Agora limpa bem limpinho esse pinto que foi você quem usou. Vamos lá, não quero que fique uma gotinha sequer aí dentro. Chupa tudo

– Ele falou enfiando o pinto semi-endurecido na boca dela enquanto me entregava de volta a guia da coleira.

Já era mais de uma da madrugada e todos iriam trabalhar no dia seguinte. Ele disse que adorou a noite e foi embora depois de uma ducha. Fomos dormir logo depois.

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3 Comentários para “Dançando com o estranho (continuação)”

  1. uau! um dos melhores

  2. QUE TREPADA SENSACIONAL !!!

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