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Dando no Ônibus

  • Publicado em: 4 de junho de 2017 19:41
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Sempre li diversos contos sobre fodas no ônibus e isso sempre me excitou demais. Porém, eu nunca imaginei que aconteceria comigo. Achava que era algo fantasioso e que nenhum desconhecido chegaria me comendo assim, de repente.
Porém, na semana passada, descobri o contrário. Voltando de um dia cheio no trabalho, contas para pagar e preocupações com a casa, entrei no ônibus para voltar. Fiquei no trabalho uma hora mais, resultando até às dez da noite.
No ponto de parada eu já notava alguns olhares. Tenho 1,65 cm, ruiva, 60kg bem espalhados pelo corpo, mais concentrados na bunda e nas coxas. Peitos médios e bem durinhos. Estava usando uma calça de couro, uma bota e uma camisa social branca, quase transparecendo a cor vermelha do meu sutiã. Quando o ônibus finalmente chegou, estava lotado.
Surpreendentemente, neste horário ele costuma ser mais vazio, mas como era uma sexta-feira, resultou em um número maior de pessoas. Já haviam umas quatro pessoas em pé quando entrei, acabei caminhando até o fundo e ficando por lá mesmo. Notei que havia um lugar vago ao lado da janela, e ao lado do lugar estava um homem sentado. Ele tinha cabelos castanhos, mãos calejadas, parecia cansado. O cabelo estava bagunçado e, apesar de tudo, ele estava muito sexy. Decidi não sentar pois teria que pedir licença e não queria incomoda-lo.
Me distraí olhando para a janela, sabendo que o trajeto seria longo, visto que o ônibus fazia uma volta enorme por trás da parada perto da minha casa. Senti uma mão acariciando de leve a minha perna, um pouco a cima do joelho. Fiquei corada na hora, e por ser muito branca, isso era visível. Não quis arriscar e olhar para baixo, não queria que ele notasse isso.
Olhei para trás na esperança de que houvesse um lugar vago, mas o ônibus estava ainda mais cheio. Os carinhos não eram sem querer, pois ele foi aumentando a intensidade e subindo cada vez mais os dedos.
Eu podia sentir sua respiração acelerar. Ele começou a dar fortes apertões na minha coxa, então achei melhor sentar e pedir para que ele parasse, para que ninguém enxergasse aquilo.
Ao me sentar, encarei-o fixamente. Ele estava com o tesão estampado no rosto. A boca estava aberta, e aquilo me deixou muito molhada. Eu senti minha bucetinha ficar toda úmida, e na mesma hora ele subiu a mão até ela e começou a acariciar por cima da calça.
Coloquei o blazer que estava carregando na bolsa em cima e olhei para o teto, me perguntando se eu deveria mesmo fazer aquilo. De repente, escuto ele falando no meu ouvido:
– Essa bucetinha tá toda molhadinha, é? Deixa eu comer ela um pouquinho, vai?
Então ele pegou a minha mão e colocou no cacete dele. Era enorme e estava latejando. Apenas concordei com a cabeça e esperamos o ônibus ir até o final da linha, que era mais interior da cidade.
Até lá, ele foi me masturbando por dentro da calça. Seus dois dedos esfregavam o meu grelinho muito gostoso, devagarinho, quase me fazendo gozar. Eu queria gemer, pedir mais, mas eu não podia. Falei pra ele que iria gozar, e então ele parou e disse:
– Só vai gozar com o meu pau dentro.
Naquela hora eu me entreguei. Senti meu corpo estremecer de tanto tesão. O ônibus foi esvaziando e ele pediu para que eu levantasse, amarrasse o blazer na cintura com a parte para frente e abaixasse a minha calça. Quando vi, ele já estava com o pau pra fora.
Sentei muito rápido, com medo de que alguém visse as nossas safadezas. Ele deu um gemido mais alto e começou a bombar em mim com o ritmo do ônibus.
Me senti igual uma cadela no cio. Esqueci de tudo e me apoiei com uma mão na janela e a outra no banco ao lado e comecei a quicar no pau gostoso dele, sentar bem forte até ele gozar. Senti aquela porra toda dentro de mim e continuei rebolando até eu gozar também.
Pulei para o banco ao lado, arrumei minha calça e a calcinha toda melecada com a porra dele. Nos beijamos e não falamos mais nenhuma palavra até o ônibus chegar na minha parada.
Quando cheguei em casa, tomei um banho e bati uma siririca pensando naquilo de novo. Fiquei cheia de tesão ao realizar um dos meus maiores feitiches. Adorei dar para um estranho no ônibus.

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